Vagabundas De Natal - [ Parte 1 ]

Vagabundas de natal - [ 1 ]
20/03/25

Ganhei a oportunidade de comer a mulher de um conhecido no natal, o puto deixou ela e a filha sem dinheiro e eu fui dar uma ajuda, mas as arrombei.

Encontrei na saída do banco a esposa de um conhecido chamado Danilo, o nome dela é Nathalia, uma mulher linda de 30 anos, morena, coxas grossas, bunda grande, peitos médios, uma gata muito gostosa.

Ela me contou que o marido ganha pouco, mas vive bêbado e que na sexta feira ela brigou com ele e foi para casa da mãe em pleno final de ano, a deixando com a filha deles Eveline, ela ficou com pouco dinheiro e já era dia véspera de natal, com tudo atrasado não sabia o que fazer, ela estava no banco tentando um empréstimo, mas desempregada não conseguiu.

A Eveline e a Nathalia já me conhecem porque foram em eventos em casa, a Eveline está crescida, tem olhos e cabelos castanhos, branca, peitinhos de mocinha e bundinha gostosa. Eu resolvi convida-la para passar o natal comigo, a Ana Martha ainda trabalhava em casa e tudo já estava pronto, eu iria ficar sozinho porque meu irmão foi para a casa da sogra com as minhas sobrinhas, então depois de eu insistir ela aceitou.

No outro dia quando elas chegaram e a Eveline sabia que tinha piscina e já foi se arrumando para entrar na água, eu e a Nathalia ficamos conversando e tomando um vinho sentados olhando a menina na piscina.

- Tufão eu não sei como agradecer, em casa estou com o aluguel atrasado, luz e gás também, eu preciso conseguir um emprego logo, o Danilo é muito irresponsável, me deixou com dinheiro para comprar um frango com arroz para a ceia, esse filho da puta.
- Você é sempre bem-vinda na minha casa, agora sobre a tua situação, como eu poderia te ajudar?
- Tufão, quem poderia me ajudar já me ajudou, estou devendo um monte, para você me ajudar eu precisaria de um empréstimo.
- De quanto estamos falando?
- De 2 a 3 mil Euros, assim que eu conseguir um emprego eu vou te pagando.

Eu pensei um pouco, mas na verdade eu estava dando uma boa olhada naquela gostosa, de saia curta e blusinha ela estava uma delícia, mas ela é muito correta e não aceitou, mas nunca deu um basta definitivo, então aproveitei a condição crítica dela e fui para cima sem pudor nenhum, ela é evangélica, mas não é cheia de frescuras.

- Nathalia é o seguinte, se eu te emprestar esse dinheiro e você devendo tanta gente como me contou, você vai demorar para me pagar isso e para eu receber somente meu dinheiro de volta sem ganhar nada é um negócio péssimo para mim, mas eu pensei em outra coisa.
- O que?
- Porque não resolvemos nos dois durante esses dias que você vai ficar aqui comigo, você fica até virar o ano e eu te ajudo com uma parte e outra você me paga quando começar a trabalhar como você disse.
- Mas o que eu tenho que fazer?

Só essa conversa já me deixou de pau duro, passe a mão na coxa dela levantando um pouco sua saia, ela estava bebendo o vinho e quase cuspiu.

- Eu espero que você seja acessível, para começar você podia ir lá dentro trocar essa roupa e por um biquíni para eu apreciar você na piscina.
- Tufão eu sou casada cara, que tipo de mulher você pensa que eu sou?
- Uma mulher decidida, que não fica esperando ninguém resolver seus problemas, a proposta está feita, agora é com você decidir.

Ela negou e ficou brava na hora, mas eu não desisti e fiquei tentando, até que o vinho deu uma relaxada nela e eu falei no ouvido dela na cozinha na frente da geladeira, ela estava com a porta aberta pegando gelo para levar para a piscina.

- E aí gatinha, não estás nem pensando na proposta?

Passei a mão nas suas coxas e levantei o vestido dela, vi sua calcinha enfiada no cuzinho, ela baixou a saia e falou:

- Tufão para com isso, não é fácil ser tentada toda hora e dizer não, você é muito lindo, mas eu sou casada, parou está bom?

Naquela hora eu senti um tesão imenso tomando conta de mim, aquela boca gostosa, aqueles peitos me mostrando os biquinhos duros e aquela saia que não a protegia de nada me deixando louco, então resolvi pegar ela com pulso forte, a coloquei no balcão da cozinha, levantei sua saia e puxei sua calcinha de lado, enfiei meu caralho forte na sua buceta e a fodi.

- Venha cá sua safada, eu vou comer você e pronto, você é muito gostosa.
- Tufão o que isso, o que você está fazendo comigo?
- Eu vou foder sua buceta, ela já está meladinha sua puta, pode ficar quietinha aí, você está precisando de um macho de verdade.
- Não Tufão, por favor não faça isso, eu sou casada seu safado, você está abusando de mim.

Ela me empurrava sem vontade nenhuma, ela queria ser fodida, mas estava lutando com a culpa, então eu meti com força e com velocidade, não sabia se ela iria mudar de ideia então botei para gozar mesmo, mas quem gozou primeiro foi ela.

- Tufão olha o que você está fazendo comigo, Tufão nãããoooo, eu estou... ãh, ãh, ãh, ãh, ãhhhhhh, seu safado, olha o que você fez, eu me gozei, não faz isso, eu não quero.

Eu nem respondia nada, só fodia aquela buceta gostosa, não demorou eu gozei também dentro da sua buceta.

- Issoooooo, issoooooo, toma essa gozada na sua buceta, sua puta, você vai foder comigo e pronto, aceita minha ajuda porque eu vou te foder o dia todo, todos os dias.

Eu a tirei da bancada e ela arrumou a sua calcinha, a gala escorreu pelas suas pernas, dei um tapa na bunda e disse:

- Pronto, agora você está fodida, vá se trocar e vista um biquíni logo, eu estou te esperando na piscina.
- Cara, porque você fez isso, ainda gozou dentro de mim, eu estou me sentindo uma vagabunda.
- Vá, suba e troque de roupa, você vai ser minha vagabunda esse fim de ano.

A beijei na boca e ela retribuiu, mas sempre tinha a questão da culpa que a perturbava.

- Para já chega, você já fez o que queria comigo.

Ela subiu e voltou de biquíni, foi para a piscina e depois conversou comigo sobre o que aconteceu na cozinha.

- Você é difícil Tufão, porque fez isso.
- Você queria.
- Tufão querer eu quero, mas não posso fazer isso, eu sou casada e evangélica, por mais que eu não esteja indo para a igreja eu preciso lutar com o desejo, já estou tomando vinho que está errado.

Enfim continuamos conversando, mas agora eu já passava a mão nas suas coxas, ela não reclamava mais, mas sempre que eu iniciava para come-la novamente ela se segurava de novo, mas tudo bem, seguimos e depois do almoço a Eveline ficou vendo televisão e eu subi para descansar um pouco, mas quando eu vi a Nathalia passando na porta do meu quarto para ir para o dela de biquíni, eu a peguei pelo braço e puxei para dentro do meu quarto, ela dizia “Não, não, não”, fez força para não entrar, mas quando entrou eu fechei a porta, já era de novo.

- Entra porra, deixa de frescura, eu não já falei que eu vou foder você o final de ano todo, a não ser que tu queiras ir para a tua casa passar um fim de ano merda com a tua filha.
- Eu vou para minha casa, me deixa sair.
- Tu queres ir embora, tu vás, mas só depois de sentar no meu caralho, vem cá.

Tirei o biquíni dela de uma vez só, coloquei o caralho para fora e puxei ela para cima de mim no sofá.

- Vamos Nathalia, senta nesse caralho, vem gozar na minha picha de novo.
- Tufão eu não vou me mexer.
- Senta filha da puta, senta nesse caralho.

Seguei a cintura dela e socava ela no caralho, ela só dizia “Não Tufão, para com isso”, mas não saia de cima, então eu forcei a sentada dela bem firme, o que a fez gozar de novo.

- Aiii seu filho da puta tu estás me fazendo gozar, ãh, ãh, ãããããh, safado eu gozei.
- Isso vadia, assim que se faz, uma boa gozada no caralho, agora vira de quatro para mim, vou te comer e gozar na tua cara.

Puxei ela e levei para a cama, enterrei a cara dela no colchão e fodi muito a sua buceta.

- Toma vagabunda, aguenta firme esse caralho na buceta.
- Tufão tu estás me deixando toda fodida, minha buceta está toda aberta com esse teu caralho.
- Assim que se fode puta, com vontade.

Não demorou eu fiquei pronto para gozar, levantei rápido e puxei ela da cama, ela ficou sentada, segura pelo cabelo, então eu gozei na cara dela toda.

- Abre a boca vagabunda.
- Não.

A gozada foi toda na cara mesmo, ficou toda melada que escorria para os peitos.

- Pronto, agora deita um pouco aqui comigo, vamos conversar para parar essa briga entre nós.
- Eu quero ir embora.
- Fica aqui comigo, seja boazinha, eu vou te ajudar.
- Agora que você já me comeu duas vezes você quer conversar, eu quero ir embora.

Ela chorou e eu fui conversando com ela e depois de um tempo de conversa ela acalmou e ficou deitada do meu lado.

- Você vai ficar me comendo o tempo todo né?
- Vou sim, não vou mentir para você.
- Eu juro que eu só vou ficar por causa que não tenho outra opção, não vou deixar minha filha passar um natal horrível.
- Isso gata, agora você vai ficar numa boa comigo?
- Está né, é isso que você quer.

Ficamos namorando um pouco e depois dormimos, depois de um tempo eu acordei e encontrei a filha dela dormindo na sala só de biquíni e toalha no sofá, te conto um pouco mais na próxima parte.

Continua...


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Ficha do conto

Foto Perfil tuga069
tuga069

Nome do conto:
Vagabundas De Natal - [ Parte 1 ]

Codigo do conto:
260549

Categoria:
Traição/Corno

Data da Publicação:
27/04/2026

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