- Sabe dirigir? - eu peguei a chave respondendo que sim - muito bom, um homem de verdade precisa levar a mulher, conduzir, e espero que faça isso com minha filha. - entramos no carro, um Monza dourado, ela bateu a porta e me olhou enquanto eu ligava o carro - O que vocês estavam aprontando quando chegamos? - eu dei um sorrisinho involuntario e ela me olhou com um olhar entre o malicioso e o interrogativo, quando viramos a primeira esquina ela colocou a mão na minha perna e apertou - Te fiz uma pergunta, não foi? Você não tem educação? - A forma coo ela falava arrogante como sempre, a mão na perna a pergunta sobre a própria filha e depois do que vi ela fazer, tudo junto na minha cabeça estava me deixando tenso, bem tenso, então olhei para ela e por reflexo respondi.
- A mesma coisa que você fazia com seu sobrinho naquela casa - ela tirou a mão da minha perna e me olhou com uma cara quebrada, mistura de pânico e desespero, com certeza não esperava aquilo, esperava me ter em sua mão e quase me teve, mas falar sem pensar me fez virar a situação, ou colocar a situação em seu lugar, afinal quem tinha feito coisa errada era ela e não eu, e como estava na merda, resolvi chupar de vez - Só que sem a parte do “quero gozar na sua cara de Puta” - ela ficou vermelha e em silencio, ficou me olhando e eu ignorando ela, nunca nos demos bem porque ela sempre foi arrogante e metida. Quando ja estávamos chegando na casa dos meus pais, que era um pouco mais afastada do centro, ela resolveu falar:
- Encosta o carro em baixo daquela arvore - era um terreno abandonado, mato alto e tinha uma grande arvore na frente do outro lado da rua um terreno com uma casa no fundo, um silencio como eram as cidades do interior num dia de semana depois das 20:00 e já eram quase 22:00. Parei a casa dos meus pais estavam a 2 quarteirões. - O que voce quer? - eu olhei com cara de pergunta, ela fez uma cara de brava mas falou com a voz fraquejando mostrando vulnerabilidade - Voce me viu traindo meu marido com meu sobrinho, e você frequenta minha casa, namora com minha filha, e sei que não sou fácil. - eu olhei para ela com cara de indiferença e coloquei a minha mão sobre a dela.
- Difícil? Voce é uma Puta, literalmente - ela me olhou e foi falar - Cala a boca - e encarei ela, ela ficou paralisada com a mão na minha perna sem se mover - Voce sempre tentou sabotar minha relação com sua filha e chegou a pedir para uma funcionária sua dar em cima de mim, para me testar - ela continuou parada - e ai eu descubro que a arrogante mãe da minha namorada é uma Puta - ela arregalou o olho mas vi um leve sorriso dentro de sua tensão, parecia gostar de ser chamada assim, eu puxei a mão dela de leve para cima do meu pau, e ela não fez a menor menção de resistência, - Uma Puta, que gosta de outros paus, to errado? - Ela começou a mover a mão sobre meu pau ainda na bermuda - Coloca ele para fora e chupa. - Ela não falou nada, apenas abriu minha bermuda e quando meu pau saltou para fora ela deu um sorriso e abaixou ainda sentada no banco do passageiro ela deu uma sugada na cabeça e foi lambendo e chupando até enfiar ele todo na boca e depois voltou devagar fazendo pressão com os labios e com os dentes que arranharam a cabeça dando uma arrepiada, ela me olhou com a mesma cara arrogante me vendo com tesão. E enrolando o cabelo e jogando para tras sem tirar os olhos do meu falou:
- Assim - o assim terminou com a uma mamada só na cabeça, puxando a pele para baixo e mantendo a chupada só na cabeça, a mamada era molhada e estalada igual nos filmes, e então ela desceu até o talo fazendo um som molhado - ela tirou o pau da boca, ficando de joelhos no banco do passageiro e deitando a cabeça no meu colo enquanto puxava minha bermuda até as coxas começou a beijar e chupar minha bolas - agora temos dois segredos, o que voce viu, e o que estamos fazendo - terminou de novo a frase lambendo desde a base até chegar na cabeça só encaixando a boca e desceu até eu sentir ele na garganta dela, e começou um vai e vem movendo o corpo todo a bunda rebolava para lá e para cá a calça jeans larga na cintura, ela tinha a altura e o corpo muito parecido com minha namorada, eu dei um tapa na sua bunda.
- Sua Puta - ela gemeu me chupando e acelerou as chupadas com o tapa e o xingo que era um elogio. Ela continuou subindo e descendo a mão, e eu dei outro tapa e alisei sua bunda, ela pós uma mão para trás e abriu a calça e o zíper como que pedindo para que eu avançasse. Eu passei minha mão pela cintura da calça com ela ainda de costas e escorreguei um dedo passando pelo seu cu até sua buceta, ja por dentro da calcinha desde o inicio, ela só gemeu e estava encharcada, comecei a enfiar o dedo com força no vai a vai e vem no mesmo ritmo que a cabeça dela subia e descia e quando ela parava para esfregar a cabeça do meu pau nos lábios e na língua eu descia até até o clitoris tirando gemidos safados dela, ela mesma colocou as mãos para trás e abaixou a calças, - Voce é muito Puta - ela balançou a cabeça num sim sem parar de chupar e mordiscara a cabeça do meu pau, diferente das calcinhas da minha namorada a dela era menor, mais cavada, eu continuei brincando com ela assim e depois tirei sua calcinha, continuei enfiando o dedo, o carro estava cheirando a buceta úmida, e ela voltou a chupar com força, ela parou de chupar e sorriu com uma cara de safada, e se encaixou entre eu e o volante, o que deu uma leve buzinada quebrando o silencio da rua, ela riu, depois encaixou o pau na buceta e desceu de uma vez soltando um gemido que parecia um urro.
- Fode sua Puta - eu peguei ela na cintura e comecei a meter nela - Minha filha deve se divertir com essa rola gostosa que você tem, que bom que ela encontrou um cara safado que deixa ela com bafo de rola - ela rebolava e pulava - que bom que você viu que sou um Puta e vai me comer também - ela não parava de quicar enquanto falava frases inacabadas e gemia como louca o carro balançava e as vezes uma leve buzina fazia som, eu puxei ela para perto de mim, para a buzina parar ela não parava de quicar, começou a tremer e falar entre cortado com espasmos e gemidos mais altos, eu acelerei e sorri olhando para ela.
- Vai ouvir a mesma frase duas vezes hoje - ela riu e desceu do meu pau, batendo a bunda na buzina de novo e rindo se ajoelhou no banco do passageiro caiu de boca, - Quero gozar na sua cara de Puta - ela fez que sim com a cabeça sem parar de chupar com força e quando comecei a gozar ela tirou meu pau da boca e deixou melar seu rosto. Ela ficou com o rosto enfiado nas minhas pernas. E depois de uns segundos longos ela levantou e me olhou.
- Bom - ofegantes encostado no banco eu olhei para ela e ela pegou um pouco de porra da cara e colocou na boca me olhando - agora temos um segredo maior do que o que você viu - ela começou a colocar a calça e a calcinha - e acho melhor nós dois não falarmos nada - terminou de colocar a calça e sorriu mais safada ainda - e se mantivermos esse segredo direitinho podemos nos divertir as vezes - riu enquanto baixava o quebra sol e limpava o rosto colocando a porra na boca e sorrindo se olhando no espelho - Vamos pode descer, você esta a dois quarteirões de casa. - Eu abri a porta rindo e balançando a cabeça colocando minha bermuda da forma correta, sai andando para casa enquanto via ela com a luz ligada se arrumando e depois, apagou a luz interna do carro, deu uma buzinadinha e virou o carro e foi.
