- Ontem o menino atrapalhou vocês, então hoje ele dorme conosco - acompanhamos ela no riso - Nós ouvimos os gritinhos abafados - ficou vermelha mas acho que por estar bebada completou - fiquei imaginando. - e riu mesmo estando vermelha, o manobrista do lado, não entendeu nada por ela falar em inglês muito rápido e rindo, a inquilina riu mais alto e falou no meu ouvido.
- Acho que ela ficou com inveja, e vai ficar na imaginação - e riu olhando para eles, e todos estávamos rindo. - Se ela chegar perto de você, mato ela - eu soltei uma risada mais alta. Voltamos para casa e colocamos o menino para dormir, fiz umas caipirinhas em casa, uns salgadinhos e ficamos bebendo e conversando, eles disseram que era melhor que as que tomaram na rua, então estavam bebendo bem e logo o namorada do pai do menino, voltou para o assunto dos gemidos da noite anterior. A inquilina estava mais bebada, querendo acompanhar para não parecer fraca, o Pai do menino quase dormindo, bebendo muito e eu começando a beber então estava bom. Eu fui para o quarto e coloquei uma bermuda e uma camiseta e voltei descalço, e sentei no chão já que os dois estavam no sofá e a inquilina estava na poltrona. A namorada estava de vestido mais colado, sentado no chão fiquei de frente para ela, e ela começou a abrir as pernas de propósito, claro que olhei, mas não dei a atenção que ela talvez desejasse, a inquilina falou que também ia colocar algo mais leve e levantou a namorada levantou e foi atras dela, para ir no banheiro, e foi no banheiro na nossa suite porque a inquilina falou para não acordar o menino. As duas voltaram rindo, o Pai do menino estava mais para lá do para cá, a inquilina sentou na poltrona e me deu um beijão, ela voltou com um short largo e de camiseta, a namorada do pai do menino se sentou falando algo e quando eu virei ela estava sem calcinha. Ficamos conversando e falando e percebi que a inquilina estava sem também com seu short largo que toda hora dobrava de uma forma que aprecia mais do que devia, as duas ficaram nessa brincadeira até irmos dormir a inquilina falou no meu ouvido - Tadinha, ela é louca para se libertar e ta com ele que nesse quesito deixa muito a desejar.
- Vocês são doidas e se o pai do menino tivesse visto e … - ela me beijou, alisando meu pau, e sorriu durante o beijo.
- Só ajudei ela a perceber que ela é uma tarada exibicionista - e sorriu - ela me contou que adorou o jeito que os brasileiros olham que ela na praia ficava deixando verem apertava mais as roupas e que deixava partes do sutiã ou até sem sutiã para verem seus bicos dutos - ela bebada, se abaixou e começou a me chupar - eu só incentivei e falei que não podia tocar, mas poderia te deixar duro para mim. - ela enfiou o pau todo na boca, e começou a me chupar fazendo barulho estalando, a mão dela estava dentro do short pela lateral enquanto ela me chupava o barulho de molhada vinha de cima e de baixo - eu nunca te contei, mas ele me traiu uma vez, é justo que ela traia ele - ela parou ainda agachada me olhando nos olhos - Mas não com você. - e deu uma olhada de assassina antes de voltar a me chupar com força e se tocar ao mesmo tempo. Ouvimos uns gemidinhos no outro quarto a inquilina pegou o celular e me deu rindo - deixa eu ver se ela conseguiu algo, ela deve estar muito excitada com o que fez - eu coloquei na baba eletrônica o pai do menino estava deitado moribundo de bebedo, e ela estava rebolando sobre ele puxando a mão dele para segurar na bunda dela que cavalgava sobre ele, eu puxei a inquilina para cima e coloquei o celular na cama para ela assistir colocando ela de quatro abaixei o short dela, e comecei a meter nela com força a cama balançava a cada estocada e ela gemia alto em inglês, parecia filme pornô - Mais forte, assim me fode de quatro, me pega com uma puta - eu ria balançando a cabeça sabendo que ela estava provocando a outra, afinal nunca gemeu em inglês, eu aumentei as estocadas e puxando ela pelo cintura dei um tapa na sua bunda que ecoou, e ela riu - Filha da puta, - em bom português e eu ri.
- Filha da Puta? Cade o inglês? - ela riu e falou em bom português para eu me fuder, mas rebolava mais forte, alisei seu cu e o dedo entrou tirando gemidos mais intensos, acelerei com ela olhando a namorada do pai do menino, sentada na cama se masturbando, o pai do menino mole deitado na cama sem se mover, eu metia forte o som ecoava das estocadas e dos gemidos, ela tinha um sorriso safado olhando a cena do outro quarto, a namorado do pai do menino começou a gozar nitidamente soltando um gemido que ouvimos, a inquilina gozou com o gemido dela, eu tirei meu pau de dentro dela e puxei ela pelos cabelos para perto de mim, segurando seu cabelo com uma mão e me punhetando com a outra, olhei nos seus olhos - Quer ser puta, vai ficar com bafo de porra. - ela sorriu abrindo a boca para mamar só a cabeça e eu gozei na sua boca, depois no seu rosto, e depois fiquei batendo o pau amolecendo em seu rosto com ela sorrindo com o rosto todo melado. Vi na câmera a namorada do pai do menino saindo provavelmente para beber agua. Olhei para a inquilina que ainda estava ofegante com a cara toda melada e babado - Vai buscar uma agua para nós. - Ela fez menção de ir em direção ao banheiro e eu sorri para ela, ta linda pode ir assim, depois você limpa eu vou fazer xixi - ela riu e saiu do quarto só ouvi um Uaau e comecei a rir entrando no banheiro para me limpar, ela demorou um pouco para voltar e voltou com o rosto quase limpo e me encarando - Ué o que ouve? Não estava destemida e toda puta? - eu abracei ela e rindo falei - Voce não gostou quando quiseram expor a gente e você estava fazendo igual, achei que merecia - ela balançou a cabeça rindo.
- O pior foi que ela quase teve um orgasmo de me ver assim, que foi alem do que ela estava imaginando se masturbando, eu acho que acabamos com o namoro deles. Ela falou “preciso de um brasileiro igual o seu”. - No dia seguinte levamos eles no aeroporto, na hora de se despedir a namorada do pai do menino, deu um abraço forte na inquilina e falou obrigado, eles foram embora e nós seguimos nossa vida.