A Inquilina LXXXVII

Marcamos igreja, fechamos um restaurante e todas as necessidades para o casamento, escolhemos os convidados, e os padrinhos e começamos a levar os convites, minha família era mais fácil todos próximos, e então fomos para o interior, aproveitando o nascimento do filha da melhor amiga da inquilina, para convidar as pessoas do interior e os amigos dela do interior, fomos a casa da irmã, de tios, tias, alguns amigos dela, visitamos o casal no hospital no dia que o filho nasceu e por ai foi, sexta e sábado, no fim do sábado uns amigos de colégio dela chamaram era para um barzinho, e o menino ficou com a mãe dela e fomos no bar, tinham umas 20 pessoas no total da mesa deles, amigos da escola, amigos da cidade e namoradas, namorados, esposas, maridos e o ex dela, musica sertaneja alta, muita caipirinha e cerveja e shots de cachaça, a maioria em pé perto da mesa dançando, conversando e revezando conversa próximas para conseguir ouvir a outra pessoa, o ex dela toda hora chegando mais próximo do que precisada para falar com ela, ela saia de perto e ia para outra roda e ele rodeava e voltava, ele estava com a esposa, que olhava com ódio para a interaçã, confesso que me incomodou inicialmente, mas conheço ela e sei quando ela esta interessada ou inclinada a algo, até me sentei para assistir, um casal de amigos deles sentou ao meu lado, e começou a dizer para eu não ligar, que eles namoraram muito tempo e que quando ele bebe ele faz besteira, eu ri, e apontei para a esposa do ex-dela.

- Acho que vocês deveriam acalmar ela, porque se ela colocar a mão na inquilina, ai teremos um problema. - Os dois arregalaram o vendo a forma séria que falei, então a menina foi falar com esposa do ex-dela e eu fiquei conversando com cara, que me contou que me contou umas historias da inquilina quando ela era mais nova, eu só coloca pilha e ele falando, em dado momento a esposa do ex-dela se indignou e se levantou para ir, o ex-dela foi atras dela e em seguida, muitos começaram ai, a musica parou um horário e todos se foram deixando lá eu a inquilina o casal apaziguador e duas meninas que eram solteiras, desmontaram nossa mesa gigante, e bebados ficamos ali conversando, eu enchendo o saco da inquilina com as historias dela, a esposa do cara batendo nele porque ele contou essas cosias e as duas meninas rindo e paquerando dois caras da banda que desmontavam os aparelhos. Eu ri para as meninas, e falei - Vou ajudar vocês - Não esperei resposta delas e comecei a conversar com os caras da banda e meia hora depois só estávamos os dois casais na mesa, as meninas se informaram com o pessoal da banda. Ai primeiro todos falaram da atitude do ex da inquilina, depois começaram a falar geral, essa hora eu já estava na agua e coca, pois estava dirigindo apesar de tudo ser perto, vai saber, e eles ainda na cerveja, a inquilina ofereceu carona para eles, elas foram no banheiro para irmos embora e do nada a esposa do cara me lança.

- Vamos para nossa casa terminar de beber e grita no meio da rua - nós rimos e ela e a inquilina abraçada cantavam na rua, chegamos na casa deles, o cara serviu uma cerveja para cada um, antes de terminarem essa primeira cerveja, a esposa dele ja estava dormindo no sofá ajudei o cara a levar ela para o quarto, colocamos ela na cama e eu sai, a inquilina estava rindo sentada no sofá, e fazendo shh com a boca, deu uns 10 min. E o cara não voltava, fui até o quarto e o cara também estava dormindo eu ri e chamei ela, ela riu junto comigo e fomos para sala ela começou a me beijar do nada, no sofá da casa dos amigos que dormiam no quarto, eu parei ela e ela sorriu para mim.

- No final de uma festa eu perdi minha virgindade nessa casa, aqui nessa sala, os pais cara que estava com a gente, moravam aqui - ela ficou vermelha e riu nervosa - e foi muito ruim - ela subiu em cima de mim me deitando no sofá - e acho que fazer sexo de verdade vai apagar isso da minha memória - eu olhei para a porta do quarto e ela riu balançando a cabeça - não com ele não, com meu ex, eles estavam naquele quarto ela perdendo a dela - ela riu alto e colocou a mão na boca, enquanto desabituava minha calça, com seus dedos bebados, eu a beijei e ajudei a abrir ela sorriu - Naquele dia eu não fiz nada - ela me olhou alisando e me punhetando e escorregando entre minhas pernas - acho que você não ia gostar de mim - eu ri fazendo que ia com a cabeça e ela sorriu, chegando até meu pau e começando a chupar e lamber a cabeça do meu pau, sempre me olhando, eu fiz um carinho nela e ela sorriu - Acho que você teria me ensinado desde o primeiro dia - e abocanhou ele todo, começando a chupar com vontade, os olhos pequenos e bebados dela estavam abrindo e fechando enquanto ela subia e descia a cabeça com vontade, ela estava sentada no chão com as pernas de lado ela parou de chupar e sorriu para mim eu ri me deitando com ela no chão e beijando ela novamente fui no seu ouvido, levantando sua calcinha e tirando sua calcinha.

- Você quer repetir alguma coisa daquele dia, quer que eu chame seu ex? Ele estava interessado lá no bar - eu virei meu corpo sobre o dela, e coloquei meu pau na sua buceta, ela riu me dando um tapa e escancarando as pernas, enquanto encostava a cabeça no sofá.

- Voce só fica feliz quando te xingo né - ela mordeu os labios em um gemido longo os olhinhos se arregalaram e voltaram para o semi aberto de bebada - eu quero esquecer - me abraçou com força , eu estava de leve tirando gemidos cadenciados - na verdade substituir - riu - pensar que foi com você, amor - eu comecei a aumentar o ritmo, ela estava muito molhada, acho que a nostalgia com a bebedeira, eu acelerei mais ainda e ela começou gemer alto na sala, eu fechei a boca dela e ela mordeu meu dedo e riu me abraçando - da outra vez eu ouvi ela gemer e eu estava angustiada, ela falou que eles não transam a tempo, to tentando ajudar - e soltou uma gargalhada voltando a gemer, eu separei nosso corpos e me ajoelhei para estocar mais forte, batendo a cabeça dela no sofa, ela respirava ofegante e começou a falar repetidamente - eu te amo, eu te amo, meu marido, meu marido - e começou a tremer eu acelerei mais ainda, e ela estava com cara de que ia desmaiar, dei mais umas 5 ou 6 estocadas que ecoaram na sala e gozei. Segurei lá no fundo e sorri para ela, ela devolveu o sorriso com cara de cansada, os olhos baixos, deitei a seu lado no chão, puxando minhas calças que estavam na coxa, e ela deitou no meu braço e dormiu, fiquei olhando tudo aquilo e ri, depois peguei ela no colo e deitei Lela no sofá, estava tomando uma agua, a amiga dela apareceu bebada

- Tudo isso parece um Dejavi - e soltou uma gargalhada, eu sorri entendendo a piada, ela pegou o copo da minha mão e tomou - querem um lençol para dormir? E - me deu a calcinha da inquilina que estava no chão - acho que não vou abrir a porta do quarto até de manhã, então não precisa devolver para ela agora. - saiu rindo, entrou no quarto e jogou um lençol pela porta e fechou a porta. A inquilina só acordou de manhã e no meio da madrugada ouvi a amiga dela gemendo e perguntando porque eles não estavam mais fazendo tando,


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Inquilina LXXXVII

Codigo do conto:
261318

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/05/2026

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1

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