Tarde quente com Andréa

Quinta-feira, dia 30/04/26, eu estava no Centro da cidade entregando currículos, quando a vibração no bolso trouxe um alívio.
Era Andréa, como sempre. Um "bom dia" que chegava no meio da tarde, mas que tinha o mesmo sabor doce e familiar.

Andréa: Bom dia!
Eu: Bom dia! Como você está? Que tal um café ou um refrigerante? Andréa: Um refrigerante cairia como um milagre agora.

Sorri. O convite era inevitável. Perguntei onde ela estava. Sua resposta veio rápida, um endereço e um "se importa de vir até aqui?"
Claro que não. Comprei uma Coca-cola já molhando minhas mãos, e segui para a localização que ela me passou. Quando as casas começaram a bater com a descrição, avisei.

Eu: Acho que tô chegando.
Andréa: Te espero no portão.

E lá estava ela. Uma roupa de dia a dia, simples, que parecia respirar junto com o calor. Um sorriso que era um refúgio naquele calorão. Entramos, a sombra da casa um alívio instantâneo.
A conversa fluiu fácil, sobre nada e tudo, o refrigerante ficando morno sobre a mesinha da sala.
E, como sempre, eu trouxe à tona a memória enterrada.

"Lembra daquela vez, na confecção? Do jeito que você se encostou naquela mesa de corte...", falei, tomando um gole.

Seus olhos fugiram para a janela.

"Para com isso", ela disse, tentando soar séria, mas a voz saiu um fio mais fina.

"Foi uma vez. Um deslize."

"Um deslize que deixou marca na memória. Na minha, pelo menos", insisti, meu olhar preso no movimento dos seus lábios no copo.

O tempo passou, disfarçado em conversa fiada. Quando me levantei, dizendo que precisava ir.

Andréa se levantou também, uma sombra de algo não dito pairando no ar.
Me acompanhou até a porta, e sua mão encontrou a minha — um toque que começou casual, mas que ficou, seus dedos entrelaçando-se nos meus com uma hesitação que me prendeu.

Na soleira, sob o batente da porta que separava a penumbra da casa da luz brutal da rua, eu me virei para a despedida formal que não viria.
Em vez disso, minha mão se moveu sozinha, encontrando a linha do seu queixo. Levantei seu rosto suavemente. Seus olhos, grandes e escuros, piscaram, surpresos, mas não recuaram. O espaço entre nós evaporou.

O primeiro beijo não foi uma pergunta. Foi uma confirmação. Um selo quente e úmido que dissolveu anos de brincadeiras.

Seus lábios responderam imediatamente, uma rendição instantânea e voraz que fez um gemido baixo escapar da sua garganta. Minhas mãos, livres agora de qualquer cerimônia, desceram pelas suas costas, encontrando a curva plena e definitiva da sua bunda sob o short.

Agarrei com firmeza, puxando ela contra mim, e ela entendeu o comando — seus pés deixaram o chão, suas pernas encontraram minha cintura num movimento fluido, apertando-se como um laço.

Carreguei ela, assim enlaçada, de volta para a sala, seus bejos se tornando mais desesperados, mais ruidosos, enquanto eu caminhava.

O sofá nos recebeu com um ruído de molas. Não havia mais tempo para sutilezas. Minhas mãos subiram por baixo da sua blusa e a outra desceu encontrando a cintura da sua calcinha.

"Tira isso", ordenei contra sua boca, e ela se ergueu o suficiente para que eu puxasse o tecido leve por cima da sua cabeça, jogando-o longe.
Andréa ficou diante de mim, ofegante, apenas de calcinha, seus seios livres se movendo com a respiração acelerada.
Eu não dei tempo para a timidez voltar. Empurrei ela suavemente para trás, deitando-a no sofá, e desci entre suas pernas.

Meus lábios encontraram sua pele, começando pelo pescoço, aquela área onde seu pulso batia rápido e forte. Desci pelo vale entre seus seios, minha língua traçando círculos em volta de cada mamilo já endurecido, antes de levá-lo inteiro à boca, sugando com uma pressão que fez seu corpo arquejar.

"Aí, meu Deus...", ela gemeu, suas mãos enterrando-se nas minhas costas, não para puxar, mas para se agarrar.

Continuei minha descida, beijando cada centímetro do seu ventre, sentindo os músculos se contraírem sob minha língua. Quando cheguei à borda da sua calcinha, olhei para cima. Seus olhos estavam vidrados em mim, cheios de um desejo. Puxei o tecido fino para o lado, expondo sua bucetinha completamente para mim.

O aroma dela, encheu meus sentidos.

"Linda", murmurei, antes de baixar a cabeça e mergulhar minha língua em seu centro, em um movimento longo e profundo que a fez gritar.

Eu a devorei. Não com pressa, mas com a calma e delicadeza que ela merecia.
Minha língua explorou cada dobra, cada ponto sensível, focando no clitóris inchado e pulsante, enquanto meus dedos se encharcavam em sua umidade. Seus quadris se erguiam do sofá, buscando meu rosto, seus gemidos se transformando em um mantra contínuo e sem sentido.

"Aí, assim... não para, por favor, não para..."

Quando senti suas pernas começarem a tremer incontrolavelmente contra minhas orelhas, parei. Levantei-me, meus joelhos rangendo no piso.
Meus olhos não saíam dos dela enquanto eu tirava minha camisa, minha calça, minha cueca, jogando tudo em um canto.
Andréa me observava, sua boca entreaberta, seu corpo brilhando de suor e do meu trabalho.

"Deitada", eu disse, minha voz rouca. Ela se deitou de costas, abrindo as pernas em um convite silencioso e obsceno. Entrei nela em um único movimento profundo e decidido.
O gemido que saiu de nós dois foi ritmado, uma fusão de alívio e conquista.
Seu interior era um aperto úmido e quente, um abraço perfeito que se ajustava a cada centímetro de mim.
Comecei a me mover, um ritmo lento e profundo inicialmente, sentindo cada contração interna dela.

"É isso... essa é a bucetinha que eu desejava", minhas mãos agarrando seus quadris, afundando mais fundo a cada investida.
"A que ficava me olhando na confecção, toda safada."

"Eu não... ah, Deus!... eu não era safada", ela tentou protestar, mas seu corpo contava outra história, seus quadris se erguendo para me encontrar.

"Era. É. Olha pra você."

Aumentei o ritmo, as batidas das nossas pélvis criando um som úmido e rítmico.

"Toda aberta, me recebendo. Me diz que é minha."

"É sua... caralho, é sua!", ela gritou, seus dedos cavando nas minhas costas.

Depois de levá-la ao clímax assim, deitada, com seus gritos abafados no braço do sofá, eu não parei.

Virei ela de bruços, com um tapinha na sua bunda.

"De quatro. Agora." Ela obedeceu, apoiando-se nos cotovelos no assento do sofá, sua linda bunda empinada no ar. Cuspi na minha mão e passei entre suas nádegas, na entrada estreita e rosada que piscava para mim.

"Esse daqui também, hoje."

"Por favor...", ela sussurrou, uma mistura de medo e desejo puro.

"Por favor, o quê?", perguntei, alinhando a ponta com seu cuzinho apertado.

"Por favor... entra."

A penetração foi lenta, uma invasão gradual de calor e pressão que fez ela gemer e enterrar o rosto no sofá.
Era ainda mais apertado, uma sensação de fricção intensa que me fez prender a respiração. Quando estive totalmente dentro, parei, deixando-nos ambos nos acostumarmos.

"Caralho, Andréa... que aperto gostoso", falei.

Então comecei a me mover, uma bombeada lenta e profunda, enquanto minha mão descia pela sua frente, encontrando seu clitóris novamente. Em minutos, ela estava gemendo num segundo orgasmo, suas paredes internas pulsando violentamente.

Exausto, mas longe de saciado, me sentei no sofá. Puxei ela para o meu colo, de costas para mim.

"Agora você cavalga. Pega o que você quer."

Ela se imprensou sobre mim, guiando-me para dentro de sua buceta ainda sensível e encharcada. Dessa vez, o controle era seu. Andréa se movia para cima e para baixo, lenta e profundamente no início, depois mais rápido, encontrando um ângulo que fazia seus olhos revirarem.
Eu segurei seus quadris, ajudando, mas deixando que ela comandasse. Me inclinei para a frente, envolvendo seus seios com meus braços, levando seus mamilos à boca, chupando e mordiscando enquanto ela cavalgava.

"Eu vou gozar... Andréa, tô quase", avisei, minha voz estrangulada pelo prazer.

"Goza", ela ordenou, ofegante, seu ritmo se tornando frenético e descontrolado. "Goza pra mim. Me pinta por dentro."

Foi a permissão que eu precisava. Com um rugido abafado no seu ombro, eu explodi, cada jorro quente sendo bombeado para dentro dela enquanto seus músculos internos me espremiam, ordenhando cada última gota.
Seu corpo tremeu em um último e violento orgasmo junto com o meu, e nós desabamos juntos no sofá, uma massa de suor, respirações ofegantes e pele grudenta.

O silêncio que se seguiu foi quebrado apenas pelo nosso respirar pesado. O calor da tarde, agora esquecido, era nada comparado ao calor que ainda emanava de onde nossos corpos se encontravam.
Sua cabeça repousou no meu peito, e eu senti o sorriso contra minha pele antes de ouvi-la.

"Então...", ela murmurou, a voz rouca e satisfeita.

"Ainda acho que foi só um deslize na confecção?"

Eu ri, um som baixo e vitorioso, enquanto minha mão traçava círculos preguiçosos na sua coxa suada.

"Acho que precisamos revisitar essa história com mais frequência. Para tirar a prova dos nove."

Andréa voltou a sorrir.

"Safado mesmo neh.

"Acho que você poderia fazer aquele trabalhinho perfeito que só você sabe fazer agora. Preciso ir."

Andréa não se fez de rogada, se levantou do sofá, se ajoelhou no chão e no meio das minhas pernas e começou a me chupar.

Andréa sabia o que fazer e de início engoliu ele inteiro, o limpando todinho e depois ela chupava, lambia, batia punheta enquanto chupava meus ovos.

" Caralho sua safada, vou gozar... Chupa vai sua puta gostosa."

Ela ameaçou sorrir e sugar mais fundo, a segurei pelos cabelos e comecei a fuder sua boca com força.

Andréa se engasgava até que afundei tudo até sua garganta e gozei novamente, tirei o pau da sua boca deixando alguns jatos pegarem no seu rosto e outros caírem nos seus peitos.

Ela sorriu e me abraçou, depois fomos para o banheiro e de lá nos despedimos, me vesti e vim embora.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casado-careca

Nome do conto:
Tarde quente com Andréa

Codigo do conto:
260938

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
02/05/2026

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