Tudo começou numa viagem que o Tio Roberto marcou pra nós três – sim, eu, ele e a Marisa – pra "fortalecer os laços da família", como ele brincou na hora de comprar as passagens. Fiji é um paraíso, né? Águas cristalinas, resorts de luxo, e a gente tava no meio do Pacífico, longe de tudo. Mas eu e o Roberto não somos nadadores pros chãos – usamos coletes salva-vidas o tempo todo. Num dia, a gente tava na praia em frente ao resort, Marisa de biquíni minúsculo que mal cobria nada, e as ondas nos levaram pra longe da costa. Eu tava me debatendo, o coração na boca, quando os salva-vidas do resort pularam na água. Dois caras fortes, mas um deles... porra, um negão brasileiro. Ele foi direto pra Marisa, a ajudando a nadar de volta. Eu fiquei com o outro, mas meus olhos grudaram neles – ele sussurrou algo no ouvido dela, tipo "É um privilégio salvar uma gata como você", e ela riu, corando. Eu vi tudo: o short dele era daqueles de lycra fina pro mar, mas juro, ele tava sem cueca por baixo. A jeba dele balançava grande, pesada, marcando tudo enquanto ele nadava.
Marisa piscou pra mim quando a gente chegou na areia, mas eu fingi que não vi, ainda processando o alívio de não ter afogado.
Naquela noite, no bar do resort, a gente bebeu caipirinhas (o brasileiro era de São Paulo, então virou piada com o barman). A Marisa não parava de falar dele – "Ele dá aulas de snorkel, gente. Diz que é imperdível pra ver os corais de perto. E ele é tão... charmoso." Eu ri no começo, mas senti um aperto no peito. O Roberto, claro, tava no modo dele: "Vai nessa, amor. Aproveita a viagem." Bebemos mais, e quando voltamos pro quarto (o Tio Roberto num suíte separada, mas ele sabe de tudo), a Marisa me puxou pra cama. A gente transou forte, eu metendo nela como sempre, mas ela tava fantasiando alto: "Imagina se fosse ele, Marcos? Aquele brasileiro me pegando na água... Você toparia ver isso virar real? Só nessa viagem, longe de casa?" Eu disse sim, sem pensar, porque até aí era papo de tesão. Mas no fundo, já tava com um ciúme roendo – ela é minha puta agora, né? Ou pelo menos eu achava que era.
No dia seguinte, ela marcou uma "sessão privada de snorkel" só com ele, numa ilhota ali perto. Duas horas sozinhos, ela de biquíni novo, daqueles que realçam as curvas dela. Eu fiquei no resort com o Roberto, bebendo cerveja e fingindo que tava tudo bem. Mas por dentro? Eu tava puto, galera. Bravo pra caralho, imaginando aquele negão com as mãos nela na água, na floresta da ilha. Quando ela voltou, bronzeada e com um sorriso de quem ganhou na loteria, me contou tudo no quarto, enquanto o Roberto escutava do sofá: "Foi incrível, amor. A gente saiu do snorkel e... rolou na floresta. Ele me comeu como um animal, Marcos. A rola dele é enorme, me abriu toda. Melhor foda da minha vida, sem você ou o Roberto pra atrapalhar." Porra, eu fiquei com raiva – ciúmes misturado com um soco no estômago. Tipo, por que ela precisaria de outro cara? Eu sou o que a faz gozar gritando! Saí batendo porta, mas no meu quarto sozinho na hora do banho, fiquei com raiva, mas fechei os olhos que imaginei ele comendo ela, nisso meu pau foi ficando duro e fui batendo punheta, foi a punheta mais gostosa que ja bati.
Eu não entendi na hora, mas no segundo dia... aí a coisa mudou. Ela marcou outra "sessão particular" – dessa vez no hotel, no quarto dela e do Roberto, que ele insistiu pra eu ficar e assistir. "É hora de você sentir como eu sinto, Marcos", ele disse, com aquele olhar masoquista dele. Eu tava relutante, ainda com o ciúme da véspera, mas fui. O brasileiro chegou, todo sorridente, com uma mochila de equipamentos de mergulho que ninguém usou. Sentamos no sofá – eu e o Tio Roberto lado a lado, como dois otários – e a Marisa já tava de lingerie por baixo do robe. O cara não perdeu tempo: e pediu pra medir a rola dele "pra provar o que ela tava falando". Porra, ele puxou o short e mediu na nossa frente com uma fita métrica que trouxe na mochila – 24cm, galera. O Roberto riu nervoso, e a Marisa gemeu só de olhar.
Ele a pegou no colo e jogou na cama king size, rasgando o robe dela. Começou lambendo ela toda – da boca pros seios, descendo pro umbigo, pras coxas, até enterrar a cara na boceta dela. Ele a lambuzou inteira com a saliva dele, a língua grossa trabalhando no clitóris enquanto os dedos abriam ela pra gente ver. Marisa gemia alto, "Ah, negão, me come!", e ele obedeceu: posicionou aquela rola monstro na entrada e meteu devagar, esticando ela aos poucos. Eu tava assistindo, o coração acelerado, ciúmes queimando – "Porra, para, isso é demais" – mas não saí. O Roberto tava se tocando por cima da calça, murmurando "Vai, fode ela forte". O cara bombava agora, a cama rangendo, os corpos suados batendo. Ele a virou de quatro, metendo fundo, e a Marisa gritava meu nome e o dele misturados, gozando duas vezes seguidas, o corpo tremendo.
No final, ele gozou tanto nela que foi uma porra – jatos grossos enchendo a boceta dela, escorrendo pelas coxas, lambuzando a barriga e até os seios dela quando ele puxou pra fora e terminou gozando no corpo. Ela tava um desastre, coberta de sêmen dele, ofegante e sorrindo. Eu olhei praquilo e... senti uma vontade louca de limpar. De pegar um pano e passar nela, ou até... lamber? Mas não, eu não fiz. Fiquei parado, o pau duro traindo meu ciúme. Não era pra beber a porra do negão, nem nada com ele. Era pra limpar ELA. Pra cuidar da Marisa depois de ser usada assim, pra reclamar ela pra mim de algum jeito. O tesão era em limpar ela, em ser o cara que arruma a bagunça, não em engolir o sêmen do outro. Mas por quê? Eu não entendo isso. Alguém aí pode me explicar? Por que cornos como eu e o Roberto temos esse tesão bizarro em ver nossa mulher ser fodida e ainda querer limpar o rastro? É humilhação? Amor? Dependência?
Saí dali mudado. O ciúme inicial virou... excitação. Abracei a Marisa depois, beijando o pescoço dela ainda com o cheiro dele, e o Roberto me deu um tapa nas costas: "Bem-vindo ao clube, garoto."
quiserem me enviar mensagem, conversar, quiser que eu coma sua esposa ou algo mais, me chama.
