- Porque você rebolou mais voltando do banheiro quando aquele dois homens te olharam? - ela involuntariamente olhou para ele eles na frente antes de virar para mim, mas eu estava segurando numa posição que o rosto dela encostava no meu mas ela não conseguia mexer a cabeça para me olhar, mas começou involuntariamente a mexer o quadril na minha mão - olha só você - fiz ela abrir um pouco as pernas e vi que os caras estavam olhando a cena toda - quando viu que eles estavam olhando andou se exibindo - meu dedo tocou sua buceta sobre a calcinha fazendo ela morder os lábios - e agora sabe que eles olhando e esta movendo a bunda e abrindo as pernas - eu mordi sua orelha, fazendo ela soltar um gemidinho, baixo no meu ouvido e ela retribuiu colocando a boca no meu pescoço e dando outro gemidinho passando os lábios no meu pescoço. - quer que eles vejam? - senti a tensão e o tesão dela quando ela apertou meu braço com a mão - Seja honesta. - eu passeio dedo com força pelo seu clitoris e entre os lábios da sua buceta a umidade era absurda, sendo sentida com facilidade em cima a calcinha - abre um pouco mais as pernas, sua safada - ela obedeceu sem pensar e abriu um pouco mais pernas, sem tirar a cabeça do meu ombro, do angulo que estávamos com certeza eles viam somente eles pela posição da mesa, e talvez algum garçom se passasse próximo a eles, eles moveram as pernas se ajeitando um deles que parecia mais velho ate deu uma pegada no pau ajeitando na calça, meus dedos ganham mais movimento, ela as vezes mordia meu pescoço e soltava um gemidinhos baixos, o som do bar e as pessoas falando tornavam tudo mais maluco, e ela ia aos poucos abrindo um pouco mais as pernas, passei o dedo pelo elástico da calcinha e ela fez um sssffffiizzzzz e encostou a cabeça com mais força no meu ombro, fui com o dedo direto no seu clitoris e ela deu uma tremidinha de arrepio, de tesão meu dedo dançou, descendo até a buceta e entrando de leve e depois só no clitoris empurrando ele para cima e para um lado e para o outro, ela gemia de leve, dizendo para com uma mão apertando meu braço e a outra em volta do meu pescoço pressionando minha nuca com os dedos, quando encostei um segundo dedo apertando seu clitoris ela deu uma tremida e um gritinho leve o som do bar absorveu, só os dois que olhavam continuavam olhando e sorriram quando perceberam ela puxou minha mão e fechou as pernas quando fiz um novo movimento.
- Para amor, por favor - falou sorrindo com a boca no meu pescoço - ta sensível, e eu to muito molhada - continuou com a cabeça no ombro e foi tirando aos poucos e olhou para os dois para ver se eles tinham vistos, ficou vermelha, e encostou a boca no ouvido - eu quase me mijei, pede a conta, preciso de você dentro de mim, amor.
?Pedi a conta e paguei, saímos, os caras pediram a conta também, andamos rápido e rindo pela praça, vimos eles na frende do bar olhando para os lados como procurando, mas estamos rindo e ja atravessando a rua sentido bairro para ir para casa a pé, ela inventando vários planos de como poderíamos entrar na casa dela, sem acordar os pais, principalmente a mãe, se ela visse ia ter um chilique, ela falava, e eu ria, na cabeça a imagem da mãe dela se chamando de Puta, rebolando e o dizendo que estava sendo arregaçada, minha namorada não parava de falar estava doida com tudo aquilo. E dentro de todos os planos dela eu encostei ela num muro no bairro de casas e comecei a beijar ela prensando ela na parede, ela não respondeu negativamente pelo contrário, me agarrou com intensidade, eu prensava ela no moro e ela me beijava como louca, eu comecei a alisar sua bunda e ela sentindo meu pau duro rebolava seu corpo contra o meu, esfregando sua cintura na minha, rua era deserta e no máximo se ouvia um cachorro latindo ao longe, abaixei a calcinha dela por dentro calça e alisei ela colocou a boca no meu ouvido num gemido
- Amor, eu preciso - ela colocou a mão na minha calça e abriu meu zípper. Eu tirei a mão deixando sua calcinha nas coxas e minha calça aberta. E segurei ela prensada no muro.
- O que voce precisa. - ela riu respirando mais ofegante.
- De voce? - me beijou e tentou mover as mãos mas eu estava segurando.
- De mim? Eu to aqui, diga especificamente o que quer de mim. - eu beijei ela e soltei sua mão. Ela não moveu as mãos ficou vermelha com a boca colada na minha sem beijar. Balançou a cabeça e piscou em câmera lenta antes de sorrir, um sorriso safado que lembrou a cara da Mãe quando era chamada de Puta. Desceu a mão e pegou no meu pau.
- Do seu pau dentro de mim. - eu olhei com um sorriso safado e quando fui falar falar ela guiou meu pau até sua buceta com nós dois em pé de frente e falou - Amor, quero que você foda minha buceta aqui na rua - ficou roxa quando terminou a frase, mas mantinha o sorriso no rosto, eu levantei suas pernas prensando ela no muro e enfiando até o fundo, ela gemeu alto e me abraçou com força. Eu mantive o corpo dela prescionado na parede, e com uma das mão segurei seu queixo e ficamos olho no olho.
- Você esta virando uma Puta - Ela sorriu e me beijou e quando comecei a estocar com força prensando ela na parede ela fez a mesma cara de antes igual a da mãe, sorrindo e gemendo me abraçando e mordendo meu ombro.
- Sua puta - ela repetia varias vezes a cada estocada, eu metia com força, e ela gemia descontrolada, perdeu a noção que estávamos na rua, depois de mais uma estocadas abaixei ela e virei ela apoiada no muro ela arrebitou a bunda, dei um tapa na bunda dela antes de meter e ela olhou para tras sorrindo - Bate na sua Puta - eu enfiei e comecei a meter com força e as vezes sobrava um tapa e ela sempre olhava para tras e ria, a entonação da palavra Puta que ela soltava era idêntica a mãe, e eu metia sem dó, ri lembrando da frase e repeti a frase.
- Quero gozar na sua cara de Puta - ela deu um passo para frente e quando meu pau saiu dela todo babado da sua buceta ela agachou encostada na parede e começou a me chupar, nem deu três chupadas fortes e eu comecei a gozar, ela chupava com força e engolia no mesmo vigor que chupava, e no final ficou mamando até ele amolecer todo na sua boca.
Peguei sua calcinha e coloquei no meu bolso e ela foi sem calcinha até sua casa, fomos andando na rua, chegando na casa dela a luz estava acessa, alguem esperava ela, eu não devolvi a calcinha e depois de um beijo longo e uma enfiada de dedo nela dei um até amanhã. Ela entrou em casa e eu fui a pé para a dos meus pais.