Era um daqueles dias em que o silêncio da casa parece pesar mais do que o normal. Minha esposa tinha ido para a casa da mãe dela, e o vazio dos cômodos só servia para amplificar o que eu já sentia: nossa relação não andava bem. O desgaste emocional cria uma fome de algo que a gente nem sempre sabe explicar, uma sede de ser visto, desejado, tocado sem o peso das brigas acumuladas. Foi assim, meio por impulso e meio por fuga, que entrei naquela sala de bate-papo. No início, meu alvo era claro. Eu queria uma mulher; queria aquela sensação básica de ser servido, de sentir o prazer sem complicação. Mas a internet tem caminhos próprios. Enquanto eu filtrava conversas sem futuro, surgiu a mensagem do Fabrício. Ele parecia um cara tranquilo, direto. Quando eu disse o que buscava, ele não recuou. Pelo contrário, jogou as cartas na mesa: morava no bairro ao lado e se ofereceu para vir até mim, sem compromisso, apenas para me dar o que eu dizia querer, " uma boa mamada no meu pau", Relutei. O peso do casamento e a barreira da novidade me fizeram hesitar, mas a insistência dele, aliada àquela solidão oportunista da tarde, venceu. Cedi. Em poucos minutos, o interfone tocou. Quando ele entrou, o protocolo social foi deixado na porta. A urgência tomou conta. Eu já fui abaixando as calças, e ele, sem dizer uma palavra, ajoelhou-se e começou a mamar. O contato inicial foi o gatilho que eu precisava. Me posicionei no sofá, deixando o corpo se entregar ao ritmo dele, mas o que aconteceu em seguida mudou o tom da tarde. Enquanto me mamava senti a língua dele em lugares onde eu nunca tinha permitido ninguém chegar. Quando ele começou a chupar meu cu, foi como um choque elétrico; meu pau cresceu na hora, pulsando de um jeito diferente. Eu estava entrando em um transe. O prazer subia pelos meus peitos, voltava para a rola e se perdia naquele contato novo e úmido. De repente, houve uma pausa mínima. Em um movimento rápido, ele tirou o pau do short e o posicionou ali, na entrada, onde o prazer ainda queimava. Eu estava louco, sentindo uma excitação que beirava o desconhecido. Ele parou, me olhou nos olhos e perguntou, com uma voz que exigia presença: — Posso continuar? Apenas balancei a cabeça. Sim. Mas ele queria ouvir. — Você quer? — ele insistiu. — Sim — respondi, e minha voz saiu carregada de uma entrega que eu não sabia que possuía. Ele tirou um frasco de lubrificante do bolso da bermuda, preparou o caminho e começou a me comer. Ali, no sofá da minha sala silenciosa, o silêncio foi quebrado pelos meus gemidos enquanto eu me punhetava, perdido em uma descoberta que começou com uma busca comum e terminou em algo que eu nunca vou esquecer. Ele perguntou onde eu queria seu leite, eu disse pra ele encher meu cu, ele gozou e me senti preenchido, quando saiu de mim meu cu ardia, e escorria o leite dele. Ele disse que precisava ir e nos despedimos. Fiquei ali na sala sozinho e em transe ainda, depois fui ao banheiro e bati um punheta e gozei. Agora só penso numa rola me invadindo! Que droga!!!!
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