A porta do apartamento estava destrancada. Manuela entrou, passou a tranca e se dirigiu ao sofá.
Um homem alto, forte e negro saiu abruptamente do banheiro. Manuela assustou-se, mesmo sabendo da brincadeira — ainda não conhecia Naldo.
Ele a pegou pelo pescoço com firmeza. A jogou em cima do sofá — foi dolorido para as costas dela, devido à espuma gasta evidenciar o estrado de madeira.
Naldo rapidamente abriu o zíper de sua calça jeans desbotada e expôs o pênis, já completamente rígido.
Enlaçou os cabelos de Manuela na mão e empurrou a cabeça em direção ao membro. Ela engasgou-se no momento em que ele entrou em sua boca — era extenso, grosso e com veias saltadas.
O segundo homem mascarado surgiu pela cozinha. Era Beto. Manuela não o viu — apenas sentiu sua minissaia sendo arrancada com força, levando junto a calcinha até a altura dos pés.
Beto desabotoou a bermuda. Puxou Manuela pelas pernas para que ela ficasse de joelhos. Aproximou-se e encaixou o membro na vagina.
Manuela ainda degustava o membro de Naldo enquanto Beto a penetrava com brutalidade. Os gemidos dela eram contidos pela boca cheia — apenas alguns sons escapavam.
Naldo sinalizou para que ele e Beto trocassem de posição. Dessa vez, Manuela ficou deitada de barriga para cima, com as pernas abertas. Naldo ajoelhou-se abaixo e encaixou o membro. Beto ficou de pé na borda do sofá, batendo com o membro rígido na face de Manuela.
Um estalo se fez na face de Manuela. Naldo bateu nela.
— Você gosta, né… sua vadia! — falou em voz alta.
— Isso… bate — pediu Manuela, sedenta.
Beto observou a cena, surpreso. Segurou o riso com dificuldade.
Manuela levantou-se e praticamente ordenou que Beto deitasse de barriga sobre o sofá. Ele obedeceu, envergonhado.
Ela pegou o frasco de lubrificante que estava no encosto do braço do sofá, despejou uma quantidade generosa sobre a mão e passou no membro de Beto.
Então, acomodou-se por cima, de costas para ele. Pegou o membro com a mão e encaixou em seu ânus.
— Calma… que negócio apertado! — reclamou Beto.
— Cala a boca, senhor bandido! — retrucou ela.
Naldo não aguentou e soltou uma gargalhada cômica.
— Vem! — pediu Manuela a Naldo.
Ele encaixou o membro na vagina e começou a movimentar-se, sincronizando com os movimentos que Beto fazia.
O sofá começou a ranger, arrastando-se sobre o piso e, de repente, um estralo seco soou. Um dos pés do sofá havia quebrado, deixando-o inclinado. Os rapazes se assustaram com o barulho.
Manuela ignorou. Levantou-se.
— Aqui… vem! — ordenou, puxando os dois rapazes pelos braços.
Eles ficaram de pé, e Manuela ajoelhou-se no chão, de frente para eles. Começou a revezar as chupadas.
Naldo foi o primeiro a chegar ao orgasmo, direcionando o membro para a face de Manuela, que ficou coberta pelo líquido grosso e esbranquiçado. Beto demorou ainda algum tempo, mas logo também conseguiu. Direcionou o membro ao rosto de Manuela; o líquido, mais fluido, escorreu sobre o peito dela.
Quando tudo terminou, o silêncio tomou conta do apartamento. Naldo foi embora discretamente, e Manuela permaneceu ali por mais algum tempo. Tomou um banho demorado, tentando apagar os vestígios do ato — maquiagem borrada, cabelos embaraçados, roupas amarrotadas — como se a água pudesse também levar embora o peso daquela escolha. (...)
Conheça o Livro Desejo Impulsivo: Uma história onde o prazer, o poder e o crime caminham lado a lado e nenhum deles é inocente.



Nossa!!!