Eu e meu primo, como tudo começou

Olá, este conto é verídico, apenas os nomes serão fictícios. Sei que ficou um pouco longo, mas espero que gostem.

Sou Quico (fictício), na época do conto eu estava com quase 30 anos, meio gordinho, nerd, tímido e ainda virgem. Pau pequeno, 12 cm. Sempre tive dificuldade em me relacionar, especialmente por um conflito interno muito peculiar: me apaixonava por garotas, morria de ciúmes quando alguma crush dava bola pra outro cara, ficava na bad quando tomava um fora de uma garota. Mas não sentia atração física por elas. Isso me deixou completamente confuso por muitos anos e me desencadeou uma depressão.

Eu já havia percebido que sentia atração física por garotos, o que eu reprimia, já que me apaixonava pelas garotas. Um inferno dentro da minha mente.

Cheguei a namorar com algumas garotas, mas sem sucesso, afinal não rolava desejo algum da minha parte. Isso fez com que eu me isolasse ainda mais e meio que desistisse de tentar me relacionar.

Eis que um primo, Key (fictício), então adolescente começou a se aproximar de mim. Ele tinha tudo pra me detestar, pois anos antes, eu sempre chamava sua atenção, por ser a típica criança bagunceira, mexia em tudo, quebrava as coisas. Simplesmente não dava 20 minutos com ele por perto, sem que eu desse alguma bronca.

Mas o tempo havia passado, ele já não era o pestinha de antes, se tornou inteligente, educado, sensível e comunicativo. Com isso, sempre surgia algum papo nerd e passávamos horas conversando. Diferente de mim, ele não tinha constrangimento em abraçar, em ficar encostado, e em demonstrar afeto. Eu nuca tive essa naturalidade, mas fui ficando menos resistente. Ele sempre me abraçava, pegava na minha mão. Até então não havia qualquer segunda intenção ou desejo da minha parte.

Fomos ficando cada vez mais próximos, nos anos que se seguiram. Quase todo final de semana ele passava em minha casa.

Até que um dia, eu estava deitado no sofá, vendo qualquer amenidade na TV e ele chegou e sentou no pouco espaço que sobrava, já que eu estava ocupando quase tudo. Sugeri que ele sentasse na outra poltrona, mas ele ficou na beirada mesmo.

De repente ele:

- É... Está desconfortável mesmo, acho que vou deitar aí com você. - disse rindo.
- Cara, não tem espaço aqui, não. Olha o tamanho desse sofá, mal me cabe aqui.

Não botei fé, achei que era brincadeira, mas ele simplesmente se jogou sobre mim.

- Cabe sim, é só eu me deitar assim, em cima de você! - Disse isso rindo de forma debochada.
- Sai daqui, moleque, tem outra poltrona ali! - Respondi levando na brincadeira.
- Daqui vejo melhor a TV.

Eu empurrei ele para o canto em que estava antes, mas não deu 5 segundos, ele se atirou novamente sobre mim.
Então falei em tom de brincadeira:

- Caramba, você quer mesmo é ficar encostado em mim! Oh, carência!
- Ainda bem que você adivinhou! - Key respondeu com um ar safado, que eu nunca tinha visto antes.

Mas achei que fosse só para provocar e meio que desisti de expulsá-lo. Para amenizar a situação eu disse:

- Tá bom, fica aí! Tá carente: quer um abraço também?
- Não seria má ideia um abraço do meu primão!

Fiquei sem jeito, mas achei até fofo... Dei um abraço com ele ainda deitado sobre mim e fingi naturalidade, fixando meu olhar na TV. Ele riu e permaneceu ali quieto, por alguns instantes.

Só que notei que ele não estava olhando pra TV, mas para meu rosto. E depois de um tempo senti que ele se ajeitou sobre meu corpo, de forma que nossas pernas se intercalassem e nossas coxas tocassem a pelvis um do outro.

Percebi que ele estava ficando excitado e pressionando contra minha coxa. Meu lado racional me pedia para eu parar com aquilo imediatamente, mas algo me fez continuar fingindo que nada estava acontecendo.

Foi quando ele pressionou sua coxa contra meu pau e a ereção foi inevitável. Na prática, aquela era a primeira vez que eu estava sentindo um garoto encostar no meu pau, mesmo que com toda a roupa. O tesão era indescritível e eu não sabia como reagir.

- Key, o que vc está fazendo?! Para de sacanagem!
- Desculpe, foi sem querer! - respondeu ele com a cara mais lavada.
- Então sai de cima de mim.

Ele ignorou meu nada convincente pedido e começou a se esfregar lentamente, o que só nos deixou mais eretos. Seu pau pulsava muito e já demonstrava ser bem grandinho. Parte de mim queria fugir dali, parte queria continuar.

- É sério, moleque, para com isso.
- Isso o quê?
- Tira esse negócio duro pra lá.
- Acho que se eu sair agora, vai ser meio constrangedor pra nós dois. Não sou só eu que estou duro aqui.

Fiquei sem reação. Eu estava num mix de desespero e tesão. Ele levantou o quadril e emendou:

- Olha como eu estou. Olha como você está!

Sua bermuda de tactel exibia um volume considerável e a minha calça também.

- Key, é sério. Chega!
- Vai me dizer que você não tá gostando?

Não consegui responder. E ele continuou:

- Se você não estivesse, não estaria duro desse jeito.

Ele estava certo, eu realmente estava gostando e desejando aquele corpo, como nunca havia desejado ninguém antes. Deixei a razão completamente de lado e apertei a bunda dele, fazendo com que nos pressionássemos mais. Então perguntei, olhando em seus olhos:

- É isso que você quer?
- Sim, é isso que eu quero. - respondeu sussurrando.

Perdi a vergonha e comecei a movimentar sua bunda, de forma que seu corpo se esfregasse mais contra o meu.
Eu sentia seu pau pulsar contra minha coxa, enquanto o meu pulsava contra a sua.

Ele foi intensificando os movimentos, meu pau a essa altura estava todo babado. Botei minha mão em suas nádegas, por debaixo da bermuda dele e comecei apertar. Ele se arrepiou todo e sussurrou:

- Ah, isso! Isso é gostoso demais! Continua!

Ele começou a massagear meu pau por cima da calça. Eu nunca tinha tocado ninguém assim antes, nem havia sido tocado também. Apesar da "ousadia" de Key, também era a primeira vez que ele fazia aquilo.
Ficamos nos esfregando, o tesão aumentando, começamos olhar um para o outro. Meu corpo arrepiado, apertando aquela bunda lisinha e macia.

Não durou 2 minutos, ele apertou meu pau, começou a sarrar minha coxa com força e soltou um gemido e caiu sobre meu corpo. Pude sentir seu pau e sua bunda se contraindo. O moleque tinha acabado de gozar a cueca todinha.

Ficou alguns segundos se recuperando, se levantou e saiu correndo pro banheiro, pra se limpar.

Minha razão foi voltando e eu me perguntava:

- O que foi que fiz?!

Fiquei com um sentimento ambíguo: ao mesmo tempo que tinha sido minha experiência mais intensa, eu sentia culpa por ter deixado acontecer com ele.

Após ele sair do banheiro, o constrangimento de ambos era evidente. Não conseguíamos olhar um para o outro.

Mesmo assim eu disse:

- Você sabe que o que aconteceu aqui, não está certo e não pode acontecer de novo, né?
- Por que não? O que tem de errado?

Key fez uma cara de tristeza e certa indignação. Eu disse:

- Eu sou mais velho e deveria ter tido juízo suficiente pra não deixar acontecer.
- Mas eu que quis. Eu sinto isso por você já faz um tempo.
- Você deveria fazer isso com alguém da sua idade.
- Eu quis que você fosse o primeiro, porque eu gosto de você de um jeito diferente.

Eu fiquei sem saber o que dizer, era muita coisa pra processar: minha primeira vez, descobri que era realmente gay, que meu primo - o moleque que conversava comigo sobre nerdices - também era e estava gostando de mim.

- Acho melhor a gente esquecer isso. Não vai acontecer de novo. - disse firme.

Key não disse nada, fez uma cara de decepção e foi embora.

Aquela noite eu não consegui pregar os olhos...

Se curtirem, posto a continuação.


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Comentários


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kaikecamargo3 Comentou em 20/04/2026

Puxa, foi até bonito por parte do seu primo. Devia continuar, não há pressão e sim, desejos.

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mentevoadora Comentou em 20/04/2026

Claro que curti... maior tesão... continua. Votei. Abç

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pel25psv Comentou em 20/04/2026

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Ficha do conto

Foto Perfil Conto Erotico spahen18

Nome do conto:
Eu e meu primo, como tudo começou

Codigo do conto:
259865

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
19/04/2026

Quant.de Votos:
5

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