Carlinha Santinha mais safada

Eu conheci Carla há muitos anos, quando meu filho mais velho ainda era criança.
Ela dava aula de catequese na igreja do nosso bairro.
Sempre achei ela diferente.
Não era o tipo de mulher que chamava atenção gritando.
Era calma, centrada, com um sorriso sereno e um olhar que parecia guardar segredos.
Corpo normal de mulher de meia-idade: quadril largo, seios médios, barriguinha macia e pernas grossas. Nada de modelo, mas tinha algo que me deixava curioso.
O tempo passou. Meu filho cresceu, a vida seguiu e perdemos contato.
Até que um dia, rolando o Instagram ou o Facebook não me lembro, ela me mandou solicitação de smizade.
Cabelo um pouco diferente, mas o mesmo sorriso. Mandei uma mensagem simples:
“Carla? É você mesmo? Quanto tempo!”
Ela respondeu na hora, surpresa e feliz.
Troca de telefone, WhatsApp aberto.
No começo era só conversa.
“Como vai a família?”, “E o trabalho?”, coisas assim.
Depois vieram as figurinhas engraçadas, as risadinhas.
Aí as chamadas de vídeo.
Numa delas ela estava deitada, cabelo solto, e eu senti um calor subir.
“Você continua bonita do jeito que eu lembrava”, falei.
Ela riu baixo: “Para com isso, rapaz… somos casados se lembra?
” Mas o jeito que ela falou mostrou que gostou.
Não demorou muito e a gente marcou o primeiro encontro na casa dela.
Cheguei nervoso. Ela abriu a porta de calça e blusa. Na cozinha começamos a nós beijar devagar, o beijo foi ficando quente.
De repente ela desceu a mão e apertou meu pau por cima da bermuda.

— Você tá duro já… — sussurrou, com a voz rouca.

— Desde que vi você no vídeo — respondi.

Ela sorriu, abriu minha calça e tirou meu pau pra fora e começou a bater uma punheta.
Ela quis parar, mas disse que ela não podia me deixar daquele jeito.
Entrei para o banheiro, ela se abaixou e me chupou. Devagar no começo, lambendo a cabeça, depois engolindo fundo. Eu segurava o cabelo dela e gemia baixo.

— Caralho, Carla… que boca gostosa…

Ela parou um segundo, olhou pra cima com os olhos brilhando e disse:

— Eu queria fazer isso desde a primeira chamada. Você tem um pau bonito.

Chupou até eu gozar forte pelo chão.

A segunda vez foi na casa dela de novo, uns dias depois.
Dessa vez a gente já sabia o que queria.
Mal fechamos a porta e já estávamos nos beijando com fome.
Tirei a blusa dela, os seios caíram livres, mamilos duros.
Ela tirou a calça e a calcinha num movimento só. Estava molhada, eu senti quando enfiei o dedo.

— Vira de quatro pra mim — pedi, voz baixa.

Ela obedeceu, apoiou os joelhos no sofá e empinou a bunda. A buceta dela era carnuda, inchada de tesão.
Eu me posicionei atrás e entrei devagar.

— Ahhh… que delícia… — ela gemeu, apertando as mãos no encosto do sofá.

— Tá gostoso, Carla? — perguntei, segurando o quadril dela e metendo mais fundo.

— Tá… mete mais forte… eu quero sentir você todo dentro de mim.

Eu segurei a cintura dela e comecei a comer com força.
O som dos nossos corpos batendo enchia a sala. Ela rebolava contra mim, gemendo alto:

— Isso, safado… assim… me fode bem gostoso… eu sou toda sua hoje.

Eu dava tapas leves na bunda dela e ela pedia mais.
Gozei dentro dela, bem fundo, enquanto ela tremia gozando junto.

A terceira vez foi a mais safada. Marcamos no meu trabalho, de noite, quando todo mundo já tinha ido embora. Eu deixei a porta destrancada. Ela chegou de blusa e calça. Mal entrou e já nos beijamos, eu apertando a bunda e os peitos dela.

— Hoje eu quero te comer toda— disse a ela, mordendo sua orelha.

Sentei em uma cadeira. Ela tirou a roupa e a calcinha, subiu em cima de mim. Sentou devagar, engolindo meu pau inteiro.

— Nossa… você me enche toda — gemeu, começando a rebolar.

— Rebola pra mim, Carla… mostra como você gosta — falei, segurando os seios dela e chupando os mamilos.

Ela cavalgava gostoso, subindo e descendo, gemendo no meu ouvido:

— Tá bom assim? Tá gostando da minha buceta?

— Tá uma delícia… você é uma puta safada quando quer.

Ela riu e acelerou. Depois de um tempo, descemos pro chão. Ela sentou de novo em mim, agora de frente pro teto, as mãos apoiadas no meu peito, rebolando mais forte. Eu segurava a bunda dela e metia de baixo.

— Me fode, gostoso… me fode bem fundo — pedia, quase sem fôlego.

Quando senti que ia gozar, ela desceu, pegou meu pau na boca e me chupou com vontade. Eu avisei:

— Carla… eu vou gozar…

Ela tirou da boca só pra dizer:

— Goza em mim… goza nos meus peitos e na minha barriga.

Eu gozei forte, jatos grossos caindo nos seios dela, escorrendo pela barriga macia. Ela passou a mão, espalhou o gozo na pele e sorriu pra mim, satisfeita.

Depois ficamos deitados no chão, suados, rindo baixinho. Ela passou o dedo no meu peito e eu disse:

— E eu que pensava que você era só uma santa…

Ela piscou:

— Santa de dia… Gostou?

— Demais. E ainda quero mais.


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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico casado-careca

Nome do conto:
Carlinha Santinha mais safada

Codigo do conto:
259939

Categoria:
Heterosexual

Data da Publicação:
20/04/2026

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