— Boa noite — disse ele, com um sorriso de canto, enquanto abria a porta da frente e se acomodava ao meu lado.
— Boa noite. Indo para casa? — perguntei, já sentindo o perfume dele dominar o carro.
— É sim. Estava com uns amigos vendo o novo do **Homem-Aranha**, mas eles foram embora em outro carro e eu acabei ficando por último — explicou, enquanto eu dava a partida.
O papo fluiu fácil. Falamos de filmes e do movimento da cidade. Ele era articulado, mas de vez em quando eu sentia o olhar dele pesando sobre mim. Quando entrei na rua da casa dele, em um bairro vizinho ali perto, o clima mudou. Estacionei e, antes que eu pudesse encerrar a corrida no celular, senti a mão dele, firme e quente, apertando a minha coxa.
— E aí, motorista... — ele sussurrou, me encarando fixo. — **Você curte homem?**
O choque da pergunta foi rápido, mas o tesão foi maior. Olhei bem nos olhos dele e mandei a real:
— Cara, eu sou casado... mas se você quiser chupar o meu pau agora, eu deixo.
Ele não hesitou. Um sorriso malicioso surgiu no rosto dele.
— É tudo o que eu quero.
Sem perder tempo, ele começou a alisar o volume na minha calça. Eu olhei ao redor, apreensivo com a rua deserta.
— Aqui mesmo? Não tem perigo? — perguntei, com a voz já rouca.
— Relaxa, tá tarde. Ninguém passa aqui agora — respondeu ele, já puxando o meu banco para trás.
Ele desabotoou minha calça com uma agilidade impressionante. Antes de colocar para fora, deu várias mordidinhas por cima da cueca, me fazendo dar um solavanco no banco. Quando meu pau pulou para fora, completamente duro, ele deu um beijo na ponta e me olhou de baixo para cima.
— Que delícia... — ele murmurou, antes de abocanhar a cabeça.
O garoto era um profissional. Começou devagar, mas logo enfiou tudo de uma vez. Parecia que a garganta dele era um túnel sem fim.
— Puta que pariu... você chupa muito bem — eu gemia, enterrando as mãos naqueles cabelos longos.
O controle da situação passou para as minhas mãos. Segurei a cabeça dele com força e comecei a ditar o ritmo, estocando a boca dele como se estivesse fudendo uma buceta. O som da sucção preenchia o carro. Às vezes eu ia tão fundo que ele engasgava, lutando por ar, mas eu segurava a pressão por alguns segundos. Quando eu aliviava, via as lágrimas escorrendo pelos olhos dele, mas ele nem limpava; só abria mais a boca, pedindo por mais.
— Tá quase... — avisei, sentindo o corpo todo formigar. — **Vou gozar, vou gozar tudo na sua boca!**
— Manda! — ele conseguiu dizer, entre um movimento e outro.
No primeiro jato, empurrei meu pau até o talo, sentindo o calor da garganta dele receber tudo. Descarreguei cada gota de leite lá no fundo. Ele não recuou; pelo contrário, engoliu tudo com vontade, fazendo um barulho de satisfação que me deu arrepios até a nuca.
Quando finalmente comecei a murchar e fui me recolher, ele me segurou. Olhou para o restinho de gala que ainda escorria e disse, com a voz doce e safada:
— Espera... não pode desperdiçar nada. Tenho que deixar você bem limpinho.
Ele passou a língua por tudo, limpando cada centímetro com uma calma torturante, até não sobrar mais nada. Se despediu e saiu do carro como se nada tivesse acontecido.
Nunca mais o vi, mas aquela "corrida" ficou marcada na minha memória.
curioso3531