Assim que ele entrou no carro eu perguntei se ele tinha idade para entrar no motel e eu mostrou a identidade e tinha menos de 15 dias que fez 18 anos e pessoalmente achei que ele tinha muito menos e só acreditei por conta do documento. O moleque estava tremendo de nervoso, mas já chegou pegando no meu pau com vontade e desabotoando minha calça. Perguntou se eu queria um beijo, mas eu mandei a real: nunca beijei homem e não ia ser agora. Fui rumo ao motel e ele foi chupando meu pau enquanto eu dirigia. Ele era atrapalhado, dava para ver que não tinha prática, mas o esforço dele me deixava no veneno.
No quarto, ele arrancou a roupa e eu fiquei de cara. O bicho era branquinho, baixinho, uns 1,65m, mas com tudo no lugar. Tinha a bunda empinada e um corpo todo trincado, barriga definida, coisa de louco. Ele ajoelhou e voltou a chupar, mas eu queria mais. Mandei ele deitar de bruços na cama.
Coloquei a camisinha e comecei a sarrar na entrada do cu dele. Ele soltava uns gemidos que pareciam súplica. Quando eu forcei a cabeça para entrar, vi o rosto dele retorcer de dor. Perguntei se parava, mas ele me olhou seco: "Não para, eu quero isso". Quando a cabeça entrou de vez, ele deu um pullinho. Parei um pouco, esperei o rabo dele relaxar e fui enfiando centímetro por centímetro, sentindo a dificuldade para entrar.
Comecei devagar, mas logo perdi a linha e acelerei o ritmo. No meio do rala e rola, ele travou:
— Para agora! Vou cagar!
Saí de cima voando e ele correu pro banheiro. Dois minutos depois, ele volta com cara de tacho.
— Desculpa, achei que ia sair, mas não deu em nada.
— Vai aguentar continuar? — perguntei já duro de novo.
— Quero muito.
Deitei de costas e mandei ele sentar. Ele montou senti que meu pau entro sem deixar nem um centímetro de fora e começou um sobe e desce frenético, mas do nada veio aquele cheiro de merda podre. Ele pulou do meu pau e voou pro banheiro. Olhei pro meu pau e estava aquela meleca. Fui direto pro chuveiro me lavar. No banheiro, ele estava sentado no vaso, roxo de vergonha, se desculpando sem parar.
— O que eu faço pra você me perdoar? — ele perguntou, quase chorando.
— Encosta aqui. Eu ainda não gozei e agora vou descarregar na sua garganta.
Ele ajoelhou ali mesmo no banheiro. Segurei o cabelo dele com força e comecei a socar fundo. Ele engasgava, os olhos lacrimejavam, mas eu estava no ódio e não parei. Botei o pau todo na garganta dele e segurei. Ele tentava empurrar minha mão, e quando eu soltei, ele virou pro lado e vomitou tudo.
— Caralho, você não aguenta nada, nem no cu e nem na boca! — mandei a real.
Falei pra ele lavar a boca e voltar a chupar. Recomeçamos. Toda vez que ele ia vomitar, eu dava uma segurada. Quando senti que ia explodir, avisei. Ele nem hesitou: abriu bem o bocão, fechou os olhos e deixou eu descarregar tudo. Engoliu cada gota, limpando meu pau com a língua como se fosse um prêmio.
Depois que terminei, ele continuou ali ajoelhado aos meus pés, ofegante, com o rosto ainda vermelho e o olhar totalmente rendido. Eu dei um tapa leve no rosto dele, só pra ele se ligar, e disse:
— Viu só? Começou todo atrapalhado, mas terminou do jeito que eu queria.
Ele deu um sorriso de lado, ainda meio sem jeito, mas dava para ver que estava se sentindo o máximo por ter aguentado o tranco no final. Fomos para o chuveiro juntos e deixei a água cair. O clima de vergonha tinha sumido; agora o que sobrava era aquela satisfação de quem tinha sido batizado de verdade.
Saímos do motel com ele andando meio torto, ainda sentindo o peso da minha pegada. No caminho de volta, o silêncio no carro era outro: era o silêncio de quem sabia que, apesar da merda toda, aquela noite ia ficar gravada na mente dele para sempre. Deixei ele na porta de casa, ele me olhou uma última vez e disse que nunca ia esquecer.
Delícia adorei
Achei você muito hetero, transar sem beijo, não vai. Você com um cara de 18 anos, virgem e não toma seu leite, dando prazer a ele, é ruim demais. Transa boa é aquela que a gente se entrega, não gosto de submissão.
curioso3531