Conexões Incestuosas- O pai virou meu vício

Nove meses haviam se passado desde a primeira vez que eu toquei meus lábios em seu membro e inevitavelmente acabei chupando-o, primeiro hesitantemente, depois até me entregar por completo.

Em minha mente estão gravados cada detalhe; o cheiro peculiar, o sabor, a sua rigidez em resposta ao meu estímulo, o gosto inigualável de seu esperma descendo pela minha garganta.

Depois, a primeira vez que me fez senti-lo dentro de mim, enorme, espesso, dominante, dilacerando-me de forma descarada, do jeito que somente um homem do seu naipe consegue fazer.

Hoje estou completamente entregue a ele, e a cada noite o espero para experimentar novamente, e ao mesmo tempo reinventar toda a nossa trajetória.

Mesmo quando ele chega mais tarde e sei que comeu alguma mulher, quando ainda tem disposição para me comer, acabo muitas vezes, sentindo o gosto delas em seu membro duro.

Em seguida, inevitavelmente me acomodo, esperando-o com sua virilidade me tomar também e cumprir seu papel de meu dono, e me foder de um jeito que sempre me marca profundamente.

Minha avó havia falecido e o pai acabou assumindo o quarto dela como seu e o dele ficou para mim. Era na cama mais confortável do novo quarto que eu e ele passamos a dormir, mas não sem antes nos entregarmos a sessões memoráveis de sexo.


E foi assim, sempre o esperando com o desejo à flor da pele, que em certa noite, depois de eu me preparar para ele, fiquei esperando no quarto.

Já passava das 22h quando ouvi o carro entrar na garagem. Quando ele abriu a porta, esperei com ansiedade. Ele estava com a camisa aberta, o peito peludo todo à mostra como sempre. Dentro da calça de tecido fino, seu membro volumoso descia colado à coxa da perna esquerda. Aquela visão me causou calafrios, que subiram pela coluna, e também muito tesão. Eu o queria mais que tudo.

Eu me levantei da cama e procurei seus lábios para um beijo. Ele não me afastou, porém seu beijo estava diferente, mais contido.

_ Aquela filha da puta, me deu um fora, filho. Disse que não podia mais dar pra mim. Que está se sentindo mal por enganar o marido. Que se foda ela. - terminou ele num tom irritado.

Aquela era a minha chance. Não podia perdê-la.

_ Você sabe que não precisa disso, pai. A gente se entende tão bem. Vai tomar um banho. Depois te ajudo a aliviar esta tensão.

Eu o segui até o banheiro e lá permaneci observando-o se despir.

Quando finalmente tirou a cueca seu pau balançou bem diante dos meus olhos. Que pau delicioso era o dele.

Fiquei assistindo de camarote ele tomar seu banho, e só no final, quando ele me pediu uma toalha é que percebi o tempo decorrido.

Assim que coloquei sua toalha no gancho, deixei ele sozinho e me dirigi para a cama.

Quando ele retornou nu, apenas enrolado na toalha, ele parou ao lado da cama por um momento, olhando para mim com aquele olhar predador.

Eu puxei a toalha e a joguei sobre a cadeira. A seguir, ele se aproximou um pouco mais da beirada da cama com a intenção de subir no colchão.

_ Espera pai, disse a ele me aproximando da beirada da cama também.

Acomodei um travesseiro para apoiar a cabeca e em seguida peguei o seu pauzão e coloquei na boca.

Seu pau, não mais que um minuto depois, já não cabia na minha boca. Eu permaneci deitado, com as costas na cama enquanto chupava o pau do meu próprio pai.

Ele gemia gostoso elogiando meu esforço por querer colocar sua rola inteira garganta abaixo.

_ Isso filho, mostra pro pai como você faz gostoso. Isso mama no meu caralho, dizia ele de um jeito que me era irresistível.

_ Nunca, uma mulher me fez uma chupeta destas como você me faz, filho. Só você, só você - disse ele entre gemidos e empurrando seu pau dentro da minha boca.

Eu estava com o pau trincando de tão duro. Sem parar de mamar no pau do meu paizão, fui tirando o shortinho do pijama.

Quando ele olhou para mim, ao me ajudar puxar a roupa pelas pernas elogiou meu corpo, meu traseiro e pela primeira vez disse que eu havia puxado pra ele.

_ Cê vai ficar com o pau igual do seu pai aqui.

Embora eu tenha gostado do elogio, a única coisa que eu queria era que ele me comesse.

Então, assim que consegui largar daquela mamadeira enorme, fiquei de quatro na cama.

Ele me puxou para beirada, enfiou o polegar no meu buraquinho.

_ Ah, pai, por favor!

Ele se aproximou de mim, achei que ia me enfiar a rola, mas pela primeira vez encostou a ponta da lingua no meu cuzinho. Os pelos do bigode me causavam arrepio e sua lingua umedecia minhas preguinhas.

Ele não parou por ai e me surpreendeu mais uma vez. Enquanto me lambia, pegou no meu pau. Passou a língua no meu cu e em seguida puxou meu pau duro para trás, chupou a cabeça da minha pica.

_ Ohh, pai, não acredito.

Ele, em seguida, me puxou pela cintura. Bateu a rola enorme na minha bunda algumas vezes, marretando a carne para amaciar.

_ Isso fica entre nós, Nando, só entre nós.

_ Ahh, pai, me come - disse a ele, implorando.

Ele me tocou de um jeito duro, cheio de marra, me colocou de costas na cama.

Eu coloquei dois travesseiros embaixo de mim, fiquei com a bunda pra cima. O buraquinho na altura certa para ele. Eu só esperei o momento em que seria empalado por aquela delicia de rola.

Ele esfregou a cabeça da pica no meu buraquinho úmido de saliva dele. Em seguida, de novo.

_ Pede, Nando, pede novamente ara ser comido, filho -disse ele, fingindo que resistiria não enfiar aquela rola em mim.

Eu pedi, e ele continuou me instigando. Meu buraquinho piscando de vontade.

Eu olhei entre minhas pernas, a rola dele estava muito dura, muito grossa. Toquei de leve com as pontas dos dedos empurrando-a levemente para baixo e encaixando-a na minha entradinha.

Ele forçou a rosquinha, devagar, enquanto olhava para mim com um sorriso quase sádico.

O bigode denso e escuro emoldurado pelo semblante quase cruel, pois tinha ciência do estrago que aquele seu pau fazia em mim, mas eu adorava mesmo assim.

Quando ele começou a entrar, senti meu corpo todo aquecer; meu anelzinho abrindo-se para ele entrar todo, me dominando por completo.

Ele estava com um dos joelhos na cama, foi empurrando devagar. Ele ergueu uma de minhas pernas e encostou meu pé no seu peito peludo.

Mordiscava meu pé enquanto me fodia.

Segurava minha perna com uma mão e a outra na minha cintura, conduzindo a penetração e me puxando ao encontro dele.

_ Ah, que delicia de pau - falei entre gemidos.

_ Cê gosta mesmo de dar esse cuzinho, não é mesmo- disse ele todo marrento.

_ Isso, pai, mete gostoso em mim, mete. Não me canso disso, falei enquanto acariciava seu peito peludo.

Ele se debruçou sobre mim, me beijou. Sua língua me invadindo a boca e seu pauzão me arrombando o buraco.

Eu adorava sentir tudo aquilo.

De repente ele me mandou ficar de quatro.

Quando ele tirou o pau de dentro de mim, senti meu corpo reagir e pedi-lo novamente.

Eu me posicionei de quatro na cama e ele se ajoelhou atrás de mim.

_ Quer, mais pau, filho?

_ Uhumm, foi o que consegui resmungar para ele enquanto arrebitava a bunda para ele voltar a me comer.

Ele começou a castigar meu buraquinho. - Ahh, que delicia- Ainda o sinto em mim.

Eu estava com os joelhos, o peito no colchão, todo aberto para ele.

Ele encostou o peitoral nas minhas costas e em seguida começou a me foder de cima pra baixo. Como um bate estaca, se enfiava completamente em mim, só suas bolas de fora.

Subitamente ele parou, todo enfiado dentro, empurrando ainda mais. Meu buraquinho ardia, todo esfolado.

Ele tornou a se movimentar rápido, muito duro. Eu ouvia o barulho de nossos corpos atritando. Ele estocava fundo, parando por um segundo, tirava a verga quase inteira e enfiava de novo.

_ Ah, Nando, você dá tão gostoso. Muito melhor que mulher, muito melhor do que sua mãe jamais deu.

Eu ouvi suas palavras, sua voz grossa retumbando em eco na minha cabeça. “ melhor que minha mãe “.

Eu fiquei com muito mais tesão depois disso.

Comecei a rebolar na vara dele. Sentia a pica enorme entrar e sair ao sabor dos meus movimentos.

_ É, filhão, cê sabe bem como me agradar. Vem deita se lado.

Quando eu deitei de lado, ele veio por trás. Meteu a pica novamente e enquanto metia, segurava minha perna no alto. Eu estava todo arregaçado. Eu só conseguia gemer e pedir para ele não parar.

Eu já não estava aguentando mais, comecei a bater umazinha sentindo ele deslizar dentro de mim.

_ Ahhh, paizão, eu vou gozar, isso é tão bom, ohhh!!!

Eu molhei meu corpo, o lençol, estava em êxtase.

Quando ele me leitou todo por dentro, sua porra invadiu-me generosamente, quente , abundante.

Eu guardei tudo dentro de mim, aquela era a prova irrefutável de sua posse sobre mim.

Depois da transa, ele ainda estava ofegante e eu em seus braços, quando ele se levantou da cama peladão e foi até a geladeira.

Eu fui atrás dele e o encontrei com uma cerveja na mão.

Ele foi para a sala, abriu a janela e se sentou no sofá. A seguir olhou para mim com um sorriso satisfeito no rosto.

_ Não sei o que eu estava pensando quando achei que encontraria na rua algo que em casa já tenho e muito melhor. Se você quiser Nando, o pai vai ser só teu.

_ Eu adoraria isso, paizão. Me deixaria muito feliz.

_ Então é isso. Palavra de homem. De hoje em diante seremos um do outro. Seremos só eu e você até o dia que eu não estiver mais aqui.

Eu senti meu peito se encher de um sentimento confuso, mas bom.

_ E para comemorar nós teremos um fim de semana na praia. Será como uma lua de mel improvisada.

_ Ah, vai ser ótimo poder ir à praia e ficarmos juntos num lugar diferente - disse-lhe. Preciso comprar umas roupas novas.

_ Tudo bem, filho, a gente sai pra comprar, mas tenho certeza que roupas é o que menos vamos usar.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Conexões Incestuosas- O pai virou meu vício

Codigo do conto:
263635

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/06/2026

Quant.de Votos:
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