Alta, clarinha, cabelo liso preto, com traços orientais e um corpo escultural, exalando sensualidade, mesmo vestida com muita discrição. Como é comum às moças religiosas, de família de crentes.
Ela derrubou um boleto, pouco antes de chegar na ponta da fila, e aproveitei pra pegá -lo e puxar conversa!
Foi pouco papo, ela não dava mole, mas fiquei sabendo mais ou menos onde morava, já era alguma coisa!
Comecei a fazer compras no mercado perto de onde ela morava, na esperança de encontrá-la!
Umas 3 semanas depois, num sábado a tarde, encontrei ela com sua mãe e um irmão fazendo compras!
Aproveitei uma escapada deles e abordei discretamente.
Oi! Como as coisas tão caras, né?
Aqueles papo furado pra quebrar o gelo.
Ela já estava mais simpática e até esboçou um sorriso tímido! Isso fazia ela irresistível!
Daí chega a mãe e entra na conversa. Ficou fácil saber mais da família inteira!
Era pai, Jonas de 55, mãe Tereza com 36 e três filhos, Mara (a mais velha) com 19 anos, Márcio com 18, e Marcela de 17. Esta, casada há um ano com Gilmar, um PM de 20 anos.
Eu com meus 64, era o mais velho nessa estória.
Perguntei qual igreja frequentavam e se podia ir também, ficaram muito felizes e combinamos de me apresentarem à pastora que comandava aquela igreja! Não tenho religião, mas por aquela causa, me sujeitaria a qual quer sacrifício.
Depois de umas três semanas, já conhecia a todos os membros da família e grande parte dos irmãos da igreja!
Já tinha me declarado e dado uns pegas na Mara! Ela era meio traumatizada com homem e tinha que ter muita paciência com ela.
Já sua irmã casada era um fogo só, cada chance que tinha, me dava umas indiretas e até seu irmão já tinha notado. Márcio era viciado em vídeo games e eu o achava ligeiramente afeminado, pois me dava umas encaradas estranhas de vez em quando.
Resumindo, acabei traçando a Marcela antes de comer minha paixão, a Mara(vilha).
Numa noite, depois do culto, acompanhei eles até suas casas, pois Marcela morava nos fundos da casa dos pais, e Gilmar estava de plantão até o dia seguinte. Me despedi da Mara que estava cansada e tinha que levantar cedo, é me preparei pra ir embora, quando ouvi: psiu!
Estava escuro no corredor de muros altos da casa até o portão e não vi ninguém. A Marcela apareceu e me chamou: Vêm cá!
Vamos ali em casa!
Eu falei: Mas teu irmão tá lá? Ele dormia na casa dela quando o marido não estava.
Ela: Sim, mas ele levou o PS e se tranca no quarto de visitas, pra eu não reclamar do barulho!
Vi as luzes da casa da frente se apagarem e fui com ela me puxando pela mão.
Entramos e dito e feito, Márcio já estava trancado no seu quarto e se ouvia um pouco do barulho do jogo.
Já entramos se pegando, ela era mais baixa que a Mara e mais gordinha, mas tudo proporcional, uma delicinha.
Nos beijamos com muito tesão e tirei a blusa dela, apreciei e mandei naqueles seios lindos e fartos por alguns minutos.
Ela abriu minha calça e se encantou com meu pau duro e pulsando, caiu de boca e mamou de todas as maneiras possíveis, tive que segurar pra não gozar naquela boca sedenta. Deitei ela de costas, com as pernas abertas e dei uma chupada gostosa nela e babei bastante pra lubrificar mais um pouco, pois apesar de casada, era bem apertadinha a xaninha dela! Fui encabeçando na portinha apertada e empurrando devagar, ela gemia e respirava ofegante. Quando sentiu que entrou a cabeça, deu um gemido mais alto e enfiou a cara num travesseiro pra abafar. Esperei um pouquinho, ouvindo se o irmão fazia barulho, e nada!
Continuei devagarinho, empurrando até acomodar tudo dentro dela, fiz o pau pulsar pra sentir entrar e ela apertando também, dei umas três estocadas e ela estremeceu toda num gozo repentino, soquei forte e rápido até ela quase desfalecer, segurei um pouquinho e recomecei devagarinho, tirava quase tudo é botava de novo, fui acelerando até ela gozar de novo e não deu pra segurar mais, dei porra naquela bucetinha gostosa!
Ela queria que eu ficasse mais, mas fui no banheiro, me lavei e fui embora!
Depois conto a sequência dessa estória, tem muito pra contar ainda!
