Humilhando o corno do meu chefe/tio

Cara, você não vai acreditar no que rolou depois daquela noite maluca na casa do Tio Roberto. Eu ainda tava processando tudo – tipo, como é que eu, o estagiário que virou funcionário, virei o amante da mulher do chefe? Mas no dia seguinte, no escritório, o velho me chamou na sala dele de novo, com aquela cara de quem tá no controle, mas eu já via o brilho safado nos olhos. Fechou a porta, se sentou na cadeira dele e disse, baixinho: "A Marisa não para de falar de você, garoto. Ela quer mais. E eu... eu quero assistir de perto dessa vez." Porra, meu pau já deu um pulo só de imaginar. Ele marcou pro final de semana, na casa deles mesmo, e eu saí de lá com um sorriso bobo, sabendo que isso ia ser foda.

Cheguei lá sábado à noite, por volta das nove, sem frescuras dessa vez. Nada de vinho ou conversa fiada. Roberto me recebeu na porta com um aperto de mão firme, mas eu notei a ereção mal disfarçada na calça dele – o cara tava ansioso pra ver o show. Marisa já tava na sala, vestida com um robe de seda curto que mal cobria as coxas, o cabelo solto e um batom vermelho que gritava "vem me foder". Ela me deu um beijo na boca na hora, daqueles molhados, com a língua dançando na minha, enquanto o Roberto fechava a porta.

"Boa noite, Marcos", ela murmurou no meu ouvido, a mão já descendo pro meu peito. "Meu marido aqui não aguentou esperar. Ele quer ver como você me faz gozar de verdade."

Eu ri, olhando pro Roberto, que tava de pé ali, tentando bancar o durão. "É isso aí, Tio? Vai ficar só olhando enquanto eu como sua mulher? Que patético, hein? Um corno otário que nem consegue satisfazer ela direito."

Ele corou um pouco, mas não disse nada, só assentiu e se sentou no sofá, as pernas abertas como se fosse torcer num jogo. Marisa riu, adorando a provocação, e me puxou pro meio da sala, sem perda de tempo. Tirou o robe num movimento só, ficando só de lingerie preta – sutiã rendado que mal segurava aqueles peitos perfeitos e uma calcinha fio dental que já tava úmida. "Mostra pra ele, amor", ela disse, se ajoelhando na minha frente. "Mostra pro meu maridinho como um homem de verdade te trata."

Eu não desperdicei tempo com papo. Desabotoei a calça e tirei o pau pra fora, já duro como pedra só de ver ela ali, submissa e safada. Ela engoliu tudo de uma vez, gemendo alto enquanto chupava, a boca quente e gulosa, os olhos fixos nos meus. "Porra, Marisa, você mama pau como uma vadia profissional", eu disse, segurando o cabelo dela e fodendo a boca devagar, só pra sentir a garganta dela apertando. Olhei pro Roberto: "Viu isso, corno? Sua mulher tá se acabando no meu pau. Aposto que você nem dura dois minutos com ela assim."

Ele se mexeu no sofá, a mão na virilha, mas não tocou – tava seguindo as regras dele mesmo, só olhando. Marisa parou o boquete, os lábios babados, e se levantou, virando de costas pra mim. "Me fode agora, Marcos. Aqui mesmo, na frente dele. Deixa ele ver como você me abre toda."

Eu rasguei a calcinha dela com um puxão, expondo aquela boceta lisinha e molhada, pingando de tesão. Segurei os quadris dela e enfiei tudo de uma vez, fundo, sentindo ela se contrair em volta de mim. "Ahhh, caralho!", ela gritou, as unhas cravando no sofá. Eu comecei a meter forte, cada estocada fazendo o corpo dela tremer, os peitos balançando livres agora que eu tinha soltado o sutiã. "Isso, me arromba! Mais forte que o pau mole do teu marido!"

Olhei pro Roberto de novo, rindo enquanto bombava nela sem dó. "Ei, Tio, tá gostando do espetáculo? Olha só como sua esposa goza no pau de um cara mais novo. Você é um otário mesmo, hein? Me deu ela de bandeja e agora fica aí babando, com o pauzinho murcho na calça. Aposto que você goza só de ouvir ela gemer pro meu nome."

Ela virou a cabeça, gemendo alto: "É verdade, querido... O Marcos me fode como você nunca fez! Ele é o homem da casa agora!" Eu acelerei, uma mão no clitóris dela, esfregando em círculos enquanto metia, e ela explodiu – o corpo todo convulsionando, a boceta apertando meu pau como um torno, esguichando um pouco no chão. "Goza! Goza dentro de mim, amor! Enche tua puta!"

Não aguentei mais. Com um grunhido, soltei tudo dentro dela, jatos quentes que ela recebia rebolando pra trás, como se quisesse sugar cada gota. Quando saí, o sêmen escorria pelas coxas dela, e ela se jogou no sofá do lado do Roberto, beijando ele na boca enquanto eu vestia a calça. "Obrigada, maridinho. Foi perfeito... graças ao nosso garoto aqui."

Roberto só conseguiu murmurar um "Foi bom...", com a cara vermelha de humilhação e tesão misturados. Eu dei um tapa no ombro dele, casual: "Da próxima vez, corno, limpa ela pra mim com a língua, hein? Ou vai ficar só olhando de novo?"

Saí de lá rindo sozinho, com Marisa me mandando mensagem no caminho: "Volta logo. Ele adora ser humilhado por você." Porra, mano, essa família tá me transformando num rei. O que vem depois? Nem eu sei, mas tô dentro.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Humilhando o corno do meu chefe/tio

Codigo do conto:
260640

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/04/2026

Quant.de Votos:
2

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