Conexões incestuosas

Já há muito tempo leio contos neste site, e raramente tenho coragem de deixar comentários neles. Normalmente voto, principalmente em contos que me fazem lembrar de coisas que aconteceram comigo.

Este é o primeiro conto que escrevo e tudo só aconteceu por iniciativa minha.

O ano era 1986. Meus pais já estavam separados há quatro anos e depois que minha mãe arrumou um novo marido, as coisas pesaram muito lá em casa e eu, durante uma visita que diz ao meu pai na casa da minha avó, pedi para morar com ele.

Ele me aceitou e depois de conversar com a minha mãe, me mudei para a casa do pai.

O fato é que eu, já me interessava por homens. Me sentia muito atraído por eles. Não estou falando de jovens da minha idade na época. Eu gostava mesmo era dos homens mais velhos, aqueles maduros, com a cara e o peito cheia de pelos.

Por essa razão e por meu pai se enquadrar nesta descrição, acabei desenvolvendo uma obsessão por ele.

Eu sempre fui discreto e o admirava de longe.

Eu dormia no sofá de armar na sala da casa da minha avó no bairro do Ipiranga. Meu pai e minha avó tinham seus quartos, mas meu pai costumava ficar até tarde assistindo televisão E muito frequentemente saía de casa à noite depois do trabalho e às vezes voltava só depois da meia noite.

Foi numa destas noites que ele chegou tarde que aconteceu.

Eu estava dormindo no sofá, e quando acordei, ele já estava ligando a televisão, o volume no mínimo. Ele estava vestindo só cueca como sempre.

A luz apagada e apenas a luz da televisão iluminando o ambiente. Eu estava quietinho, olhando para ele deitado ao meu lado, fingindo que estava dormindo.

Vi que na televisão estava passando um daqueles filmes de porno chanchadas brasileiro, que insinuava mais do que mostrava.

Em dado momento eu vi ele colocar a mão dentro da cueca e quando tirou, seu pau tinha mudado de posição, ficando um volume muito maior. Te juro, me arrepiei por ver aquilo. Continuei imóvel, só observando. Vi que às vezes o pau se mexia sozinho dentro da cueca dele.

Naquela noite ele adormeceu ali ao meu lado. Isso não era incomum, mas o que eu tive coragem de fazer naquela noite viria a modificar minha vida por completo.

Ele estava com a respiração profunda e roncava baixinho, um braço sobre o rosto.

Eu estava com o coração acelerado e de repente tive a coragem de me aproximar mais dele. Estiquei o braço até que meus dedos pudessem passar sobre o pau dele sob o tecido da cueca. O pau era longo, mas estava mole.

Meus dedos continuaram trabalhando devagar e suavemente até que senti o desejo de colocar os dedos pela abertura frontal da cueca.

Senti o calor da pele, acariciei. Senti meu corpo responder. Eu estava tomado peli desejo.

Afastei o pano e com jeitinho puxei o pau do meu pai para fora. Ele ficou caído,   deitado sobre a coxa. Eu passei a ponta dos dedos e tentei pegá-lo. Olhei na direção do rosto do meu pai, continuava dormindo.

A seguir, me mexi devagar na cama para que meu rosto ficasse na altura de sua cintura. Com a ponta dos dedos levantei o pauzão do pai um pouco e aproximei o rosto. Senti um cheiro forte, misturado com cheiro de mijo. Nem imaginava que aquele cheiro ficaria gravado na minha memória como ficou.

Lambi a cabeça e coloquei o pau mole na boca. Queria sentir o gosto dele. De nenhuma maneira achei que fosse ficar viciado naquilo. Chupava devagar até que ele começou a ficar duro na minha boca. Me assustei, chupei só por mais uns cinco minutos e depois desisti. Morria de medo dele acordar.

Me arrumei sob a coberta e minutos depois ele se levantou do sofá, desligou a televisão e foi para o quarto dele.

Fiquei ao mesmo tempo aliviado e apreensivo, mas ele não disse nada, não me tratou diferente, então achei que tudo estava sob controle.

Dias depois, ele tornou a se deitar para ver tv, sempre fazia do mesmo jeito.

Naquela noite ele estava usando uma samba canção. Esperei estava assistindo aquele programa chamado Comando da Madrugada com o Goulart de Andrade que acabava no meio da madrugada.

Ele sempre acabava dormindo e naquela noite eu estava muito agitado querendo repetir o que havia iniciado.

Como ele estava usando aquela cueca mais folgada, foi fácil puxar o pauzão dele pra fora. Eu cheirei, reconhecendo meu macho e comecei a chupar.

Naquela noite ele ficou super duro muito mais rápido. Eu olhava no rosto dele sobre a almofada enquanto chupava sua pica. Olhos fechados, o peito peludo subindo e descendo devagar.

Eu estava tão absorto com o que estava fazendo e naquela época eu nem conhecia os sinais. O pau começou a pulsar na minha boca e um minuto depois ele tinha esporrado na minha garganta.

Eu fiquei nervoso, não sabia como agir. Não queria me retirar e correr o risco dele me flagrar. Engoli todo o leite despejado por ele dentro da minha boca.

Ele se levantou naquela noite, mas não foi direto para o quarto, foi ao banheiro. Ficou lá uns dez minutos, depois foi para a cama.

Depois daquela noite, percebi que o pai começou a me olhar diferente.

Ele ficou dias sem deitar no sofá comigo. Até que numa noite fria de maio. Ele falou pra minha avó que estava com dó de eu ter que dormir no sofá gelado e que a partir daquele dia eu passei a dormir num colchão ao lado da cama do meu pai.

Eu fiquei sem jeito por poder dividir o espaço com ele, mas de fato o quarto era nem mais quente e aconchegante.

Meu pai, dentro do quarto sempre ficava mais à vontade.

Uma noite, depois dele dormir, me ajoelhei ao lado da cama, puxei o pau dele pra fora da cueca como já havia feito outras vezes e comecei chupar. Eu fiquei fissurado nisso, ficava longos minutos aproveitando que o pai estava dormindo de pau duro e fazia a chupeta pra ele.

Só não esperava o que aconteceu. Eu estava chupando a pica sem colocar a mão como sempre fazia, mas de repente senti a mão dele escorregar pelas minhas costas.

Eu parei com o que estava fazendo. Ele acendeu o abajur ao lado da cama. Eu olhei pra ele, depois para o pau e depois para ele de novo. Ele fez sinal para eu não fazer barulho com um dedo sobre os lábios.

Em seguida ele se ajeitou no travesseiro, se sentando, tirou a cueca e pela primeira vez vi meu pai pelado, peludo, com um bigode grosso e escuro afastar as pernas e me chamar para mais perto.

Eu fiquei paralisado por um momento que pareceu uma vida.

Ele começou a mexer no pauzão, puxando a pele para baixo e expondo a cabeça.

Ele fez sinal para eu me aproximar novamente. Quando decidi me mexer fiz o que ele mandou. Falou no meu ouvido, baixinho. - Chupa, filho. Faz bem gostoso.

Ele olhou pra mim, depois para o próprio pau.

Eu tomei coragem, subi no colchão devagar para não fazer barulho e caí de boca na rola do pai.

Eu chupei muito, ele acariciava minhas costas, meus cabelos.

Eu parei por um momento e ele me disse que tinha sentido muito prazer com o que eu tinha feito todas as vezes anteriores e que a partir daquele dia, poderia me ensinar várias coisas novas, mas só se eu prometesse nunca dizer nada a ninguém.

Eu voltei a chupar o pauzão do pai e pela primeira vez engoli sua carga toda olhando nos seus olhos.

Obrigado por lerem. Eu adoraria saber o que acharam. Se gostaram votem. Eu já estou preparando a continuação.

Obrigado.

Foto 1 do Conto erotico: Conexões incestuosas


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico mrtop

Nome do conto:
Conexões incestuosas

Codigo do conto:
259234

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
12/04/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
1