Para melhor entendimento, leia meus contos anteriores.
Depois de nossa primeira mão amiga mútua, eu e Key tínhamos acabado de descobrir a delícia que era um punhetar o outro, estávamos loucos de vontade de repetir.
Mas tinha dois pequenos problemas, que não contei antes: minha mãe ficara viúva e estava morando comigo e Key tem um irmão mais novo, Luan, que quase sempre vinha junto com ele, aos finais de semana.
Não era fácil termos privacidade, nem pretexto para conseguirmos ficarmos à sós (os dois contos anteriores ocorreram nas poucas oportunidades onde a casa estava vazia).
Embora eu e Key tenhámos mantido a postura de bons amigos, para que ninguém desconfiasse, bastava ficarmos um minuto sozinhos para que ele passasse a mão na direção do meu pau, por cima da calça, ou para que eu apertasse sua bundinha. Isso nos atiçava ainda mais.
Mas como eu faria para termos privacidade suficiente para repetir nossa brincadeira?
Foi quando lembrei que Luan sempre gostou de jogos eletrônicos, logo uma maneira de mantê-lo ocupado seria deixá-lo jogar videogame, que ficava no meu quarto. Mas ainda seria necessário que minha mãe não estivesse por perto.
Num domingo em que Key e Luan vieram em casa, minha mãe resolveu visitar uma conhecida, logo após o almoço. Luan me pediu para jogar videogame: claro que deixei, né?
Pronto, eu e Key finalmente estávamos a sós, na sala. Começamos a nos tocar por sobre a roupa, sentados no sofá, um pegando o pau do outro, que a essa altura já estava muito duro. Eu estava com saudade de sentir aquele pau pulsar com o toque da minha mão, mesmo sob o tecido.
Não demorou muito e abaixamos nossas bermudas o suficiente para liberar nossos membros duros. Havia mais um componente de tesão: a adrenalina de podermos ser flagrados, pois Luan estava a poucos metros e uma porta de distância da gente. Se ele abrisse a porta, daria de cara com nossa safadeza.
Sem falar nada começamos nossa punheta cruzada. Puxei Key para perto, fazendo ele colocar uma perna sobre a minha. Ele pegou meu pau com tanta vontade que eu soltei um gemido e meu pau começou a babar. Key parecia hipnotizado com a visão e o som molhado da punheta.
Eu batia uma punheta suave naquele pau fino e comprido. Não fazia força, para não causar incômodo, pois a cabecinha de seu pau ainda tinha parte colada ao prepúcio. Eu brincava com a babinha que começava a sair.
A cena era estonteante, eu e aquele garoto safado, ambos de pernas abertas, o barulho da nossa punheta molhada, o cheiro de sexo. Não falávamos nada, só olhávamos um para o pau do outro e provocávamos gemidos abafados. Mas eu estava querendo mais.
Então eu disse:
- Não tô aguentando só pegar o seu pau.
Key me olhou com cara de espanto, sem entender o que viria:
- O que você vai fazer?
Não respondi, apenas o deitei no sofá e caí de boca naquele pau novinho. Ele só soltou um gemido e começou a se contorcer. Era a primeira vez que eu pagava um boquete pra alguém, mas o instinto me guiou.
Eu passava a língua na pontinha exposta de seu pau adolescente e o punhetava ao mesmo tempo. Depois engolia por inteiro, e fazia um belo vai-e-vem com a boca e brincava com seu saco ainda pouco peludo. A sensação de ter aquele membro durinho, quase chegando à minha garganta era maravilhosa.
- Quico, você é louco! E se meu irmão abrir aquela porta?
- Quer que eu pare? - perguntei, largando seu pau.
Ele só sorriu, dando sinal verde para eu continuar. Perguntei:
- Está gostando?
- Demais! - respondeu gemendo.
Ficamos um tempo assim, até que ele disse:
- Deixa eu fazer em você também. Posso?
- Claro!
- Tô doido pra sentir o gostinho do seu pau.
Key, apesar de inexperiente, era muito safado. Com certeza já deveria ter visto muito pornô.
Trocamos de lugar. Ele, sem frescura, só abocanhou meu pau, que apesar de seus míseros 12 cm, tem um grossura razoável.
- Nossa, Quico! Seu pau tem um gosto bom! E essa babinha então...
Que delícia era aquela boquinha quente agasalhando meu pau. Ele passava a língua ao redor da minha glande e limpava a baba que saía. Sugava com muita força, parecia um bezerrinho. Era a primeira vez dele também, mas fazia de um jeito tão gostoso, que parecia ter nascido pra isso.
Comecei a controlar a velocidade de seus movimentos, segurando sua cabeça e metendo em sua boquinha.
Key ficou tão excitado me mamando que começou a se punhetar com vontade. Isso só aumentou meu tesão, veio uma onda de choque e avisei:
- Key, vou gozar!
Pensei que ele fosse soltar meu pau, mas ele apertou meu pau mais ainda, com sua língua. Segurei firme sua cabeça e afundei meu pau sua boquinha.
Meu corpo foi tomado por uma sensação incrível: comecei sentir meu pau ficar sensível e pulsar descontroladamente, depositando todo meu leitinho em sua boca. Ele não engoliu, mas esperou até a última gota e intensificou sua punheta.
Ele estava prestes a gozar, achei justo retribuir. Me sentei no sofá, ele ficou em pé, de frente pra mim, peguei seu pau, voltei a chupá-lo e meti minhas mãos naquela bundinha redonda e macia, sua bermuda foi até o pé. Key começou a respirar ofegante e bagunçar meu cabelo, tamanho era o prazer que sentia.
E então senti sua bunda durinha se contrair.
- Quico, vou… ahhh… gozar!
Seu pau juvenil começou pulsar e soltar jatos fortes e abundantes, na minha boca. Eu não resisti ao leitinho adocicado do meu priminho e engoli cada gota.
Key correu pro banheiro, ainda com a bermuda meio arriada, pra cuspir meu leitinho.
Logo nos recompusemos - ou quase, porque eu ainda estávamos de pau duro. Mas já havíamos nos arriscado bastanate. Ficamos meio que abraçados, sorrindo um pro outro e comentando baixinho:
- Quico, você é louco. Nunca imaginei que você fosse fazer isso.
- Confesso que, desde a primeira vez que nos tocamos, eu fiquei com vontade.
- Ah, é? Eu tenho vontade de te chupar faz tempo. – Key riu, com seu ar safado.
- Key, você gostou?
- Demais! Eu sempre quis que fosse com você. E você, gostou?
- Com certeza! Agora eu que quero experimentar outras coisas com você.
- O q...
Antes que Key termina a pergunta, Luan saiu do quarto e passou pela sala, para ir ao banheiro, sem suspeitar da putaria que acabara de acontecer. Eu e Key começamos a rir da situação, Luan ficou sem entender nada.
Muitas outras aventuras dessas aconteceram depois, não só na sala.
Mas isso fica pra outros contos...
Continua uma delícia, agora acabei o terceiro ato, esperando mais e torcendo por vocês dois se darem bem neste que podemos chamar de romance...
Votado ! Tesão de conto, boquete já fizeram, agora têm de provar o cuzinho, um do outro, vai ser delicioso...
Tesão de conto... votado