O trabalho na roça rendeu, e ao meio-dia o sol já castigava nossas nucas, sinalizando que a tarefa estava cumprida. Voltamos para casa com a pele coberta por uma mistura de poeira fina e suor, uma película brilhante que destacava cada músculo sob a luz forte. O almoço que minha mãe deixou foi devorado com a fome de quem havia movido o mundo. Comemos quase em silêncio, apenas o som dos talheres e o estalo da carne, enquanto nossos joelhos se esbarravam por baixo da mesa estreita da cozinha. Depois, o ritual do banho: a água gelada batendo no corpo quente era o único alívio antes de eu me recolher para os livros.
Eu estava sentado no escritório, tentando me concentrar em cálculos estruturais, quando André entrou. Ele já estava pronto, vestindo uma camisa polo que ressaltava seus ombros largos e exalando o perfume amadeirado que ele guardava para as noites de farra.
— Esquece esses números, filhotinho. O plano mudou — André disse, apoiando-se na mesa e invadindo meu espaço pessoal. — O Daniel já deu o ok. Vamos pro bar do seu Carmelo. Sextou de verdade.
— André, eu tenho entrega de projeto na segunda... — tentei protestar, mas ele apenas riu, fechando meu notebook com uma mão e me puxando pelo braço com a outra.
— A faculdade não vai fugir de você, mas a sua juventude vai. Vamos, o Alex mandou mensagem, já está lá esperando a gente com a primeira rodada gelada.
Não tive escolha. Meia hora depois, estávamos na camionete prateada que meu pai nos deixava revezar. Daniel dirigia com aquela calma autoritária, enquanto eu ia no meio, prensado entre o corpo firme dele e o calor constante de André ao meu lado. Cada curva da estrada de terra fazia com que nossos ombros e coxas se pressionassem, um contato físico que eu fingia não notar, mas que fazia meu sangue pulsar mais rápido.
O bar do seu Carmelo era o coração pulsante daquela parte do interior. Luzes de neon barato, cheiro de espetinho na brasa e o som de modão sertanejo ao fundo. Assim que entramos, avistamos nosso primo Alex em uma mesa de canto. Alex era o oposto de nós: mais baixo, com cabelos escuros e um sorriso malicioso de quem conhecia todos os pecados da cidade. Ele tinha 24 anos e uma energia elétrica que sempre atraía confusão e diversão.
— Finalmente os Matias deram as caras! — Alex exclamou, levantando-se e nos cumprimentando com abraços fortes e tapas nas costas. Quando chegou minha vez, ele me apertou um pouco mais. — E o caçula tá ficando grande, hein? Se continuar assim, vai passar os mais velhos.
A noite se transformou em um borrão de risadas e copos que nunca ficavam vazios. Bebemos cerveja, depois passamos para as doses de cachaça artesanal que o Carmelo guardava sob o balcão. Daniel, geralmente o mais sério, estava relaxado, com o braço jogado por cima do meu ombro, contando histórias de quando éramos crianças e como eu sempre chorava quando eles me escondiam as chuteiras. André e Alex travavam uma competição de quem contava a maior mentira sobre suas "conquistas" na cidade vizinha, enquanto eu, entorpecido pelo álcool e pelo calor humano ao meu redor, apenas observava a beleza bruta dos homens da minha família.
Por volta da meia-noite, a camionete já parecia um santuário de metal no meio da escuridão do caminho de volta. O trajeto foi silencioso, interrompido apenas por uma ou outra risada bêbada de André. Chegamos em casa cambaleando levemente, o mundo girando de um jeito gostoso. Como combinado, cada um foi para um banheiro para agilizar o processo; eu tomei um banho rápido, sentindo a água lavar o cheiro de cigarro e álcool, mas mantendo o calor da noite na pele.
Ao sair, percebi que a luz do quarto de Daniel estava acesa. Era o maior quarto da casa, com uma cama king-size que meu pai o ajudou a comprar para que ele tivesse mais conforto. André já estava lá, deitado atravessado, apenas de cueca box, com o rosto afundado no travesseiro. Daniel estava sentado na borda, terminando de secar o cabelo com uma toalha.
— Vem pra cá, Marcão — Daniel chamou com a voz rouca, batendo no espaço vazio ao lado dele. — Vamos relembrar aquela história do trator que o André quase jogou no açude, lembra?
Entrei no quarto sentindo o ar-condicionado no máximo, um contraste delicioso com o calor do meu corpo. Deitei-me entre os dois, a cama era tão espaçosa que parecia um mundo à parte. Começamos a falar em voz baixa, histórias antigas que já conhecíamos de cor, mas que pareciam novas sob o efeito da bebida. A proximidade era absoluta: o braço de Daniel estava sob minha nuca e a perna de André, pesada e quente, estava jogada por cima das minhas.
A conversa foi morrendo conforme o sono nos vencia. O silêncio do interior só era quebrado pelo zumbido do ar-condicionado. Eu estava naquele estágio entre a vigília e o sonho, sentindo o cheiro familiar dos meus irmãos, quando algo mudou. No meio daquela penumbra azulada, senti uma movimentação lenta sob os lençóis. Algo estranho, um calor que não vinha apenas das cobertas, começou a pressionar minha coxa. Era uma mão, firme e exploradora, que subia com uma ousadia que o álcool talvez tivesse liberado, mas que o instinto já desejava há muito tempo. Prendi a respiração, o coração batendo na garganta, sem saber ao certo de quem era aquele toque, mas sabendo que, a partir daquele momento, nada mais seria igual naquela casa..
O silêncio do quarto foi quebrado pela respiração pesada de Daniel, que soprava quente contra a minha nuca. A mão dele, que antes apenas repousava, agora apertava minha bunda com uma força que me fazia sentir cada centímetro da palma calejada dele.
— Tá sentindo o tamanho disso, Marcão? — Daniel rosnou, a voz mais grave do que o normal, vibrando direto no meu ouvido. — Tá sentindo como o meu pau tá implorando por você?
Eu tentei formular uma resposta, mas minha mente estava um caos. Eu tinha passado três anos com a Sophia, nunca tinha olhado para um cara na rua, nunca tinha me imaginado sendo nada além de heterossexual. Mas ali, prensado entre os dois, o álcool e a abstinência de semanas pareciam ter apagado qualquer rastro da Sophia da minha memória.
— Daniel... a gente nunca... a gente é irmão, porra... — minha voz saiu fraca, mais como um suspiro do que um protesto.
— Irmão que toma banho junto, que se troca na frente um do outro, que conhece cada detalhe do corpo um do outro — André rebateu do outro lado, a voz suave mas carregada de uma malícia perigosa. Ele puxou minha mão para dentro da cueca dele, me obrigando a envolver os 22 cm de seu pau liso e aveludado. — Olha como você tá apertando, filhotinho. Você tá adorando sentir isso.
— Puta que pariu... — deixei escapar, sentindo a cabeça girar. O contato com a pele depilada do André era elétrico, e o contraste com o que acontecia atrás de mim era quase demais para aguentar.
Daniel deu uma estocada mais forte, e eu senti os 24 cm de grossura absoluta dele se encaixarem perfeitamente no vão da minha bunda. Era assustadoramente grande, e o rastro de pelos finos na base do membro dele roçava na minha pele, causando um arrepio que me fez soltar um gemido baixo.
— Você achou que a gente não via você olhando pra gente na roça? — Daniel continuou, a mão dele descendo agora para a frente da minha cueca, encontrando meus 20 cm depilados e completamente rígidos. — Olha o tanto de pré-gozo que você já soltou, Marcus. Tá ensopado. Você tá doido pra sentir o que esses paus podem fazer com você, não tá?
— Eu não sei... eu nunca pensei nisso... — eu gaguejei, mas meu corpo me traía, empurrando meu quadril para trás, buscando mais do contato com o Daniel.
— Não precisa pensar, filhotinho — André sussurrou, subindo a mão pelo meu peito e apertando meu mamilo com força, fazendo-me arquear as costas. — Só sente. A Sophia nunca ia conseguir te dar o que a gente tem aqui. Esquece o mundo lá fora. Aqui dentro, é só o sangue da nossa família se misturando.
Eu fechei os olhos com força, sentindo o latejar dos três membros no meio daquela cama. O cheiro de homem, o calor da pele deles e a urgência de um desejo que tinha sido reprimido por anos finalmente venceram qualquer moralidade que ainda me restava.
— Continua... — eu pedi, quase sem voz. — Por favor, não para.
O clima agora é de entrega total. Como você quer que a cena progrida? Eles vão começar a usar as bocas ou já partimos para algo mais intenso?
O ar-condicionado no máximo mal dava conta do calor que emanava de nossos corpos em cima daquela cama king-size. O cheiro de testosterona, o bafo de cachaça do bar do seu Carmelo e o perfume amadeirado de Daniel criavam uma névoa inebriante no quarto. Eu estava de quatro, com os joelhos afundados no colchão macio, sentindo o corpo tremer não de frio, mas de uma antecipação que beirava o pânico. Na minha frente, André estava ajoelhado, com os olhos azuis injetados de desejo, segurando o próprio pau de 22 cm, que reluzia de pré-gozo, batendo aquela peça aveludada e depilada no próprio abdômen. Atrás de mim, o peso de Daniel era uma montanha de músculos. Senti as mãos calejadas dele, mãos que manejavam o facão na roça com precisão, agarrarem minha bunda com uma força bruta, cravando os dedos na minha carne.
— Relaxa essa raba, Marcus, ou eu vou te rasgar no meio — Daniel rosnou no meu ouvido, a voz tão grave que eu sentia a vibração no meu peito. Ele encostou a cabeça do pau de 24 cm na minha entrada. O contato foi um choque. Era largo, quente e latejava como se tivesse vida própria. — Eu sei que você é virgem disso, filhotinho, mas hoje você vai aprender o que é ser um Matias de verdade. Irmão ajuda irmão, e a gente vai tirar esse atraso agora.
Daniel deu o primeiro empurrão e eu soltei um grito agudo que foi abafado pelo travesseiro. Puta que pariu, a dor era insuportável. Parecia que ele estava enfiando um braço dentro de mim. A grossura daquela tora de 24 cm era surreal, e o fato de ele ser incrivelmente grosso fazia com que cada milímetro de avanço parecesse uma tortura. Eu sentia minha pele esticando até o limite, uma queimação lancinante que me fazia querer fugir, mas as mãos dele me travavam no lugar como grampos de aço. Daniel parou, deixando a cabeça do pau entalada, esperando meu corpo ceder. Ele suava, as gotas pingando das costas musculosas dele nas minhas.
— Calma, caralho! Respira! — André disse na minha frente, segurando meu rosto e me forçando a olhar para ele. — Deixa o Daniel entrar, Marcus. Olha pra mim, foca no meu pau. Chupa essa porra e esquece a dor.
Eu abri a boca desesperado por um apoio e André enfiou o pau dele até o fundo da minha garganta. O gosto do pré-gozo dele era forte, salgado, e me fez engasgar, mas ajudou a distrair a agonia lá atrás. Daniel não parou. Ele começou a forçar o restante, centímetro por centímetro, sentindo a resistência do meu corpo virgem. Quando ele finalmente rompeu a última barreira e se enterrou por completo, eu senti os pentelhos finos da base dele roçando na minha pele e o calor das bolas dele batendo contra as minhas. Eu estava totalmente preenchido por aquele monstro de carne.
Daniel começou a se mexer, mas de um jeito torturante e lento, querendo que eu sentisse cada veia do pau dele me alargando. André saiu da minha boca e me puxou para cima, me deixando sentado no colo de Daniel, de costas para ele. Nessa posição, o pau de 24 cm entrou ainda mais fundo, batendo na minha próstata com uma força que me fez revirar os olhos. Daniel segurava meu peito com as mãos enormes, apertando meus mamilos enquanto me socava de baixo para cima. André, vendo meu estado, ajoelhou-se entre minhas pernas abertas e começou a lamber meu pau de 20 cm, que já estava latejando e babando pré-gozo, mas sem usar as mãos, apenas com a língua quente.
— Olha como ele tá gostando, Daniel! — André riu, a voz abafada pelo meu membro. — O filhotinho tá virando um homem hoje.
— Ele é nosso, André! — Daniel respondeu, aumentando a velocidade. As estocadas agora eram violentas, o som da pele batendo contra a pele ecoando no quarto como tiros. Daniel estava em um controle absurdo, segurando o gozo com a disciplina de quem trabalha sob o sol o dia todo. Ele me virou de novo, agora deitado de costas na beirada da cama, com minhas pernas jogadas nos ombros dele. A visão era obscena: eu via o pau de Daniel entrando e saindo de mim, desaparecendo naquela carne que ele mesmo tinha acabado de abrir.
André não ficou atrás. Ele subiu na cama e se posicionou sobre meu rosto, me obrigando a chupar seus 22 cm aveludados enquanto Daniel me detonava por baixo. Ficamos assim por quase meia hora, trocando de posição, o suor nos deixando escorregadios. André me pegou no colo, me segurando contra a parede enquanto Daniel me fodia por trás, uma posição que exigia toda a força deles. Eu estava sendo massacrado pelo prazer, sentindo a grossura de um e a sinuosidade do outro.
Finalmente, a barreira do controle deles começou a ruir. Daniel me jogou de bruços e me penetrou com uma fúria animal, as estocadas tão rápidas que meu corpo balançava na cama. — Vou gozar, Marcus! Caralho, vou encher você todinho! — Daniel deu dez estocadas finais, brutais, e jorrou o primeiro round lá dentro, uma inundação de esperma quente que eu senti escorrer pelas minhas entranhas. Ele nem saiu de dentro; continuou pulsando, mantendo o pau lá enquanto André se preparava.
André, que estava aguentando o máximo possível, veio por cima de mim, me fazendo chupar seu pau de 22 cm enquanto Daniel ainda estava enterrado na minha bunda. André gozou o primeiro round na minha boca, jatos grossos e fartos que eu engoli com um gemido de satisfação. Mas a sede deles não tinha acabado. Daniel, ainda dentro de mim, sentiu o pau endurecer novamente com o calor do próprio gozo. Ele recomeçou o movimento, agora mais selvagem.
— Round dois, filhotinho! — Daniel rosnou. Ele me fodeu por mais vinte minutos em uma posição de tesoura, nossas pernas entrelaçadas, enquanto André masturbava meu pau com o próprio corpo, roçando os pelos pubianos dele no meu prepúcio. O prazer era tanto que eu já não sabia onde terminava meu corpo e começava o deles. André gozou a segunda vez por cima do meu abdômen, cobrindo minha barriga de leite branco. Daniel, sentindo o ápice chegar de novo, me deu as estocadas mais fundas da noite e descarregou o segundo round dentro de mim, me preenchendo até transbordar.
Foi o estopim. Sem que ninguém encostasse um dedo no meu pau, apenas pelo atrito interno, pela visão daquela luxúria fraternal e pelo calor do sêmen deles dentro de mim, meu corpo entrou em convulsão. Eu gozei jatos brancos e espessos que voaram até o meu rosto e o peito de Daniel. Nós desabamos na cama, três corpos suados, ofegantes e transbordando esperma. Não havia mais Sofia, não havia mais dúvida. Ali, no silêncio do quarto, eu sabia que a barreira tinha sido quebrada para sempre e que eu pertencia àquela matilha de um jeito que nenhuma mulher jamais entenderia..
O quarto de Daniel novamente estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçulO quarto de O quarto de Daniel estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o latejar entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçula dos Matias, e o dia estava apenas começando.
estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o latejar entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçula dos Matias, e o dia estava apenas começando.
Continua...