A conversa fluiu rápido. Ele foi direto ao ponto: "Eu tenho namorada, mas estou com uma vontade insuportável de dar o cu pela primeira vez. Sinto que se não for hoje, a coragem nunca vai vir".
Eu, sendo sincero, respondi: "Eu também tenho namorada. Já fui chupado por homens antes, mas nunca penetrei nenhum. Vai ser uma experiência nova para nós dois".
Ele contou que estava passando por uma fase de transição, prestes a mudar de cidade para cursar Medicina com a namorada. "É agora ou nunca", ele insistia. Trocamos fotos e, ao perceber que ele estava sozinho em casa, não perdi tempo. Subi na moto e fui rapidamente até o endereço que ele passou.
Quando ele abriu a porta, a tensão era palpável. Ele era contido, quase nervoso, e fez questão de pontuar: "Olha, não quero muito papo, não sou gay, só quero experimentar essa vontade que estou guardando".
Entramos no quarto. Ele parecia decidido a ignorar qualquer hesitação. Tirou a roupa sem rodeios, ficando completamente nu. Fiz o mesmo.
"Deita aí", ele pediu, indicando a cama. "Eu quero sentar por cima. Quero controlar a entrada."
Ele pegou a camisinha, vestiu em mim com as mãos trêmulas, mas firmes, e espalhou lubrificante tanto no meu pau quanto no cu dele. O silêncio do quarto era cortado apenas pela nossa respiração.
Ele se posicionou e começou a descer lentamente. Quando a cabeça do meu pau tocou a entrada, ele travou por um segundo, respirando fundo. Com um pouco de dificuldade, ele forçou a descida, quando a cabecinha entrou ele sentou de uma vez. A pressão foi intensa que chegou a doer um pouco pela pressão do cu virgem.
Ele soltou um gemido longo, que misturava dor, choque e um prazer súbito. Ficou parado, esperando o corpo relaxar e se acostumar com a novidade. Quando ele finalmente se moveu, começou uma cavalgada ritmada, ainda que cautelosa.
"Fica de quatro", pedi, querendo aproveitar mais.
Assim que ele mudou de posição, o ritmo mudou. Dei estocadas mais fortes e profundas, e ele não escondia a expressão: os olhos fechados, a boca entreaberta, o prazer evidente no rosto. Não demorou muito para que eu falar que iria gozar e aumentei o ritmo e gozei.
Depois, o clima no quarto esfriou tão rápido quanto surgiu. Ele se recostou na cama, ainda um pouco ofegante, processando o que tinha acontecido.
"Matou a curiosidade?", perguntei, tentando quebrar o silêncio.
Ele ficou um tempo olhando para o teto antes de responder. "Matei... Foi muito bom mas não sei se tentaria de novo."
Ele suspirou, virando o rosto para o lado, e completou, com um tom de culpa na voz: "Fiquei o tempo todo pensando na minha namorada. Eu amo ela demais".
curioso3531