Os Irmão Matias Parte I

Me chamo Marcus. Aos 22 anos, carrego o que minha mãe chama de a genética abençoada da nossa linhagem: 1,80m de altura, pele clara que o sol do interior insiste em bronzear e olhos de Me chamo Marcus. Aos 22 anos, carrego o que minha mãe chama de a genética abençoada da nossa linhagem: 1,80m de altura, pele clara que o sol do interior insiste em bronzear e olhos de um azul tão profundo que se tornaram a marca registrada dos homens da nossa família. Meu corpo, moldado entre o peso dos livros da faculdade de Engenharia Civil e a disciplina pesada da academia, é magro, porém densamente definido, com cada músculo desenhado sob a pele, saltando ao menor movimento que eu faça. Sou o caçula de uma tríade de irmãos feita para o trabalho e para o desejo, vivendo em uma casa no interior onde o ar é pesado com o cheiro de terra molhada e a testosterona de quatro homens adultos.
Meu pai, Carlos, é a nossa origem bruta. Um homem de 1,83m com braços grossos como troncos de palmeira, mãos calejadas pela lida na roça e uma barba sempre por fazer que lhe confere um ar de autoridade viril. Ele não possui vícios, a não ser a devoção cega à nossa família e ao trabalho. Minha mãe, por outro lado, é a suavidade que equilibra nossa aspereza; dona de olhos verdes cor de folha nova de limão, ela lidera seus quatro homens com uma inteligência doce e indiscutível, sempre brincando que seu forno só sabia fabricar meninos, já que nunca realizou o desejo de ter uma filha
Acima de mim, completando a hierarquia da casa, estão Daniel, de 29 anos, e André, de 25. Eles são versões ainda mais imponentes do nosso pai. Daniel carrega a maturidade nos ombros largos e no olhar firme, enquanto André possui um magnetismo mais jovem, com um sorriso que desarma qualquer um. Todos trabalhamos juntos na roça de bananas e palmeiras, o sustento que exige força e nos faz passar horas sob o sol, com as camisas de algodão grudadas ao peito pelo suor, revelando cada contorno dos nossos troncos. Como sou o acadêmico do grupo, minha rotina se divide entre o esforço físico matinal e as aulas de engenharia à noite, o que me faz compartilhar o escritório da casa com meu pai para os registros da produção e meus estudos
Nossa convivência dentro daquela casa imensa é marcada por uma intimidade crua e sem barreiras. Fomos criados como uma matilha, onde a privacidade é um conceito quase inexistente e o pudor nunca encontrou morada. É absolutamente banal cruzarmos os corredores apenas de toalha ou sem camisa, e o ato de nos trocarmos no mesmo quarto, um na frente do outro, acontece com uma naturalidade desarmante. Eu me pego, com uma frequência cada vez maior, observando a largura das costas de Daniel enquanto ele veste uma camisa limpa, ou a forma como o abdômen de André se contrai quando ele puxa a calça jeans apertada. Eles não parecem notar meu olhar; para eles, sou apenas o irmão mais novo, mas para mim, cada centímetro da pele exposta deles começou a queimar como brasa nos meus sentidos
Dividimos tudo: as camisetas que ficam apertadas nos ombros uns dos outros, os fones de ouvido e até os calçados. A única assinatura individual é o perfume, que cada um escolhe o seu, criando uma mistura de fragrâncias masculinas que impregna os móveis e as roupas compartilhadas. Meus irmãos levam a vida com uma liberdade invejável, sem namoradas fixas, seguindo a filosofia de que todas as mulheres merecem ser amadas, mas sem nunca se prenderem. Eu, no entanto, tentei o caminho oposto. Namorei Sophia por três anos — uma menina linda e inteligente — mas o relacionamento sucumbiu à minha rotina exaustiva
O término me deixou em frangalhos, e foi nesse momento de vulnerabilidade que a barreira da irmandade começou a se tornar tátil e perigosa. Lembro-me vividamente das noites de bebedeira em que tentei afogar a frustração e dos banhos gelados que Daniel e André me deram para curar a ressaca e a tristeza. As mãos deles, grandes e firmes, me seguravam pela cintura e pelos ombros para que eu não caísse sob a água, enquanto me despiam com uma eficiência silenciosa e protetora. Ali, entre o vapor do banheiro e o contato direto de suas peles contra a minha, percebi que o conforto que eu buscava lá fora sempre esteve, de forma latente e proibida, dentro dos limites da nossa própria casa
.....
— Acorda, seu preguiça!
A voz de Daniel, carregada de uma autoridade que ele nem precisava se esforçar para ter, cortou o meu sono profundo. Senti o peso da coberta de Harry Potter ser arrancado de cima de mim num movimento brusco, deixando minha pele exposta ao frio cortante do ar-condicionado que eu mantinha no talo. Abri os olhos devagar, tonto pela claridade, e dei de cara com a figura imponente do meu irmão mais velho parado ao pé da cama. Daniel, aos 29 anos, parecia uma escultura de carvalho: estava sem camisa, exibindo o abdômen perfeitamente definido e aquele rastro de pelos escuros que descia do umbigo até sumir no cós da calça jeans baixa. No ombro, ele carregava a camiseta de trabalho, como se o próprio tecido fosse um insulto ao calor que o corpo dele emanava.
— Não precisa me acordar todo dia, meu celular já ia tocar... — resmunguei, sentando-me no colchão.
Eu estava apenas de cueca, e senti o olhar de Daniel percorrer meu corpo por um segundo a mais do que o necessário antes de ele se encostar no batente da porta. O contraste era nítido: eu, com meu corpo magro e definido pela academia, sob a vigilância dele, que parecia exalar uma masculinidade mais bruta e madura.
— O pai mandou te chamar. Ele não te viu chegar da faculdade ontem e já saiu com a mãe para a cidade; vão resolver o aluguel das roupas pro casamento da tia Andreia. Hoje a roça é por nossa conta — explicou Daniel, a voz grave vibrando no quarto pequeno.
— Merda, eu tinha esquecido disso... não comprei presente nenhum — falei, saltando da cama e sentindo o chão frio. Comecei a caçar minha calça surrada de trabalho enquanto Daniel permanecia ali, observando meus movimentos com uma calma que me deixava estranhamente inquieto.
— Fica frio. O André deu a ideia de nós três comprarmos algo melhor e darmos juntos, como os irmãos Matias. Depois a gente resolve isso no grupo — ele deu um passo à frente, apertando meu ombro com aquela mão pesada e quente antes de sair em direção à cozinha.
O "grupo" era uma instituição sagrada na nossa família. Criado pela minha mãe, funcionava como o mural de comando da casa: avisos de almoço pronto, lembretes de exames, consertos na cerca ou apenas fotos da produção de bananas. Era o centro nervoso onde ela, com sua doçura, governava os quatro homens da sua vida.
Quando cheguei à cozinha, o cheiro de café fresco e pão na chapa preenchia o ar. André já estava lá, sentado à mesa, hipnotizado pelo celular enquanto tomava um gole longo de café. Ao contrário de Daniel, André tinha uma energia mais solar, mas não menos física; seus braços eram bronzeados e fortes, resultado de anos carregando caixas de palmeira.
— Bom dia, maninho — cumprimentei, servindo-me de uma caneca.
— Bom dia, filhotinho — André respondeu com um sorriso de canto, usando o apelido que meu pai me dera na infância. — Pronto para terminar de jogar o adubo?
— Uhum. Se a gente focar, acabamos antes do meio-dia?
— Com certeza. E o velho não deixou mais tarefa nenhuma por hoje — ele piscou para mim.
— Isso significa que sextou mais cedo para os irmãos Matias! — Daniel surgiu atrás de mim, de surpresa, desferindo um tapa estalado nas minhas costas e me envolvendo em um abraço de urso que quase me fez virar o café quente. O calor do peito dele contra as minhas costas nuas e o cheiro de sabonete misturado ao suor matinal me causaram um arrepio que eu tive que disfarçar com uma risada.
— A mamãe mandou mensagem — eu disse, tentando recuperar o fôlego e olhando o celular. — Disse que deixou tudo pronto na geladeira para o almoço.
— Eu vi. Agora andem logo, parem de enrolação e vamos aproveitar esse sol — ordenou Daniel, assumindo seu papel de líder na ausência do pai.
Terminamos o café em um clima de camaradagem vibrante. A manhã na roça prometia ser normal, mas havia algo diferente no ar. Talvez fosse a ausência dos nossos pais, ou talvez fosse a forma como meus irmãos pareciam estar mais relaxados, mais táteis. Eu estava animado com o final de semana; sem faculdade no dia seguinte, eu poderia finalmente descansar, embora soubesse que os dois tentariam me arrastar para alguma farra. No fundo, enquanto os observava se prepararem para o sol, eu sabia que os projetos da faculdade seriam a última coisa na minha mente se aquela tensão silenciosa continuasse a crescer entre nós.

O trabalho na roça rendeu, e ao meio-dia o sol já castigava nossas nucas, sinalizando que a tarefa estava cumprida. Voltamos para casa com a pele coberta por uma mistura de poeira fina e suor, uma película brilhante que destacava cada músculo sob a luz forte. O almoço que minha mãe deixou foi devorado com a fome de quem havia movido o mundo. Comemos quase em silêncio, apenas o som dos talheres e o estalo da carne, enquanto nossos joelhos se esbarravam por baixo da mesa estreita da cozinha. Depois, o ritual do banho: a água gelada batendo no corpo quente era o único alívio antes de eu me recolher para os livros.
Eu estava sentado no escritório, tentando me concentrar em cálculos estruturais, quando André entrou. Ele já estava pronto, vestindo uma camisa polo que ressaltava seus ombros largos e exalando o perfume amadeirado que ele guardava para as noites de farra.
— Esquece esses números, filhotinho. O plano mudou — André disse, apoiando-se na mesa e invadindo meu espaço pessoal. — O Daniel já deu o ok. Vamos pro bar do seu Carmelo. Sextou de verdade.
— André, eu tenho entrega de projeto na segunda... — tentei protestar, mas ele apenas riu, fechando meu notebook com uma mão e me puxando pelo braço com a outra.
— A faculdade não vai fugir de você, mas a sua juventude vai. Vamos, o Alex mandou mensagem, já está lá esperando a gente com a primeira rodada gelada.
Não tive escolha. Meia hora depois, estávamos na camionete prateada que meu pai nos deixava revezar. Daniel dirigia com aquela calma autoritária, enquanto eu ia no meio, prensado entre o corpo firme dele e o calor constante de André ao meu lado. Cada curva da estrada de terra fazia com que nossos ombros e coxas se pressionassem, um contato físico que eu fingia não notar, mas que fazia meu sangue pulsar mais rápido.
O bar do seu Carmelo era o coração pulsante daquela parte do interior. Luzes de neon barato, cheiro de espetinho na brasa e o som de modão sertanejo ao fundo. Assim que entramos, avistamos nosso primo Alex em uma mesa de canto. Alex era o oposto de nós: mais baixo, com cabelos escuros e um sorriso malicioso de quem conhecia todos os pecados da cidade. Ele tinha 24 anos e uma energia elétrica que sempre atraía confusão e diversão.
— Finalmente os Matias deram as caras! — Alex exclamou, levantando-se e nos cumprimentando com abraços fortes e tapas nas costas. Quando chegou minha vez, ele me apertou um pouco mais. — E o caçula tá ficando grande, hein? Se continuar assim, vai passar os mais velhos.
A noite se transformou em um borrão de risadas e copos que nunca ficavam vazios. Bebemos cerveja, depois passamos para as doses de cachaça artesanal que o Carmelo guardava sob o balcão. Daniel, geralmente o mais sério, estava relaxado, com o braço jogado por cima do meu ombro, contando histórias de quando éramos crianças e como eu sempre chorava quando eles me escondiam as chuteiras. André e Alex travavam uma competição de quem contava a maior mentira sobre suas "conquistas" na cidade vizinha, enquanto eu, entorpecido pelo álcool e pelo calor humano ao meu redor, apenas observava a beleza bruta dos homens da minha família.
Por volta da meia-noite, a camionete já parecia um santuário de metal no meio da escuridão do caminho de volta. O trajeto foi silencioso, interrompido apenas por uma ou outra risada bêbada de André. Chegamos em casa cambaleando levemente, o mundo girando de um jeito gostoso. Como combinado, cada um foi para um banheiro para agilizar o processo; eu tomei um banho rápido, sentindo a água lavar o cheiro de cigarro e álcool, mas mantendo o calor da noite na pele.
Ao sair, percebi que a luz do quarto de Daniel estava acesa. Era o maior quarto da casa, com uma cama king-size que meu pai o ajudou a comprar para que ele tivesse mais conforto. André já estava lá, deitado atravessado, apenas de cueca box, com o rosto afundado no travesseiro. Daniel estava sentado na borda, terminando de secar o cabelo com uma toalha.
— Vem pra cá, Marcão — Daniel chamou com a voz rouca, batendo no espaço vazio ao lado dele. — Vamos relembrar aquela história do trator que o André quase jogou no açude, lembra?
Entrei no quarto sentindo o ar-condicionado no máximo, um contraste delicioso com o calor do meu corpo. Deitei-me entre os dois, a cama era tão espaçosa que parecia um mundo à parte. Começamos a falar em voz baixa, histórias antigas que já conhecíamos de cor, mas que pareciam novas sob o efeito da bebida. A proximidade era absoluta: o braço de Daniel estava sob minha nuca e a perna de André, pesada e quente, estava jogada por cima das minhas.
A conversa foi morrendo conforme o sono nos vencia. O silêncio do interior só era quebrado pelo zumbido do ar-condicionado. Eu estava naquele estágio entre a vigília e o sonho, sentindo o cheiro familiar dos meus irmãos, quando algo mudou. No meio daquela penumbra azulada, senti uma movimentação lenta sob os lençóis. Algo estranho, um calor que não vinha apenas das cobertas, começou a pressionar minha coxa. Era uma mão, firme e exploradora, que subia com uma ousadia que o álcool talvez tivesse liberado, mas que o instinto já desejava há muito tempo. Prendi a respiração, o coração batendo na garganta, sem saber ao certo de quem era aquele toque, mas sabendo que, a partir daquele momento, nada mais seria igual naquela casa..
O silêncio do quarto foi quebrado pela respiração pesada de Daniel, que soprava quente contra a minha nuca. A mão dele, que antes apenas repousava, agora apertava minha bunda com uma força que me fazia sentir cada centímetro da palma calejada dele.
— Tá sentindo o tamanho disso, Marcão? — Daniel rosnou, a voz mais grave do que o normal, vibrando direto no meu ouvido. — Tá sentindo como o meu pau tá implorando por você?
Eu tentei formular uma resposta, mas minha mente estava um caos. Eu tinha passado três anos com a Sophia, nunca tinha olhado para um cara na rua, nunca tinha me imaginado sendo nada além de heterossexual. Mas ali, prensado entre os dois, o álcool e a abstinência de semanas pareciam ter apagado qualquer rastro da Sophia da minha memória.
— Daniel... a gente nunca... a gente é irmão, porra... — minha voz saiu fraca, mais como um suspiro do que um protesto.
— Irmão que toma banho junto, que se troca na frente um do outro, que conhece cada detalhe do corpo um do outro — André rebateu do outro lado, a voz suave mas carregada de uma malícia perigosa. Ele puxou minha mão para dentro da cueca dele, me obrigando a envolver os 22 cm de seu pau liso e aveludado. — Olha como você tá apertando, filhotinho. Você tá adorando sentir isso.
— Puta que pariu... — deixei escapar, sentindo a cabeça girar. O contato com a pele depilada do André era elétrico, e o contraste com o que acontecia atrás de mim era quase demais para aguentar.
Daniel deu uma estocada mais forte, e eu senti os 24 cm de grossura absoluta dele se encaixarem perfeitamente no vão da minha bunda. Era assustadoramente grande, e o rastro de pelos finos na base do membro dele roçava na minha pele, causando um arrepio que me fez soltar um gemido baixo.
— Você achou que a gente não via você olhando pra gente na roça? — Daniel continuou, a mão dele descendo agora para a frente da minha cueca, encontrando meus 20 cm depilados e completamente rígidos. — Olha o tanto de pré-gozo que você já soltou, Marcus. Tá ensopado. Você tá doido pra sentir o que esses paus podem fazer com você, não tá?
— Eu não sei... eu nunca pensei nisso... — eu gaguejei, mas meu corpo me traía, empurrando meu quadril para trás, buscando mais do contato com o Daniel.
— Não precisa pensar, filhotinho — André sussurrou, subindo a mão pelo meu peito e apertando meu mamilo com força, fazendo-me arquear as costas. — Só sente. A Sophia nunca ia conseguir te dar o que a gente tem aqui. Esquece o mundo lá fora. Aqui dentro, é só o sangue da nossa família se misturando.
Eu fechei os olhos com força, sentindo o latejar dos três membros no meio daquela cama. O cheiro de homem, o calor da pele deles e a urgência de um desejo que tinha sido reprimido por anos finalmente venceram qualquer moralidade que ainda me restava.
— Continua... — eu pedi, quase sem voz. — Por favor, não para.
O clima agora é de entrega total. Como você quer que a cena progrida? Eles vão começar a usar as bocas ou já partimos para algo mais intenso?

O ar-condicionado no máximo mal dava conta do calor que emanava de nossos corpos em cima daquela cama king-size. O cheiro de testosterona, o bafo de cachaça do bar do seu Carmelo e o perfume amadeirado de Daniel criavam uma névoa inebriante no quarto. Eu estava de quatro, com os joelhos afundados no colchão macio, sentindo o corpo tremer não de frio, mas de uma antecipação que beirava o pânico. Na minha frente, André estava ajoelhado, com os olhos azuis injetados de desejo, segurando o próprio pau de 22 cm, que reluzia de pré-gozo, batendo aquela peça aveludada e depilada no próprio abdômen. Atrás de mim, o peso de Daniel era uma montanha de músculos. Senti as mãos calejadas dele, mãos que manejavam o facão na roça com precisão, agarrarem minha bunda com uma força bruta, cravando os dedos na minha carne.
— Relaxa essa raba, Marcus, ou eu vou te rasgar no meio — Daniel rosnou no meu ouvido, a voz tão grave que eu sentia a vibração no meu peito. Ele encostou a cabeça do pau de 24 cm na minha entrada. O contato foi um choque. Era largo, quente e latejava como se tivesse vida própria. — Eu sei que você é virgem disso, filhotinho, mas hoje você vai aprender o que é ser um Matias de verdade. Irmão ajuda irmão, e a gente vai tirar esse atraso agora.
Daniel deu o primeiro empurrão e eu soltei um grito agudo que foi abafado pelo travesseiro. Puta que pariu, a dor era insuportável. Parecia que ele estava enfiando um braço dentro de mim. A grossura daquela tora de 24 cm era surreal, e o fato de ele ser incrivelmente grosso fazia com que cada milímetro de avanço parecesse uma tortura. Eu sentia minha pele esticando até o limite, uma queimação lancinante que me fazia querer fugir, mas as mãos dele me travavam no lugar como grampos de aço. Daniel parou, deixando a cabeça do pau entalada, esperando meu corpo ceder. Ele suava, as gotas pingando das costas musculosas dele nas minhas.
— Calma, caralho! Respira! — André disse na minha frente, segurando meu rosto e me forçando a olhar para ele. — Deixa o Daniel entrar, Marcus. Olha pra mim, foca no meu pau. Chupa essa porra e esquece a dor.
Eu abri a boca desesperado por um apoio e André enfiou o pau dele até o fundo da minha garganta. O gosto do pré-gozo dele era forte, salgado, e me fez engasgar, mas ajudou a distrair a agonia lá atrás. Daniel não parou. Ele começou a forçar o restante, centímetro por centímetro, sentindo a resistência do meu corpo virgem. Quando ele finalmente rompeu a última barreira e se enterrou por completo, eu senti os pentelhos finos da base dele roçando na minha pele e o calor das bolas dele batendo contra as minhas. Eu estava totalmente preenchido por aquele monstro de carne.
Daniel começou a se mexer, mas de um jeito torturante e lento, querendo que eu sentisse cada veia do pau dele me alargando. André saiu da minha boca e me puxou para cima, me deixando sentado no colo de Daniel, de costas para ele. Nessa posição, o pau de 24 cm entrou ainda mais fundo, batendo na minha próstata com uma força que me fez revirar os olhos. Daniel segurava meu peito com as mãos enormes, apertando meus mamilos enquanto me socava de baixo para cima. André, vendo meu estado, ajoelhou-se entre minhas pernas abertas e começou a lamber meu pau de 20 cm, que já estava latejando e babando pré-gozo, mas sem usar as mãos, apenas com a língua quente.
— Olha como ele tá gostando, Daniel! — André riu, a voz abafada pelo meu membro. — O filhotinho tá virando um homem hoje.
— Ele é nosso, André! — Daniel respondeu, aumentando a velocidade. As estocadas agora eram violentas, o som da pele batendo contra a pele ecoando no quarto como tiros. Daniel estava em um controle absurdo, segurando o gozo com a disciplina de quem trabalha sob o sol o dia todo. Ele me virou de novo, agora deitado de costas na beirada da cama, com minhas pernas jogadas nos ombros dele. A visão era obscena: eu via o pau de Daniel entrando e saindo de mim, desaparecendo naquela carne que ele mesmo tinha acabado de abrir.
André não ficou atrás. Ele subiu na cama e se posicionou sobre meu rosto, me obrigando a chupar seus 22 cm aveludados enquanto Daniel me detonava por baixo. Ficamos assim por quase meia hora, trocando de posição, o suor nos deixando escorregadios. André me pegou no colo, me segurando contra a parede enquanto Daniel me fodia por trás, uma posição que exigia toda a força deles. Eu estava sendo massacrado pelo prazer, sentindo a grossura de um e a sinuosidade do outro.
Finalmente, a barreira do controle deles começou a ruir. Daniel me jogou de bruços e me penetrou com uma fúria animal, as estocadas tão rápidas que meu corpo balançava na cama. — Vou gozar, Marcus! Caralho, vou encher você todinho! — Daniel deu dez estocadas finais, brutais, e jorrou o primeiro round lá dentro, uma inundação de esperma quente que eu senti escorrer pelas minhas entranhas. Ele nem saiu de dentro; continuou pulsando, mantendo o pau lá enquanto André se preparava.
André, que estava aguentando o máximo possível, veio por cima de mim, me fazendo chupar seu pau de 22 cm enquanto Daniel ainda estava enterrado na minha bunda. André gozou o primeiro round na minha boca, jatos grossos e fartos que eu engoli com um gemido de satisfação. Mas a sede deles não tinha acabado. Daniel, ainda dentro de mim, sentiu o pau endurecer novamente com o calor do próprio gozo. Ele recomeçou o movimento, agora mais selvagem.
— Round dois, filhotinho! — Daniel rosnou. Ele me fodeu por mais vinte minutos em uma posição de tesoura, nossas pernas entrelaçadas, enquanto André masturbava meu pau com o próprio corpo, roçando os pelos pubianos dele no meu prepúcio. O prazer era tanto que eu já não sabia onde terminava meu corpo e começava o deles. André gozou a segunda vez por cima do meu abdômen, cobrindo minha barriga de leite branco. Daniel, sentindo o ápice chegar de novo, me deu as estocadas mais fundas da noite e descarregou o segundo round dentro de mim, me preenchendo até transbordar.
Foi o estopim. Sem que ninguém encostasse um dedo no meu pau, apenas pelo atrito interno, pela visão daquela luxúria fraternal e pelo calor do sêmen deles dentro de mim, meu corpo entrou em convulsão. Eu gozei jatos brancos e espessos que voaram até o meu rosto e o peito de Daniel. Nós desabamos na cama, três corpos suados, ofegantes e transbordando esperma. Não havia mais Sofia, não havia mais dúvida. Ali, no silêncio do quarto, eu sabia que a barreira tinha sido quebrada para sempre e que eu pertencia àquela matilha de um jeito que nenhuma mulher jamais entenderia..

O quarto de Daniel novamente estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçulO quarto de O quarto de Daniel estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o latejar entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçula dos Matias, e o dia estava apenas começando.
estava imerso em um silêncio denso, quebrado apenas pelo ronco rítmico do ar-condicionado que agora lutava contra os primeiros raios de sol que teimavam em atravessar as frestas da cortina. O cheiro de sexo, suor e esperma seco estava impregnado nos lençóis bagunçados. Deitados ali, com os corpos entrelaçados em uma exaustão completa, finalmente o sono nos venceu quando o céu lá fora já começava a clarear, pintando o horizonte da roça de um laranja pálido.
Acordei sobressaltado com o som de uma porta batendo ao longe. Olhei para o relógio digital no criado-mudo: 10:15 da manhã. Eu estava sozinho na cama king-size. Daniel e André já tinham levantado. Tentei me sentar, mas um gemido escapou dos meus lábios. Meu corpo inteiro protestava. Minhas coxas pareciam de chumbo e, lá embaixo, a sensação de preenchimento da noite anterior tinha dado lugar a uma dor latejante e uma ardência persistente. A grossura dos 24 cm de Daniel e a fúria dos 22 cm de André tinham deixado marcas que iam muito além da pele.
Antes de me atrever a aparecer na cozinha, arrastei meu corpo dolorido até o banheiro privativo do quarto de Daniel. Eu precisava tirar o rastro deles de mim antes que meu pai percebesse qualquer coisa. Liguei o chuveiro no morno e deixei a água escorrer pelas minhas costas. Senti o resto do gozo dos dois rounds de cada um escorrer pelas minhas pernas, uma mistura esbranquiçada e viscosa que denunciava a fúria da madrugada. Me limpei com cuidado, sentindo a região ainda sensível e dilatada. Cada vez que o sabonete passava por onde Daniel tinha me rasgado e André me penetrado com força, eu fechava os olhos, revivendo as estocadas brutais. Saí do banho renovado, mas o andar ainda era pesado, denunciando o estrago. Vesti uma cueca limpa e uma bermuda com dificuldade e caminhei até a cozinha com um andar desajeitado, tentando disfarçar o desconforto.
Na mesa, o cenário parecia irritantemente normal. Meu pai, Carlos, tomava seu terceiro café, enquanto Daniel e André comiam pão com queijo, conversando sobre a carga de palmeiras que precisava ser despachada. Eles não trocaram um único olhar sobre o que tinha acontecido. Era como se a orgia da madrugada tivesse sido um sonho febril, mas o latejar na minha bunda me dizia que fora bem real.
— Bom dia, filhotinho. Dormiu até tarde hoje, hein? — meu pai disse, levantando os olhos azuis, idênticos aos meus, do jornal. Ele franziu o cenho ao me ver puxar a cadeira com uma cautela exagerada. — Você está bem, Marcus? Tá andando meio torto, parece que travou a coluna. Foi o excesso de adubo ontem ou o porre com o Alex?
Senti meu rosto arder. Olhei de relance para Daniel, que continuava mastigando calmamente, e para André, que deu um gole no café sem desviar os olhos do celular. A indiferença deles me dava um nó no estômago, mas o brilho nos olhos de Daniel quando ele me mediu de cima a baixo dizia outra coisa.
— Só... mau jeito, pai. Acho que dormi torto — menti, a voz saindo mais rouca do que eu pretendia.
— Sei... o seu irmão André disse que vocês exageraram na dose no Carmelo. Vê se toma um remédio e descansa, hoje o trabalho vai ser leve — meu pai completou, levantando-se para ir em direção ao galpão.
Assim que ele saiu da cozinha, o silêncio mudou de cor. André se levantou, passou por mim e deu um tapa seco no meu ombro, um gesto fraterno que carregava toda a carga elétrica da noite passada, e saiu sem dizer uma palavra. Fiquei a sós com Daniel. O mais velho limpou a boca com o guardanapo, levantou-se e caminhou até mim. Ele parou às minhas costas, a mesma posição de quando me possuiu com seus 24 cm poucas horas antes. Senti a mão pesada dele pousar no meu pescoço, apertando a nuca com uma possessividade que me fez arrepiar inteiro.
Ele se inclinou, encostando os lábios no meu ouvido, e sua voz veio como um trovão baixo e perigoso:
— O André vai levar o caminhão pra cidade agora. O pai vai ficar no pomar o dia todo com os boias-frias... e você não vai a lugar nenhum com essa dorzinha, Marcus.
Eu prendi a respiração, sentindo o calor que emanava do corpo dele.
— Eu vou querer você só para mim hoje, filhotinho — Daniel sussurrou, a mão descendo devagar pelas minhas costas até apertar com força o lugar que ainda ardia, exatamente onde ele tinha descarregado seus dois rounds. — Ontem a gente dividiu... mas hoje eu vou te ensinar a ser meu de um jeito que você nunca mais vai esquecer. Se prepara, porque quando eu voltar do galpão, a gente vai terminar o que começou.
Ele deu um beijo estalado na minha têmpora e saiu caminhando com aquela postura de dono da fazenda. Eu fiquei ali, sentado na cadeira da cozinha, sentindo o latejar entre minhas pernas aumentar e o meu pau, mesmo dolorido, começar a responder à promessa brutal do meu irmão mais velho. A faculdade, a Sofia e o mundo lá fora tinham morrido. Agora, eu era apenas o caçula dos Matias, e o dia estava apenas começando.

Continua...


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Os Irmão Matias Parte I

Codigo do conto:
258232

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
30/03/2026

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