- Preciso ver como é seu tio, não consigo trepar com alguém que não me atraia fisicamente.
André pegou o telefone e abriu o whatsapp, mostrando a foto do perfil do tio. O pouco que vi de Antônio me fez imediatamente concordar com aquela trepada. Era um belo moreno de 50 anos, barba, pelos por todo corpo, 1,80 96kg, 18cm de rola grossa e pesada, barriguinha, parrudão. Claro que todos esses detalhes não estavam na foto do whats, só estou aproveitando esse momento da narrativa para descrevê-lo, rs.
Só conseguimos marcar quase duas semanas depois de ter transado com o André, numa sexta feira às 18hs. André morava sozinho e nesse final de semana sua namorada estaria em São Paulo. Já Antônio, que era viúvo, conseguiu carretos próximos e passaria a noite em Santos.
Sou bem pontual e cheguei no horário marcado. Assim que André abriu a porta vi dois homens sentados no sofá cama, Antônio e um outro macho: moreno claro, quarentão atraente, barba, 1,90, 90kg, magro definido, peludo. Ao mesmo tempo que o coração gelou, o cu piscou.
- Esse aqui é o Carlão, amigo do meu tio. É um cara gente boa... é que meu tio acabou falando...
Imediatamente André foi interrompido por Antônio:
- Desculpe, a culpa foi minha. Carlão é casado e tem receio de enviar foto, e daí pedi pra meu sobrinho quebrar essa, afinal o cabra conseguiu fugir da esposa e é boa pinta, não é? A gente imaginou que você iria gostar... gostou?
- Gostei sim, sem problemas.
André abriu um sorrisão e me deu um abraço forte e safado. Pelo jeito naquele dia iria quebrar meu recorde de quantidade de rolas numa mesma noite, rs.
Antônio e Carlão se levantaram e nos cumprimentamos. Dois apertos de mãos firmes e intensos. Fiquei de pau duro na hora. Estava ali no meio de três machos deliciosos e buceteiros, e mesmo antes de começar a sacanagem me sentia muito puta, como se fosse uma personagem de Nelson Rodrigues, rs.
Todos bebiam uma cervejinha e André me ofereceu um copo, sempre bom dar uma relaxada para quebrar o clima, ainda mais quando não era esperado um terceiro elemento, e diga-se de passagem, que belo elemento. Carlão era bem rústico, daqueles que quando você vê na rua já acha que se ficar olhando muito levará uma surra. Já o tiozão me comia com os olhos. E confesso que estava adorando aquela encarada, meu tipo preferido de macho sempre foi coroa. Homem maduro não te come, te devora! Dei uma boa golada na cerveja e me sentei entre os dois, e com as mãos nas coxas de cada um, disse:
- Vocês são bem fortes, malham?
- Na verdade nosso trabalho é bem puxado, academia é coisa de quem tem tempo livre (respondeu Carlão).
- Mas vocês nem precisam de academia, estão bem pra caralho.
Nisso Antônio pega minha mão e põe sobre sua rola, que faz um belo volume sobre o jeans, e diz:
- Caralho é o que não vai faltar pra você hoje, hehehe.
Aproveito o ensejo e imediatamente encho minha outra mão no volume imenso do Carlão. Definitivamente estava muito bem servido: André 23cm, Antônio 18cm e Carlão 24cm. André, que estava em pé olhando toda cena, foi logo tirando a bermuda e cueca deixando seu belo mastro apontando para o teto:
- Do jeito que esse puto é vagabunda, se tivesse mais dois caras aqui ele dava conta.
Ri, pois provavelmente iria adorar ter cinco machos pra mim. Já que o dono da casa começou, todos aproveitamos para tirarmos nossas roupas. Ao ficarmos em pé ficou nitido que os três eram mais altos do que eu (na época tinha 40 anos, moreno claro, 1,75 82kg malhado, barba, bunda boa e empinada). Me sentia num paraíso de machos gigantes, apreciando cada contorno dos músculos, a força e largura das coxas/braços, o caminho e desenho dos pelos pelo corpo, os olhares devoradores em direção a mim, uma presa pequena e fácil. Sim, sou um eterno apaixonado pela beleza masculina.
Carlão já veio me grudando por trás, roçando sua rola quente e imensa na minha bunda carnuda. Aproveitei que Antônio estava na minha frente e desbravei com minhas mãos seu lindo peitoral peludo, seu corpo estava febril e todo aquele calor me deixava mais no cio.
Como não tinha intimidade com o tio, e nem muito menos com Carlão, desisti do impulso de beijá-los na intenção de não causar constrangimento em nenhum deles. Tem homem casado que não curte. Antônio foi abaixando minha cabeça em direção a sua rola grossa de 18cm. Um matagal de pentelhos negros, com alguns poucos grisalhos, revestiam aquele pedaço de carne pesada. Com o tronco inclinado mantive o rabo conectado ao cacete de Carlão, que extasiado me observava iniciar a mamada no amigo. André, até aquele momento, permanecia como voyeur batendo lindamente uma punheta.
Não há nada melhor do que ter toda boca preenchida por uma rola grossa. Sugava aquele homem com intensidade e puro desejo. Ficaria o resto da vida engolindo aquele cacete carnudo. Antônio se contorcia e retesava os músculos das pernas, enquanto eu acariciava suas coxas delicadamente. Toda vez que abocanhava por inteiro era presenteado com o cheiro forte e masculino que exalava dos seus pentelhos e virilha. Carlão empolgado com o que via começou a dar tapas na minha bunda e dedar meu cu. André sabiamente veio e cuspiu na porta do meu anelzinho, facilitando e revezando no trabalho de laceamento.
Em poucos minutos o ar ficou impregnado com cheiro de sexo: testosterona pura. Mesmo com o ventilador de teto o ambiente parecia uma sauna. Percebendo a agitação dos machos fui me ajoelhando oferecendo minha boca para os três. E que visão gratificante ter um trio de homens deliciosos em pé exibindo as rolas pra você. Batiam os cacetes na minha cara e diziam:
- Putinha gulosa... capaz de por as três rolas na boca, hehehe.
- Nunca foi tão feliz na vida, né? Três picas só pra você.
- Se vira e dá conta de mamar teus três machos...
Resolvi começar pelo maior: Carlão. Lambi o cabeção rosa e suguei toda sua baba salgadinha. Depois dei boas linguadas em toda extensão daquela imensa rola de 24cm. Cheirei seus pentelhos e virilha e engoli seu sacão enorme. Sabia que não poderia demorar muito na minha degustação, havia duas rolas pulsando em minhas mãos querendo o mesmo. Mas antes precisa mamar e engolir aquele pedaço de carne deliciosamente gigante. Acabei engasgando todas as vezes que levei até o fundo da garganta, e Carlão urrava de satisfação com meu empenho.
Na sequência dei uma bela mamada no pau saboroso do André. Até aquele momento a única rola que me conhecia a fundo tanto na garganta quanto no cu. O safado aproveitou que minha boca estava toda cheia de baba, me segurou pelos cabelos e socou fundo. André era viciado em comer uma boca, e eu em tê-la fudida. As engasgadas ficaram intensas, e a baba escorria pela minha barba, caindo no chão. Antônio e Carlão soltavam o verbo:
- Filha da puta, vadia safada.
- Vai tomar leite de todo mundo, piranha.
Alguns minutos depois André levou minha cabeça em direção a rola do seu tio, e foi a vez do Antônio acabar com a minha garganta. Fiquei um bom tempo intercalando entre as três rolas. As vezes colocava duas cabeças na boca, deixando os machos enlouquecidos. No ritmo em que estávamos consegui engolir a rola inteira do Carlão e ficar alguns segundos com ela atolada, enquanto meu nariz estava mergulhado nos seus pentelhos. A putaria foi tão intensa que ao final do boquete triplo cheguei a sentir gosto de sangue na garganta.
Eram tantas mãos me ajudando a subir do chão, e me levando para o colchão até o quarto, que me senti uma oferenda sendo carregada. Antônio se deitou com as pernas abertas pedindo por mais mamada. André aproveitou que estava com a bunda a mostra e enfiou sua língua dentro do meu cu. Carlão ajoelhado do lado direito do colchão batia uma admirando a cena. Eu olhava, e sentia, aquilo tudo acontecendo e pensava que nunca mais queria sair daquela casa. Serviria sexualmente aqueles três homens eternamente.
Não demorou muito pra André encaixar seu cabeção vermelho na entrada do meu cu. Ele gentilmente iniciou a brincadeira colocando e retirando apenas a cabeça (o que já significa muito, rs). A cada nova metida o barulho de ploc, ao desencaixar o cacete do cu, ia aumentando. Sinal que estava alargando. André cuspia bem lá dentro e incentivou a Carlão fazer o mesmo. Enquanto isso estava com a boca cheia da rola grossa do meu coroa. André começou a empurrar mais profundo aquela rola negra de 23cm. Homens negros tem pau que parecem uma rocha de tão duro. Acho delicioso. Estava tão excitado que quando ele começou a bombar minha única opção era arfar e gemer sugando o pau do seu tio.
Aquele corpo negro suado em cima das minhas costas me comendo como um animal selvagem, ao mesmo tempo em que era fudido na boca, me fizeram ter minha primeira gozada da noite. Tio e sobrinho perceberam pois quase os engoli/suguei, tanto com a boca quanto com o cu, enquanto me estremecia de prazer. Enquanto isso Carlão aguardava ansioso sua vez, já estava até com a rola encapada. Após André sair e dar um tapa na minha bunda, o caminho ficou livre. Carlão pediu pra que ficasse de quatro, rabão empinado pro teto, cara enfiada no colchão. Pedido de macho é uma ordem! Já estava tão arrombado que meu único incômodo com as estocadas profundas daquele cavalo de 24cm, era quando a cabeça tocava no fundo do meu rabo parecendo que iria me rasgar por dentro. Minha sorte é que por mais que fosse rústico, Carlão não bombava com a mesma intensidade do André, intercalando com metidas rápidas e outras mais cadenciadas movimentando bem o quadril. Suas mãos grandes e fortes seguravam firmes minhas ancas. E o contato quente de suas coxas e virilha peludas no meu corpo, fizeram com que meu pau ficasse duro novamente.
Minutos depois me pediu pra ficar de frango assado e pude assim apreciar aquele homem sedutor gemendo de prazer olhando nos meus olhos. Todo bom passivo sabe que nessa posição o pau entra inteiro chegando até a garganta, rs. Eu estava completamente enlouquecido com aquele macho pauzudo, peludo e suado me devorando. As vezes mordia seu cacete com meu cu, contraindo meu quadril.
- Assim eu vou gozar.
- É tudo que eu mais quero! Te fazer gozar, meu macho.
- Deixa leitar na sua boquinha?
Não respondi nada, apenas abri a boca e expus a linguona pra fora. Tirou o cacete de dentro de mim, retirou a camisinha e começou a se punhetar violentamente. Seu corpo se estremecia e assistia estupefato seus músculos dançando naquele ritual em busca por prazer. Fui saindo da posição e aproximando meu rosto daquela rola, passando a língua em sua cabeça. Em menos de dois minutos esse homem jorrou jatos fartos e espessos por todo meu rosto e dentro da minha boca: porra salgada, forte, extremamente quente. Seus urros eram de um animal primata no cio. Com o dedo indicador foi pegando o restante de leite em meu rosto, levando pra minha boca. Sugava aquele dedo como um bezerro faminto.
- Puta!
Antônio e André estavam estáticos apreciando a cena. Antes de sair do colchão, e ir para o banheiro, Carlão acariciou meus cabelos e agradeceu com o olhar.
- Vou me limpar e sair voando, senão a patroa desconfia.
Assim que o barulho da água do chuveiro começou, tio e sobrinho se aproximaram de mim. E Antônio, inclinando o rosto próximo ao meu, me beijou de maneira intensa e profunda. Definitivamente um dos melhores beijos que já recebi em toda minha vida. André deu um tapa na minha bunda e disse:
- Agora eu e meu tio vamos te devorar!
(continua)



Delícia! Me fez gozar aqui