Quando chegamos diante do vaso sanitário ele solta minha mão e diz:
- Vai tomando sua ducha que daqui a pouco entro, vou dar uma mijada antes.
- Nãooo! Entra comigo e mija em mim...
Ele abriu um sorriso largo, deu um tapa de leve no meu rosto e completou:
- Você é a maior vagabunda que já peguei em toda minha vida, faz tudo o que gosto. Se quando eu te comer você aguentar minha rola inteira no cu, sem pedir pra eu parar, eu vou gamar, hehehe
Aí quem riu gostoso fui eu.
Entramos no box e quando cheguei próximo da parede fui me ajoelhando, oferecendo minhas costas e rabo como alvos para sua mijada. Senti os primeiros jatos bem próximos da minha nuca, e sua urina quente descendo como cachoeira até minha bunda. Adoro sentir esse calor em contato com a minha pele. Macho marcando território. André deu mais três esguichos sobre minhas costas e pediu:
- Vira de frente pra mim.
Enquanto virava, pedi:
- Só não mija na minha cara, blz?
Ele assentiu com a cabeça e terminou sua mijada molhando meu peito, barriga e virilha. Enquanto ele balançava sua rola, soltando os últimos respingos, percebi que seu pau estava meia bomba começando a querer inchar. Fui em direção aquele cacete e com a língua limpei o restante de mijo daquela cabeça grande e vermelha. Óbvio que fiz tudo isso olhando seu rosto, e sua expressão de safado em êxtase ainda está gravada na minha memória. Depois abocanhei inteiro aquele tronco veiudo de 23cm, engolindo e sugando como um bezerro desgarrado. E ainda com a minha boca inteira dentro do seu pau, André ligou o chuveiro fazendo a água cair sobre nós. Não me prolonguei muito na mamada com receio do macho se empolgar e novamente arrombar minha garganta (naquele momento não daria conta, rs).
André tomou um banho rápido, ensaboando apenas rola, abdômen e axilas. Enquanto ele se secava indo em direção ao quarto, pedi para me dar uns cinco minutinhos e se também poderia trazer uma garrafa d'água pra gente. Óbvio que aproveitei sua saída pra verificar se ainda estava tudo ok com a chuca que fiz em casa, rs.
Quando cheguei no quarto tive uma visão que adoraria presenciar todos os dias: um belíssimo negro nu, deitado de pernas abertas num colchão king size jogado no chão. De um lado um pequeno abajur, uma cômoda (onde ele colocou a garrafa d'água), e do outro um guarda roupa. Enquanto ele mexia no celular aproveitei para me hidratar. Depois desci até o colchão e fui massagendo seus pés, ele me olhou carinhosamente e disse:
- Assim você me mata.
Fui subindo alisando e beijando sua panturilha e coxas. Acho extremamente sexy homem alto com pernas longas e musculosas. Óbvio que durante meu trajeto André já havia abandonado o celular e agora estava com as mãos na parte de trás da cabeça, imponente em sua posse diante do puto submisso. Cuspi na minha mão e espalhei a saliva por toda sua rola, masturbando aquele cacete duro como uma rocha. Ele rapidamente me enlaçou com seus braços fortes, me dominando com suas mãos: uma apertando minha bunda e a outra firme em minha nuca enquanto nos beijávamos. André começou a buscar meu anelzinho com seu dedo médio, brincando na porta. Desconectei minha boca dos seus lábios e falei:
- Deixa eu molhar esses dedos, melhor pra você não me machuca.
E por alguns minutos fiquei chupando seus dedos médio e indicador, ao mesmo tempo em que continuava batendo uma pra ele. Seu dedo indicador foi desbravando meu cu e quando percebia minhas expressões de dor, cuspia na mão e lambuzava a entrada do meu rabo, abrindo assim espaço para algo maior. Após mais alguns beijos fui lambendo seu belo peitoral e descendo por seu abdômen, e novamente estava abocanhando aquele mastro veiudo, quente e com um cheiro de rola. Ele se empolgou com minha sucção e disse:
- Senta com esse rabo na minha cara que eu vou te linguar, seu puto do caralho.
Um pedido desses é irrecusável. 69 de pura perfeição. André tinha fome de cu, lambeu, chupou e socou sua linguona por toda extensão do meu botãozinho. E também intercalou com mordidas e tapas certeiros nas polpas do meu rabo. Eu as vezes gemia alto rebolando na sua cara e noutras meus suspiros eram sufocados por seu pau enterrado na minha garganta. Aproveitei também para me esfregar em seu corpo, roçando meu cacete duro em seu peito. Eu sempre faço isso num 69... adoro!
Recebi um tapa forte na bunda e uma ordem:
- Senta nesse cacete!
Me virei e fui me posicionando sobre seu quadril. Subi um pouco o corpo e com uma das mãos direcionei aquele cabeção vermelho pro meu cu. Fui sentando e rebolando, tentando suavizar os primeiros momentos da invasão. Quando sentia ardência, retirava e cuspia tanto na rola quanto dentro do rabo. Em alguns instantes estava com metade daquele tronco atolado no cu. André queria socar até o fundo, mas pedi que ele me esperasse descer até o fim. Fui rebolando ainda mais, movimentando a pelve não só para as laterais, mais intensificando pra frente e pra trás. Ele me olhava admirado diante da minha volúpia. Confesso que reclamei bastante até sentir os pentelhos dele encostando na minha bunda. Aquele era um cacete grosso e imenso, ocupando todo o espaço do meu cu. Ele segurou firme na minha cintura e começou a se movimentar lentamente. Joguei meu tronco pra frente e violentamente nos beijamos. André flexionou as pernas e elevou seu quadril. Sabia que com esse movimento estaria a mercê do macho. E sim, ele acelerou! Sua pelve batia forte na minha bunda enquanto seu cacete deslizava inteiro pra dentro e pra fora. Apenas sua cabeçona permanecia conectada ao meu cu. Poucos ativos possuem essa maestria em socar um rabo. Segurava forte nos seus braços buscando alento em seus músculos, lambendo seu pescoço, ombros, bíceps, peito. Ele xingava forte:
- Não era isso que você queria, sua puta? Toma pica preta inteira no rabo. Vou arregaçar esse teu cu.
Era tudo tão intenso que minhas emoções oscilavam entre dor e prazer. Com o vigor dos movimentos nossos corpos eram puro suor, e ao mesmo tempo que meu rabo era destruído, roçava minha rola dura na barriga do macho. Por um instante André cessou suas bombadas e estendeu suas pernas no colchão. Respiração ofegante e brilho de êxtase no olhar. Aproveitei o descanso do gigante e subi meus joelhos ficando numa postura de cócoras: agora era meu momento de quicar naquele cacete. Essa é uma das melhores posições para que tanto o ativo, quanto o passivo, possam observar com total clareza a rola entrando e saindo.
Antes de continuar preciso deixar algo bem claro: eu nunca apenas cavalgo um cacete, eu gosto de fazer um giro de 360 graus sobre a rola. Primeiro iniciei os movimentos de descida e subida de frente pro macho. André gemia, passava a língua nós lábios e me incentivava:
- Isso vagabunda, cuida bem dessa rola. Seu cu é muito quente, melhor que buceta.
Quando a gente recebe um elogio desse de um macho buceteiro, não esquece jamais. Intercalava a cavalgada com movimentos bruscos e outros mais cadenciados e rebolativos. Nesses momentos tenho certeza que nasci pra satisfazer homem. Com uma das mãos apoiadas no colchão suavemente fui começando a girar sobre a rola, passando uma das pernas por cima dele e ficando de lado. Apoiei a outra mão na sua barriga e novamente comecei a quicar na rola.
- Você é uma delícia! Vou querer te comer toda semana...
Uma pena que nem todo elogio que recebemos no momento de tesão se concretize, rs. Depois de alguns minutos fui mais uma vez girando o corpo e agora ficando de costas. Todo ativo ama esse ângulo: rabão empinado sentando no cacete. Aproveitei pra abrir bem a bunda com as mãos, e isso fez despertar a voracidade do gigante. André voltou a bombar forte, socando fundo, me fazendo gemer alto:
- Tô sentindo a cabeça da tua rola batendo no fundo do meu cu... aaaahhhhhhhh.
Tais palavras soaram como mantra e André metia tão forte que o contato do seu corpo no meu, fazia o suor se espalhar com longos respingos molhando todo o colchão. Estava tão possuído de tesão que meu rabo apenas recebia as estocadas, não havia mais atrito entre a musculatura anal e o cacete. Resumindo: estava arrombado, rs.
Estava saciando a fome daquele macho, e sabia que em breve ele iria gozar. Suas mãos na minha cintura me seguravam com tanta força que achava que em alguns instantes me quebraria no meio. Seus urros ocupavam todos os cantos do quarto, provavelmente da rua inteira. Se antes minha garganta foi presenteada pelo leite daquele touro viril, agora tinha chego o momento do meu canal anal. Jatos quentes e espessos preenchendo e inundando meu rabo. As estocadas continuavam firmes fazendo com que parte da porra escorresse pela rola, chegando até sua virilha. E assim, enquanto André não diminuia o ritmo das batidas da sua pelve na minha bunda, foi possível ver respingos de sêmen voando junto com nosso suor.
No instante em que parou de bombar, fui terminando meu giro e me posicionei novamente de frente pra ele. Com sorriso no rosto, perguntei:
- Posso abusar de você um pouquinho?
Ele assentiu com a cabeça e imediatamente fui descendo meu corpo sobre ele. Sua rola ainda estava rígida e pulsante dentro de mim. Comecei a movimentar meu quadril e me esfregar naquele macho suado. Estava literalmente comendo aquele cacete. Aquele cheiro de homem misturado com todo calor inteiro e externo me fizeram, em segundos, gozar como uma cadela no cio. E aqui aproveito pra deixar registrado que esse é meu jeito preferido de gozar: sem me tocar, apenas roçando.
Éramos dois corpos em total plenitude. André fazia carinho nos meus cabelos, me abraçava forte e me olhava extasiado, quando de repente me pergunta:
- Nunca conheci um puto tão guloso quanto você. Com certeza você aguenta dois machos ao mesmo tempo, né? Tenho um tio que curte... tá afim?
(continua)

