Thales virou-se na cama e observou Manuela de costas, imóvel. Aproximou-se, colando o corpo ao dela de maneira brusca. O contato repentino a fez estremecer — ela sentiu o membro rígido dele cutucando suas nádegas.
Ele a envolveu com o braço, pressionando-a contra si, e beijou-lhe as costas nuas, expostas sob o sutiã.
— Eu quero isso aqui — murmurou em seu ouvido, a voz baixa e firme, sem espaço para negociação. Encaixou o membro no meio das nádegas dela — ainda por cima da calcinha.
Manuela tentou afastá-lo, o corpo tenso.
— Eu não estou preparada… — disse, quase num sussurro.
Ele não respondeu. A segurou firme com um braço e com sua outra mão abaixou a parte de trás da calcinha. Cuspiu um pouco de saliva em sua mão e passou na cabeça do pênis. Introduziu devagar.
Então ele empurrou tudo para dentro. Manuela franziu os lábios e segurou o grito. Fechou os olhos, o maxilar travado, as mãos crispadas contra o lençol.
Ele começou a movimentar vagarosamente. Quando percebeu que ela estava se acostumando acelerou — em movimento constantemente.
O quarto permaneceu em silêncio, quebrado apenas pela respiração irregular e pelo ranger contido da cama.
Manuela percebeu quando o marido havia chegado ao orgasmo, devido ao aumento da intensidade da sua respiração. O membro que pulsava dentro dela parecia a estender cada vez mais.
Quando tudo terminou, Thales afastou-se como se nada tivesse acontecido.
Manuela permaneceu deitada, encarando o vazio à frente, o corpo rígido, a mente distante. A luz da lua continuava ali, indiferente, iluminando um quarto que agora parecia ainda mais frio. (...)
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