Desejos proibidos de uma casada

Desejos proibidos de uma casada.
Publicado em: 18/03/26
Publicado por by: Tuga069
Autoria: J. Castelhano
Camila, aos trinta e cinco anos, estava no seu segundo casamento. Com seu primeiro marido, uma década mais velho que ela, a relação durou cinco anos, pois ela descobriu que ele tinha um caso com a secretária. Colheu todas as provas que precisava e quando as apresentou, o marido não contestou o pedido de divórcio. Ela ficou abalada, afinal sentia amor pelo marido, mas a desilusão foi maior e ela não o perdoou. Era com sua melhor amiga, a Gabriela, que ela desabafava suas mágoas, chegando até mesmo a dizer que não queria mais saber de homem algum, no que a amiga, também divorciada, retrucava:

- Deixa de ser boba amiga, a fila anda, hoje tenho o homem que eu quero, faça o mesmo.

Seguiu o conselho da amiga e até teve um caso ou outro, mas ela não se sentia bem. Passaram-se os dias, as semanas, os meses e dois anos depois ela conheceu o Rick. Dono de uma agência de publicidade, moreno, corpo modelado em academia, barba bem aparada, olhos penetrantes, de imediato ele mexeu com os sentimentos da Camila e ela voltou a se apaixonar. A amiga Gabriela quando o conheceu não se conteve:

- Caramba amiga, onde foi descolar esse gato, ele é um tesão.

Conhecendo bem a amiga, a Camila apenas sorriu e disse:

- Pode tirar esses olhos gulosos de cima, ele agora tem dona.

Dois anos depois ela se casou com o Richard. Muito carinhoso, ele a enchia de mimos e atenção. O sexo com ele era perfeito, os dois se completavam de todas as formas, sem preconceitos ou pudores, tudo era permitido. A Camila, que no passado fora modelo fotográfico, não exercia mais essa atividade. Vez por outra ela ia no escritório do marido, onde a maioria dos funcionários eram mulheres, algumas muito atraentes, no entanto, isso não lhe causava cisma alguma, afinal o marido nunca deu motivos para tanto. Depois de três anos, o casamento começou a dar sinais de desgaste, o Richard passou a ficar distante, chegava tarde em casa, sempre alegando excesso de serviço.

O sexo já não era tão bom, o que antes era frequente, passou a ser raro, ela precisava fazer algo, queria reconquistar o marido. No dia do quarto ano de casamento, ela veste um lingerie sexy, por cima apenas um sobretudo, tecido leve, abotoado na frente e nos pés uma sandália de salto fino, presa com tiras que subiam quase até os joelhos. Carregou um pouco mais na maquiagem e na boca passou um batom vermelho, que realçou ainda mais seus lábios carnudos. O decote deixava ver parte dos seus belos seios. Assim produzida ela se armou de uma garrafa de champagne, duas taças e foi para o escritório do marido, iria reconquista-lo.

Era final de tarde, boa parte dos funcionários já tinham ido embora, mas assim que ela entrou foi alvo do olhar de todos, principalmente de um jovem que discutia com a gerente:

- Porra, não é justo você cancelar minhas fotos assim de última hora, deixei de pegar outro serviço porque tinha me comprometido com você.

A Camila olha para o jovem irritado e nota que é bonito, moreno, barba mal feita, mas nada disso importava para ela, seu amor estava logo ali, na sala da diretoria. Entra sem ser avisada, o marido olha para ela e pergunta:

- Porque disso tudo?

Essa simples frase esfriou um pouco clima que ela pretendia criar, mas não deixou se abater:

- Não lembra que dia é hoje?

O marido responde apenas com um balançar de cabeça, dizendo que não:

- Aniversário do nosso casamento, quatro anos.

Sem demonstrar qualquer emoção ele apenas diz que esqueceu por completo. Decidida a fazer daquela noite, o início de uma reviravolta no seu casamento, ela pede para ele abrir o champagne. Assim que ele pega a garrafa e seu celular toca. Começa a falar, tenta explicar que não seria possível naquele momento, mas ao que parece o interlocutor foi mais convincente.

Ele coloca a garrafa sobre a mesa e diz para esposa:

- Preciso ir, o cliente foi irredutível e quer uma reunião agora, não se preocupa comigo, como qualquer coisa quando chegar em casa.

Sem dar chance alguma de contestação da esposa, ele veste o paletó e sai da sala. Desiludida, ela volta para casa, abre o champagne e sozinha entorna quase todo o líquido. Sob o efeito da bebida, pensamentos povoam sua mente e ela chega a única conclusão plausível: o passado estava revivendo, ela estava sendo traída.

Disposta a esclarecer a situação, ela decide que o seguiria. Na sua terceira tentativa, ela estava de tocaia no banco de uma praça, observando à distância seu marido que falava ao celular. Sua atenção é desviada quando ouve o clic de uma câmera fotográfica, ela se vira e vê um jovem tirando fotos suas. Preocupada ela quis saber:

- Eu lhe conheço?

- Talvez não, mas eu sim a você, é a esposa do Richard, não é mesmo.

- Sim, mas de onde me conhece?

- Do escritório do seu marido, eu estava lá quando você chegou com o champagne.

Ela recordou do jovem bonito que discutia com a gerente:

- Agora recordo de você.

- Você está seguindo seu marido?

Pega de surpresa ela diz que não, mas não convence o rapaz:

- Não precisa mentir para mim Camila, está óbvio nas suas atitudes que está sim o seguindo.

Ela vira o rosto para onde estava o marido, não o vê mais ali e responde:

- Ele nem está por aqui.

- Mas estava, a pouco ele se levantou e foi embora.

A partir desse dia, Éder o fotógrafo, passou a seguir a Camila e sempre a assediando:

- Deixa de ser boba Camila, seu marido não a merece, você é linda e não percebe o quanto ele lhe trata mal.

- Não sou linda coisa nenhuma.

- É sim e deixa provar isso, vamos no meu estúdio para fazer uma série de fotos.

A Camila não podia negar que o insistente rapaz tinha lá seus encantos e de tanto ele insistir, ela cedeu. Na sua primeira ida ao estúdio, inconscientemente ou não, só ela poderia dizer, se produziu com o lingerie mais ousado que tinha, blusa com um decote generoso e na saia um corte lateral que subia até a metade da coxa, ela estava linda.

Assim que entrou no estúdio, num ímpeto o Éder a abraçou e beijou seu rosto dizendo:

- Você está maravilhosa.

Com a ausência afetiva do marido, seu corpo reagiu a esse contato do belo jovem e um tremor percorreu seu corpo. As fotos começaram e o flash espocava repetidas vezes, sempre com elogios do fotógrafo. Ele se aproximou da Camila e sem pedir permissão ele solta um dos botões da blusa, fazendo o decote se acentuar ainda mais. Pega de surpresa, estranhamente ela não teve reação alguma, pelo contrário, uma leve excitação tomou conta do seu corpo, já que as pontas dos dedos do homem tocaram sua pele.

Com o avançar da sessão, mais e mais ele foi ficando ousado e logo ela estava apenas de calcinha e sutiã, impotente, entregue aos caprichos do seu retratista. Cada vez mais ele se aproximava para fotos em poses, até que ele largou a câmera e beijou a Camila, que se entregou sem reação contrária. As bocas se uniram e o beijo aos poucos foi se tornando intenso. As roupas foram ficando pelo chão e logo os dois estavam no sofá, com o Éder entre as pernas da Camila que suspirava de prazer, sua carência estava sendo suprida por toques e carinhos ardentes.

Ela estava prestes a gozar. De olhos fechados, imagens distorcidas fluíam como um caleidoscópio multifacetado, não pensava em nada, casamento, marido, nada tinha importância naquele momento a não ser gozar e ela pede:

- Vem, me possua, quero senti-lo, goza dentro de mim.

O jovem atende aos pedidos da Camila, penetra-a profundamente e move seu corpo de forma cadenciada, a sincronia dos dois era perfeita, levando a Camila ao auge do seu prazer, quando sentiu o seu interior inundado pelo gozo do amante.

A partir desse dia o jovem fotógrafo passou a ser o devaneio constante da Camila, chegando até mesmo ao ponto de se masturbar pensando nele e não resistia aos convites de novos encontros. Em casa seu marido continuava distante, enquanto com o amante ela se entregava de corpo e alma, satisfazendo todos os desejos do seu macho alfa. Certo dia, após mais uma tarde de intenso sexo, o Éder pergunta:

- Você seria capaz de viver comigo as minhas fantasias?

Apaixonada como estava, a Camila responde que sim. O fotógrafo a beija ardentemente e diz que vai preparar a primeira delas.

Dias depois, já no estúdio fotográfico, ele venda os olhos da Camila, começa beijando-a na boca, no pescoço, despe sua blusa, lambe os mamilos, corre sua boca pela barriga e tira as últimas peças de roupa da mulher. Como era de costume, todas as transas eram registradas por fotos e vídeos, em poses explícitos, principalmente com a Camila chupando o pau do Éder. Com ela sentada no sofá, ele fica pelado, encosta seu pau na boca da mulher e diz:

- Gosta de ser a minha puta?

Acostumada a ser passiva na relação, ela responde:

- Adoro ser a sua putinha, vadia, vagabunda, tudo o que você quiser que eu seja.

Ele se afasta um pouco dela, faz sinal para um homem que estava escondido e surge um negro forte, musculoso, totalmente depilado e com uma enorme pica dura e pulsante. Ele toma o lugar do Éder que diz para a Camila:

- Segura meu pau e chupa de novo.

Às cegas, ela tateia o ar até esbarrar na picha e a segura. De imediato ela sente a diferença e tenta tirar a venda, no que foi prontamente contida pelo Éder:

- Daqui a pouco minha querida, não falou que faria tudo por mim, agora chupa.

Ela segura aquela enorme picha com ambas as mãos, alisa, sente as veias dilatadas e começa a chupar, sem ter ideia de quem era. Ela se entregou com prazer cego àquela felação e ouvia o espocar do flash registrando cada detalhe. Amante do sexo, ela sentiu sua gruta se inundar e foi nesse instante que o Éder tirou a venda. Sem tirar a picha da boca ela se depara com o negro musculoso, ele não era bonito, mas agora pouco importava, ela já estava sequiosa pelo desejo de ser possuída por aquele estranho. Ela desliza a língua por toda a extensão da picha, lambe as bolas, bate com o pau na cara e olha para fotógrafo.

Ele estava vidrado olhando o desempenho da amante, só não esquecendo de tirar as fotos e dirigir a cena:

- Deita no sofá putinha, deixa ele chupar sua buceta.

Obediente ela atende o pedido do Éder e sente uma língua áspera deslizando pelos seus lábios vaginais, era uma sensação diferente, mas ao mesmo tempo excitante. Ela se arreganha toda e o negro enfia a língua bem fundo na sua buceta melada, enquanto o Éder dizia:

- Assim mesmo, faz essa vagabunda gozar na sua boca.

Toda essa cena era gravada em vídeo e quando percebeu que ela ia gozar, ele pediu:

- Olha para a câmara, deixa eu registrar o momento do seu prazer.

Entre gemidos e sussurros inteligíveis a Camila gozou intensamente, como poucas foram as outras vezes. Sem que tivesse se recuperado ela ouve:

- Agora fode essa vadia, deixe-a arrombada.

O negro se posiciona, esfrega a enorme glande na entrada da buceta e num golpe seco ele enterra seu caralho, de uma só vez, tirando da Camila gritos de dor, ela não estava acostumada com o porte daquela picha. Ela tenta se livrar, mas o Éder não permite, desfere uma tapa na cara dela e diz:

- Quieta cadela, não falou que é minha puta, então aguenta e goza no pau dele.

Submissa ela sente lágrimas escorrerem dos olhos e resignada submete-se àquela penetração violenta.

Aos poucos o que começou com dor, foi se transformando em prazer, ela nunca tinha sido possuída por um homem tão bem dotado, ela sentia a buceta completamente preenchida, dilatada e isso lhe causou muito prazer. O Éder não perdia uma cena sequer, enquanto o negro fodia a Camila, ele se aproxima do rosto da amante e começa a tocar punheta. O clima era de tesão absoluto e a Camila estava prestes a gozar, seus gemidos eram intensos e o negro a penetrava com vigor. Quando ela diz que não aguentava mais e iria gozar o Éder pede ao negro:

- Goza também enche a buceta dela de porra.

Assim aconteceu, o negro acelerou seus movimentos e gozou junto com a Camila, que recebia no rosto e boca a porra do Éder que também gozou. Assim como o negro surgiu em cena, sem dizer nada, ele também se foi, deixando o Éder e a Camila sozinhos, ele a beijou e disse que estava apaixonado por ela. A caminho de casa, a Camila pensava no que acabara de acontecer, nunca imaginou que seria capaz de tal coisa, mas ela se sentia dominada pelo Éder, era uma sensação que ela não conseguia explicar, mas sua luxúria estava sendo atendida. Duas semanas depois, mais uma vez no estúdio do Éder, ele a deixa só de calcinha e sutiã, tira várias fotos e ao final ele mais uma vez venda seus olhos e diz:

- Hoje você vai realizar mais um dos meus desejos.

Totalmente entregue aos caprichos do amante, ela se submete, esperando o que estava por vir. Ele a beija na boca e sussurra ao seu ouvido:

- Hoje a minha putinha vai gozar muito.

Ele se afasta e entram em cena dois homens, nus, com suas pichas já em riste. Se aproximam da Camila e começam a acariciar o corpo da mulher. Ela leva um susto, tenta se esquivar das mãos, mas sente um forte tapa estalar em seu rosto:

- Comporte-se puta, hoje será um dia para nunca esquecer.

Os homens corriam suas mãos pelo corpo da Camila que, mesmo tensa, começou a ficar excitada, algumas vezes já tinha fantasiado aquela situação e agora estava vivendo a realidade dela. Um dos homens tira o sutiã e os dois começam a mamar nos peitos da Camila, que sentia seus mamilos sugados. O Éder, como sempre, não parava de tirar fotos e filmar toda a ação. Num flash de sanidade, a Camila diz:

- Não posso continuar.

Mais uma vez ela recebe um tapa no rosto e o Éder esbraveja:

- Quer que eu mande as fotos e os vídeos para o corno do seu marido?

- Você não teria coragem – suplica a Camila.

- Então vá em frente, fode com meus amigos.

Acuada diante da ameaça do Éder, ela se entrega e deixa seu lado devasso dominar a situação. Os dois homens aproximam seus caralhos, a Camila segura os dois e começa a chupar. Nesse instante o Éder libera a amante da venda e ela pode olhar seus algozes. Dois homens fortes, com tatuagens e os paus eretos. A excitação já tinha tomado conta do corpo da Camila e agora nada mais importava, ela queria sentir prazer. Chupava os caralhos e olhava para o Éder, que fotografava, filmava e batia punheta. Um dos homens tira a calcinha da Camila e começa a chupar sua buceta. A língua do macho vibrava no grelinho entumecido, ao mesmo tempo em que ela sentia um dedo invadindo seu interior.

O que tinha o pau chupado também se desloca e agora lambia o cuzinho da Camila, esse era um dos momentos que ela imaginava em seus devaneios. Agora ela sentia os dedos dos machos invadindo a buceta e o cuzinho. Ela gemia alto, demonstrando claramente o quanto estava excitada:

- Eu quero gozar.

Assim que os machos ouviram o desejo da Camila, um deitou de costas e puxou a Camila para cima de si. O que ficou atrás direcionou o pau do amigo que aos poucos foi entrando na buceta melada da Camila.

Quando sentiu o seu algoz todo dentro de si, ela imaginou que iria gozar assim, ledo engano seu, o outro macho se posiciona, esfrega a picha no rego, nas pregas do cuzinho e sentindo a entrada ele força, a Camila tenta protestar:

- Não vou aguentar os dois ao mesmo tempo.

Ela sente um forte tapa na sua bunda e ouve o Éder:

- Toda puta aguenta uma dupla penetração, relaxa esse cu vadia.

Totalmente impotente, a Camila tenta relaxar o máximo possível, mas os caralhos eram implacáveis e ela sente suas carnes sendo rasgadas.

Lágrimas escorriam dos olhos da mulher subjugada, sentia seu cu ardendo à medida que era dilatado e os machos eram impiedosos, não pararam até terem a penetração completa. O corpo da Camila sumia no meio daqueles dois brutamontes, mas ao relaxar seu esfíncter, ela começou a sentir um certo prazer na mistura de dor e excitação. Os dois homens começam então a se moverem de forma sincronizada e o restinho de dor que a Camila sentia se dissipou e agora era apenas prazer. Quando ela disse que ia gozar, os machos aceleraram os movimentos e quando ela urrou de prazer os dois também gozaram, enchendo todo o interior da Camila com uma enorme quantidade de porra.

O Éder não perdeu uma cena sequer do grande final da foda, só então largou seu equipamento, se aproximou da Camila, fez ela abrir a boca e ali ele despejou todo o seu prazer, ordenando que ela engolisse tudo. A Camila ficou completamente estatelada, não tinha forças para mais nada, ela estava literalmente arrombada. Sem dizer uma palavra, os homens se vestiram e foram embora. Quando a Camila se recuperou um pouco, inclusive do seu juízo, ela falou:

- O meu marido não merece isso.

O Éder deu uma sonora gargalhada e falou:

- Acha que seu marido é santinho, sabe onde ele está agora?

- No trabalho – sussurrou a Camila.

- O caralho Camila, hoje é o dia dele foder a sua melhor amiga na casa dela, a Gabriela.

- Não é possível!

- Se não acredita vá até lá e veja com seus próprios olhos, eu segui seu marido e sei de tudo.

Resignada e não querendo acreditar no que acabara de ouvir, a Camila se troca às pressas e sai em direção à casa da amiga, que mora no mesmo condomínio que ela.

Sorrateira, ela caminha pela lateral da casa até chegar à porta balcão do quarto da amiga, que estava entreaberta. Ela para e ouve gemidos e sussurros de prazer:

- Isso, mete gostoso no meu cuzinho.

A Camila reconhece a voz do marido:

- Toma vagabunda, morde a minha picha com esse cu guloso.

Pela fresta da porta ela vê o marido enrabando sua melhor amiga, mas que filha da puta é essa Gabriela, pensou a Camila.

Indecisa no que devia fazer, ela pensa por uns minutos e mesmo tendo gozado com os dois machos, ela sentiu um certo comichão na buceta que aqueceu. Resoluta ela abre a porta, entra no quarto e fica de pé, ao lado da cama. Como não poderia ser diferente, o casal de infiéis se assusta e param de transar. A Camila fulmina os dois com seu olhar raivoso e desfere contra a amiga:

- Caralho Gabriela, poderia esperar isso de qualquer outra, menos você.

Se vira para o marido e dispara:

- Por isso que não está querendo me comer, sai daqui com o saco vazio seu filho da puta.

Sem perder a compostura, o Richard se levanta, pega o celular e o entrega para a esposa:

- E você, o que tem a me dizer dessas fotos e vídeos?

A Camila não conseguia acreditar no que estava vendo, eram suas fotos e vídeos que o Éder gravou, ela ficou boquiaberta:

- E aí – disse seu marido – ainda vai querer cobrar alguma coisa de mim?

A Camila senta na borda da cama, ela estava em pânico, olhando para a foto no celular, dos dois machos comendo-a ao mesmo tempo, coisa que tinha acontecido a pouco.

Ela olha para o marido e tenta imputar a ele o seu deslize:

- Isso é por sua culpa, se afastou de mim, me deixou com desejos e num momento de fraqueza eu caí na tentação.

O Richard se aproxima da esposa, enlaça seu ombro e diz:

- Olha para a Gabriela, ela não muito gostosa?

A Camila olha para o corpo nu da amiga e não tinha como negar, concordou que era sim gostosa:

- Pois é, eu também caí na tentação – disse o Richard.

A Gabriela que até então tinha se mantido em silêncio, se manifestou:

- É como eu digo, chifre trocado não dói.

Foi um momento de descontração entre tantos outros tensos, o que provocou um sorriso da Camila. Sentindo que a esposa se rendia, o Richard beija seu pescoço, morde a pontinha da orelha e sussurra:

- Sabe que eu até fiquei com tesão ao vê-la fodendo com outros?

- Verdade? – balbuciou a Camila.

O Richard não responde, mas começa a tirar a roupa da esposa que logo fica nua, olha para a Gabriela e diz:

- O que você acha de fodermos essa putinha?

A Gabriela se aproxima, acaricia o corpo da amiga e diz:

- Sempre tive vontade de fazer um roçadinha com ela.

Os três se entregaram ao sexo prazeroso e pela primeira vez a Camila teve uma experiência lésbica. Chupou e foi chupada pela amiga, se beijaram, chuparam juntas a picha do Richard que colocou as duas de quatro e se revezou metendo nas duas, que gozaram se beijando de forma alucinada. No final ele as colocou de joelhos, fez com que encostassem suas bocas e ali ele gozou, com elas se beijando com as bocas meladas de porra.

Deitados e já recuperados do prazer a Camila quis saber do marido:

- E agora, tenho certeza que é você que eu amo, como fica nossas vidas?

Ele acaricia o rosto da esposa e diz:

- Por mim nada muda, a não ser que de hoje em diante teremos um casamento aberto e a Gabriela vai fazer parte dele.

- Por mim tudo bem – se apressou a dizer a Gabriela.

- Concordo – disse a Camila- mas tem outro problema, o Éder com todas essas fotos e vídeos meus?

O Richard sorriu e respondeu:

- Não se preocupe amor – disse o Richard – a ideia dele era fazer chantagem, ele é um vigarista, mas já acionei uns contatos meus, vão dar um jeito nele.

- Mandou mata-lo – arregalou os olhos a Camila.

- De jeito nenhum, mas acredite em mim, tudo o que ele tem de você vai sumir em breve.

Assim como o Richard disse aconteceu, o Éder recebeu uma visita inesperada e ao término dela, nada mais restava gravado sobre a Camila. Depois disso ele desapareceu da cidade.


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Desejos proibidos de uma casada

Codigo do conto:
258722

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
06/04/2026

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