A volta foi divertida, mãe e filha brincavam, até comentaram da massagem que eu fiz passando o protetor, que além de cuidadoso era bom massagista, disse a mãe.
- Ele tem pegada firme e segura.
Declarou a filha rindo.
- Hummmm como assim filha? Oque ele fez em você e não fez em mim?
Falou olhando para ela, no banco de trás.
- Para amor, a massagem que fiz em você foi diferente, ela deve ter estranhado. O namorado da mãe passando protetor.
Meio sem jeito desviei.
Ela tossiu para disfarçar.
– Estranho nada até gostei. Acho que você deve fazer sempre na gente, né Mãe?
- Olha, olha vocês dois, estou com radar ligado.
A mãe respondeu me olhando.
E sua mão esquerda relaxada em meu colo, em cima do pau.
Coloquei minha mão direita no meio de suas pernas, acariciei quase perto da sua pepeka.
– Pode desligar o radar.
Ela me deu um beijo na boca.
Rapidamente chegamos em casa. O trânsito na Lagoa estava calmo.
Assim que chegamos, elas foram tomar um banho, e começaram á se arrumar. Sequei os cabelos das duas para estarem mais lindas.
Eu bermuda preta, camiseta polo preta e tênis. Me arrumei rápido.
Dami colocou um vestido laranja de dois tons, longo de verão, um pouco acima dos tornozelos. Tecido leve, esvoaçante, costas nuas, frontal um V generoso.
Sutiã fino, cor da pele, parecia que não usava nada, marcava um pouco os mamilos, apenas preso atrás, eu ajudei a fechar o gancho.
O tecido marcava suas curvas, estava linda e com uma dose de sensualidade, dependendo da luz, existia certa transparência.
Uma sandália aberta de salto, valorizava seu bumbum, empinando-a.
A filha.
Só em olhar, rendia uma punheta gostosa. Ao escrever esta parte, bati duas.
Neste conto ao escrever, bati 3.
Sandália Dalila, creme.
Conjunto saia cor inox; o que prendia o top na saia eram três fios de strass, presos por um botão de metal, laterais e frente.
Mãe e filha usavam fio dental, nada marcava suas bundas.
O top era preso no pescoço por duas fitas finas, costas nuas.
A parte frontal era um decote até na raiz dos seios, marcando-os, ao se inclinar para frente eu via até os bicos.
Seu cabelo longo, até no meio das costas, brincava com essa “cena” cabelo para trás, cabelo para frente.
O jogar o cabelo era um jogo de sedução. Amo isso.
Pura provocação.
Coitada da pica; tinha que ficar mole, só em olhar ele queria ficar duro.
A saia justa no quadril tipo elástico largo, um tecido fino e sedoso,
Laterais uma leve ponta triangular, criava um campo mais curto na frente e atrás. Conforme era seu andar o tecido balançava, mostrando parte de seu bumbum.
Valorizava suas longas e belas pernas.
O branco e o rosado da praia me deixavam excitado.
Muitas vezes comi a mãe, imaginando a filha. Pura nóia.
Bati dezenas de punhetas com Camille guerreando minha imaginação.
Às 19 horas saímos de casa.
Assim que começamos a andar, Dami Afastou o vestido e sutiã mostrou-me sua marca.
- Olha amor, gostou? Para você!
Para a filha mostrou os seios, virando-se na sua direção.
- Mãe você está linda com essa cor, quase milanesa.
A filha sentada no meio do banco traseiro se inclina para frente, ficando próximo ao meu braço, pelo retrovisor podia vê-la um pouco.
O perfume delas era instigante, suave, marcante, doce, floral, pitada de yang. Despertava meus instintos.
Abre seu decote, mostrando os seios para a mãe.
- O que você achou? Um pouco vermelho né?
- Filha que coisa linda que estão essas berinjelas, seus seios estão cada vez mais lindos. Você está perfeitamente deliciosa.
Ouvindo berinjelas, fiz a conexão. Meu pau deu uma cutucada, um frio na barriga. Senti que o mel de minha pica estava querendo sair, desse jeito iria molhar a cueca.
A noite seria dura de aguentar. Aguentar o pau querendo explodir.
Eu sabia que lembrava uma fruta nunca berinjelas.
Chegamos ao bar, à festa rolava no lado de fora, 25-30 pessoas, eu não conhecia ninguém exceto duas amigas da Dami. Música ao vivo, samba e pagode.
Fomos na rua lateral, sem movimento, em baixo de uma árvore, na sombra da luz da rua, teríamos mais intimidade e menos gente por perto.





Mãe e filha ou filha e mãe? Essa dúvida vai e deve sempre existir, pois não tem quem não se case com a filha que depois não queira provar o delicioso sabor da mãe, nem que seja uma única vez e vice/versa, casar ou morar com uma viúva ou separada deliciosa mas manter bem viva o tesão pela filha linda e deliciosa, um maravilhosa tortura. votado e aprovado