Garganta profunda

Conheci o André na sala de bate papo do uol. Ele, assim como a maioria dos caras com namorada ou casados, reclamava que sua mina não conseguia dar conta de mamar direito sua rola e muito menos liberava o cuzinho. Eu, safado como sou, sei que "a propaganda é a alma do negócio" e já fui logo anunciando que garganta profunda era uma das minhas especialidades. Bom, não sei se você querido leitor já assistiu o clássico da pornografia dos anos 1970, "Garganta Profunda", filme onde a protagonista, Linda, tem o clitóris na garganta. Eu por gostar tanto de mamar e engolir rola talvez tenha duas próstatas, e uma delas esteja na garganta, rs. Mas falando sério, já gozei algumas vezes sem me punhetar enquanto tava sendo fudido na boca. Sinto muito tesão em deixar um macho enlouquecido de prazer enquanto mamo, babo, chupo e engulo.

Mas afinal, porque a tal namorada do André não dava conta do pau dele? O macho tinha 23cm de rola grossa, 36 anos, negro, 1,82 87kg, bigodinho safado com cavanhaque, poucos pelos no corpo. Resumindo: um Deus de ébano. Quando nos conhecemos eu estava com 40 anos, moreno claro, 1,75 82kg corpo atlético, olhos castanhos, cabelo preto encaracolado, barba, coxas grossas e bunda empinada.

Diferente de grande parte dos caras do bate papo, André trocou whats numa boa. Nos falamos durante alguns dias, e como meus horários são flexíveis, consegui numa boa estar livre no dia de folga dele, quinta feira a tarde. Marcamos num boteco próximo a sua casa. Confesso que considero esse tipo de encontro, onde há possibilidade de uma conversa ao vivo, uma das melhores opções para que o tesão aumente. Dito e feito! Depois de uma breja e poucos minutos de conversa nos dois ficamos completamente excitados, e em questão de segundos estávamos em frente do portão da casa onde ele morava sozinho.

Era uma residência térrea com sala, cozinha, um quarto, banheiro e área de serviço com um pequeno quintal. Simples e aconchegante. Ficamos na sala e ele ligou o ventilador de teto. Fui tirando meu tênis e meias, e devido ao calor perguntei se poderia tirar a camiseta. Ele respondeu com um sorriso malicioso, "pode tirar tudo". E foi o que eu fiz. Nos dois estávamos em pé e fui chegando mais próximo, e sem pedir licença fui retirando sua camisa. Seu corpo era forte e musculoso, mas sem exagero. Seu tom de pele era bem escuro, atraente, brilhoso. Comecei a deslizar minhas mãos por seu peitoral, braços e abdômen. Que pele sedosa e quente. Meu pau latejava de tesão. A forma como acariciava seu corpo deu resultado, de repente André suspirou, mordeu os lábios e veio em direção a minha boca. E por longos minutos nossas línguas, mãos e rolas duelaram num amasso que só dois homens conseguem fazer. Por pouco não gozei.

Aquele beijo me deixou num imenso transe e foi preciso André me despertar para minha verdadeira missão daquele dia, engolir aquela rola. Coisa que pediu com uma certa urgência e firmeza, me deixando todo arrepiado com sua voz grave no pé do meu ouvido:

- Cai de boca no meu cacete!

Obediente como sou fui descendo aproveitando cada parte daquele belo corpo, linguando seu peitoral, chupando os mamilos... num impulso levantei seu braço e cai de cara em sua axila peluda. Dei uma boa lambida sentindo o gosto do suor daquele homão. Ele se estremeceu e deu um urro de tesão.

- Putinho gosta de cheiro de macho, né? Vai adorar quando chegar no matagal em volta do meu pau.

Automaticamente enfiei uma das mãos por dentro da sua bermuda indo de encontro aos seus pentelhos e rola. A região da sua virilha estava quente, suada... aquele pau era uma tora em chamas. E assim, enquanto lambia e cheirava seu sovaco, sentia através do contato dos dedos o calor que em breve iria experimentar através do olfato e paladar. Continuei minha descida em direção ao prazer passando minha boca por seu abdômen definido, beijando e lambendo suas marcas nas laterais em "v". Aquele era um monumento de homem e por isso merecia ser explorado em cada detalhe, sem pressa.

Fui levando os joelhos ao chão, me curvando em frente daquele corpo másculo, viril. Com as duas mãos puxei sua bermuda e enfim pude vislumbrar aqueles 23cm preenchendo todo o tecido do lado esquerdo da cueca vermelha. E nesse momento quem suspirou fui eu. É sempre prazeroso ficar de joelhos diante de um pau em riste, potente, pesado. Saborear um cacete, lambendo, sorvendo, engolindo é um ritual de adoração. Um ato sagrado de admiração ao falo, ao Deus Baco, ao prazer masculino.

Esfreguei minha cara naquela tora quente e pulsante, inspirando profundo sentindo o cheiro daquela rola, passando a língua sobre o tecido úmido de baba, degustando seu líquido levemente agridoce. André, com as duas mãos na cintura, jogou seu quadril em minha direção e inclinou sua cabeça pra trás, gemendo baixinho, direcionando o olhar pro teto. Estávamos no paraíso.

Querendo provar que realmente era um especialista em boquete, cravei meus dentes no elástico da cueca e fui retirando o tecido com a boca. Nesse momento sua rola imensa saltou por detrás do pano, imponente, reta, direcionada para o céu, um tronco lustroso e negro ornado com muitas veias saltadas, glande vermelha sem prepúcio, saco pesado. Era um cacete proporcional, tudo grande e grosso. Minha boca encheu d'água.

Passei a ponta da língua por toda a cabeça do seu pau, limpando e engolindo aquele líquido delicioso de excitação masculina. Depois, como costumo sempre fazer antes de engolir, lambi toda extensão do membro. Sentia o calor e os detalhes de cada veia saltada na minha língua e boca. Linguando e cheirando seus pentelhos, virilha e terminando engolindo seus dois ovos ao mesmo tempo, massagendo aquele belo saco. André gemia baixo, e com uma das mãos segurava firme e puxava meus cabelos. Tesão.

Com a língua fui percorrendo o caminho de volta chegando até aquela cabeça grande e vermelha. Abri bem a boca e fui engolindo cada centímetro daquele belo cacete. Na 1ª engolida não consegui ir até o talo, ficou faltando uns três dedos para os lábios tocarem aquele matagal de pentelhos. Mas um bom boquete começa assim mesmo, a garganta vai se dilatando com o movimento (assim como o cu, rs).

Não sou o tipo de puto que chupa uma rola punhetando, gosto de usar só a boca. Prefiro deixar minhas mãos livres para acariciar e segurar firme o saco, coxas e pernas do macho. E estava diante de duas torneadas iguais de um jogador de futebol. Eu olhava todo o conjunto daquele homem imenso e meu pau e cu pulsavam.

Nos minutos iniciais enquanto engolia todo o cacete, mantive o olhar direcionado para seu rosto. E confesso que adoraria expressar com detalhes todas as expressões de satisfação que aquele homem fez. Seu deleite era tanto que seu instinto animal aflorou e começou a fuder a minha boca. Mão firme segurando meus cabelos enquanto socava fundo, me fazendo esgasgar e molhar o chão com tanta baba que escorria do meu queixo. Quando decidia parar por uns segundos, sua rola imensa estava brilhando mergulhada num mar de saliva. Fios de baba cortavam o ar. Meu rosto estava vermelho e meus olhos lagrimejavam, mas em momento algum pensei em parar de oferecer prazer para meu macho.

Depois de um tempo, talvez percebendo que meus joelhos davam sinais de incômodo, André me levantou do chão, me fazendo deitar no sofá cama, deslizando estrategicamente meu corpo deixando apenas minha cabeça pendendo pra fora. Óbvio que eu sabia o que viria a seguir, e meu pau pulsava e babava em puro estado de tesão. E assim, de cabeça pra baixo, presenciei aquele espetáculo de homem de 1,82m afastando as pernas, inclinando o tronco em minha direção, apoiando uma das mãos no sofá e com a outra mirando aquela marreta no fundo da minha garganta. Ele tava comendo minha boca como se fosse uma buceta. A quantidade de baba, saliva e engasgos triplicou, e mesmo durante as pausas que me dava para que respirasse, eu fazia questão de permanecer reverenciando seu pau mantendo a boca apenas na chapeleta. E sem que a gente tivesse verbalizado, o sinal para que ele voltasse a bombar era quando abria bem a boca e mostrava a língua. Aliás André não era muito de falar, mas sabia agir, gemer e meter gostoso.

Durante toda nossa putaria tive dois momentos em que senti meu gozo próximo, mas segurei. Só que diante da fúria daquele macho, socando forte no fundo da minha garganta, já não iria mais me segurar. Ele gemia alto, me fazendo babar muito naquele cacete duro como uma rocha.

- Posso encher essa goela com leite?

- Hmmmmm (respondi sem tirar a rola da boca)

Ele apoiou as duas mãos no sofá e aumentou o ritmo do vai e vem. Na intenção de gozar junto com ele, comecei a me masturbar. Estava extremamente excitado com todo conjunto da obra: um homem imenso devorando minha boca, seu suor quente caindo como chuva sobre meu peito/abdômen e seus urros de tesão. Comecei a arfar e gemer apertando ainda mais aquele cacete com a garganta, era meu gozo chegando. Soltei longos jatos de porra, melando todo meu tronco.

- Puta que pariu, que tesão! Tá gozando seu puto safado!

E enquanto meu corpo ainda estremecia, nos segundos finais do meu orgasmo, André soltou um gemido que ecoou por toda a casa. Senti intensas leitadas tocando o céu da minha boca e garganta. Aquele homem era um cavalo! Acabei me esgasgando com aquele mistura de porra e baba, fazendo com que um pouco escorresse, mas mesmo assim engoli grande parte da porra do meu macho.

Relaxado e exausto André foi deitando seu corpo enorme do lado do meu. Cada um com o rosto próximo dos pés do outro. Aproveitei que estava diante daquele pezão imenso (44) e beijei toda extensão do dorso e chupei seu dedão. Ele retribuiu meu carinho abraçando minhas pernas, virando meu corpo de lado, descendo a mão até meu quadril e dando um tapa na minha bunda

- Puto safado! Se prepara que agora é esse cu que vai sentir minha rola inteira até o fundo.

(continua)

Foto 1 do Conto erotico: Garganta profunda

Foto 2 do Conto erotico: Garganta profunda


Faca o seu login para poder votar neste conto.


Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.


Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.


Twitter Facebook

Comentários


foto perfil usuario engmen

engmen Comentou em 28/03/2026

Não tem como fugir ao lugar comum no comentário aqui... de dar água na boca mesmo! Delicioso conto.




Atenção! Faca o seu login para poder comentar este conto.


Contos enviados pelo mesmo autor


257529 - Uma das melhores trepadas de toda minha vida - Categoria: Gays - Votos: 15
257496 - Passivo também tem orgasmo múltiplo - Categoria: Gays - Votos: 10
86878 - O estivador me comeu na rua - Categoria: Gays - Votos: 14
86104 - João, o baiano arretado - parte 2 - Categoria: Gays - Votos: 4
85595 - João, baiano arretado - Categoria: Gays - Votos: 9
85382 - Chupando o pescador antes do dia amanhecer - Categoria: Gays - Votos: 15
85217 - O vizinho peludo - Categoria: Gays - Votos: 14
85076 - Primeira vez dói, e com negão dói ainda mais - Categoria: Gays - Votos: 23
85006 - Trilha da putaria - Categoria: Gays - Votos: 20

Ficha do conto

Foto Perfil santistapassivo
santistapassivo

Nome do conto:
Garganta profunda

Codigo do conto:
258008

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
28/03/2026

Quant.de Votos:
0

Quant.de Fotos:
2