A Vida - Cap V - Na minha cidade (Suporte Técnico na loja da mãe da minha namorada)

A minha namorada trabalhou o dia todo e estava muito cansada, disse que a mãe dela estava passando muitas coisas para ela e então acabamos só jantando nos meus pais e nos agarramos na rua, mas nada demais, porque ela realmente estava cansada apesar de querer ela não conseguiu evoluir, e ainda mais na rua com medo de ser pega travou, no outro dia toca o telefone da casa dos meus pais no meio do dia logo após o almoço, era a mãe da minha namorada, perguntando se eu sabia mesmo mexer com computador, pois precisava de uma manutenção no da loja, que me pagaria, falou para eu ir depois do horário para não atrapalhar o expediente. Cheguei eram umas 17:30, a loja estava movimentada fim de dia, pessoas voltando do trabalho e comprando coisas. Procurei a mãe e minha namorada, não achei, então fui falar com o pai dela disse que ela tinha fazer uma entrega numa cidade vizinha junto com o primo e mais dois funcionários, e por isso a loja estava bagunçada, porque tinha poucos atendentes com essa entrega grande que foram fazer. O Pai dela me levou até o mezanino da loja explicou o que precisava, eu organizei a maquina deles arquivos, pastas, e configurei o finado Lotus 1,2,3 planilhas para eles fazerem os controles de contas, ele me deixou sozinho e vi as luzes sendo apagadas do escritório e depois do estoque, continue trabalhando, na verdade tinha terminado estava só vendo o que tinha e não tinha, ai ouvi a porta.

- Olha ele ai - eu virei e sorri para o Pai da minha namorada, e expliquei tudo que eu fiz, ele estava acompanhando da Mãe e do Primo da minha namorada, os dois só balançavam a cabeça e entendi que não estavam preocupados com o que fiz. O primo da minha namorada se sentou no sofá que existia no escritório e a mãe da minha namorada se encostou com a bunda na mesa do lado de onde eu estava e ficou olhando para mim e para a tela sem falar nada, o Pai pos a mão no ombro e sorria com as contas sendo feitas sozinhas - Muito bom isso, acho que terá que vir aqui amanhã me explicar o que fez, porque parece fácil, mas sei que deve ter truques.

- Bom é fácil agora, só não pode colocar coisas no lugar errado que ai tudo fica errado, mas explico com mais calma amanhã, está tudo organizado - ela balançou a cabeça e sorriu olhou para o Marido.

- Querido, amanha temos entregas durante o dia, então vou aproveitar que ele esta aqui e ele me explica e nem combinamos o pagamento dele - ela me olhou com cara de safada, enquanto o Pai da minha namorada olhava maravilhado para as contas na planilha - Pode ir buscar nossa filha, tadinha está esperando, e nem precisa passar aqui, depois eu vou com ele para casa e jantamos todos, nossa filha deve estar com saudade do namorado. - Ele deu um beijo nela e me agradeceu dizendo:

- Amanhã abrimos as 7 a hora que quiser vir, quero muito aprender e não fazer errado, isso vai facilitar muito nossa vida, e coloca o dia de amanhã no preço, pois pagamentos é com ela, e nada dizer que é de graça você precisa ganhar dinheiro para sustentar minha filha no futuro. - pegou as coisas e saiu, ela continuava na mesma posição e me olhou de novo com a cara de safada de antes. O Sobrinho ficou olhando pelo vidro do mezanino e quando a porta la em baixo fez barulho de fechar ele se sentou de novo, só que dessa vez mais largado no sofá. Ela sorriu para ele e olhou para mim.

- Você ouviu meu marido, como você quer receber? - e deu uma risada bem safada, o sobrinho riu junto, e continuou sentado eu desliguei o computador e olhei para ela quando fui falar ela interrompeu, colocando uma perna de cada lado da minha na mesa, e sorrindo falou - Antes de qualquer lição de moral, não tem nenhum santo aqui, pelo contrário, tem dois safados - ela abaixou o corpo se sentando colo de frente para mim - e uma Puta - começou a rebolar fazendo meu pau endurecer encostando em sua buceta e bunda ambos estávamos de calça jeans - e acho que posso fazer parte do pagamento de um jeito que sei que você gosta. - estava desconfortável com o sobrinho dela ali, mas ele ria, se divertindo com a cena, e ela ainda com a boca continuou - não se preocupe com ele, ele adora me ver com outros homens, me incentiva - ele deu uma risada mais alta - e sabe o que fizemos no carro - ela continuou rebolando e tirou a blusa ainda sentada na mesma posição no meu colo - e ele não vai contar para sua namorada e nem para meu marido, afinal, todos aqui tem problema nessas relações - ele resmungou um sim se levantando, eu coloquei as mãos na bunda dela e ela mordeu o lábio soltando um gemido, abaixou as mãos e abriu minha calça, olhei e ele tinha sentado de novo agora sem calça e se masturbando com a cena, ela continuou rebolando só agora alisando meu pau por dentro da calça, eu abri a calça dela enquanto empurrava seu sutiã para cima depois de tentar tirar sem sucesso e beijava seus peitos, ela ria e rebolava se levantou para que eu conseguisse abaixar sua calça e calcinha ao mesmo tempo - Hummm, adoro essa pressa dos jovens - e voltou a posição que estava, sentando no meu colo com uma perna de cada lado apoiadas no chão, só que encaixou a raxa da buceta no meu pau pela lateral, e ficou esfregando a buceta nele, parecia que a buceta dela beijava o meu pau, pela umidade e pela posição, os lábios abraçavam meu pau e a cabeça de fora. Ela sorriu vendo meu tesão pelo que ela estava fazendo e colocou a boca no meu ouvido de novo e quando ela ia para meu ouvido ela olhava para o sobrinho que se masturbava no sofá - Ta gostando, posso te ensinar uns truques para você satisfazer as meninas da cidade e minha filha - ela levantou um pouco o corpo e sentou no meu pau até encaixar no meu colo, sorriu feliz quando soltei um gemido chamando ela de Puta - Sou e adoro - ela falou antes de começar a subir e descer no meu pau com vontade, a cadeira fazia barulho as batidas dos corpos faziam barulho e ela fazia muito barulho, entre gemidos e gritinhos, ela cada vez soltava o corpo com mais força contra meu colo fazendo a cadeira balançar e eu gemer junto com os gritinhos dela, então ela parou de subir e descer e ficou só rebolando e olhando para a sobrinho no sofá - Ta gostando de ver né, seu safado, sua putinha sendo arregaçada por um pau maior que o seu - o sobrinho ria e continuava se punhetando - ele ja está quase gozando você vai me comer depois também, vai - ele chamava ela de puta e dizia que sim, mas acelerava a punheta, ela começou a tremer e gemer soltando palavrões xingando ele e em seguida ela voltou a subir e deixar o corpo cair, fez isso umas quatro ou cinco vezes abraçando minha cabeça e com a boca colada na minha cabeça soltando gemidos que pareciam mais miados e então eu gozei, ela riu e deu mais umas 5 ou 6 sentadas - Que gostoso, enchendo a puta de porra, seu safado. - ela levantou toda melada e rindo com as pernas moles e foi até o sofá. O sobrinho pegou ela pelos cabelos xingando ela e colocou ela para chupar ele, e não demorou nada ele gozou na boca dela.

Eu fiquei ali assistindo a cena com meu pau babando no chão na frente da cadeira, eles se beijavam quando me levantei e fui no banheiro, me limpei e me arrumei, quando voltei do banheiro ela estava sozinha e vestida, sorriu como se nada tivesse acontecido e falou:

- Vai me explicando qualquer coisa inteligente do que você fez, para não parecer que ficamos trepando enquanto eles nos esperavam. - me deu a chave do carro para eu levar o carro. Eu balancei a cabeça imaginando o quando ela era doida, puta e sem noção, e pensando que tinha cruzado algumas linhas sem volta.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Vida - Cap V - Na minha cidade (Suporte Técnico na loja da mãe da minha namorada)

Codigo do conto:
268611

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
29/07/2026

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