- Olha ele ai - eu virei e sorri para o Pai da minha namorada, e expliquei tudo que eu fiz, ele estava acompanhando da Mãe e do Primo da minha namorada, os dois só balançavam a cabeça e entendi que não estavam preocupados com o que fiz. O primo da minha namorada se sentou no sofá que existia no escritório e a mãe da minha namorada se encostou com a bunda na mesa do lado de onde eu estava e ficou olhando para mim e para a tela sem falar nada, o Pai pos a mão no ombro e sorria com as contas sendo feitas sozinhas - Muito bom isso, acho que terá que vir aqui amanhã me explicar o que fez, porque parece fácil, mas sei que deve ter truques.
- Bom é fácil agora, só não pode colocar coisas no lugar errado que ai tudo fica errado, mas explico com mais calma amanhã, está tudo organizado - ela balançou a cabeça e sorriu olhou para o Marido.
- Querido, amanha temos entregas durante o dia, então vou aproveitar que ele esta aqui e ele me explica e nem combinamos o pagamento dele - ela me olhou com cara de safada, enquanto o Pai da minha namorada olhava maravilhado para as contas na planilha - Pode ir buscar nossa filha, tadinha está esperando, e nem precisa passar aqui, depois eu vou com ele para casa e jantamos todos, nossa filha deve estar com saudade do namorado. - Ele deu um beijo nela e me agradeceu dizendo:
- Amanhã abrimos as 7 a hora que quiser vir, quero muito aprender e não fazer errado, isso vai facilitar muito nossa vida, e coloca o dia de amanhã no preço, pois pagamentos é com ela, e nada dizer que é de graça você precisa ganhar dinheiro para sustentar minha filha no futuro. - pegou as coisas e saiu, ela continuava na mesma posição e me olhou de novo com a cara de safada de antes. O Sobrinho ficou olhando pelo vidro do mezanino e quando a porta la em baixo fez barulho de fechar ele se sentou de novo, só que dessa vez mais largado no sofá. Ela sorriu para ele e olhou para mim.
- Você ouviu meu marido, como você quer receber? - e deu uma risada bem safada, o sobrinho riu junto, e continuou sentado eu desliguei o computador e olhei para ela quando fui falar ela interrompeu, colocando uma perna de cada lado da minha na mesa, e sorrindo falou - Antes de qualquer lição de moral, não tem nenhum santo aqui, pelo contrário, tem dois safados - ela abaixou o corpo se sentando colo de frente para mim - e uma Puta - começou a rebolar fazendo meu pau endurecer encostando em sua buceta e bunda ambos estávamos de calça jeans - e acho que posso fazer parte do pagamento de um jeito que sei que você gosta. - estava desconfortável com o sobrinho dela ali, mas ele ria, se divertindo com a cena, e ela ainda com a boca continuou - não se preocupe com ele, ele adora me ver com outros homens, me incentiva - ele deu uma risada mais alta - e sabe o que fizemos no carro - ela continuou rebolando e tirou a blusa ainda sentada na mesma posição no meu colo - e ele não vai contar para sua namorada e nem para meu marido, afinal, todos aqui tem problema nessas relações - ele resmungou um sim se levantando, eu coloquei as mãos na bunda dela e ela mordeu o lábio soltando um gemido, abaixou as mãos e abriu minha calça, olhei e ele tinha sentado de novo agora sem calça e se masturbando com a cena, ela continuou rebolando só agora alisando meu pau por dentro da calça, eu abri a calça dela enquanto empurrava seu sutiã para cima depois de tentar tirar sem sucesso e beijava seus peitos, ela ria e rebolava se levantou para que eu conseguisse abaixar sua calça e calcinha ao mesmo tempo - Hummm, adoro essa pressa dos jovens - e voltou a posição que estava, sentando no meu colo com uma perna de cada lado apoiadas no chão, só que encaixou a raxa da buceta no meu pau pela lateral, e ficou esfregando a buceta nele, parecia que a buceta dela beijava o meu pau, pela umidade e pela posição, os lábios abraçavam meu pau e a cabeça de fora. Ela sorriu vendo meu tesão pelo que ela estava fazendo e colocou a boca no meu ouvido de novo e quando ela ia para meu ouvido ela olhava para o sobrinho que se masturbava no sofá - Ta gostando, posso te ensinar uns truques para você satisfazer as meninas da cidade e minha filha - ela levantou um pouco o corpo e sentou no meu pau até encaixar no meu colo, sorriu feliz quando soltei um gemido chamando ela de Puta - Sou e adoro - ela falou antes de começar a subir e descer no meu pau com vontade, a cadeira fazia barulho as batidas dos corpos faziam barulho e ela fazia muito barulho, entre gemidos e gritinhos, ela cada vez soltava o corpo com mais força contra meu colo fazendo a cadeira balançar e eu gemer junto com os gritinhos dela, então ela parou de subir e descer e ficou só rebolando e olhando para a sobrinho no sofá - Ta gostando de ver né, seu safado, sua putinha sendo arregaçada por um pau maior que o seu - o sobrinho ria e continuava se punhetando - ele ja está quase gozando você vai me comer depois também, vai - ele chamava ela de puta e dizia que sim, mas acelerava a punheta, ela começou a tremer e gemer soltando palavrões xingando ele e em seguida ela voltou a subir e deixar o corpo cair, fez isso umas quatro ou cinco vezes abraçando minha cabeça e com a boca colada na minha cabeça soltando gemidos que pareciam mais miados e então eu gozei, ela riu e deu mais umas 5 ou 6 sentadas - Que gostoso, enchendo a puta de porra, seu safado. - ela levantou toda melada e rindo com as pernas moles e foi até o sofá. O sobrinho pegou ela pelos cabelos xingando ela e colocou ela para chupar ele, e não demorou nada ele gozou na boca dela.
Eu fiquei ali assistindo a cena com meu pau babando no chão na frente da cadeira, eles se beijavam quando me levantei e fui no banheiro, me limpei e me arrumei, quando voltei do banheiro ela estava sozinha e vestida, sorriu como se nada tivesse acontecido e falou:
- Vai me explicando qualquer coisa inteligente do que você fez, para não parecer que ficamos trepando enquanto eles nos esperavam. - me deu a chave do carro para eu levar o carro. Eu balancei a cabeça imaginando o quando ela era doida, puta e sem noção, e pensando que tinha cruzado algumas linhas sem volta.