Conexões Incestuosas - Compartilhando fantasias

Durante a janta, num dos dias da semana, minha avó conversou com meu pai pedindo para que ele a levasse na casa da Ana. Ela é prima do meu pai, e da casa dela, elas seguiriam para o interior em Ribeirão Preto na casa da irmã da minha avó, onde passariam uma semana inteira. Meu pai apenas disse que ficasse pronta para o sábado de manhã, que nós a levaríamos.

No sábado de manhã, a avó se arrumou e depois do pai ajudá-la a se sentar no banco do carro, pegou o volante e seguimos até a casa da Ana. Não nos demoramos muito por lá, foi só cumprimento e despedida. O pai estava com pressa.

Enquanto ele dirigia de volta para casa, percebi que ele estava mais agitado que o normal, mas preferi ficar em silêncio. Eu sabia que em breve descobriria o que passava na sua cabeça. Quando entramos em casa ele foi para o seu quarto e eu fiquei sentado no sofá da sala sem me preocupar com quase nada além do que o final de semana estaria me preparando.

Depois que ficamos a sós, o Paulão, passei a chamá-lo assim depois de um tempo quando estávamos sozinhos em casa, estava na cozinha tomando um café quando me aproximei. Ele ainda estava com a camisa abotoada. Fato que não pude deixar de notar, não era ele.

Quando me inclinei na sua direção e levei os dedos até os botões da camisa e comecei a abri-los, senti sua mão escorregar pelas minhas costas e repousar no meu traseiro.

— Acho que eu te acostumei mal, ele disse com aquela sua voz grossa e potente que me arrancava do chão. Tá saidinho.

_ Ah, eu só sou assim, porque você foi inevitável. Me acostumei mal mesmo, mas foi no bom sentido, falei sorrindo para ele de um jeito safado que era só nosso e enquanto ele acariciava-me por trás.

Depois que a sua camisa estava totalmente aberta, eu comecei a alisá-lo, fazendo de um jeito que eu sabia que ele não iria querer evitar, mas para a minha surpresa ele olhou para mim e me afastando com carinho, perguntou se eu queria dar uma volta.

— O sábado tá ótimo, não quero perder isso por nada.

A minha intenção era ficar com ele, abraçado, transando gostoso o fim de semana inteiro, mas eu sabia que não podia contrariá-lo, então fui para o banheiro tomar um banho caprichado e me aprontei em seguida.

Ele ficou pronto logo depois de mim. Estava muito bonito. Usava uma camisa de linho azul escura, os botões abertos como sempre. Uma corrente dourada masculina que caia muito bem no seu peito peludo. A calça preta de tecido leve, marcava bem o produto. O relógio Orient automático no pulso. Nem acreditei quando o vi.

Eu entrei no carro com ele e para a minha surpresa, quando passamos pelo museu do Ipiranga e viramos à direita soube que ele estava nos levando para o centro da cidade.

Ele deixou o carro estacionado num estacionamento próximo ao prédio redondo quase na esquina da Casper Líbero com a avenida Ipiranga.

Depois disso seguimos à pé pela Ipiranga. Ele com as mãos nos bolsos, o peito estufado, o bigode intacto. Eu ao lado dele tentando não escorregar na minha própria baba.

Quando estávamos chegando no cruzamento da Ipiranga com a avenida São João ele parou diante de um cinema duvidoso. Olhei ao redor, parei na porta enquanto ele entrou. Ficou olhando pros cartazes. Aquele monte de mulher pelada nos anúncios.

Ele estava completamente à vontade ali. Vi ele passar a mão no bigode, mexer no pau dentro das calças e na sequência vir na minha direção resoluto.

_ Eu já entrei num destes antes, falou com a maior naturalidade.

É claro que você já entrou, pensei.

Na sequência ele se mexeu um pouco mais, agitado e perguntou.

_ Vamo entrar?

Eu senti meu corpo gelado. Não acreditei que ele estava me propondo aquilo.

Ele ficou olhando na minha cara esperando eu decidir.

_ Tem uma sessão iniciando em quinze minutos.

_ Mas tá de dia, isto não é hora pra… tenteu argumentar, mas ele me interrompeu.

_ Vai estar escuro de qualquer forma lá dentro. Vamo?

Eu confesso, naquele momento fiquei muito curioso, nunca tinha entrado. Quando falei a resposta já estava pronta.

_ Vamo entrar, Paulão.

Ele sorriu daquele jeito safado e cafajeste que eu aprendi a amar.

Ele comprou duas entradas e quando entramos na sala de fato, o filme já estava começando. Percebi que não era só filme.

Em algumas poltronas havia homens, bem…, posso dizer que estavam se divertindo no escuro.

Ele escolheu duas poltronas no local mais isolado que pode.

Quando sentamos, na tela estava um homem de terno dirigindo um carro esporte e ao lado dele uma mulher num vestido grudado ao corpo mostrando todas suas curvas.

Na cena seguinte, eles chegaram numa casa de campo e depois que entraram, enquanto ele servia as bebidas, ela já estava tirando o seu terno e desabotoando a sua camisa.

Me lembrei do mesmo gesto que fiz uma hora antes.

Ela se abaixou diante dele e quando eu vi o pau enorme do cara, tive a nítida certeza de já ter visto um igual.

Coloquei a mão no pau do Paulão e foi inevitável acariciá-lo. Senti aquele mastro de carne crescer ao meu toque.

Minutos depois a mulher já estava sobre a cama, o cara estava fazendo um oral nela. Ela gemia igual uma vadia, igual a mim quando recebia a entrega do meu paizão.

Quando o cara colocou ela de quatro, ela ainda usava a calcinha, era vermelha, de rendas. Quando a mão do cara afastou a calcinha, eu gelei, fiquei muito excitado, me vi exatamente no lugar dela.

Quando ele a penetrou… ah, meu camarada. Na minha mente explodiram lembranças inexplicáveis. Aquela calcinha vermelha tinha me tirado o juízo. Acendeu-me ideias.

Ele estava duro demais. Eu sentia um comichão me acometer. E antes do inevitável acontecer. Ele se inclinou e falou no meu ouvido:

_ Vamos sair daqui, porra. Aqui tem muita gente.

Ele se levantou logo depois e eu o segui. Era nítido que ele estava andando de pau duro pela sala do cinema e eu também, é claro, mas a sensação de nervoso misturada à excitação foi o suficiente para eu voltar ao controle.

Quando saímos do cinema e paramos na calçada ele falou novamente:

_ Eu conheço um lugar aqui perto onde a gente pode ficar mais à vontade.

Mais uma vez não me surpreendi com aquilo. Era mais que evidente que ele conhecia mesmo o tal lugar.

Ele colocou um dos braços no meu ombro e a outra mão no bolso.

Andamos até a praça da República e viramos à direita no sentido do Arouche.

Quando nos aproximamos mais, vi uma placa com luz de neon acesa mesmo de dia. Na inscrição estava escrito HOTEL,

Era só uma porta na beira da rua. Completamente duvidoso, completamente instigante.

Quando entramos havia numa recepção à direita um homem corpulento, moreno e com os dentes horríveis. Um palito de dente preso neles.

O Paulão tirou a carteira do bolso e pediu um quarto.

O cara olhou pra mim. Eu olhei para ele também. Eu estava muito agitado com a situação.

_ Aqui está a chave da suíte presidencial, disse o cara com escárnio.

Quando começamos a subir o cara soltou rindo abertamente.

_ O frangote vai levar muita rola do peludão aí.

Vi o Paulão parar por um instante na escada e virar na direção do cara. Mas antes que ele pudesse dizer ou fazer algo, fui eu quem falei.

_ Vou levar rola sim. Não perderia isso por nada. Olha o homem que ele é. Agora olha pra você. Não conseguiria comer quem quer que seja em anos.

Quando eu terminei de falar estava tremendo de medo. Achei que o brutamontes pudesse vir e me quebrar a cara, mas não fez isso. Apenas olhou de mim para o paizão e depois de volta para mim. Riu escancarado sem entender direito o que havia acontecido, se eu era maluco mesmo ou tinha muita coragem.

Me aproximei da escada, o pai me abraçou a cintura e subimos os degraus.

A porta indicava o número. Entramos. Ouvi o girar da chave atrás de nós.

O quarto era pequeno, havia uma única janela coberta por uma cortina pesada. A cama arrumada às pressas, o perfume barato exalava e se misturava ao suor de tantas outros que passaram por ali. Estava limpo o suficiente, mas trivial, apenas para sanear os desejos carnais.

Naquele momento éramos nós. Quando ele se aproximou de mim por trás me abraçou, já estava nu, duro, grosso e potente. Sentia-o completamente, o torso extremamente peludo me acariciando as costas, o bigode roçando minha nuca e em seguida a ponta da língua encostando na minha orelha. Meu cuzinho piscou de tanto tesão acumulado.

Ainda hoje me lembro da sua voz, autoritária na medida certa determinando o que eu devia fazer.

— Agora você vai servir o paizão aqui, do jeito que cê gosta.

Ele se sentou na beirada da cama, o pau duro pulsando enquanto me via despir as roupas.

Eu me agachei diante dele e o chupei demorado. Uma de suas mãos nos meus cabelos enquanto se movia fodendo minha boca. Ele olhava para mim com chamas nos olhos. Senti seu pau descer pela minha garganta e ele gemer alto. Por pouco ele não gozou naquele momento.

Quando eu me levantei, virei de costas para ele. Me posicionei e desci encaixado perfeitamente.

— Ohhh, Nando, teu buraquinho tá me engolindo inteiro. Que delícia que é te foder!

Senti cada veia daquela rola dele desenhar o caminho através de mim, fundo dolorido e completamente satisfatório.

Ele parecia ainda maior devido à excitação acumulada desde a sala de cinema. Ou talvez tudo aquilo estava represado e naquele momento era só meu.

Eu comecei a me movimentar sobre ele que gemia alto, sem qualquer pudor. Eu gemia também, primeiro timidamente, depois mais livre. Senti um choque correr pela minha espinha me instigando a ir além. Eu estava me sentindo livre, eu queria mais. Naquele momento eu já era completamente livre. Ele me fez sentir assim.

No quarto ao lado era possível ouvir uma mulher pedir ao seu homem que lhe desse mais.

A cabeceira da cama batia na parede.

Em seguida, tirou o pau de dentro, me deixando com aquele vazio. Me deitou de costas na cama. Senti ele deslizar para dentro de mim novamente enquanto minhas pernas foram erguidas. Aquela dorzinha incômoda inicial se repetiu, mas no instante seguinte seus movimentos me devolveram as batidas do meu coração.

Eu me masturbava olhando em seus olhos e inundei meu umbigo. Ele começou a estocar mais profundamente e a cadência diminuiu por um segundo.

— Vou te encher de leite, Nando. Você se tornou meu vício.

Jorrou litros de porra dentro de mim.

Rimos juntos, um olhando para a cara do outro. Aquelas suas fantasias tinham me levado ao limite.

Depois daquilo, nós nunca mais seríamos o mesmo. A cumplicidade que nasceu depois disso foi além de tudo o que éramos até ali.

Uma hora e meia depois estávamos descendo as escadas rumo a calçada. O cara da recepção apenas acenou com a cabeça para o Paulão.

— Vamos tomar umas bebidas, disse ele quando sentimos o ar fresco do fim de tarde bater nos nossos rostos.

Entramos no bar. Ele pediu dois chopps. Eu não tinha o hábito de beber, mas ao lado dele tudo fazia sentido.

Depois de duas rodadas, eu já estava alegre, mas ele firme. O peito estufado. Rimos de piadas que só nós entendíamos.

Quando ele pediu a saideira quase uma hora depois, pediu dois conhaques. Quando o balconista serviu, olhei para o pequeno copo. Bebi. O conhaque desceu queimando pela garganta de um jeito bom. Levemente alterado, olhava para ele com uma audácia inapropriada para o rigor homofóbico da década de 80.

Eu o desejei ainda mais, principalmente porque ele havia me mostrado um lado seu que nunca imaginei.

Saimos do bar e depois de pegarmos no estacionamento, fomos direto para casa.

À noite foi tranquila, depois do banho nos deitamos juntinhos no sofá, claro que pelados. Eu me aninhei em seu abraço e adormeci.

Era mais de duas da manhã quando sinto ele se debruçar sobre mim, o pau duraço e dizendo que estava cheio de vontade.

Bem, ele sempre era irresistível. Senti um ardor conhecido e tudo começou novamente naquela madrugada.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conexões Incestuosas - Compartilhando fantasias

Codigo do conto:
260300

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
24/04/2026

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