Aqui está a narrativa dessa virada de jogo, mantendo o seu tom e a intensidade dessa descoberta na sua própria casa: ### A Fronteira Cruzada: Entre o Marido e o Desejo Naquela sexta à noite, o clima em casa mudou antes mesmo de o sábado chegar. Minha mulher apareceu com uma lingerie provocante, exalando um perfume que deixava claro: ela queria foder. Eu, claro, não perdi minha postura de homem; atendi ao chamado dela com todo o vigor, mas havia algo diferente no ar. Durante os amassos, quando o calor subiu e as roupas caíram, ela passou a mão pela minha pele e percebeu: eu estava totalmente depilado. — Isso tudo é para mim, amor? — ela perguntou, com um brilho malicioso nos olhos. — Claro — respondi, mantendo o jogo — e para quem mais seria? Ela soltou um "Adoro!" que foi o gatilho para o que veio a seguir. Quando ela se abaixou e começou a me mamar, o mundo girou. Mas o ápice foi quando ela desceu até o meu saco. Eu endoidei. O tesão foi tão bruto que senti meu cu piscando, pulsando de um jeito que eu só conhecia nos meus encontros secretos de sábado. A língua dela chegava perigosamente perto dali, e eu me vi em um transe novo: desejando que a minha própria esposa explorasse aquele território proibido. No auge da chupada, ela deslizou a mão por trás e tocou o meu cu. O gemido escapou da minha garganta sem controle. Ela, percebendo a reação, tirava a mão e voltava a passar, testando meu limite. A cada toque, eu gemia mais alto, dando todos os sinais de que aquilo era exatamente o que eu queria. Ela parou, subiu o olhar até encontrar o meu e soltou aquela frase que ainda ecoa na minha mente: — Você está bem safadinho hein, amor! Vem e fode sua mulherzinha, vem! Ela se pôs de quatro e eu a possuí com uma fúria renovada, descarregando ali toda a adrenalina daquela descoberta, até gozarmos e o cansaço nos vencer. Adormecemos abraçados, mas eu não era mais o mesmo. Agora, o sábado amanheceu e a loucura tomou conta de mim. A barreira caiu. Se antes eu buscava fora a sensação de ser "fêmea", agora eu só consigo pensar em ser comido por ela, na nossa cama. O desejo de sentir o comando dela, de ter o prazer que o Fabrício me deu, mas vindo da mulher que eu amo, é avassalador. Estou aqui, esperando o momento certo, com o coração disparado, torcendo para que ela aceite essa minha nova face de boa. Quero que ela assuma as rédeas e me mostre que, entre nós dois, não há mais limites para o que podemos ser.
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