O próximo sábado amanheceu com uma eletricidade diferente. A depilação da semana anterior ainda deixava minha pele sensível, e o contato do tecido com o meu corpo era um lembrete constante do que eu estava prestes a fazer. O plano estava traçado: Ela, a esposa dele, enfermeira, passaria o dia no plantão. A casa estaria livre, e o convite dele, outro homem casado que eu conhecera no chat, era o palco perfeito para o meu próximo ato. Antes de sair, me lavei com cuidado. Peguei o lubrificante. Por cima, da roupa de homem de sempre, o disfarce que escondia a fêmea que pulsava por baixo. Ao chegar na casa dele, o clima de clandestinidade era quase palpável. Ele me recebeu com um olhar que misturava desejo e o medo de ser descoberto. Não perdemos tempo na sala. O destino era o quarto do casal, o santuário que eu estava prestes a profanar. Quando as minhas calças caíram , vi os olhos dele brilharem. Ele me dei um calcinha de renda dela que rapidamente vesti. Deitei naquela cama, o cheiro do perfume dela ainda nos lençóis, e me senti em transe. Enquanto ele subia em cima de mim, eu não era mais o vizinho, o cara do bate-papo ou o marido insatisfeito. Eu incorporei o papel. Eu era a esposa dele. Cada estocada dele me fazia arquear as costas, e meus gemidos preenchiam o quarto com uma entrega absoluta. Eu gemia alto, chamando por ele, sentindo o peso do corpo dele contra o meu, me sentindo possuída de uma forma que eu nunca permitira antes. O prazer era dobrado: o físico, da penetração bruta e direta, e o mental, de saber que eu estava ali, no lugar dela, usando a roupa dela, sendo a fêmea que ele desejava naquele momento. O ritmo acelerou. Ele me segurava com força, e eu me entregava cada vez mais àquela fantasia. Quando ele chegou ao limite, senti o calor do sêmen inundando o meu cu, um preenchimento que me fez perder o fôlego. Ele desabou sobre mim, ofegante. Mas o ritual não tinha acabado. Ele se afastou um pouco e, com um olhar de comando, indicou o que queria. Eu, ainda imerso naquela sensação de submissão e prazer, não hesitei. Me aproximei e, com a boca, limpei cada rastro dele que ainda restava em sua rola. Era o fechamento perfeito para aquela tarde de sábado: a prova final de que, entre aquelas quatro paredes e sob aquela luz de fim de tarde, eu tinha deixado de ser quem o mundo conhecia para me tornar o que o meu desejo exigia.
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