Cornando meu chefe no trabalho

Depois daquela vez na casa deles, com o humilhamento total pro Tio Roberto enquanto eu fodia a Marisa na sala, as coisas tavam esquentando cada vez mais. Eu já tava acostumado a pegar uns torpedos dela no meio do expediente, tipo "vem me comer no banheiro do shopping" ou coisa assim, mas nada me preparou pro que veio nessa.

Era uma terça-feira normal na agência de marketing. Sabe como é, correria doida: reuniões, prazos apertados, e o meu supervisor, o Diego – aquele filho da puta que vive enchendo meu saco, me cobrando relatórios bobos e me tratando como se eu fosse o estagiário novato ainda – me botou pra trabalhar num job de última hora. Eu tava na minha mesa, suando até o pescoço, quando de repente vejo o Tio Roberto entrando na sala principal, todo mundo se levantando pra cumprimentar o chefe. Mas ele não tava sozinho: a Marisa veio grudada no braço dele, vestida com uma saia lápis preta que grudava nas curvas dela e uma blusa branca que marcava os seios de um jeito que, juro, metade da agência deve ter babado ali. Ela sorriu pra mim de longe, piscando um olho, mas eu fingi que não vi nada, porque, porra, no trabalho? Com o Diego ali do lado?

Roberto passou o dia em reuniões, e a Marisa ficou "visitando" – tipo, circulando pela agência como se fosse uma consultora ou sei lá. Eu a via de canto de olho, rindo com as meninas do design, mas uma hora ela parou na minha mesa, se inclinando pra "perguntar" sobre o projeto. "Marcos, querido, você tá tão concentrado... Roberto me disse que você é o melhor aqui." A mão dela roçou de leve no meu ombro, e eu senti o perfume dela me deixando duro na hora. Mas eu tava apavorado, cara. Se o Diego visse? Aquele babaca já me odiava por ser o pupilo do chefe.

Aí, no final do expediente, todo mundo indo embora, o Roberto me chama no canto: "Marcos, fica até mais tarde hoje. Tem um relatório urgente que precisa de revisão, e eu confio em você pra fechar isso de madrugada se precisar. A Marisa vai me ajudar com umas ideias, e eu fico por aqui também." Ele deu aquela piscada safada, mas eu não peguei a real na hora. Achei que era só trabalho mesmo. "Tá bom, Tio", eu disse, e vi o pessoal saindo, inclusive o Diego, que me lançou um olhar de "não fode tudo, moleque".

As luzes foram apagando nos andares, a agência ficou vazia, só o zumbido dos ar-condicionados e o cheiro de café velho no ar. Eu tava na minha sala, revisando uns banners no Photoshop, quando ouvi passos. Era a Marisa, sozinha, com dois copos de café na mão. "Trouxe pra você se manter acordado, amor", ela disse, trancando a porta atrás dela. Antes que eu pudesse reagir, ela jogou os copos na mesa e veio pra cima de mim, me beijando com aquela fome que ela tem, a língua invadindo minha boca como se a gente tivesse minutos pra viver. "O Roberto tá na sala dele, esperando o show. Ele trouxe a gente aqui pra isso – pra eu ser comida por você no escritório dele. No trabalho que ele construiu."

Porra, eu congelei. "O quê? Aqui? Tá louco? E se alguém voltar? O Diego..." Meu coração tava na boca, eu tava assustado pra caralho. Imagina se pegam a gente? Eu perco o emprego, a reputação, tudo. Mas ela riu, baixa e maliciosa, e começou a desabotoar minha camisa. "Relaxa, garoto. O Roberto trancou tudo, desligou as câmeras. E ele... ele tá louco de tesão só de imaginar você me fodendo na mesa dele. Ou melhor... na mesa do seu supervisor chato." Ela me puxou pela mão, me arrastando pro corredor vazio até a sala do Diego – aquela sala envidraçada, com a mesa impecável, o computador high-tech e pilhas de pastas.

Eu hesitei na porta, olhando pros lados como um ladrão. "Marisa, isso é insano. Eu nem sabia..." Mas ela já tava empurrando as coisas da mesa pra longe – teclado, mouse, papéis voando no chão – e pulando em cima da superfície, abrindo as pernas e puxando a saia pra cima. Sem calcinha, cara. A boceta dela já brilhando, depilada e pronta. "Vem, Marcos. Me come aqui. Deixa o Diego saber, de algum jeito, que você é o macho alfa agora. O Roberto tá assistindo pelo celular – ele instalou uma câmera escondida pra gravar tudo pro tesão dele depois."

Eu tava tremendo de nervoso, mas o pau meu já tava latejando, traindo qualquer bom senso. Olhei pra porta da sala do Roberto, entreaberta, e vi o vulto dele ali, de pé, a mão na calça. Aquilo me deu um frio na espinha e um tesão doido ao mesmo tempo. "Porra, vocês são doentes", eu murmurei, mas já tava abrindo o zíper. Marisa gemeu quando eu me aproximei, puxando meu pau pra fora e guiando ele pra dentro dela. Ela tava encharcada, escorregadia, e quando eu enfiei tudo de uma vez, ela arqueou as costas na mesa, os pés no ar. "Ahhh, sim! Fode sua puta no escritório, Marcos! Mais forte!"

Eu obedeci, mas devagar no começo, ainda assustado, olhando pros vidros pra ter certeza que ninguém via. Mas o tesão venceu – comecei a meter com força, a mesa rangendo a cada estocada, os quadris dela batendo na madeira. Ela gemia alto, sem se importar: "Isso, me arromba! O Diego nunca vai saber como é bom ser fodida assim... Ah, caralho, você é tão grosso!" Eu agarrei os peitos dela por cima da blusa, rasgando uns botões, e bombava sem dó, sentindo ela se contrair em volta de mim. O Roberto deve ter ouvido tudo – eu via o reflexo dele na janela, se masturbando devagar, o rosto vermelho de excitação e humilhação.

Ela gozou primeiro, gritando meu nome, o corpo tremendo tanto que o mouse do Diego caiu no chão. Eu não parei, continuei metendo até que senti o orgasmo vindo, e soltei tudo dentro dela, jatos quentes enchendo a boceta dela até transbordar. Quando saí, o sêmen escorria devagar pela mesa, pingando na borda e sujando o teclado. Marisa riu, lambendo os lábios, e se limpou com um lenço que pegou da gaveta do Diego – "Pra ele lembrar de você amanhã".

Saí de lá de madrugada, suado e zonzo, com o Roberto me dando um tapa nas costas na saída: "Foi perfeito, garoto. Ela nunca gozou tão alto." Eu fui pra casa pensando que tinha sido um sonho louco, mas no dia seguinte... Ah, cara, o Diego me chamou na sala dele furioso. "Marcos, que porra é essa? Meu mouse tá grudando, o cheiro aqui tá esquisito pra caralho, como se alguém tivesse... sei lá, derramado leite azedo na mesa! E olha essas manchas secas aqui!" Ele tava limpando com um pano, o nariz franzido, sem imaginar que era minha porra escorrendo da buceta da Marisa misturada com o tesão dela.

Eu segurei o riso, fingindo inocência: "Deve ter sido o café de ontem, chefe. Ou algum rato." Mas por dentro, eu tava morrendo de tesão só de lembrar. O Diego resmungou o dia todo enchendo meu saco de novo, mas agora? Agora eu sei que toda vez que ele senta naquela mesa, ele tá no meu território. E a Marisa me mandou uma mensagem depois: "Volta pro escritório quando quiser. O Roberto quer filmar na sala dele da próxima." Porra, mano, essa vida tá uma loucura. O que eu faço agora? Tô viciado.


casais que tiverem afim de me conhecer ou trocar experiencias, chama.


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Ficha do conto

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marcaozl

Nome do conto:
Cornando meu chefe no trabalho

Codigo do conto:
260713

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
28/04/2026

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