No dia seguinte a igreja estava cheia, cheguei cedo, recebi e cumprimentei, ansioso por ela chegada dela, no altar musica, porta abre e la vem ela, sorrindo e chorando, igual ao mim no altar, chorando e sorrindo o pai dela, me entregou ela, e foi se sentar, no altar minha sogra com meu amigo, meus pais, o casal de anfitriões a melhor amiga dela com meu quase sócio, na primeira fileira de sacanagem provavelmente o casal vermelho estava ela de vestido justo vermelho e ele de gravata vermelha assim como os amarelos. Ri, quando passei o olho durante a cerimonia o menino veio com a filha do casal de anfitriões trazer as alianças dedos discurso uma troca de olhares e a inquilina falou no meu ouvido quando o padre saiu para voltar ao altar.
- Vou te dar até que a morte nos separe - rimos divertidos, inclusive foi a melhor foto do casamento é desse nosso riso, o resto ou estamos chorando ou estamos piscando. O vermelho nos presentiou com uma limusine alugada que levou a inquilina para a igreja e ia nos levar para o salão de festas, sentamos um de cada lado no banco um na frente do outro, o vidro entre o motorista e nós se abre e o próprio vermelho estava dirigindo, olhou para tras antes de ligar a limusine e falou:
- Faço minhas as palavras do padre, Irmão, tu já pode comer a noiva. - O vidro fechou e ele começou a buzinar igual os carros que o seguiam para o salão de festas e rimos enquanto, a inquilina levantou o vestido que deu trabalho para levantar, ela estava sem calcinha a pimenta ali a mostra ela me olhou sorrindo maliciosamente.
- Se esse é o nosso dia, meu marido eu só fiquei pensando em coisas que agente gosta. - passou o dedo por toda a buceta até parar na pimentinha e sorriu para mim - e sei que você gosta da minha pimentinha - eu ri soltando o cinto e abrindo o ziper, ja indo na sua direção, eu fui direto com a boca na pimentinha, lambendo e mordendo sua virilha sobre a pimenta.
- Eu amo minha pimenta, minha esposa - ela gemeu alto e riu me segurando pelos cabelos e então eu comecei a chupar só a buceta, eu enfiei subi a boca para seu clitoris ao mesmo tempo que enfiei os dedos na sua buceta, ela gemia e movia os quadris eu não conseguia ver seu rosto em baixo do vestido só os gemidos e os pedidos de forte e rápido e marido, que se misturavam em frases sem sentido, coloquei as pernas dela no meu ombro e quando o tirei os dedos e desci lingua até seu cu e voltei chegando no clitoris, com um dedo no seu cu, dois na buceta e a lingua em seu clitoris, ela soltou um grito, e tentou fechar as pernas quase me enforcando pelas pernas dela estarem nos meus ombros. Eu nem tentei sair e ouvi o vidro da limusine se abrindo,
- Eita, só para avisar que to fazendo um caminho longo tá, e se precisarem de ajudo coloco alguém para dirigira aqui - a inquilina mandou ele se fuder rindo ainda com estamos e ofegante e o vidro se fechou de novo, eu levantei ja estava com a calça aberta e coloquei o pau para fora, quando ia enfiar a inquilina me empurrou, fazendo eu cari no banco no banco atras de mim, levantou o vestido e se ajoelhou ninha frente, abaixou minha cueca e calça até as coxas e me olhou nos olhos.
- Agora é a vez da sua esposa - ela terminou a frase colocando meu saco inteiro na boca e me punhetando com a meu pau sobre seu rosto, ela alternava minhas bolas com estaladas e me punhetava passando meu pau no seu rosto, depois de colocar as duas bolas ao mesmo tempo na boca ela soltou subindo pelo meu pau até chegar na cabeça, olhou nos meus olhos e me viu hipnotizado pelo inicio daquele boquete, e riu - Esqueci que esposas não fazem isso - riu enfiando a boca até onde conseguiu de uma vez e soltando um gemido abafado por meu pau em sua garganta, voltou com um estalo, me olhou rindo - Mas a sua faz tá, porque o marido também fez bem gosto - não terminou a frase começando a subir e descer a cabeça no meu pau freneticamente, um som úmido, a maquiagem ainda impecável a tirara de grinalda, o cabelo preso num coque que segurava a granal da para tras, e ela estava tão frenética que o lenço que tapava seu rosto na hora que entrou na igreja caiu escondendo o que ela fazia em partes o que me fez ficar mais excitado ainda e ela também, - viu o natureza fez a parte dela e escondeu a esposa . Para que não fosse visto o que ela era aprontando - rimos juntos e ela trocou a boca pela mão, percebei que eu estava quase gozando e se levantou e sentou em mim, sentou com vontade, - promete que nunca vai faltar esses momentos - ela rebolava e pulava sobre mim, e colocou o dedo na minha boca quando fui falar e fez - Xiiii, não precisa responder, só continua para sempre sendo assim, EU TE AMO - ela pulava loucamente eu apoiei minhas mãos em sua cintura, e acelerei o ritmo - ela começou a tremer no momento queque primeiro jato saiu, ela sorriu - Juntos.
- Para sempre meu, amor - ela deixou o corpo cair sobre mim com as pernas tremendo e o corpo mole e uns espaços arrepiados eu dando quelas ultimas movidas no quadril gozando. ficamos ofegantes, e ouvimos a voz do vermelho :
- Vou dar a volta no quarteirão, porque ja chegamos e vocês estão - parou para pensar rindo - não apresentáveis, como noivos. - Ele deu a volta no quarteirão, nos recompusemos, limpamos a mão e até o rosto com lenço umedecido, e descemos com todos gritando, a inquilina riu depois de pular festejando com as madrinhas e veio no meu ouvido rindo nervosa,
- Preciso ir no banheiro antes que alguém perceba o que esta correndo nas minhas coxas - olhei sorrindo para ela e distrai o pessoal para que ela pudesse ir no banheiro, acompanhada pela mulher do vermelho que ria muito provavelmente ja sabendo do que houve na limusine.