Ana é uma coroa de 63 anos, cabelos grisalhos, olhos azuis, barriguinha saliente e uma bunda quemexe com o pensamento de qualquer homem. Ana ultimamente passou a me pedir favores depois do meu horário de expediente e ontem como eu saia às 13:00, ela me interfonou pedindo que eu fosse ao seu apartamento para um outro, mas desta vez ela me retribuiu com um delicioso sexo, transamos na sala, no quarto e no banheiro. Comi sua bucetona, seu cuzão e gozei na sua boca, seus peitos e seu rosto enquanto ela me chupava. Quando deu o horário do meu expediente, me dirigi ao apartamento 211 e toquei a campainha, Ana me mandou entrar e ela estava na sala, onde você, finalmente, sentou-se no sofá, exalando um suspiro de alívio. Ana me observava, parada na entrada do corredor, o suor leve na minha testa, ela me pediu que eu ajustasse sua estante, a força contida nos seus ombros enquanto apertava os parafusos, deliberadamente, deixados soltos propositalmente pelo que parecia. - Precisa de um copo d’água, querido? - Você suou tanto. Sua voz era um fio de seda, carregada de uma intenção que já não tentava disfarçar. Eu me virei, ainda ofegante. -A senhora podia ter chamado um profissional, Dona Ana. - Profissional? Ela deu um passo para dentro da sala, o tecido leve do vestido roçando as coxas. - Mas eu queria você. Seu jeito cuidadoso… Seus olhos azuis, ainda vívidos, não se desgrudavam dos meus. - E agora, você está aqui. - Trabalho feito. - E eu sou uma mulher que sabe retribuir um favor. Antes que pudesse responder, ela fechou a distância. Não com um passo hesitante, mas com a certeza de quem conhece o próprio desejo. Suas mãos, de dedos ainda ágeis, encontraram o cinto da minha calça. O clique do metal foi um som alto no silêncio carregado. Dona Ana… minha voz saiu rouca, uma mistura de alerta e rendição. - Ana, ela me corrigiu, suave mas firme, enquanto a calça descia até seus joelhos. - Hoje, você me chama de Ana. Seu olhar desceu, e um sorriso lento curvou meus lábios ao ver minha reação evidente contra a cueca. - Parece que o trabalho manual não foi o único que te deixou… tensionado. Se ajoelhou no tapete macio, a barriga saliente repousando confortavelmente entre minhas coxas. Não havia reverência na sua postura, apenas poder. O poder de quem decide o que acontece a seguir. Puxou minha cueca para baixo com determinação, libertando meu pau duro como pedra. - Olha só para você, sussurrou, o hálito quente provocando um tremor na minha pele. - Tão impaciente. Tão lindo. Sua mão envolveu ele, firme, conhecendo o peso e o calor. - A semana toda, eu planejei isso. Enquanto você arrumava sua recepção e eu te via pela camera, eu imaginava essa textura. Enquanto imagina e desejava, eu pensava no sabor. Ana levou a boca, não com um movimento súbito, mas com a lentidão de quem saboreia um néctar raro. Seus olhos permaneceram abertos, fixos nos meus, enquanto suaa língua traçava um caminho lento e meticuloso da base até a cabeça, envolvendo-a depois em um vácuo úmido e quente que fez meus joelhos fraquejarem. - Caralho, Ana…, eu gemi, as mãos enterrando-se nos meus cabelos grisalhos, não para guiar, mas para se ancorar. Ela aumentou o ritmo, a boca criando uma sucção profunda e ruidosa, uma técnica esquecida por garotas inexperientes. Uma das suas mãos massageavam minhas bolas com firmeza, a outra apertava a carne do meu quadril. - É isso, murmurou, soltando-o por um instante, suaa boca brilhante. - Deixa a coroa cuidar de você. Eu sei exatamente do que você precisa. Preciso sentir você gemendo. AnaLevantou-se então, um movimento fluido apesar da idade, e puxou o vestido por cima da cabeça. Ficou diante de mim apenas de calcinha, seus seios caídos mas generosos, sua barriga macia, o triunfo de um corpo que viveu. - Quero você me vendo, cada curva, cada marca, enquanto você entra em mim. Deitou-e de costas no sofá, afundando nos almofadões, e abriu as pernas, puxando a calcinha de lado. - Vem. Não tenha pena. Quero sentir o peso de um homem mais jovem, quero sentir você me abrindo. Quando me posicionei, a ponta pressionando sua entrada já encharcada, ela fechou seus olhos. -Me fode, querido. Me fode como se eu fosse a última mulher na terra. O primeiro embate foi profundo, uma conquista que arrancou um grito de nós dois. Suas paredes, experientes e fortes, se ajustaram a meu pau num aperto veludo. - Assim… oh, Deus, assim”, gritou, suas pernas envolvendo minha cintura, seus calcanhares pressionando a minha costa. O sofá rangia enquanto eu encontrava um compasso furioso e profundo. Ana acompanhava cada investida, erguendo os quadris, suaaas unhas cavando seus ombros. - Você gosta dessa bucetona velha? Gosta de como ela aperta você? - É a melhor… a mais apertada que já… eu conseguia apenas gemer entre os embates. - Então goza nela!, ordenou, no auge do seu próprio êxtase, um tremor violento percorrendo seu corpo. - Enche essa velha de porra! Mas não foi o fim. Foi apenas um alívio. Fomos para o quarto, sob a luz suave do abajur, ela ficou de quatro sobre a cama, sua bunda monumental empinada, um convite obsceno. - Você olhou para ela o mês todo, não olhou? perguntou, olhando por cima do ombro. -Essa bunda de coroa que mexe com sua cabeça. Agora ela é sua. Mas por trás… eu quero por trás. É estreito, é quente, e eu quero cada centímetro. Lubrifique o seu cuzão e meti devagar, fazendo Ana gemer e sentir tudo que eu podia lhe dar. Ana gemia, - Mais, eu quero mais... - Isso, mete tudo, bem fundo. - Mete, aaaaaaahhhhhhhhhhh. Gozamos mais uma vez e depois de relaxar-mos um pouco fomos para o banheiro. No banheiro, com o vapor do chuveiro embaçando os espelhos, ela se colocou de joelhos no boxe, a água escorrendo pelos meus cabelos prateados. - Agora, ela disse, abrindo a boca, língua para fora, olhos ardendo de pura luxúria. Eu quero ver. Quero ver o jorro quente na língua dessa velha safada. Cobre minha língua primeiro… depois meus peitos… e por último…, suas mãos subiram e abriram seus lábios, meu rosto. Quero sentir escorrer pelo meu queixo enquanto eu te chupo e limpo. E quando a última gota de prazer finalmente nos deixou exaustos, Ana se levantou, pegou uma toalha e secou todo meu corpo. Depois fomos para a sala, me vesti e fui embora me trocar em meu quartinho para poder ir embora para casa.
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