A Inquilina LXV

Chegamos de viagem e voltamos a vida normal ja na quarta, eu levei a inquilina par ao trabalho todos os dias, no fim de semana festinha para levar o menino, no fim de semana seguinte a mesma coisa e no final do mês fui visitar cliente na sexta e busquei a inquilina do trabalho e ela entrou emburrada no carro, e falou que o pai do menino chegaria no domingo de manhã no Brasil e que iria com o menino para o Rio, onde vai ficar com a namorada. Eu fiquei fazendo piadas com o fato até ela relaxar, dizendo que eu estava ficando com ciúmes dessa desestabilizada de ver o ex, e ela abraçou meu braço e beijou minha bochecha enquanto eu dirigia dizendo que era por causa do menino e não sobre ele.

No sábado, fizemos coisas o dia todo, e ela queria que o ex, viesse do aeroporto buscar o menino, mas ele poderia perder o voo de conexão mas ela não estava ligando para isso, tive que intervir dizendo que levaríamos ele lá, ela ficou brava comigo me xingou, ficou umas 2 horas sem falar comigo e ainda disse que eu levaria o menino sozinho no aeroporto. A noite antes de dormir ela caiu em si e pediu desculpas, e falou que achava o ex um irresponsável e que estava preocupada por causa do menino, eram 15 dias no Rio. Abracei ela e relaxei ela com palavras e carinho até ela dormir. No domingo pela manhã, peguei minha mochila que no dia anterior arrumei escondido dela e fomos para o aeroporto, conheci o cara e a namorada, a inquilina não largou o menino um minuto, olhei as passagens e era em outro terminar, dei carona par eles para o outro terminar, nós despedimos, e a inquilina estava com carinha triste. Abracei ela e beijei e encoste ela na lateral do carro no estacionamento.

- Eu jurava que você ia dizer, vamos aprontar todas nesses quinze dias, e quando ele voltar ficar com ele uma semana, só fazendo o que ele gosta para ele esquecer do pai. - ela riu com lagrimas nos olhos e me abraçou, encostei a boca no seu ouvido - Mas sério, é importante para eles esse momento, eu amo o menino e é tão duro para mim quanto para voce, mas prefiro ver o quanto é importante para ele ter o pai biológico acessível, porque o pai de verdade sou eu né - ela começou a chorar o dobrar o e me agarrou.

- Obrigada, eu te amo - ela limpou as lagrimas e sorriu - e sim, vamos aprontar todas e quando ele voltar vamos só fazer o que ele gosta e essa viagem com o pai vai ser esquecida. - encostei minha testa na dela e demos um beijo suave. Saímos do aeroporto e parei num Drive tru de fast food ela me olhou - Sério que era isso que voce tinha em mente sobre aprontar. - eu ri pedindo os lanches que gostávamos - achei que pela minha dor eu merecia um carbonara daquele restaurante que gosto. - e riu me beijando o ombro.

- Primeiro que estou com muita fome, não tomamos café direito, segundo que estou abalado, o cara era muito bonitão e jovem - ela fez uma careta e beijou meu braço - e terceiro que para onde eu vou te levar, não daria tempo do cabreara chegar quente. - Saímos do Drive tru e entrei no motel que levei ela no dia que ela foi para Londres. Ela começou a rir e apertar as pernas meio ansiosa. - Achei que valia relembrar um ótimo momento que tivemos. - peguei o mesmo quarto e ela assim que o carro parou subiu em cima de mim, apertando a buzina com a bunda e me beijando. Foi no meu ouvido.

- Não sabia que viríamos, nem minha calcinha é bonita - fez um biquinho antes de um novo beijo longo, descemos e sentamos na mesa, ela olhava com o mesmo ar da primeira vez, quando nunca tinha ido ao um motel. A suite estava igual, coloquei os lanches sobre mesa, sentei e ela sentou no meu colo, olhou para a mochila e entreguei para ela, ela abriu e começou a rir - Não acredito que você fez isso. - eu riu mordendo o lábio com cara de safada.

- Eu sabia que você ia estar meio triste e então trouxe opções, seja quem você quiser ser eu vou ser seu - ela riu olhando o monte de calcinhas e roupas aleatórias que peguei no armário dela, soltou uma gargalhada.

- Ainda tenho coisas que trouxe da viagem para o Miami que não experimentei, e nem te mostrei, amanhã te mostro mais uma. Mas hoje, vou escolher daqui dessa mistura que você fez. - eu puxei ela pela cintura e coloquei ela no meu colo, dando um beijo longo - eu te amo, meu safado. - eu sorri abraçando ela mais forte, ela terminou o lanche dela sentada no meu colo e pegou a mala e foi para o banheiro, eu tirei minha calça e camiseta e sentei na cama com as pernas esticadas e as costas na cabeceira. Ouvia as risadas dela e falando que tudo era aleatório que peguei. Ela voltou com um vestido preto agarrado, batom vermelho um pouco exagerado, saiu, olhando para a mesa e ai me viu de cueca branca sentado na cama com as mãos atras da cabeça, sorriu quando me viu - Hummm, já está todo animadinho, e nem sabia como eu iria vir - eu ri olhando ela nos olhos.

- Eu estou sempre animado para você, mas se quiser posso colocar a roupa de novo, ou ficar pelado de vez - ela riu jogando o cabelo para trás, e fazendo um não e vindo na minha direção, ajoelhou na beira cama e ligou a televisão, estava passando uma propaganda ela mudou até parar num porno onde a mulher era chupava um cara sentado num sofá, ela revezava entre o pau e o saco dele, ela sorriu maliciosa, quando a mulher lambeu muito a baixo do saco dele e ele gemeu.

- Vou te tirar um gemido assim também - deixou nesse canal, só abaixou um pouco o volume, e então começaram gemidos da televisão, eles foram direto para um anal, e os gemidos tomaram conta do quarto, jogou o controle no fundo da cama e veio engatinhando de quatro na cama na minha direção. - Voltando a sua roupa, assim está ótimo - beijou o peito do meu pé - facilita minha vida - riu e com o sorriso na boca e os lábios colados no meu corpo, desde meu pé foi subindo até minhas coxas e beijou as duas - Eu já te falei que amo suas coxas, e que toda vez que saímos para correr era a primeira coisa que eu olhava? E ficava reparando que as mulheres olhavam também. - eu ri fazendo um carinho em sua cabeça, ela me deu um tapa - mão atras da cabeça, hoje - ela riu antes de continuar mas tentou ser séria - você me trouxe aqui para ser sua Puta, então você só pede, e eu vou fazer tudo que sua mulher não faz - riu de novo me olhando eu sorri sarcástico.

- Nossa, então vamos poder ver o jogo e voce vai me trazer cervejas e dizer que tenho razão - ela soltou uma gargalhada e deu um tapa na minha perna parando os beijos e até soltou o elástico da minha cueca que estava em sua mão pronto para ser puxado.

- Vai se foder, mas se for isso que você quer, tiramos desse filme e colocamos no seu maldito jogo. - ela subiu o corpo colocando uma coxa de lado da minha perna e encostou a buceta molhada e sem calcinha e ficou esfregndo na minha coxa até chegar no meu ouvido - Mas se eu fosse você, antes dessas coisas que você disse que quer fazer, mas eu não vou te dar razão, eu apagava o fogo dessa Puta aqui, porque você me trouxe aqui e me deixou morrendo de vontade, - Os lábios da sua buceta pareciam beliscar minha perna da forma que ela pressionava e deixavam um rastro de molhado e um cheiro doce começou a inundar o quarto.

- Você me convenceu, não quero ter razão, quero ter você - puxei ela e demos um longo beijo, ela continuou esfregando, quanto terminou o beijo ela me olhou dando a respiradinha eu sorri. - Sei que não deveria beijar uma Puta. - ela riu - mas você me parece diferente das outras - ela me abraçou rindo e me beijou de novo no final do beijo falou rindo enquanto voltava para posição que estava entre minhas coxas. - Espero que beijos só aconteçam com minha permissão o resto é só pedir que eu atendo, deu uma piscada para mim e puxou minha cueca, fazendo meu pau balançar no ar de tão duro que estava ela enfiou o rosto por debaixo do meu saco empurrando ele com o nariz e começou a chupar meu saco e a região em baixo dele, a cueca estava nas coxas e ela terminou de tirar a cueca com umas das mãos e subiu a boca lambendo ele todo até ficar chupando a cabeça, as mãos dela espalmadas na minha coxa, e ela lambendo lateralmente toda hora descendo par ao saco e pressionando as mas, como que querendo abrir um pouco minhas pernas, eu sorri malicioso olhando em seus olhos, ela devolveu o mesmo olhar malicioso - O que foi - falou e ficou vermelha, eu balancei a cabeça e abri um pouquinho as pernas flexionando um pouco os joelhos e ela não esperou nada, e começou a lamber mais o meu saco e uma distancia maior entre ele e meu cu, dava para sentir o úmido e eu fiz um fhussss, não foi um gemido, mais um arrepio mas o suficiente para ela sorrir, com cara de vitoriosa, e voltar a se dedicar a meu saco e meu pau, lambendo e chupando ele com intensidade, ela voltou ao saco e eu fiz um carinho em seu rosto puxei ela para cima. O vestido era um tomara que caia e fiz cair seus peitos para fora que sem sutiã balançaram lindos antes de eu ja começar a beijar e chupar eles. Ela gemia, esfregando sua buceta no meu pau fazendo seu clitoris ser precionado,com sua buceta sendo divindade pelo corpo do meu pau, ela se esfregava e gemia apertando minha cabeça com ela e puxando meus cabelos e então ela começou a gozar e me apertar, enquanto trermia e tinha seus peitos amassados um contra o outro e eu chupava seus mamilos. juntos, colandos um no outro pela forma que eu amassava seus peitos. Eu ri quando ela parou de gozar.

- Você é uma péssima Puta, ao invés de me fazer perder o controle voce que esta perdendo - ela sorriu deitando cabeça no meu ombro, e pegando meu pau e encaixando em sua buceta.

- Estou com muito tesão hoje, não sei se são esses gemidos da Televisão, você ter criado todo esse clima, estar a sos e não ter hora para acabar nem obrigações, - ela sentou fazendo o meu pau ir no fundo e soltou um gemido me abraçando mais forte - Sö me fode, não faz pergunta, meu amor - ela começou a rebolar e subir e descer.

- Meu amor? - dei um tapa na sua bunda - a Puta ja se apaixonou? - eu puxei ela para um beijo, longo e apaixonado, o quadril dela não parava um minuto de remover, as vezes quicava, as vezes esfregava, as vezes subia e descia mais calma, ela ditava o ritmo e não saia do beijo, o corpo as vezes ficava tão colado que sentia os mamilos e molhados pela minha chupada, duros se amassando contra meu peito e então ela jogava o corpo para tras apoiando em minhas coxas e quicando como uma louca e depois diminui o ritmo e voltava a me beijar. Eu estava tentando me segurar mas quando começou a gemer mais alto, se debatendo contra meu corpo eu comecei a gozar e ela ficou parada aproveitando cada gozada dentro dela. E eu me derretendo de amor pelas caras e bocas que ela fazia. Ela deitou em cima

- Nossa nào dormi a noite, não se mova, que vou dormir - riu e fez biquinho quando joguei era o lado e deitei começa. - Quando eu acordar quero um segundo tempo.


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Ficha do conto

Foto Perfil amigointimooculto
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Nome do conto:
A Inquilina LXV

Codigo do conto:
257191

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
18/03/2026

Quant.de Votos:
1

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