Conexões Incestuosas - O paizão soube como me dar aquele trato.

Este relato é veridico e continuação de Conexões Incestuosas. Isto aconteceu há muito tempo, mas não me dai da memória.

Quando eu acordei, ele já havia saído para o trabalho e foi inevitável vir à minha cabeça o que tínhamos passado e o que ele havia me dito. Durante o dia todo, suas palavras iam e vinham. - Se você quiser, posso te ensinar várias coisas novas.

Eu sabia exatamente o que aquilo significava, mas como nunca tinha estado com um homem ainda, não tinha noção exata do que viria depois, especialmente com um homem com um pau como o dele. Eu tinha visto o suficiente para entender que não seria fácil. Porém, meu desejo por ele era maior que o medo.

A única certeza que eu tinha naquele momento era que o pai era experiente e sabia o que estava fazendo. Ele tinha se deixado levar por mim, pela minha iniciativa, tinha chegado ao prazer através do meu ato e quando me disse aquelas palavras foi como selar um voto de confiança e isso era muita coisa.

Eu tentei me distrair com os afazeres diários, mas a expectativa me atormentava. Eu havia saído para ir ao mercado e comprar alguma coisa para mim com o dinheiro que meu pai me deixou e quando estava voltando para casa pensei em ligar para ele no trabalho. Comprei umas fichas e segui para o orelhão.

Uma mulher me atendeu e pedi para falar com ele. Enquanto esperava ele vir atender, mil coisas a falar passaram pela minha mente, mas quando eu ouvi a sua voz a única coisa que eu consegui falar foi - Sim, eu quero aprender com você.- Ouvi um riso contido do outro lado da linha e um “Tudo bem” com aquela voz grossa que ele tinha.

Eu sabia que tinha que me preparar para a noite. Eu já tinha ouvido muita conversa de como os caras que saiam com outros caras faziam, então era só aplicar o que eu tinha ouvido. Sim, naquela época era assim, não havia informação à disposição como hoje.

A minha avó idosa, como sempre alheia ao que acontecia ao seu redor, se ocupava com as suas coisas na casa. E como em toda noite, se deitava cedo logo depois da novela.

Quando já era quase hora dele chegar, fiquei no sofá da sala com a televisão ligada, mas sem prestar atenção em nada. Só esperava, sem admitir para mim mesmo que o estava esperando.

Era quase sete da noite quando ouvi as chaves na fechadura. Ele entrou em silêncio e quando se virou, entendi tudo imediatamente, o porquê meu corpo não me dava sossego.

O coroa estava com a camisa aberta, o peitoral peludo à mostra depois de um dia inteiro de trabalho, sem contar o bigode denso e bem aparado que, eu havia descoberto, me encantava.

Eu me aproximei dele e o beijei no rosto, mas perto o suficiente dos lábios, do bigode. Ele, ao contrário, virou o rosto e me deu um selinho enquanto eu tocava o seu membro sobre o tecido.

— Tenha calma com isso!, disse ele baixinho com um sorriso autêntico no rosto. Temos que ser cautelosos. Você sabe disso.
Quando me afastei ele tirou do bolso da camisa um saquinho pardo e me entregou dizendo que era para eu guardar em um local onde somente eu saberia. Quando abri o embrulho, vi que era um tubo de gel. Olhei para ele, ele não falou nada, apenas fez sinal com a cabeça para indicar que eu fosse guardar.

Fui para o quarto, coloquei o tubo de gel dentro de uma caixinha de madeira debaixo de umas calças de moletom. Depois fiquei parado por um tempo olhando para a porta do guarda roupa fechada, com a proposta que o pai havia me feito se cumprindo bem dos meus olhos.

O fim da noite chegou mais devagar do que minha ansiedade esperava. Eu estava alerta.

Depois que minha avó se deitou, ele já havia tomado seu banho e eu também. Me convidou para assistirmos ao filme que estava passando na televisão. Era puro pretexto, eu sabia. Entendia como as coisas deveriam funcionar, então apenas me sentei no sofá ao seu lado enquanto ele ligava a televisão e girava o seletor da TV antiga para colocar no canal.   

Ele se sentou ao meu lado sem dizer nada, mas olhou para mim com um sorriso de macho safado na cara. Eu fiquei fissurado nele. Imaginei o que aquele bigode, aquele sorriso já tinha aprontado antes daquele momento.

Ele estava inteiro à vontade. As pernas afastadas, a cueca com abertura frontal mal conseguia cobrir o volume que se formava ali.

Acariciei seu tórax, seus mamilos, bem de leve, sentindo a textura de seus pelos. Fui descendo os dedos devagar por seu abdômen. Ele olhou para mim com aquele olhar de incentivo.

Ele olhava para mim, tentava dissimular olhando para a imagem na tv, mas com certeza sentindo o que eu fazia.

Acho que ele, o tempo todo queria se certificar do que eu queria antes de tomar qualquer decisão. Era uma maneira de respeitar meus limites.

O seu pau já estava muito duro. Puxei a pica pelo buraco da perna da cueca junto com sias bolas peludas. Me deitei em seu colo e comecei a chupar.

O seu membro mal cabia em minha boca. Eu tentava ao máximo, mas era impossível comportar seu tamanho.

Eu estava empolgado com o rumo que as coisas estavam tomando. De repente, vi ele se mover um pouco sobre mim e sua mão direita encontrar o cós da minha cueca.

Eu senti ele pulsar na minha boca e ele gemer em seguida. Imediatamente antes de encontrar meu buraquinho virgem. Passou a me acariciar devagar. Eu estava totalmente entregue.

Minutos depois, ele fez sinal para mim. Eu parei de mamar. Ele se levantou e fez sinal indicando que era hora de irmos para a cama. Desliguei a tv.

Atravessamos o corredor em silêncio e quando chegamos ao quarto, ele trancou a porta à chave. Me senti arrepiar. Um misto de sentimentos me tocou em cheio.

Nos abraçamos em silêncio. Nossos lábios se tocaram. A língua dele me invadiu com um desejo escancarado. Meu corpo já estava em chamas.

Nossas roupas foram caindo ao chão.

Seu pauzão esfregando no meu corpo. Seus dedos ágeis e ávidos buscavam o caminho certeiro.

_ Vai pegar, ouvi ele dizer sussurrando ao meu ouvido.

Eu sabia o que fazer. Abri a porta do guarda roupa devagar. O quarto de repente se iluminou um pouco com a meia luz que vinha do abajur.

Ouvi ele se deitar. Quando me virei, ele estava com uma das pernas dobradas, o pauzão pulsando de tão duro.

Coloquei o tubo de gel sobre a mesinha de cabeceira e me deitei ao lado dele.

Nossos corpos se encaixaram naturalmente. Ficou evidente que eu havia nascido para aquele momento.

Ele continuou a me beijar de um jeito que me roubava o fôlego.

Em dado momento, ele me virou de costas para ele. Encostou seu peito peludo nas minhas costas, o bigode roçando meu ouvido e com a voz grossa perguntou:

_ Você confia em mim?

Não respondi, não consegui, mas meu corpo falou por mim enquanto balancei a cabeça afirmando.

Relaxa pro papai aqui, ele falou no meu ouvido. Não se mexe demais enquanto eu entro, falou novamente.

Eu sabia e estava esperando por aquilo embora sentisse um certo medo.

Ele pegou o tubo de gel por cima de mim, cujo corpo era bem menor que o dele. Por um minuto esperei com o coração descompassado de tesão.

Senti seus dedos úmidos com o gel sobre meu anelzinho. Ele enfiou um dedo. Gemi de dor. Ele ficou assim, com o dedo lá dentro enquanto o seu pau já buscava se encaixar em mim.

Quando ele tirou o dedo, logo depois senti a cabeça da rola encostar em mim. Estava quente.

A pressão foi pungente. Me retraí por um único segundo antes de me lembrar que ele havia me dito para relaxar. Senti minhas carnes se afastarem para ele passar.

Respirava devagar enquanto ele me invadia e destruia minhas pregas.

Ele foi me dominando, centímetro a centímetro. Me fazendo arrepiar enquanto me apoiava nos seus braços peludos que me envolviam. Minha respiração falhava, seu hálito na minha nuca indicavam quem mandava.

E eu obedecia, com silêncio, com entrega.

Quando finalmente senti seus pelos encostarem na minha bunda soube que ele estava todo dentro de mim.

Eu não conseguia me mexer. Virei o rosto de lado a procura dele, que me beijou, a língua áspera de macho fodedor.

Ele começou a se mexer dentro de mim. Meu corpo recebia seu pau como um troféu, e que troféu!

A dor foi cedendo e o prazer se misturando até que eu já não sabia mais distinguir.


Ele falava coisas no meu ouvido que faziam ficar cada vez mais excitado. Meu pau estava duro como pedra. Eu sentia o invasor me empalando, com estocadas profundas e rápidas. Ao mesmo tempo eu fui me aproximando do momento do gozo.

Senti o pau do meu paizão inchar ainda mais dentro de mim, ele foi diminuindo a velocidade das suas estocadas e quando empurrou seu pau bem no fundo, gozamos os dois juntos. Sentia seus jatos inundaram meu rabinho.

Ele permaneceu dentro de mim até que seu pau escorregou de dentro de mim. Nós dois, plenamente satisfeitos.

_ Esta noite, nos tornamos muito mais do que pai e filho, Nando. E não se atreva a procurar outro homem enquanto eu estiver duro e aqui disponível para você

Eu molhei o lençol e ele me disse que seria melhor dar um jeito eu mesmo na manhã seguinte.

Depois daquela noite passamos a transar como um casal de fato.

Ele sabia, sempre sabia o quê e como fazer e eu aprendi a me deleitar em seus braços.

Obrigado por lerem. Votem e comentem. Em breve postarei a continuação.

Foto 1 do Conto erotico: Conexões Incestuosas - O paizão soube como me dar aquele trato.


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Comentários


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momentosaventura Comentou em 19/04/2026

Que delicia a sua primeira vez, com certeza foi um momento de amor e desejo, ainda mais sendo o seu pai (seu primeiro homem) a te desvirginar com carinho e sabedoria de macho fodedor. Penso que não foi somente sexo, más sim amor, com puro prazer sexual.




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Nome do conto:
Conexões Incestuosas - O paizão soube como me dar aquele trato.

Codigo do conto:
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Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/04/2026

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