Tudo começou quando o meu chefe, Sr. Roberto — ou melhor, Tio Roberto, como eu o chamava desde criança — me convidou para um jantar em sua casa. Ele era amigo da minha família há décadas, me viu crescer, me deu até o primeiro estágio na empresa dele. Um homem respeitável, casado com a Dona Marisa, uma mulher elegante, sempre impecável, daquelas que a gente olha e pensa: "Essa aí deve ser fria como gelo."
Bom, eu estava muito enganado.
Cheguei na casa deles por volta das oito, com uma garrafa de vinho na mão — um presente bobo, mas que o Tio Roberto adorou. A casa era enorme, daquelas com escadaria de mármore, quadros caros nas paredes e um cheiro de perfume caro no ar. Dona Marisa me recebeu com um beijo no rosto, mais longo do que o de costume, e um sorriso que, juro, me deixou sem jeito.
— "Ah, Marcos, que bom que você veio! Roberto não para de falar de você no trabalho." — Ela passou a mão no meu braço, como se fosse um gesto casual, mas seus dedos demoraram um pouco demais ali.
Jantei com os dois, conversamos sobre a empresa, sobre os novos projetos, e eu, como sempre, fiquei quieto na maior parte do tempo, só ouvindo. Até que, depois do café, o Tio Roberto se levantou:
— "Marisa, meu amor, eu preciso resolver umas coisas no escritório. Vocês dois fiquem à vontade, hein? Não esperem por mim." — Ele me deu uma piscada, como se fosse uma brincadeira, e sumiu escada acima.
Fiquei sozinho com ela.
E foi aí que tudo mudou.
Dona Marisa cruzou as pernas, o vestido justo marcando cada curva do corpo dela. Ela tinha 45 anos, mas parecia ter 30. Pele firme, seios cheios, cintura fina… E aquele olhar. Aquele olhar que me fez engolir em seco.
— "Você cresceu, Marcos." — Ela tomou um gole do vinho, lambendo os lábios devagar. — "Virou um homem bonito. E forte, não é?"
— "Obrigado, Dona Marisa…" — Minha voz saiu trêmula. Eu não sabia se aquilo era uma cantada ou se eu estava imaginando coisas.
Ela riu, um som baixo, sensual.
— "Não me chame de ‘Dona Marisa’. Chame-me só de Marisa. Ou…" — Ela se inclinou para frente, o decote do vestido abrindo um pouco mais, mostrando a renda preta do sutiã. — "Se quiser, pode me chamar de ‘sua’."
Meu coração disparou.
— "Eu… eu não sei se dev—"
— "Shhh." — Ela se levantou e veio até mim, sentando no meu colo antes que eu pudesse reagir. — "Você acha que o Roberto não sabe o que está acontecendo aqui?"
— "O quê?!" — Minha voz saiu num sopro.
Marisa passou os dedos pelo meu cabelo, como se eu fosse um garotinho de novo. Só que dessa vez, não era um gesto materno.
— "Ele adora quando eu brinco com homens mais novos. Principalmente os que ele gosta. Os que ele… confia." — Ela mordeu o lábio inferior. — "E ele confia muito em você, Marcos. Tanto que me pediu para… te dar um presente."
Eu deveria ter saído correndo. Eu deveria ter dito não. Mas quando ela segurou minha mão e colocou na coxa dela, sentindo o calor da pele através da meia-fina, eu só consegui gemer:
— "Que presente?"
Marisa sorriu, maliciosa.
— "Eu."
Não demorou muito para que seus lábios estivessem nos meus. Ela beijava como uma mulher que sabia exatamente o que queria. Sua língua era quente, dominadora, e suas mãos não paravam de me explorar — primeiro o peito, depois a cintura, até que, finalmente, ela desceu até a minha calça.
— "Deus, você é tão duro…" — Ela sussurrou contra a minha boca, enquanto seus dedos trabalhavam no meu zíper. — "Será que é tudo por minha causa?"
Não precisei responder. Quando ela tirou meu pau para fora, já vazio de tanto tesão, ela riu baixinho, como se tivesse ganhado um prêmio.
— "Vamos para o quarto. Antes que o Roberto volte e perca a melhor parte."
O quarto deles era enorme, com uma cama king size e espelhos em lugares estratégicos. Marisa me empurrou para cima do colchão e, sem pressa, foi tirando o vestido, peça por peça, como se estivesse fazendo um striptease só para mim.
Quando ficou só de calcinha e sutiã, ela se ajoelhou na minha frente.
— "Você já transou com uma mulher casada, Marcos?"
Balancei a cabeça, sem palavras.
— "Pois hoje você vai aprender." — Ela puxou minha cueca até os tornozelos e, sem aviso, engoliu meu pau até a garganta.
Eu quase saí voando da cama.
Marisa chupava como uma profissional — língua quente, lábios apertados, mãos massagem minhas bolas enquanto eu gemia como um louco. Quando ela parou, seus lábios estavam inchados, e ela tinha um sorriso de satisfação no rosto.
— "Agora…" — Ela se levantou e tirou a calcinha, mostrando uma boceta depilada, brilhando de tão molhada. — "Vou te ensinar como se come uma mulher de verdade."
Ela montou em cima de mim, guiando meu pau até a entrada dela. Quando afundei dentro dela, os dois gememos ao mesmo tempo.
— "Oh, porra…" — Eu agarrei seus quadris, tentando não gozar na hora.
— "Isso, garoto…" — Ela começou a se mover, devagar no começo, depois mais rápido, seus seios balançando a cada investida. — "Me come como se fosse sua. Como se eu fosse sua."
E eu obedeci.
Fodi ela com tudo, cada vez mais fundo, cada vez mais rápido, enquanto ela gritava, arranhando minhas costas, me chamando de "putinho safado", de "garoto gostoso", de "meu amante". Os espelhos mostravam tudo — seus peitos balançando, minha bunda se contraindo a cada estocada, a expressão de puro prazer no rosto dela.
Até que, de repente, a porta se abriu.
Tio Roberto estava ali, de braços cruzados, olhando para a gente com um sorriso no rosto.
— "Bom trabalho, Marcos." — Sua voz era calma, quase paternal. — "Ela está gostando, não está, meu amor?"
Marisa gemeu, sem parar de cavar em cima de mim.
— "Estou, querido… Ele é tão bom… Melhor do que você, admiti!"
Roberto riu, aproximando-se da cama. Ele não parecia com raiva. Pelo contrário — seu pau estava duro, marcando a calça social.
— "Eu sabia que você ia gostar dele." — Ele passou a mão no cabelo da esposa, como se fosse um elogio. — "Agora goza, meu bem. Goza nesse garoto como se não houvesse amanhã."
E foi isso que ela fez.
Marisa se jogou para frente, seus músculos internos se contraindo em volta do meu pau enquanto ela gritava, seu corpo todo tremendo. Eu não aguentava mais — com um último empurrão, gozei dentro dela, jorros quentes que ela parecia querer sentir.
Quando acabamos, ofegantes, Roberto se aproximou e beijou a esposa na boca, como se fosse o mais natural do mundo.
— "Agora você faz parte da família de verdade, Marcos." — Ele me deu um tapinha no ombro. — "E isso…" — Ele olhou para a Marisa, que ainda estava deitada ao meu lado, sorrindo como uma gata satisfeita. — "Isso foi só o começo."
Saí de lá às três da manhã, com a sensação de que minha vida tinha virado de cabeça para baixo. E o pior (ou melhor?) de tudo?
No dia seguinte, no trabalho, Tio Roberto me chamou no escritório dele, fechou a porta e disse, com um sorriso:
— "A Marisa adorou você. Ela quer repetir. E eu…" — Ele se aproximou, baixando a voz. — "Eu quero ver."
E assim, sem nem perceber, eu me tornei o amante da mulher do meu chefe.
O garoto que ele viu crescer.
O homem que agora a faz gemer todas as noites.
E, caralho… eu amo cada segundo disso.