A Inquilina LXXII

Domingo de manhã coloquei a roupa para correr e ela estava deitada quando me viu terminando de me trocar, e se levantou.

- Amor, não precisa levantar, descansa, quando eu voltar faço um café - ela balançou a cabeça tirando a camisola e entrando no banheiro.

- Eu vou com você, amor, to muito sedentária, vou começar a me cuidar mais - riu quando voltou, só de calcinha, passando a mão pelo meu peito - A mulherada toda fala de você em forma, de você gostoso, de você educado, a dona da festa me mandou um, você não sente ciúmes de um homão daqueles, com aquela pegada. - balançou a cabeça jogando em cima da cama um short rosa e larguinho de corrida, uma calcinha daquelas com tecido leve que não marca um sutiã do mesmo estilo da calcinha e um top também rosa, eu estava rindo com a cara de séria que ela fazia enquanto falava. Tirou a calcinha ficando de quatro para e me olhando pelo ombro - você ri? To de olho em você tá. - ri mais ainda e peguei a calcinha e o sutiã e olhei para ela.

- Você que sente ciúmes, olha o tamanho dessa calcinha e desse sutiã e o tecido disso, esconde o que? Com esse short largo? - ela riu mordendo o lábio - para usar isso - eu fui até o guarda roupa dela e guardei - Não precisa usar nada. - ela fez uma cara, e riu - vamos, bora dar uma caminhada e já você vai, vamos para um parque em vez de correr na rua e depois tomamos um café.

Realmente o short meio largo, dependendo do movimento mostrava mais que deveria e entramos no elevador, e quando parou num andar entrou um casal jovem com uma criança, ela cumprimentou a mãe, que sorriu e deu um beijo nela, falaram rápido a mulher perguntou cade o menino, explicou que estava com o pai, a mulher estacva ao seu lado e o homem ao lado da mulher mais perto da porta do elevador, ela se agachou e brincou com o menino e se levantou, o cara deu uma encarada entre as pernas dela, e eu ri, e quando contei no seu ouvido que provavelmente o cara tinha visto algo ela ficou roxa e começou a rir, a mulher não entendeu nada, da cara de vergonha dela e o marido fingiu demência olhando para a porta, quando a esposa virou para ele, eles desceram no térreo e nós ficamos para ir para a garagem a inquilina riu nervosa e me deu um tapa dizendo que a culpa era minha, eu só balancei a cabeça, pensando que ia me divertir muito.

Fui no caminho pegando na perna dela e chegando perto da sua buceta, para ela ficar excitada e mais desconfortável, os bicos dos seios eram visíveis no top, e ela me dava tapas e pediu para eu parar, mas de verdade estava se divertindo tanto quanto eu, fomos alongar numa parte onde tinha um gramado, onde tinham outras pessoas, fizemos os alongamentos e eu ficava pedindo para ela fazer meus movimentos e sabia que alguns deles podiam expor algo ela ria antes de fazer esses movimentos, e claro que ganhou alguns olhares, mas rapidamente saímos para correr, é um parque que tem uma pista de corrida bem definida, apesar que poucas árvores no trajeto fazem o som ser diretamente na cabeça o tempo todo, mas por ser o sol da manhã estava até tranquilo, mas era o suficiente para suar, e o short e o top começaram a ganhar os contornos dela, ela sentou e eu fui comprar agua de coco, o banco ficava de frente para a pista de corrida, dois caras passaram correndo por ela quando ela estava sozinha no banco mexendo no celular e voltaram e sorriram cutucando um ao outro, eu fiquei olhando de longe, olhando, ela no celular olhando e os dois sentaram na grama do outro lado da pista de corrida e ficaram olhando para ela, chegaram até a pegar o celular não sei se tiraram foto ou não, ai voltei e sentei ao lado dela dando um coco para ela, e antes de me sentar, olhei e só dava para ver um pedaço da pimenta e mais nada, acho que eles pelo vermelho da pimenta acharam que estavam vendo mais, e comentei.

- Ganhando fans - ela me olhou tipo, onde? Só movi a cabeça mostrando atras de mim, e ela riu, - estão te rodiando a uns 10 minutos. - ela deu risada, eu me sentei a seu lado e ela jogou uma das pernas por cima da minha, expondo mais um pouco mais e ficou balançando a perna do joelho para frente.

- Culpa sua - me deu um beijo - eu ia vir comportada, mas ai você falou para ir vir assim. - eu ri beijando seu pescoço.

- E ai você respondeu, que não viria da forma que falei porque era uma - até ri antes de falar - moça direita, de falmilia - ai ri novamente falando - mas o sangue da família. Ela riu e me deu um tapa.

- Por falar na minha mãe, ela e seu amigo estão sérios, ele comentou de ir morar lá um tempo para ver se da certo morando junto. - eu arregalei os olhos e sorri. - Nem acredito, se acharam, quase tipo agente - eu levantei a sobrancelha - É quase, porque - ela riu dando um gole no coco - você que me deixou assim, e acho que ela já era.

- De novo a culpa é minha - ela fez uma cara de safada com o canudo na boca, e balançou a cabeça num sim - vou fingir que você não era assim e precisava só de um empurrãozinho, mas essa culpa eu aceito com gosto, beijei ela terminando o coco. - Bora uma caminhada - ela balançou a cabeça num sim - e abriu bem as pernas para tirar a dela de cima da minha e riu me abraçando e eu olhei para ela rindo. Caminhamos pelo mesmo trajeto que tínhamos corrido só que fazendo a volta, estamos em banco onde um grupo jogava futebol, e sentados na grama ficamos assistindo um pouco, a inquilina ficou sentada em uma posição que dava para perceber que ela estava sem calcinha mas não dava para ver alem disso, e ficamos nos beijando e vendo o jogo, os bicos dos seios tão duros que encostavam no meu peito e eu conseguia sentir eu coloquei a mão na sua coxa bem próximo e sua buceta e dava para sentir o calor, sabendo que os caras que estavam jogando se revezavam para ir para aquele lado e olhavam sem vergonha alguma, nos levantamos e fomos para o carro para ir embora, o guarda foi nos acompanhando olhando para ela até o carro, passou por nós e entrou na guarita que ficava um pouco mais alto que o carro, mas bem de frente e vimos que ele ficou olhando para o carro, eu comecei a beijar ela no carro e passava a mão nos seus peitos primeiro sobre o top e depois por dentro do top, ela gemia com a cabeça no meu ombro as vezes erguendo a cabeça para ver se ele continuava lá olhando, terei o peito dela de dentro do top por duas vezes e beijava e saia da frente para que pudesse ver e devolvia ele no top, e a outra mão estava estimulando o clitoris dela e dois dedos entrando e saindo da sua buceta, o som era molhado e os gemidos eram descontrolados, as vezes elas resmungava algumas coisas como ele esta vendo ou alguém vai ver e começou a tremer e gozar entre meus dedos e meus chupões, quando ela gozou puxou minha mão e ofegante, olhou para baixo, não conseguiu encarar a guarida se recompondo.

Eu liguei o carro e saímos, perguntei se ela queria tomar café em casa ou em algum lugar ela disse que em casa, então fui sentido nossa casa, ela ainda se recompunha da experiencia de ter certeza de ser vista, parei numa farmácia, porque ela tinha coisas para comprar e fiquei provocando ela, fazendo ela se abaixar para pegar na ultima estante da gandula, ela se abaixou abrindo as pernas e o short ficou somente conrindo sua racha mas dava para ver dos dois lados os lábios avermelhados da estimulação de pouco tempo atras e a pimenta do ladinho o cara do caixa ficou vermelho pois ela ficou de frente com ele assim, eu estava na frente do rosto dela, em pé. Ela repetiu a mesma pose no outro corredor, pega pegar um desodorante que tinha um formato que parecia um pau, ela ficou brincando com ele e quando fomos pagar o cara não conseguia olhar no nosso rosto. Ela tinha um sorriso safado no rosto, entramos no carro sob os olhares do cara do caixa., quando saímos da farmácia, e entramos nas ruas do bairro, ela começou a alisar meu pau e puxou meu short e minha cueca juntos, fazendo meu pau saltar para fora, e começou a me punhetar e foi com a boca no meu ouvido.

- Da próxima vez, você vai sem cueca também - ela começou a descer a boca pelo meu pescoço e depois abaixou entre minhas pernas dando uma lambida na cabeça do meu suado - salgadinho - riu e começou a me chupar, com vontade, me punhetando e chupando ao mesmo tempo, quando parei em um cruzamento vazio, abaixei e peguei o desodorante na sacola e comecei a passar brincando entre as pernas dela, ela riu me chupando mais forte e abriu as pernas o suficiente para o desodorante encostar na sua buceta.

- Você é muito safada - ela fez um sim com a cabeça e eu empurrei o desodorante em sua buceta, e ela gemeu com meu pau na boca com um sorriso mais safado olhando para minha cara sem parar de me chupar. Ela acelerou a chupada no mesmo ritmo que eu movia o desodorante dentro dela, afundei o desodorante todo e alisei seu cu segurando o desodorante dentro dela, ela soltou um gemido maior e começou a rebolar e as pernas a tremer o dedão entrou metade no seu cu. Ela começou a descompensar a chupada e a punheta por um momento eu soltei o desodorante e ela foi empurrando ele para fora enquanto me chupava mais forte e tinha espasmos, e então gozei na sua boca vendo o desodorante saindo da sua buceta e caindo no banco visivelmente brilhando do melado de sua buceta. Estacionei o carro na garagem e o movimento de carros e pessoas estava bem baixo, domingo cedo ainda. Estacionei o carro e fui para trás e abri o porta malas elas desceu e foi ver o que eu fui fazer, eu puxei ela para um beijo encostando ela no porta malas, ela colocou a sacola que estava em suas mãos com as coisas da farmácia no porta-malas e sentou na porta do porta malas, onde estávamos para nós ver precisava ser um dos três carros estacionados a nossa esquerda. Encostei meu pau duro entre suas pernas e ela olhou em volta.

- Você realmente quer acabar com minha reputação, né - mas abriu um pouco as pernas e me abraçou ficando numa posição que assim que coloquei meu pau para fora ele ja estava na entrada da buceta dela, eu só empurrei e ela me abraçou mais forte, ela ficou sentada no porta-malas aberto e eu comecei a meter devagar, e ela gemia ano meu ouvido e falava baixinho - Se alguém ver a gente aqui vão ficar falando da gente no prédio - ela riu quando estoquei mais forte - Aqueles pervertidos que moram no 22 andar - os passos e as vozes eram sempre longe e eu acelerei um pouco as estocadas, ela parou e desceu, achei que fosse para parar mas foi porque a posição estava desconfortável , pois ela colocou a cabeça dentro do porta malas como se estivesse pegando alo e ficou de quatro eu comecei a estocar mais forte, peguei o desodorante que estava na sacola ali ao lado, e alisei ele no seu cu, ela virou de olho arregalado e balançou a cabeça num não, mas não se moveu, eu fiquei brincando com o desodorante na entrada do seu cu enquanto comia sua buceta, ela rebolava e falava “para ou não “ baixinho meio para eu náo ouvir eu alisei mais um pouco e ela começou a tremer as pernas quando só encaixei mas não enfiei, eu dei mais umas estocadas e ouvimos passos e vozes mais perto, a buceta dela me apertou enquanto ela tentava segurar os gemidos, e então eu gozei, fundo e com gosto, umas tres ou quatro esporradas, ela se segurava para não gemer, mas saia um gatinho nos espasmos, eu sai de colocou meu pau dentro do short e ela travou as pernas, tentando segurar dentro dela, saiu do porta malas e quando deu um passo se abaixou rapido abrindo as pernas e puxando o short para o lado, fez um som de soprado e a porra caiu no chão, pingando no final depois de duas saídas fortes, ela se apoiou em mim e ficamos rindo, um casal acenou do carro do outro lado do corredor e eu acenei de volta. Ela riu mais ainda, esperamos o carro sair, e então fomos para o elevador, ainda escorreu um pouco em suas pernas no meio da caminhada, ninguém entrou no elevador, mas ela ficou tensa enquanto passava pelo terreno ela foi direto para o banheiro e quando entrei para tomar banho com ela, ficamos rindo.


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Ficha do conto

Foto Perfil amigointimooculto
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Nome do conto:
A Inquilina LXXII

Codigo do conto:
258387

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
01/04/2026

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