A Vida - Cap IX - Festa da faculdade (Colega de quarto)



Eu tinha ido nas outras festas da faculdade, mas não tinha dado o valor que elas merecem afinal eu ERA UM CARA FIEL e a mãe da minha namorada me mostrou um outro lado da vida, então foi a primeira festa que eu ia, após decidir que deveria curtir o máximo, meu colega de quarto ia nessa festa também, e combinamos de nos encontrar lá, afinal trabalhávamos em lugares diferentes, a festa era num galpão no Campus, quem estava organizando eram as pessoas do curso de veterinária e pedagogia, resumindo, umas 70 mulheres para cada homem, isso que pensei, eu e todos os homens dos outros cursos, pois como era uma festa aberta, foi tomada por homens, a feta era conhecida por ser uma das mais doidas do campus, e assim que chegamos demos o ingresso, tinham umas 20 meninas bichos (calouras do curso) com chifrinhos, e voce escolhia uma e beijava antes de entrar na festa, era tipo um castigo e iniciação para elas. Entramos o tema da festa era inferno, farias panos vermelhos do teto ao chão, a luz ficava avermelhada pelos panos, e o clima era sinistro, as anfitriãs todas de vermelho e com o chifrinho, o que fazia identifica-las, no meio do galpão foi improvisado um bar, open de cerveja e batidas de limão, uma especie de caipirinha mais fraca, a festa ja estava acontecendo a um tempo, então a galera ja estava meio bebada, dançando no centro do galpão, vários casais se pegavam nos cantos onde tinham pufs vermelhos e pretos, e todo o contorno tinha panos, vermelhos e pretos que iam até o chão.

Depois de uma 4 ou 5 cervejas e algumas batidas estamos no clima da festa, que por ser uma sexta não ia ter hora de acabar, o meu colega de quarto, ficava flertando com todas as meninas e falando que precisávamos arrumar umas diabas para nós, porque se pegamos uma das anfitriãs íamos com certeza ser convidados para as festas que elas faziam mais exclusivas, eu estava bebado o suficiente para não estar nem mais entendendo nada, mas focando nos chifres, para o flerte, então vi uma menina que eu conhecia de vista e ela estava de chifre, ela estava conversando com uma outra menina também de chifre, pareciam sozinhas, peguei no braço do meu colega de quarto e fomos até elas, ela fazia uma matéria extra curricular comigo esse foi o assunto para iniciar a conversa, ela era magrela e andava sempre com um cara da atlética, mas só lembrei disso depois que comecei a falar com ela e chegar muito perto, ela ria meio tímida e olhando para os lados entendeu o que eu queria, e então cheguei perto o suficiente para levar um soco de não sei quem, e cair no chão levantei o rosto a tempo de ver o meu amigo dar um soco no cara, começou um empurra, empurra, uma gritaria, ele pegou em um braço meu e ela no outro, saímos correndo dali, enquanto pessoas alegorias ficaram na briga no nosso lugar, e pessoas tentavam acalmar os ânimos, saímos da festa, e fomos para o meio dos carros nos gramados do campus, ainda acelerados pelo acontecido. O meu colega de quarto conversa com a menina em pé eu sentei passando a mão nos lábios onde tinha tomado o soco, a magrela de chifres estava na minha frente passo o dedo pelos meus labios que deviam estar inchados por que doeu.

- Desculpe - eu olhei em seus olhos, eu sentado no chão e ela agachada ainda com a mão nos meus lábios - ele chegou na festa com outra menina, e não achei que ele - ela alisou com mais força enquanto falava e eu soltei um gemido - ta doendo? Quer ir para algum lugar? - abaixou a cabeça, eu peguei no seu queixo e levantei sua cabeça cheguei bem perto.

- Estou onde eu quero - e a beijei, eu sentia um gosto de sangue com bebida e ela provavelmente sentia o mesmo gosto, mas me beijou de volta com a mesma intensidade, até dar uma leve raspada com os dentes nos meus labios, e eu recuar - calma ainda não pode me morder, mas acho que ta sarando - ela riu fofa e me beijou de novo, estamos entre os carros, o meu colega de quarto bateu no meu ombro e falou alto como ja que ela esta cuidando de voce nós vamos dar uma volta e saiu com a outra menina, nós rimos e não nos largamos, os beijos continuaram, ela sentou na minha perna e ficamos nos beijando, a saia jeans que ela usava cheia de botões na frente desceram até sua coxa e enquanto a beijava podia ver sua calcinha vermelha, ela sorriu quando me viu olhando entre um beijo e outro, mas não escondeu colocou a boca no meu ouvido e só sussurrou de forma sexy “gostou?”eu sorri voltando a beijar e desci a mão entre suas pernas e alisei sobre a calcinha, por toda a extensão da sua buceta e quando senti seu clitoris eu apertei de leve tirando um sussurro e um riso de leve, fiquei apertando e alisando sobre ele, ela gemia e me beijava so soltava minha boca quando soltava um gemido mais forte e as vezes segurava minha mão quando eu acelerava demais, passei os dedos puxando sua calcinha para o lado quando ela segurou minha mão de novo ela e escorrei o dedo para dentro ela gemeu no meu ouvido e falou.

- Vamos para algum lugar? - eu fiquei com um dedo dentro da sua buceta e com o outro alisei seu clitoris, ela deu uma tremida em arrepio, e sua buceta ficou muito úmida, o suficiente para eu enfiar um segundo dedo enquanto ainda brincava de alisar seu clitoris só com a pontinha do dedo quase sem encostar, ela arqueou o corpo para trás e fechou as pernas com meus dedos dentro eu sorri beijando seu pescoço.

- Porque a piabinha não esta afim de aprontar? Aqui não está bom? - ela olhou para os lados entre os carros, e então mordiscou minha orelha e abriu um pouco mais pernas. Eu comecei a entrar e sair com os dedos e quando eu dobrava ela soltava um gemido mais forte, então alternava entre entrar e sair com os dedos e com o dedão brincar com seu clitoris, ela soltou um “puta que pariu”sussurrado com a testa encostada na minha cabeça e tremeu na minha mão com os braços em volta do meu pescoço me puxando para um beijo enquanto ainda tremia e xingava baixinho. - Sua vez de retribuir - ela fez que sim com a cabeça mordendo os lábios.

Desabotoei minha calça ajoelhado e ela estava sentada na grama na minha frente, ela me ajudou a puxar a calça para baixo, quando meu pau saiu ela olhou abrindo a boca como se fosse diferente, talvez maior do que os que ela tinha visto, ela alisou ele com a ponta dos dedos, antes de segurar e começar a me punhetar, ela olhava para mim e para meu pau alternadamente, mas fazia de um jeito gostoso, alisando a cabeça que tinha um pre semem, que fazia seu dedo escorregar pela cabeça enquanto ela punhetava. Ela se ajoelhou para ficar na minha altura e me beijou, eu segura ela pelos cabelos perto da nuca, enquanto ela me punhetava mesmo com a distancia curta dos nossos corpos encostados, fiz um movimento para tras para dar distancia, e no movimento minha mão em sua nuca empurrou ela para baixo ela fez o movimento de ir em direção ao meu pau, eu nem pensei eu só empurrei ela para baixo e ela soltou as mãos do meu ombro e deixou eu enfiar o pau em sua boca. Levei ele até onde consegui na posição que estávamos, sub e desci ela umas tres vezes, e ela vou andando com o corpo para tras e começou a me chupar ficando de quatro entre os carros começou a me punhetar com pau perto do rosto. Eu fiz um carinho no seu rosto jogando seu cabelo para tras da cabeça e olhei nos olhos dela.

- Chupa.. - Falei seco e antes de eu pensar se a forma que falei foi rude ou não, errada ou certa, ela fez um sim com a cabeça me olhando nos olhos e começou a me chupar, ela lambia mais que chupava, mas fazia com gosto, as vezes descia até ele encostar na garganta e voltava olhando nos meus olhos, eu tava chegando no limite, coloquei a mão no bolso e peguei uma camisinha na carteira, quando ela viu sorriu e virou de quatro para outro lado e ficou batendo a bunda na minha mão e meu pau enquanto eu colocava a camisinha, assim que coloquei segurei ela pela cintura com uma mão e com a outra coloquei o pau na entrada da sua buceta e quando encaixei a cabeça ela jogou o corpo para tras, eu comecei a meter com força, era ela rebolando e jogando a bunda para tras e eu indo para frente, o som era nítido do que estávamos fazendo, ela gemia e as vezes olhava para tras, dei um tapa na sua bunda por reflexo e ela sussurrou “isso”, então a cada 2 estocadas eu dava um tapa, e ela gemia mais forte rebolava mais e sussurrava “ isso “ eu acelerei um pouco e ela começou a tremer no meu e começou a falar.

- Aquele merda veio com outra para festa - e rebolava e jogava a bunda para tras - para me humilhar - mais rebolada e jogava o corpo para tras - queria que ele me visse agora - ela colocou a mão para tras e segurou minha mão com força - ele nunca me fez gozar. Nunca. Nunca - e tremia e tinha espasmos enquanto rebolava e jogava o corpo para tras - Filha da puta, filha da puta - eu metia mais forte e apertava a mão dela de volta quando foi passando os espamos ela deitou a cabeça na grama gemendo tremido e eu dei mais umas quatro estocadas antes de gozar.

Ela cai de lado na grama rindo e chorando ao mesmo tempo eu fiquei parado olhando para ela, enquanto a camisinha ia se soltando do meu pau que amolecia ela olhou para mim e sorriu com lagrimas. Deiitei na grama ao seu lado e puxei ela para deitar no meu peito, ela me abraçou e me olhou a tiara de chifres toda torta e emaranhada no cabelo.

- Desculpa, voce deve achar que eu sou doida - ela abaixou a cabeça - nunca senti o que senti, acho que nunca gozei. - ela me olhou, eu fiz um carinho nela e beijei sua testa ela sorriu - foi a primeira vez que alguem se preocupou primeiro comigo. E só depois consigo mesmo. - eu puxei ela para um beijo para ela parar de falar. E ela se aninhou em mim mais um pouco, nos ajeitamos e ela saiu na frente, eu fui depois. Encontrei o meu colega de quarto bebendo na porta da festa.

- Demorou, hein, - ele veio na minha direção e colocou o braço em volta do meu ombro - vamos embora - ele me um dos copos com cerveja e riu. - Falei que voce traria as próximas e voce cumpriu, claro que cortei minha mão naquele soco - ele mostrou a mão machucada - e claro que essa mão machucada me rendeu uma foda - riu alto me puxando em direção a saída do campus. - Ah e pelo jeito que a sua amiga passou sorrindo de volta para festa acho que ela viu um passarinho verde também. - Ri junto com ele balançando a cabeça e fomos embora.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Vida - Cap IX - Festa da faculdade (Colega de quarto)

Codigo do conto:
269191

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
05/08/2026

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