Eu e meu primo – safados e apaixonados

Olá, caros leitores!

Espero que estejam gostando das minhas histórias. Reforço que elas são reais, apenas os nomes foram substituídos.

Agora vou contar o que aconteceu depois de nosso primeiro sexo oral...

Após nosso primeiro boquete, eu e Key perdemos de vez a vergonha. Qualquer canto da casa servia para uma pegação rápida, parecíamos dois cachorros no cio. Às vezes ficávamos sentados no quintal e um já pegava o pau do outro, por dentro da roupa; outras vezes a pegação acontecia na sala, mesmo com minha mãe ou meu primo mais novo por perto. Era só saírem do campo visual e alguma putaria acontecia, mesmo que rápida demais.

Assim como no conto anterior, se minha mãe saísse e Luan, meu primo mais novo, fosse para o videogame, eu e Key nos masturbávamos ou fazíamos um boquete um no outro. Quase fomos pegos em algumas oportunidades, a ponto de Luan começar a desconfiar de algo:

– Caramba! Vocês não se desgrudam, tão parecendo um casal – disse Luan, uma dessas vezes.
– Tá com ciúmes, vem ficar aqui também. A gente te abraça também! Quer? – indaguei rapidamente.

Com marra típica de um pré-adolescente:

– Eu não! Vou voltar a jogar. Vocês ficam assistindo a programas nada a ver. É muito chato!

Na verdade, a TV ligada era só um disfarce.

Nesse período, Key e eu começamos a nos abraçar mais, a ficarmos de mãos dadas e a rolar um certo ciúmes por parte de ambos. Tinha, com certeza, algo mais que desejo, estávamos nos comportando como um casal, por mais que não admitíssemos.

Até que um dia, estávamos deitados no sofá, na mesma posição em que tudo começou (leia “Eu e meu primo., como tudo começou”). Já estávamos roçando, agora com menos pudor. Ele, deitado sobre mim, esfregava seu pau contra o meu, só o tecido de nossas calças de moletom e cuecas separavam nossos membros super duros. Eu apertava sua bundinha macia, sob sua calça. Só se ouvia a TV ao fundo e nossa respiração ofegante e cheia de tesão.

Já fazia um tempo que vínhamos brincando, já conhecíamos o toque da mão do outro, o sabor do pau do outro e até o sabor do leitinho do outro, mas não havíamos nos beijado.

Foi então que tirei uma de minhas mão de sua bunda, segurei o seu rosto e o trouxe para mais perto de mim. Ele entendeu o recado, fechou os olhos e esperou o beijo. Eu levantei sutilmente minha cabeça e nossos lábios se tocaram. Key ainda não havia dado um beijo de língua em alguém. Então percebi que ele não soube o que fazer, quando tentei colocar minha língua. Mas bastaram alguns segundos e o beijo se tornou mais quente e fluido.

Ficamos nos roçando, presos àquele beijo, deitado no sofá, com o risco de sempre de sermos pegos por Luan. Key abaixou sua calça, o suficiente para liberar seu pau duro e já babando e sua bundinha arrebitada, lisa e macia.

– Olha como você me deixa, Quico! – Disse ele, quase gemendo.

Ajeitei meu corpo e também abaixei o moletom e minha cueca. Meu pau estava ensopado.

– E eu? Olha o que você faz comigo, Key!

Ele se virou um pouco para o lado, pegou seu pau, puxou a pelinha até onde ela conseguia, descobrindo a pontinha de sua glande babada e começou a esfregar na minha glande. Estávamos compartilhando nosso melzinho.

Voltamos a nos beijar, agora com mais intensidade. Ele deitou novamente sobre mim e retornamos a esfregar nossos paus, agora sem interferências das roupas.

Peguei sua bundinha, com uma mão em cada banda e comecei a controlar os movimentos. Resolvi provocar mais: fui aproximando lentamente meus dedos do seu cuzinho, aquilo era novidade para nós dois. A cada milímetro que eu aproximava meu dedo, sentia seu cuzinho virgem piscar com mais intensidade. Finalmente senti o relevo de suas preguinhas.

– Ah! Você tá me deixando louco, Quico! – disse Key, gemendo.
– Quer que eu continue?
– Quero, continua, por favor!

Fui avançando meu dedo em direção ao centro do seu anelzinho. Ele piscava muito. Key intensificou os movimentos, como se tivesse metendo o pau dele no meu. Minha cabecinha tava vermelha e sensível, a pontinha descoberta do pinto delicioso dele também.

Quando finalmente enfiei a ponta do meu dedo, no cuzinho de Key, ele gemeu forte. Fiquei com medo que Luan pudesse ter ouvido.

Comecei a cutucar seu cuzinho, Key soltou outro gemido:

– Ah! Que está acontecendo? Para, e não vou aguentar!

Caiu sobre meu corpo, sua pele se arrepiou por inteiro, seu rosto parecia transfigurado de tanto tesão que ele sentia. Seus movimentos agora eram involuntários: seu cuzinho dando choque e mordendo forte meu dedo, seu pinto fino e duro como rocha dando espasmos e seu leitinho quente começou a fluir sobre meu pau e minha barriga.

Não aguentei e comecei a pressionar seu corpo contra o meu, movimentei forte seu quadril, e senti aquele calor, aquele turbilhão tomar conta do meu corpo, soltei um jato de porra que percorreu minha barriga e chegou no meu peito.

Ficamos uns segundos grudados, melados por nosso leitinho misturado, esperando os movimentos involuntários de nossos paus cessarem.

Key levantou rápido e foi buscar papel higiênico para nos limpar. Foi muito leitinho, o ar tinha cheiro de gozo e de pau. Nos limpamos, nos arrumamos e deitamos novamente, no sofá.

Ele me olhou nos olhos, firmemente e disse:

– Quico, eu te amo!

Antes que eu pudesse responder, ele me deu um beijo, agora mais carinhoso, longo, lento, cheio de afeto. Fechamos os olhos e ficamos abraçados, perdemos a noção do tempo. Então escutamos a porta abrir, só deu tempo de parar o beijo, mas ainda estávamos deitados e abraçados. Era Luan, indo para o banheiro.

– Nossa! Vocês realmente parecem um casal. O que vocês tanto assistem? – Perguntou Luan.
– A gente está assistindo série. – respondi.
– E precisa ficar assim, abraçado?
– Vem cá, tô vendo que você está com inveja. – provoquei Luan.
– Mas não cabe eu aí…
– Então você quer vir aqui com a gente, né?

Luan não estava vendo maldade, nem fazia ideia do que eu e seu irmão mais velho fazíamos, só queria ficar próximo. Peguei uns pufes e ajeitamos o três, deitados e abraçados, assistindo série.

A partir desse dia, muita coisa mudou:

Key acabara de soltar um “eu te amo”, algo que era recíproco, porém não pude responder. Luan estava com certo ciúmes da proximidade entre mim e seu irmão, o que fez com que as oportunidades de ficar a sós com Key ficassem ainda mais escassas. Mas como dois safados e apaixonado que éramos, daríamos um jeito…

Isso fica pro próximo conto, caso tenham gostado.

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Comentários


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hunters Comentou em 04/05/2026

Huummm!!! Continua delicia de conto, votado, aguardando o próximo...

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mirandola Comentou em 03/05/2026

Muito bom, tem continuação.

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moraesinho Comentou em 03/05/2026

Simplesmente maravilhoso.




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Ficha do conto

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spahen18

Nome do conto:
Eu e meu primo – safados e apaixonados

Codigo do conto:
261062

Categoria:
Gays

Data da Publicação:
03/05/2026

Quant.de Votos:
7

Quant.de Fotos:
0