A Vida - Cap VII - Na minha cidade (A filha puxou a Mãe)

Sábado acordei na ressaca da bebedeira e duro, lembrando da noite anterior. Mesmo com todo o tesão resolve que iria aproveitar meus pais, no outro dia de manhã voltaria para capital e provavelmente só voltaria para as festas de fim de ano, minha mãe tinha acabado de servir o almoço quando minha namorada chegou, foi convidada para comer e almoçou conosco, fomos na cidade na rua de comercio, tudo fechava cedo, tomamos sorvete e voltamos para casa, o meu pai na poltrona logo ele se levantou e foi para o quarto e dormiu e minha mãe ficou falando que agora era assim toda vez dormia, minha mãe quando ele dormiu foi para a cozinha e eu e minha namorada ficamos na sala sentados no sofá, meu pai roncava e nós riamos de minha mãe reclamando, aproveitando que estávamos só lhe dei um beijo e coloquei a mão na sua coxa, ela abriu as pernas e sorriu no beijo, eu fui com a boca em seu ouvido.

- Ta lembrando de ontem - ela encostou a cabeça no meu ombro e riu balançando a cabeça que sim, sentindo a aprovação dela eu emendei - sua Puta - ela beijou meu pescoço como resposta e alisou meu braço com a ponta dos dedos antes de apertar, minha estava bem próxima a sua buceta, ela estava short e eu passei o dedo pela lateral e alisei o elástico da sua calcinha. Ela levantava a cabeça para olhar para a porta da cozinha, mas meu dedo estava entrando no limite e estava difícil fazer qualquer coisa alem de brincar com o elástico e as vezes esbarrar na sua buceta que estava úmida ponto de sentir pela calcinha, eu coloquei a mão na frente do short que ela usava ela segurou minha mão, eu entendi o perigo, e a negativa, minha mãe perguntou o que queríamos para o café, ela ia assar um bolo, e queria saber se queríamos mais alguma coisa, dissemos que nada, só o bolo estava bom, brinquei mais um pouco com o dedo, e sabia que o bolo ia demorar um 20 min, coloquei sua mão pela lateral da minha bermuda que era larga e a boca no seu ouvido - Me punheta, e quando eu avisar que estou quase, quero que me chupe - ela arregalou o olho, mas a mão ja estava me alisando e pegando. - Se voce não quiser, pode parar. - ela segurou mais firme e mesmo vermelha deitou a cabeça no meu ombro e continuou meu dedo foi para o mesmo lugar de antes e ela abriu um pouco mais as pernas, mesmo assim meu dedo só alisava superficialmente, ja a mão dela me punhetava bem gostoso, eu comecei a sussurrar no seu ouvido - Como voce esta safada, perdendo a vergonha, me punhetando na casa dos meus pais, esta virando uma Puta - ela acelerava a punheta e me apertava mais forte, e seu quadril rebolava e rebolava mais ainda quando eu chamava ela safada ou puta, era para ela um incentivo igual a mãe, ela sussurrava com a boca no meu ombro “ sua safada “ e “ sua puta “ eu continuava falando - voce gostou de ver aqueles homens te desejando enquanto voce rebolava na minha mão sua puta, e gostou de dar na rua, como uma puta de rua - ela fazia sim com a cabeça e rebolava cada vez mais, sorria, apertava os labios, mordia meu ombro - E agora quer que eu goze nessa sua boquinha de puta? Quer? - ela balançava a cabeça num sim, olhava para a porta da cozinha e fazia sim com a cabeça - então fala o que você quer? - ela começou a respirar ofegante - Vamos fala - ela continuou a punheta mas percebei que eu estava quase - Agora fala, ou vai ser na bermuda. - ela mordeu de leve meu pescoço e deu uma chupada, e então me olhou mordendo os labios e sorriu um sorriso safado encostou a testa na minha.

- Quero na boquinha - me olhou e não esperou eu falar de novo - goza na minha boca na minha cara, me faz de sua Puta. - eu abaixei a bermuda encaixando ela em baixo do saco e puxei o rosto dela para baixo, ela deu uma olhada para a porta enquanto descia abrindo a boca e colocando ele todo dentro, me deu umas 3 ou quatro chupadas antes de levantar só os olhos me olhando, pedindo para ir logo, para não ser pega assim, eu bombei a boca dela no meu pau, umas vezes e eu mesmo me punhetei bem próximo a seu rosto o primeiro jato foi no meio do rosto dela, e ela de olhos arregalados enfiou a boca no meu pau, e começou a mamar sugando e engolindo cada gozada, eu olhava para ela com ar divertido, ela me deu um tapa, quando veio o barulho da cozinha e eu correu para o corredor do banheiro ao mesmo tempo que eu guardava meu pau na bermuda e ele dava ainda mais um espasmo de tesão, minha mãe entrou na sala e me olhou perguntando dela, eu sorri, mas vi que minha mãe olhou para meu pescoço e viu a marca.

- Ficou querendo ver o programa que estava passando e segurando o xixi saiu desesperada para ir no banheiro. - minha mãe balançou a cabeça e falou, igual seu pai, qualquer dia ele vai se mijar também, não sei o que tem nesse negócio que hipnotiza as pessoas, consegui ouvir ela rir do banheiro, enquanto minha mãe ainda reclamava do meu pai.

Depois do café fui levar ela em casa, fiquei por lá até umas 8 da noite, ela entrou depois de se despedir, e depois que ela entrou comecei sai e fui sentido a casa dos meus pais, quando virei a segunda esquina ouço uma buzina, e estava lá o Monza dourado, o vidro aberto e a mãe dela sorrindo sozinha no banco do motorista.

- Vem, vou te levar em casa, não quero que o namorado da minha filha possa sofrer algo no caminho - sorriu maliciosamente - vou cuidar de você - mordeu o lábio enquanto eu entrava no carro e falava me olhando nos olhos. Sentei no banco do passageiro e pensei, ou hoje essa mulher nunca mais fala comigo e vai me odiar e vou viver minha vida numa boa, ou ela vai ser para mim o que ela é para o sobrinho, uma Puta, tirei meu pau para fora, ela arregalou o olho e sorriu. - Você está abusado, né - eu sorri malicioso e olhei ela no olhos, ela ficou olhando para meu pau que estava endurecendo

- Só chupa, foi por isso que você veio atras de mim não foi? - eu sorri para ela que me olhou com cara de safada, e foi ligar o carro olhando que ainda estavamos no bairro que ela morava e a dois quarteirões da casa dela, eu segurei sua mão, e balancei a cabeça num não rindo - Se quiser é aqui e agora - Alisei meu pau, ela me encarou e depois enrolando o cabelo numa especie de rabo de cavalo colocando ele para trás da cabeça e sorriu e veio abaixando.

- É assim que fala com minha filha, porque agora toda vez que vejo minha filha ela ta com bafo de porra - abriu a boca e começou a me chupar, colocando ele todo na boca de uma vez e voltando arranhando ele com dente, quando chegou na cabeça deu uma mordidinha e lambeu e começou a chupar com vontade, mas só a cabeça sem descer quando descia era por fora do pau, passando os labios até a as bolas chupava as bolas e voltava para a cabeça, sem desencostar a cabeça, enrolei minha mão no rabo que ela tinha feito com o cabelo e comecei a fuder sua boca. Ela não esperava e engasgou na primeira, mas rapidamente empurrou meu pau para a posição com a lingua e deixou eu fuder sua boca, fazendo aquele som de pau batendo na garganta.

- Sua filha é com carinho, ja você - acelerei e soltei quando ela começou a babar na minha perna - é uma Puta, tem que ser tratada como - ela riu, e começou a lamber a baba no meu pau e depois foi saindo banco que estava e com destravou meu banco jogando ele para tras e depois para baixo subindo em cima de mim com uma perna e cada lado a saia ja estava a cima das coxas e calcinha para o lado, ela se encaixou no meu pau e foi descendo me olhando nos olhos.

- Tenho certeza que ela puxou a mim - colocou a boca no meu ouvido - e se voce não estiver tratando ela assim - começou a rebolar - como uma Puta - colocou as mão no meu peito enquanto subia e deixa o corpo cair com força - Alguem está - e começou a rebolar e gemer jogando o corpo contra o meu, eu sorri e ela sorriu de volta com uma cara de safada igual a da filha quando quer provocar e quer algo - Ela é sua Puta, eu sei disso - ela começou a quicar com força e gemer jogando o corpo contra o meu com força. Ela me olhava com uma cara de queria me matar, me comer e estava adorando aquilo, ficou quicando e jogando o corpo com força contra mim e quando sentiu meu pau pulsando dentro dela, e que eu iria gozar mordeu meu pescoço e o chupou bem onde a filha tinha feito antes, colocou a boca no meu ouvido - e eu também sou, sua puta, seu atrevido. - ela terminou de falar comigo gozando dentro dela, ela sorriu sentindo meu gozo deitando o corpo sobre o meu e tremendo de leve, num orgasmo quase que junto ao meu.

Ela ficou parada deitada sobre mim, um tempo ofegante e depois se levantou minha porra pingou em mim e ela sorriu olhando para baixo, colocou a calcinha para o lado que mudou de tom de cor automaticamente, abriu a porta e desceu, abaixou a saia ajeitando enquanto voltava para o banco do motorista dando a volta no carro se ajeitando, sorrindo como uma doida. Abriu a porta do motorista se sentou ligou o carro e foi ofegantes eu arrumei meu banco e chegamos na casa dos meus pais ela me olhou nos olhos com a mesma cara de safada de sempre e passou a mão na minha bermuda sobre meu pau.

- Avisa antes quando for voltar, acho que vou sentir saudade - apertou meu pau e se abaixou em direção a ele, mas só empurrou a porta abrindo - estou atrasada se não ia ficar com o bafo igual minha filha. - eu desci fui para casa dos meus pais atordoado.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Vida - Cap VII - Na minha cidade (A filha puxou a Mãe)

Codigo do conto:
269019

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
03/08/2026

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