Os Irmão Matias Parte II


O som do motor da caminhonete de André sumindo na estrada de terra deixou um vácuo de silêncio na casa que parecia zumbir nos meus ouvidos. Eu continuava sentado na mesa da cozinha, as mãos em volta da caneca de café já frio, sentindo o peso do aviso de Daniel. A tarde avançava com um mormaço pesado, o tipo de calor que faz a pele grudar na roupa. Tentei me focar nos livros de Engenharia, mas os cálculos de resistência de materiais pareciam piada perto da tensão que eu sentia nos meus próprios músculos.

Perto das três da tarde, o celular vibrou. No grupo da família, minha mãe deu o veredito da minha "sentença":

Mensagem: Mãe (Elena): "Meus amores, a tia Andreia teve um pico de pressão com os preparativos do casamento. O médico pediu repouso absoluto, então vou ficar aqui na cidade com ela até segunda para garantir que os doces e o vestido saiam perfeitos. Daniel, cuide da casa. Marcus e André, obedeçam ao irmão mais velho e ajudem o pai. Juízo!"

"Juízo". Aquela palavra ecoava como um desafio. Com a mãe longe e o pai ocupado no galpão com os funcionários para despachar a carga recorde de bananas, eu estava à mercê deles.
Subi para o andar de cima, mas não fui para o meu quarto. Meus pés me levaram ao quarto de André. O ambiente era mais fresco, impregnado com aquele perfume cítrico amadeirado dele. Deitei na cama, sentindo o lençol macio contra a minha pele ainda sensível, e acabei pegando no sono. Acordei sobressaltado com o som da porta sendo trancada por dentro.

Daniel estava ali. Tinha acabado de chegar da roça. Ele estava sem camisa, e o suor transformava seu tronco em uma escultura viva de bronze sob a luz do sol que filtrava pelas persianas. Ele segurava uma garrafa de água gelada, e seus olhos azuis, escuros como uma tempestade, me fixaram com uma intensidade que me fez perder o fôlego.

— O quarto do André é mais confortável para fugir de mim, Marcus? — Daniel perguntou, a voz saindo como um rosnado baixo.

Ele virou a garrafa sobre o próprio peito. Vi a água escorrer pelos seus músculos peitorais, desenhando o caminho entre os gomos do abdômen até sumir no cós da calça jeans baixa. Ele caminhou até a beira da cama, parando entre minhas pernas.

— Tira a roupa, filhotinho. Agora. Eu avisei que você ia ser meu projeto hoje.
Eu obedeci, sentindo meu sangue pulsar. Quando fiquei nu, Daniel passou a mão calejada pela minha cintura, apertando a carne com uma força possessiva. Ele se livrou da calça, e o que vi me fez engolir seco: o membro dele, um monstro de 24 cm, estava rígido e latejante, com veias saltadas que denunciavam a urgência.
Ele me jogou de costas e montou sobre mim, prendendo meus pulsos acima da cabeça com apenas uma das mãos. O peso dele era esmagador e excitante.

— Olha o que você faz comigo, Marcus. Você tá tremendo... é de medo ou é vontade de ser detonado pelo seu irmão?
— É vontade, Daniel... por favor — gemi, sentindo o calor dele.

Ele não usou lubrificante; usou o próprio suor e a saliva, preparando minha entrada com uma bruteza que me fazia arfar. Quando ele posicionou a cabeça daquele membro colossal e empurrou, senti como se meu corpo estivesse sendo partido ao meio.

— Puta que pariu, Daniel! Tá muito grande! — gritei, enterrando o rosto no travesseiro de André.
— Relaxa, porra! Deixa eu entrar tudo. Eu quero sentir cada centímetro de você me apertando — ele rosnou, dando uma estocada final que o enterrou por completo. Senti a base dele bater contra minhas nádegas e o calor das suas bolas contra as minhas.
Daniel começou um movimento de britadeira, rítmico e violento. A cama de André rangia a cada impacto. Ele me fodia com uma autoridade técnica, atingindo minha próstata com uma precisão que me fazia ver estrelas. O som da pele batendo com força, o cheiro de homem suado e o gosto salgado do pescoço dele onde eu mordia criavam um cenário de luxúria pura. Foram quarenta minutos de um massacre de prazer, até que ele me virou de quatro, segurou meu pescoço e deu dez estocadas finais, brutais, descarregando a primeira esporrada lá dentro. O calor do sêmen dele inundando minhas entranhas me fez gozar sem nem tocar no meu pau, apenas pelo atrito interno.

— Não para, Marcus. A gente só tá começando — ele disse, me puxando pelo braço em direção ao banheiro de André.
Lá dentro, com os azulejos escuros refletindo nossa nudez, ele ligou o chuveiro no gelado. O choque térmico me fez soltar um grito, mas Daniel já estava me prensando contra a parede fria do box. Ele me virou de costas, me forçando a apoiar as mãos no azulejo.
— Olha pra esse rabo como tá vermelho... o André não soube te preparar, mas eu vou te marcar de um jeito que você nunca vai esquecer — ele disse, me dando um tapa estalado que ecoou no banheiro.
Ele me penetrou novamente, de pé. A posição permitia que ele entrasse ainda mais fundo. A água lavava o sêmen anterior, mas Daniel não se importava; ele queria me ver exausto. Ele segurava meu quadril com as duas mãos, as pontas dos dedos cravadas na minha pele, e me socava com uma fúria animal.

— Você é o caçula da casa, Marcus... a nossa diversão. Diz pra mim, quem é que te fode melhor? Sou eu ou o André?
— É você, Daniel! Porra, você me rasga todo! — eu gritava, a voz se misturando ao barulho da água.

Ele aumentou a velocidade até que o box ficou embaçado pelo vapor do nosso calor. Daniel atingiu o ápice e jorrou a segunda gozada ali mesmo, jatos brancos que se misturavam à água e escorriam pelas minhas pernas.
Saímos do banho trôpegos, mas o som da picape do meu pai no pátio trouxe o pânico de volta.

— Daniel, o pai chegou! — sussurrei, tentando achar minha roupa.
— Ele vai pro escritório primeiro para conferir as notas da carga. Temos dez minutos — Daniel disse, com uma calma assustadora.

Ele sentou na poltrona de couro de André e me puxou para o chão, entre suas pernas. O pau dele, incrivelmente, já estava se recuperando.
— Você não vai sair daqui sem limpar o seu irmão, Marcus. Termina o serviço.
Eu me ajoelhei e o tomei na boca com uma urgência desesperada. O risco de sermos pegos ali, nus, enquanto ouvíamos os passos do meu pai na varanda e sua voz grossa gritando: "Jorge, as notas estão prontas?", levava meu prazer ao limite. Daniel gemia baixo, a mão enterrada no meu cabelo, me forçando a aceitar cada centímetro. No momento em que ouvimos a porta da cozinha abrir, Daniel teve um espasmo final e descarregou a terceira esporrada direto na minha garganta. Engoli tudo, sentindo o gosto forte do meu irmão, enquanto ele me olhava com um orgulho doentio.

Dez minutos depois, eu estava na sala, fingindo ler um livro. Daniel apareceu impecável, de camisa limpa. Meu pai entrou, tirando o chapéu de palha.

— Ô, Marcus, estudando muito? E você, Daniel, o Jorge disse que batemos o recorde! — meu pai disse, orgulhoso, sentando ao meu lado. Ele franziu o cenho. — Você tá pálido, Marcus. E tá andando meio travado... o que foi isso?
— Foi... as costas, pai. Dormi de mau jeito e acho que o treino ontem foi pesado — menti, sentindo o latejar lá embaixo.
— Sei. Daniel, cuida do seu irmão. Amanhã quero os três cedo no pomar — o pai disse, sem imaginar o que tinha acontecido a poucos metros dali.

À noite, deitado na minha cama com o corpo em frangalhos, meu celular vibrou. Era uma mensagem de André, que tinha acabado de chegar da cidade e provavelmente já tinha falado com Daniel:

Mensagem André: “O Daniel me contou que você foi um bom garoto hoje e aguentou as três esporradas dele sem reclamar... E na minha cama seus putos! Aproveita o descanso, filhotinho... porque o Daniel já teve a vez dele. Amanhã, quando o pai estiver no campo, eu quero ser o próximo a te estourar. Vou tirar cada segundo do atraso da cidade dentro de você. Se prepara.”

Fechei os olhos, sentindo um arrepio. Eu era o caçula dos Matias, e a matilha estava apenas começando.

Continua...


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258232 - Os Irmão Matias Parte I - Categoria: Incesto - Votos: 3

Ficha do conto

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Nome do conto:
Os Irmão Matias Parte II

Codigo do conto:
258274

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
31/03/2026

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2

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