Conexões Incestuosas - Confissões do pai

        A madrugada começava a avançar, ainda estávamos nus depois do sexo. O pai encostou nos travesseiros e ficou deitado na cama. Eu me aconcheguei nos seus braços, o rosto encostado em seu peito peludo enquanto ele me abraçava me aninhando perto dele.

        Ele ficou em silêncio por alguns minutos e eu também. Esperei até que senti ele respirar diferente, a seguir começou a falar baixinho.

        — Esta é a primeira vez que vou falar sobre isso e também será a última, por isso preste atenção, Nando. Ele iniciou com um ar solene, em tom de segredo.

Quando eu ainda estava casado com sua mãe. Nós, eu e ela, estávamos vivendo um momento complicado no casamento, nem sei se deveria estar te contando isso. As coisas não andavam bem entre a gente e acabamos nos afastando naturalmente.

Eu não esperava que ele fosse falar sobre a separação, fiquei atento e me mexi me acomodando em seu abraço.

        — O que interessa agora é que acabei encontrando uma mulher e nos tornamos amantes. Ficamos meses juntos. Eu fechava o escritório e passava muitas tardes com ela. Muitas vezes na casa dela, outras vezes em motéis. A sua mãe acabou ficando desconfiada e as coisas só pioraram. Uma noite, enquanto você dormia, ela me colocou contra a parede. Não assumi nada, não confessei, não podia. Apenas disse a ela que aceitava a separação e foi assim que tudo entre nós terminou.

        Eu ouvi suas palavras, permaneci quieto, deixando ele continuar.

— Depois disso, fiquei muito tempo achando que isso era tudo o que bastava. Um homem que precisava de muitas mulheres. Fez uma pausa enquanto o silêncio dominava o quarto à meia luz.

— Até aquela noite, a primeira noite quando senti você puxar meu pau para fora da cueca e me chupar.

Senti um choque subir pela minha espinha quando o pai disse isso.

— Quando você me lambeu, colocou meu pau na boca… - sua voz ficou mais grossa. Tudo mudou dentro de mim.   

Quando ele falou daquele jeito senti meu corpo arrepiar, meu pau começou a ficar duro. Então ele também me desejou, pensei. .

— Depois daquela primeira noite, eu tentei ignorar o que você tinha feito. Menti para mim mesmo. Comi duas mulheres diferentes nos dias que se seguiram e continuar minha vida como se nada tivesse acontecido. Mas você criou uma obsessão em mim que não consigo controlar desde então.

Eu não podia acreditar no que ele estava me dizendo. Eu nunca poderia supor que ele tivesse passado por aquilo, entretanto o que ele me dizia me atiçou ainda mais, Me toquei em silêncio. Meu cuzinho piscou de tesão por ele.

— Passou o dia inteiro pensando em como você me deixa cheio de tesão, filho. Enquanto trabalho, dirijo, em qualquer lugar, você sempre está aqui, tocando com o dedo a própria testa.

— Quando você chega perto de mim, se aproxima e me toca o pau ainda dentro da roupa, ou quando você se ajoelha entre minhas pernas. Porra, filhão, teu coroa fica louco. Meu pau fica duro em segundos.

Quando ele falou sobre mim, senti meu pau ficar ainda mais duro, senti um desejo muito forte. Meu coração acelerou, lembrei do quanto eu fui impetuoso desde o primeiro momento. Se antes eu já havia me conectado a ele. Depois do que ele disse, eu entendia que não lhe negaria nada.

— A questão é que não consigo mais ficar sem você desse jeito, do nosso jeito, disse me puxando para mais perto dele. Tem outra coisa que preciso que saiba. Gosto de estar com mulheres, assim como gosto de estar com você. Só assim me sinto completo e não abro mão disso. Sou um homem que fode, e fodo quem me excita.

Eu ouvi cada palavra. O que ele me dizia fazia todo sentido. Toda a masculinidade dele estava neste ponto e era exatamente isso que me atraía tanto. Já havia percebido as suas chegadas mais tarde em casa e quando ele falou das mulheres, tudo se encaixou, e aquilo também me deu muito tesão.

Passei   a mão pelo peito peludo dele, sentindo o calor da sua pele, meu dedos traçaram um rastro entre os pelos até o seu abdômen. Vi seu pau endurecer enquanto eu o tocava. Enquanto confessava.

— Você me tira do sério, sabia? disse ele já alisando meu corpo e tocando na minha bundinha toda arrepiada.

Ele me virou de bruços sem dizer mais nada, com um movimento firme. Senti meu corpo arrepiar quando seu peito peludo ficou pressionado contra o meu, Senti seu pau ficando duro em instantes contra minhas costas.

Com as mãos ágeis me agarrou e em seguida virou meu rosto na direção dele e me beijou profundamente, Seu bigode roçando meus lábios, sua língua áspera invadindo minha boca de forma dominadora.

Senti suas unhas arranharem minhas costelas, enquanto descia a mão até minha bundinha.

Ele afastou minhas nádegas e tocou meu buraquinho que já estava largo devido a foda de pouco mais de uma hora antes. Ele me deixou completamente exposto para ele.

Dedilhou meu buraquinho antes de encostar a cabeça do seu pauzão. Posicionou seu pau bem na entrada do meu buraco e começou a entrar devagar.

— Ai, pai, eu gosto tanto disso, de sentir você alargando minhas preguinhas, disse a ele quase ronronando.

Ele gemeu de um jeito longo e incontrolável quando estava todo dentro de mim. Eu mal conseguia me mover.

— Mmmmm, ele gemeu baixo, começando a meter com uma violência que eu não tinha experimentado ainda.

A cama balançava levemente conforme ele me estocava. Suas unhas cravadas na minha cintura. Ele aumentou o ritmo. As estocadas profundas, cada vez mais brutais, mais cheias de fúria.

— Ahhh, gemi mordendo a fronha do travesseiro ,meu corpo tremendo de excitação a cada movimento dele.

Ele gemia baixo, quase como um rosnado nos meus ouvidos. Sua respiração pesada, no completo domínio de si.

Que macho era o paizão, ainda sinto ele dentro de mim depois de todos estes anos. Tamanha foi a marca que deixou em mim.

De repente ele me virou sem sair de dentro de mim, me colocou sentado de costas no colo dele. Comecei a cavalgar no pau dele. De repente ele começou a me foder de baixo para cima, segurando minha bunda com as mãos e os dedos afastando minhas carnes para poder entrar ainda mais.

— Ohhh, ohhh, gemia gostoso enquanto me fodia e meu corpo o acompanhava em sincronia.

O silêncio no quarto era quebrado apenas por nossos gemidos baixos e o som de nossas carnes molhadas. Enquanto ele me fodia, eu me tocava sentido-o inteiro dentro de mim.

Pouco depois ele me deu ordens para ficar de bruços na cama. Assim que eu me posicionei e afastei as pernas, ele me penetrou novamente, largou seu peso todo sobre mim. Falava putarias no meu ouvido enquanto enterrava cada centímetro daquela rola enorme no meu buraquinho que era só dele.   

Cada vez que ele se metia, era como uma sentença dizendo: — Você é só meu, Nando!

Senti seu pau começar a pulsar dentro de mim, seu ritmo ficando cada vez mais irregular.
        
        — Quero ver seu rosto quando estiver gozando dentro de você, disse ele.

        Eu me virei e ergui as pernas oferecendo-me a ele interinamente. Ele meteu gostoso, eu já estava todo laceado por ele.

        — Mmmmm, ohhh, gemeu longo, profundo, enquanto seu corpo contraia.

        Senti o calor enquanto ele gozava, sua porra preenchendo-me, seu corpo ainda em movimento, ainda me doiminando, ainda me possuindo.

        Aquela sensação me levou ao limite. Meu corpo tremeu incontrolável, meu próprio pau disparando, gozei em seguida, molhei todo o peito enquanto meu buraquinho contraía ao redor dele.

        Ele não parou, continuou metendo, ainda duro e de forma muito intensa. Pouco tempo depois senti ele desacelerar um pouco as estocadas. Urrou como um enorme urso, e terminou de esvaziar as bolas dentro de mim.

Permanecemos deitados, ele sobre mim, seus pelos roçando meu corpo, os pelos do bigode que eu tanto amava, me acariciando a pele do rosto. Ele me beijou mais uma vez, longamente até que senti ele escorregar de dentro de mim.

Ele se deitou ao meu lado. Eu não disse nada. Mas ele foi categórico:

— Este seu cuzinho vai ser sempre meu, só meu.

— Sim, pai, só seu.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conexões Incestuosas - Confissões do pai

Codigo do conto:
261727

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
10/05/2026

Quant.de Votos:
4

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