— Salva meu número — disse ela, com um sorriso de canto. — Peço muita coisa e, se você for o entregador, já sabe o caminho.
No dia seguinte, o papo no WhatsApp já estava quente. À noite, postei uma foto de um açaí. Ela curtiu na hora.
— Tá querendo? — provoquei.
— Meu marido saiu pro turno da noite... morrendo de vontade, mas tô presa aqui — ela respondeu.
— Me espera na esquina que eu te levo.
Busquei a morena e fomos para um lugar afastado. Quando íamos descer na lanchonete, ela travou.
— Não para aqui! Aquele ali no balcão é amigo do meu marido. Toca o carro, por favor!
Entrei em uma rua deserta, sob a sombra de umas árvores, e desliguei o motor. O silêncio durou pouco. Olhei fixamente para ela e perguntei:
— E agora? O que a gente faz com esse tempo perdido?
— O que você quiser... — ela sussurrou, aproximando o rosto.
Eu a puxei pela nuca e o beijo foi urgente. Minha mão já subiu para os seios dela, sentindo a firmeza por baixo da blusa. Ela soltou um gemido baixo contra a minha boca.
— Você é muito gostosa — eu disse entre beijos.
— Você não viu nada... — ela respondeu, puxando minha mão para baixo da saia.
A pele dela estava quente e a calcinha já estava completamente encharcada. Afastei o tecido para o lado e comecei a masturbação com os dedos. Ela jogou a cabeça para trás, respirando fundo.
— Assim... não para... — ela implorava, enquanto eu descia a boca para os seios dela, sentindo os mamilos endurecerem.
Ela gozou e gritou de prazer.
Em seguida ela começou a me chupar, mas o prazer foi interrompido pelo toque do celular.
— Puta que pariu, é ele! — ela disse, pálida. — "Oi amor... sério? Já saindo? Tá bom.
Ela desligou o telefone em pânico.
— Me leva agora! Ele vai chegar mais cedo!
Liguei o carro, mas não me guardei. Meu pau estava para fora, pulsando.
— Você não vai guardar isso? — ela perguntou, nervosa.
— Só se você terminar o serviço no caminho. Eu não vou embora assim.
A cada semáforo fechado, eu olhava para ela e ordenava:
— chupa.
Ela se abaixava rapidamente, com os olhos atentos ao movimento da rua, e me chupava com uma vontade que eu não esperava. O risco de sermos pegos parecia deixar tudo mais excitante. Quando dobramos a última esquina antes da casa dela, encostei o carro no escuro.
— Vai, termina — eu disse, segurando a cabeça dela.
Fui ao limite e gozei na boca delas sem avisar. Pela surpresa, ela abriu a porta do carro e cuspiu no asfalto, limpando a boca rápido.
— Limpa isso, rápido! — ela disse, rindo nervosa. — A gente se vê no motel, com calma.
Ela saiu do carro, ajeitou a saia e entrou em casa. Mais tarde, recebi a mensagem:
— Ele chegou com tesão e ainda transamos e nem imagina que o gosto que ele sentiu foi o gosto da sua gala
curioso3531