- Não estou correndo nenhum risco de vida com você me dando um oi? - ela deu uma gargalhada divertida e me olhou no fim da risada com um sorriso no mínimo safado.
- Acho que eu já te pedi desculpa - eu ri de volta balançando a cabeça num sim, e ela começou a pegar as coisas dela na bolsa, eu ja estava com minhas coisas na mesa, e dando risada falei.
- Bom, não sei se aquelas desculpas valeram - ela me olhou mordendo o lábio e fingindo seriedade - ué, eu que tomei um soco, ou que deco saber né. - elas fez um hum hum balançando a cabeça no sim, mas fazendo cara de deboche. Eu passei a mão no lábio por reflexo, porque durante toda a semana o pequeno corte que fez me incomodou, ela fez uma cara de dor porque o corte deve ter aparecido quando quando mexi.
- Ainda estou? - ela fez menção de colocar a mão, mas voltou a mão no meio do caminho, eu sorri da ação dela e falei.
- Talvez precise de mais beijo para sarar - ela sorriu virando o rosto pra eu não ver, e ficou um tempo em silencio, a aula começou eu saia antes, porque fazia só aquela aula naquele horário, quando acabou ela colocou um bilhete na minha mesa, e saiu da sala, na porta o pessoal da Atletica ja estava esperando ela sair. Um dos caras me olhou com um pouco de atenção mas saiu junto com os demais quando ela abraçou o cara.
Esperei sairem e abro o bilhete. “Vamos falar no final das aulas de hoje, te espero no anfiteatro. “ eu nem tinha aulas, então fiquei por lá, esperando, acabaram as aulas e unas 20 minutos depois do fim ela apareceu, eu já estava saindo estava e quase abrimos a porta juntos quando ela entrou. Acho que a cena, criou um clima estranho, porque ficamos parados um olhando para o outro e só nos tamos quando a porta fez o som de fechar atras de nós. Rimos parados nos olhando e quando ela foi falar, só puxei ela e beijei, ela não se afastou nem fez menção de qualquer movimento diferente de retribuir, o som dos cadernos e livros da mão dela caindo no chão ecoaram com a acústica do anfiteatro, mas isso não fez os beijos pararem, uma de mãos segurava a cabeça dela pela nuca, não permitindo que ela se movesse e a outra deslizava pelas costas dela apertando as laterais da sua cintura e sua bunda, como ela era magrela, facilitava todo esse movimento, ela por sua vez, mantinha uma das mão dentro do meu cabelo, e afofava como uma gata. A outra mão dela apertava minha cintura como se quisesse ir logo para meu pau, eu coloquei a boca no seu ouvido rindo enquanto minha mão erguia sua saia e apertava sua bunda na pele.
- Pode pegar, foi para isso que você veio. - ela riu baixinho ja alisando a mão para entre nosso corpo s pegando por cima da calça jeans primeiro. Minha mão nesse momento ja afastava sua calcinha e alisava entre suas nadegas e encaixava na sua buceta e saia, fazia aquele som melado de que ela estava realmente gostando de tudo aquilo, ficamos com ela esfregando meu pau por cima da calça e eu com a mão por baixo de sua saia entrando e saindo de sua buceta enquanto nos beijávamos. Encostei ela na lateral da escada que subia para o palco de quatro levantei sua saia e comecei a fumar sua buceta, quando abaixei sua calcinha ela abriu as pernas facilitando o caminho e eu comecei lamber de dedilhar entre seu clitoris e sua buceta o cheiro era incrível, ela estava toda abertinha, ela colocava a mão para trás e me puxava como se me quisesse dentro dela, lambi sem querer entre sua buceta e seu cu e ela apertou meu cabelo e deu um gemido diferente, quando acelerei a chupada repeti algumas vezes até passando a língua no seu cu, e sem aviso ela começou a treme e puxou o corpo para frente travando as pernas e gemendo apoiada com a cabeça encostada na escada, ficou respeitando assim, eu levantei tirando minhas calças, coloquei uma camisinha e comecei a meter, ela gemia e jogava a bunda para trás, fiquei metendo nela com força, puxei ela pelos cabelos para um beijo e ela me beijou com gosto sendo prensada na escada, ela continuava rebolando e eu entrando nela com gosto. Depois que saímos do beijo ela falou:
- Aquele dia, você foi o primeiro cara a me chupar - ela jogava a bunda para trás com gosto - e foi a primeira vez que eu acho que gozei de verdade - ela continuou rebolando e se jogando contra meu pau - e hoje você fez de novo - eu passei o dedo pela frente do corpo dela e comecei a estimular seu clitoris enquanto metia e ela falava entrecortado segurando minha mão.
- Não acredito que aquele cara que ta sempre com você nunca te chupou - eu continuava movendo o dedo e metendo - você é tão cheirosa, tão gostosa que eu hoje lambi até mais baixo - ela riu e sussurrou um gostei ficando vermelha, eu coloquei o dedo na boca dela e ela chupou meu dedo brincando com a língua e babando..ela começou a gozar de novo e gemendo apertou meus dedos dentro da boca e meu pau na buceta e puxou minha mão do seu clitoris antes de se apoiar mais de quatro ainda na escada, e dando um espasmo mais longo me prendendo não deixando eu me mover direito. Eu sai de dentro dela e arranquei a camisinha, encostei com bunda na escada e puxei ela pelos cabelos - Vem aqui me chupa, retribui o que você gostou tanto. - ela só foi, e encheu a boca e da mesma forma que brincava com a língua com meus dedos começou a me chupar, eu puxava e voltava a boca dela pelos cabelos e como ela ainda estava de quatro parecia uma boneca, ela agachou para conseguir apoiar na minha coxas e me chupou olhando nos meus olhos e então eu gozei, sem aviso ela continuou chupando me olhando com um sorriso no canto do olho, ela tirou o rosto e me punhetou me fazendo gozar no chão enquanto cuspia, no chão me olhando, com um sorriso. - Cuspiu? - ela riu:
- Nunca tinha deixado ninguém gozar na minha boca, não esperava, prometo que na próxima eu tento engolir - falava enquanto coloca a calcinha e ajeitava a saia, eu pegava as coisas dela que caíram no chão, ela limpou a boca com um papel que tinha e eu a puxei para beijar ela ficou meio assim. Mas me beijou e quando começou o beijo não saio do beijo.
- Estava com vergonha de me beijar - ela ficou quieta e um pouco vermelha, antes dela falar dei um novo beijo nela entregando as coisas dela.
- É que sempre que - parou um pouco e falou - faço com a boca com ele, ele não chega mais perto de mim - eu dei um riso e um novo beijo antes de dar as coisas falando.
- Melhor não sairmos juntos. - olhei para trás com a porta ainda aberta. - É por isso que você gostou do que fiz, e como faço e falou que quer tentar coisas na próxima. - pisquei para ela e fechei a porta.