Mãe e filha enfim

Era uma segunda-feira comum, mas o coração já batia mais forte quando saí de casa para o trabalho.
Passei em frente à casa delas e lá estava: a vaga da moto do corno vazia.
Sorri sozinho, o pau já latejando dentro da calça só de imaginar.
Liguei para a Isa no horário do almoço, voz baixa, quase sussurrando no banheiro da empresa.

— Isa, minha princesa... a moto dele não tá lá. Ele viajou?

Ela riu baixinho, aquela risadinha safada de ninfetinha que eu amava.

— Viajou sim, tio. Vai ficar fora a semana toda, trabalhando. Estamos sozinhas em casa com o meu irmãozinho. E eu já tô imaginando o que você tá pensando...
Você quer as duas hoje, né? As duas juntas na cama dela.

— Caralho, Isa... eu quero muito.
    Me ajuda a armar isso.
    Eu vou conversar com a Dinha agora, dizer que tô louco pra estar com ela na cama dela de novo. Você facilita tudo?

— Pode deixar, tio. Eu cuido do meu irmão, boto ele pra dormir cedo. Quando você chegar, eu te deixo entrar quietinho. Você começa com a mamãe... e quando você estiver se divertindo com ela, eu apareço na porta. Me masturbando bem devagar, vendo você e mamãe juntos. Aí a gente vê o que rola...
— A voz dela ficou rouca.
— Tô tocando a minha bucetinha aqui só de imaginar, tio. Quero ver vocês dois se comendo antes de entrar.

O resto do dia foi um inferno de tesão. Troquei mensagens quentes com a Dinha durante a tarde, fingindo saudade normal.

Eu: Tô louco pra te ver, Dinha. Quero ter você na sua cama hoje. Sem pressa, sem medo. O corno tá fora, né?

Dinha: Safado... para, tô no sofá aqui com o menino. Mas... sim, ele viajou. Tô molhada só de ler isso. Vem depois das 20h? O menino já vai estar dormindo.

Às 20h15 eu tava batendo de leve na porta dos fundos. Isa abriu, shortinho curto, sem sutiã, os biquinhos duros marcando a blusinha fina. Ela me puxou pelo pescoço e me deu um beijo molhado, língua girando na minha.

— Ela tá no quarto, de camisola preta, já esperando. Eu disse que ia tomar banho. Vai lá, aproveita a mamãe gostoso. Eu cuido do resto — sussurrou ela, apertando meu pau por cima da calça.

Entrei no quarto da Dinha sem fazer barulho. A luz do abajur estava baixa, dourada. Ela tava deitada de lado, camisola preta transparente, as coxas grossas e macias abertas um pouco. Os peitos pequenos, meio amostra, quase saltando do decote.

— Oi, safado... vem cá, seu puto — murmurou ela, voz manhosa.

Eu me ajoelhei na cama, tirei a camisa e subi por cima dela, beijando sua boca com fome. Minhas mãos desceram, levantando a camisola até a cintura. Dinha já tava sem calcinha.

— Tô encharcada desde que você mandou mensagem — confessou ela, gemendo quando meus dedos abriram os lábios inchados da buceta dela. — Come a sua loira, vai... chupa gostoso.

Não perdi tempo. Desci beijando a barriga, as coxas, e enfiei a cara entre as pernas dela. Língua larga, lambendo do cu até o clitóris, chupando os lábios carnudos, sugando o mel que escorria. Dinha agarrou minha cabeça, quadril se mexendo.

— Ai, caralho... assim, meu puto safado... chupa a buceta da sua loirinha... que delícia... você chupa tão bem, filho da puta...

Eu gemia contra a carne quente, dois dedos dentro dela, curvados, roçando aquele ponto que fazia ela tremer. Os gemidos dela ficavam mais altos, mais desesperados.

Foi aí que ouvi o barulho leve na porta.

Olhei de lado, sem parar de chupar. Isa tava encostada no batente, shortinho abaixado até os joelhos, uma mão dentro da calcinha, se esfregando devagar. A outra mão apertava um dos peitinhos por baixo da blusa. Olhos fixos em mim, boca entreaberta.

— Porra... — sussurrou Dinha, assustada, tentando fechar as pernas. Mas eu segurei firme, língua ainda trabalhando.

— Shhh, mamãe... — disse Isa, voz rouca de tesão. — Eu sei de tudo. Eu que ajudei ele a te comer da primeira vez. Eu quero ver... quero ver ele te comendo. E depois... eu quero as duas coisas.

Dinha ficou vermelha, mas o corpo dela traiu: a buceta pulsou forte contra minha língua, mais molhada ainda.

— Isa... minha filha... isso é... ai, meu Deus...

Eu levantei o rosto, queixo brilhando com o gozo dela, e sorri.

— Deixa ela ver, Dinha. Olha como ela tá safada, se tocando enquanto eu como a buceta da mãe dela.

Isa entrou no quarto, fechou a porta, tirou o shortinho e a blusa de uma vez. Corpo jovem, pele morena, bucetinha depilada brilhando. Ela subiu na cama devagar, se ajoelhou ao lado da mãe e começou a beijar o pescoço dela.

— Relaxa, mamãe... eu amo vocês dois. Deixa ele te foder enquanto eu te beijo.

Dinha soltou um gemido longo, rendida. Eu me levantei, tirei a calça, pau duro pra caralho, cabeça vermelha latejando. Isa olhou direto pro meu pau e lambeu os lábios.

— Come ela primeiro, tio. Quero ver você enfiando tudo nela.

Eu posicionei a cabeça na entrada molhada da Dinha e empurrei devagar, centímetro por centímetro. Ela arqueou as costas, unhas cravando nos meus ombros.

— Ai, que pau gostoso... me fode, safado... me fode bem fundo...

Enquanto eu metia ritmado, fundo e forte, Isa se inclinou e chupou um mamilo da mãe, depois o outro. Depois subiu e beijou a boca da Dinha, língua com língua, gemendo juntas. Eu acelerava, bolas batendo na bunda dela, o quarto cheio do barulho molhado de buceta sendo arrombada.

— Isa... vem aqui — eu ordenei, rouco. — Senta na cara da sua mãe enquanto eu como ela.

Isa não pensou duas vezes. Subiu, abriu as pernas sobre o rosto da Dinha e baixou a bucetinha molhada direto na boca da mãe. Dinha hesitou um segundo, depois agarrou as coxas da filha e começou a chupar, faminta.

— Isso, mamãe... chupa a bucetinha da sua filhinha... que delícia...

Eu metia cada vez mais forte, vendo a cena: mãe e filha se comendo enquanto eu fodia a Dinha sem parar. O corpo da Isa tremia, ela segurava os peitos, gemendo alto.

— Tio... troca... quero você na minha boca agora.

Eu saí da Dinha, pau brilhando com o creme dela. Isa desceu, se ajoelhou ao lado da mãe e as duas começaram a me chupar juntas. Línguas se encontrando na cabeça do pau, lambendo as bolas, mamando alternadamente. Dinha engolia fundo, Isa chupava as bolas e lambia o freio.

— Porra... vocês duas são umas putas... — rosnei, segurando as cabeças delas.

Elas riram, safadas.

— E você adora, né, safado? — disse Isa, cuspindo no pau e enfiando na garganta da mãe de novo.

Eu não aguentei. Levantei a Isa, coloquei ela de quatro ao lado da mãe e enfiei na bucetinha apertada dela de uma vez. Dinha, ao lado, enfiou dois dedos na filha enquanto eu metia.

— Come a minha filhinha, seu safado... fode ela gostoso pra mamãe ver...

Troquei de novo. Voltei pra Dinha, depois pra Isa. As duas de quatro, bundas empinadas, gemendo uma no ouvido da outra. Eu alternava, pau entrando e saindo de uma buceta pra outra, molhado, brilhando.

No final, eu tava deitado. Dinha cavalgando meu pau, subindo e descendo com força, peitos balançando. Isa sentada no meu rosto, se esfregando na minha língua enquanto beijava a mãe.

— Goza dentro da mamãe, tio... enche ela — pediu Isa, voz trêmula.

Dinha rebolava mais rápido, apertando.

— Goza, meu amor... goza na buceta da sua loirinha...

Eu explodi. Jatos grossos enchendo a Dinha enquanto ela tremia no orgasmo, esguichando no meu pau. Isa gozou logo depois, molhando minha cara toda.

As duas caíram ao meu lado, suadas, ofegantes, me beijando alternadamente. Isa passou o dedo na buceta da mãe, pegou um pouco do meu gozo que escorria e lambeu, olhando nos meus olhos.

Dinha sorriu, exausta e feliz, passando a mão no meu peito.

— Vocês dois me mataram... mas eu quero mais. Quero as duas coisas de novo.

Eu puxei as duas pro meu peito, pau ainda semi-duro entre as coxas delas.

— Vocês são minhas agora. As duas. E eu vou comer as duas sempre que puder.

O quarto ficou em silêncio, só a respiração pesada e o cheiro de sexo no ar. Que sexo inesquecível.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casado-careca

Nome do conto:
Mãe e filha enfim

Codigo do conto:
259815

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
19/04/2026

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