Putinha do titio. Pt. 01

Eu me encontrava deitada na cama do quarto de hospede da casa do meu tio preste a dormir, era em torno de umas 1:30 e eu tinha acabado de guardar o celular para poder dormir.

O vento que saia do ventilador batia na minha pele descoberta e no meu vestido, que subia revelando a minha bunda com apenas um fio dental enterrado na minha bunda, estava muito calor por isso estava totalmente descoberta.

Escutei um barulho na porta da frente e passos pelo corretor, provavelmente o meu tio chegando tarde da noite de novo. Me arrumo na cama, ajeitando meu vestido empurrando ele para baixo e fingindo dormir plenamente.

Poucos minutos depois o meu tio entra dentro do quarto, vendo se eu tô dormindo, consequentemente o meu vestido sobe de novo quando o vento do ventilador bate no meu vestido. Escuto ele falar baixinho.

-- Que bundinha gostosa... -- Sinto ele se aproximando e tocando de leve na minha bunda, passando a mão no meio das minhas bochechas -- Usar essa bundinha com você assim... -- Tremo de leve quando sinto a sua boca mordendo e chupando a pele da minha bunda.

Eu continuava fingindo dormir, de bruços, o ventilador batendo forte no meu corpo suado. O vestido já tinha subido completamente até a cintura, deixando minha bunda toda exposta, só com aquele fio dental fino enterrado bem no meio das nádegas, marcando o cuzinho.

Meu tio se ajoelhou na cama atrás de mim. Senti as mãos grandes dele abrindo minhas nádegas com força, esticando a carne macia até o fio dental ficar bem tenso. Ele cuspiu grosso, bem no alto da minha bunda, e eu senti o cuspe quente escorrendo devagar pela fenda, passando pelo cuzinho piscante e chegando até a boceta encharcada.

-- Olha esse cuzinho... tão rosadinho, tão apertadinho... piscando pra mim como uma putinha desesperada. -- A voz dele estava rouca de tesão. -- Toda noite você dorme assim, exibindo esse cu pra eu ficar louco, né? Hoje ele vai levar rola até o fundo, vadia.

Ele passou o dedo médio bem devagar no meu buraco traseiro, espalhando o cuspe, pressionando a pontinha pra dentro. O anel apertado resistiu no começo, mas ele forçou um pouco mais e o dedo deslizou até a primeira falange. Ele girou devagar, sentindo as paredes quentes e macias me apertando.

-- Caralho... como tá apertado. Parece que nunca levou nada aqui. -- Ele enfiou o dedo mais fundo, até o talo, e começou a foder meu cu devagar, entrando e saindo enquanto observava tudo. -- Relaxa esse cu, princesinha... o tio vai te abrir direitinho.

Ele cuspiu mais uma vez, direto no cuzinho, e enfiou o dedo indicador junto. Dois dedos grossos agora esticavam meu cu, abrindo ele devagar. Eu sentia cada centímetro, o ardor misturado com um prazer sujo que fazia minha boceta latejar e pingar no lençol. Ele abriu os dedos em tesoura, esticando as paredes internas, preparando o buraco.

-- Isso... abre pra mim. Olha como esse cu guloso tá engolindo meus dedos. -- Ele acelerou um pouco, metendo os dois dedos com força, fazendo um barulho molhado e obsceno. -- Daqui a pouco vai ser meu pau inteiro aqui dentro, te arrombando até você gritar.

Ele tirou os dedos com um plop molhado e eu senti a cabeça grossa do pau dele encostando no meu cuzinho. Ele esfregou a rola dura, latejante, toda babada de cuspe e pré-gozo, bem no anel apertado. Pressionou devagar. O cuzinho resistiu, mas ele segurou meus quadris com força e forçou.

-- Relaxa... deixa entrar. -- A cabeça grossa passou pelo anel com um estalo, e eu soltei um gemido abafado no travesseiro. Ele parou só um segundo, deixando eu sentir a grossura dele me abrindo. -- Porra... que cu apertado da porra. Tá engolindo a cabeça do tio todinha.

Centímetro por centímetro ele foi enfiando. Eu sentia cada veia do pau dele raspando nas paredes sensíveis do meu cu, esticando tudo ao máximo. Quando ele estava com metade dentro, ele cuspiu mais uma vez no ponto onde a rola entrava e empurrou o resto com uma estocada firme até o saco bater contra minha boceta molhada.

-- Tudo dentro... olha só. -- Ele grunhiu de prazer, ficando parado bem fundo, pulsando dentro do meu intestino. -- Seu cuzinho tá pulsando em volta do meu pau como se estivesse mamando. Que delícia, vadia.

Ele começou a meter devagar no começo, saindo quase tudo e enfiando de novo até o fundo, deixando eu sentir cada centímetro grosso abrindo meu cu. Depois acelerou. As estocadas ficaram mais brutas, a pele batendo contra minha bunda com força, o saco dele estapeando minha boceta encharcada a cada vez que ele metia fundo.

Ele puxou meu cabelo com uma mão, arqueando minhas costas, enquanto a outra dava tapas fortes na minha bunda, deixando marcas vermelhas.

-- Geme mais alto, sua putinha de cu. -- Ele metia cada vez mais rápido, o pau entrando e saindo do meu cuzinho com facilidade agora, todo babado de cuspe e meus próprios fluidos. -- Olha o barulho que seu cu faz... todo molhado, todo arrombado pra rola do tio.

Ele tirou o pau quase todo, só pra olhar o meu cuzinho piscando aberto, vermelho, brilhando de cuspe. Depois enfiou tudo de uma vez de novo, gemendo alto.

-- Tá vendo? Já tá todo aberto... cabendo meu pau inteiro sem reclamar. -- Ele começou a foder meu cu com força total, segurando meus quadris e batendo sem parar. -- Vou gozar bem fundo nesse cuzinho. Vou encher seu intestino de porra quente até transbordar.

Eu gozei primeiro, o orgasmo batendo forte enquanto ele arrombava meu cu sem piedade. Meu corpo inteiro tremia, o cuzinho apertando o pau dele em espasmos, a boceta pingando no lençol. Ele não parou. Continuou metendo durante meu orgasmo, prolongando até eu estar babando e gemendo sem controle.

No final, ele rosnou no meu ouvido, a voz rouca:

-- Toma tudo, sua vadia... -- E gozou. Jatos grossos, quentes, enchendo meu cu até o fundo. Eu sentia cada pulsada do pau dele disparando porra profunda dentro de mim. Quando ele tirou devagar, meu cuzinho ficou aberto, vermelho, e a porra grossa começou a escorrer devagar pela minha boceta e coxas.

Ele deu um tapa leve no meu cu arrombado e riu baixinho.

Meu buraco traseiro latejava, aberto, vermelho, com o sêmen grosso dele vazando devagar pela fenda e misturando com os meus sucos na boceta.

-- Descansa nada, vadia. -- Ele deu um tapa forte na minha bunda, fazendo a carne tremer. -- Olha o estado desse cu... todo escancarado, babando porra do tio. Mas eu ainda não terminei com você.

Ele me virou de costas na cama com facilidade, como se eu não pesasse nada. Meu vestido já estava enrolado no pescoço, peitos expostos, mamilos duros. Ele se ajoelhou entre minhas pernas abertas, segurando os joelhos e empurrando eles pra cima, quase dobrando meu corpo ao meio. Minha bunda ficou completamente levantada, o cuzinho piscando bem na frente dele, ainda escorrendo porra.

-- Perfeito. -- Ele cuspiu direto no meu cu aberto, vendo a saliva misturar com o sêmen que já estava lá dentro. -- Agora você vai sentar nesse pau, princesinha. Quero ver esse cuzinho guloso engolindo tudo de novo.

Ele se sentou na cama, encostado na cabeceira, o pau já duro de novo, grosso, veias saltadas, brilhando com a mistura de porra e cuspe. Me puxou pelos quadris e me posicionou por cima, de costas pra ele, em posição de cowgirl reversa. A cabeça grossa encostou no meu cuzinho sensível.

-- Senta devagar primeiro... deixa eu ver esse cu abrindo pra mim.

Eu desci devagar. O anel ainda estava mole do primeiro arrombamento, então a cabeça entrou mais fácil dessa vez, mas ainda senti aquela pressão forte esticando tudo. Desci mais um pouco, sentindo centímetro por centímetro da rola grossa invadindo meu intestino de novo. Quando estava com metade dentro, ele segurou meus quadris com força e me puxou pra baixo de uma vez, enfiando tudo até o saco.

-- Aaaahhh... caralho! -- Eu soltei um gemido alto, misturado de dor e prazer sujo.

-- Isso... engole tudo, sua putinha de cu. -- Ele grunhiu, apertando minha bunda. -- Olha como seu cuzinho tá engolindo o pau do tio todinho de novo. Tá vendo? Já tá viciado.

Ele começou a me guiar, subindo e descendo nos quadris dele. No começo devagar, pra eu sentir cada veia raspando nas paredes sensíveis do meu cu. Depois acelerou. Eu subia quase até a cabeça sair e descia com força, batendo a bunda contra as coxas dele. O barulho molhado e obsceno enchia o quarto: ploc, ploc, ploc, enquanto meu cuzinho engolia a rola inteira repetidamente.

Ele passou uma mão pra frente e enfiou dois dedos na minha boceta encharcada, fodendo os dois buracos ao mesmo tempo.

-- Porra... os dois buracos apertados pra mim. -- Ele metia os dedos no ritmo que eu quicava no pau dele. -- Sua bocetinha tá pingando pra caralho enquanto eu arrombo esse cu. Que vadia gulosa você é.

Eu estava gemendo sem parar, o corpo suado, os peitos balançando enquanto eu cavalgava o pau grosso no meu cu. Ele deu um tapa forte na minha bunda, depois outro, e outro, deixando a pele ardendo.

-- Mais rápido, vadia. Senta com força. Quero ouvir esse cu sendo destruído.

Eu obedeci. Comecei a quicar mais rápido, mais fundo, sentindo o pau dele batendo bem no fundo do meu intestino a cada descida. O prazer era insano, aquela sensação cheia, profunda, que só o anal dava. Meu clitóris latejava sem nem ser tocado.

Ele tirou os dedos da boceta e levou eles até minha boca.

-- Chupa. Prova o gosto da sua própria putaria.

Eu chupei os dedos dele, gemendo enquanto continuava sentando no pau. Ele então me puxou pra trás, encostando minhas costas no peito dele, e segurou meus peitos com força, beliscando os mamilos enquanto metia pra cima, fodendo meu cu com estocadas curtas e brutais.

-- Tá perto de gozar de novo, né? -- Ele mordeu meu ombro. -- Goza com o cu cheio de rola, sua safada. Aperta esse cuzinho no pau do tio.

Eu gozei forte. O orgasmo me atravessou como uma onda quente, o cuzinho apertando o pau dele em espasmos ritmados, ordenhando ele. Meu corpo inteiro tremeu, um grito rouco escapando da garganta enquanto eu me contorcia em cima dele.

Ele não aguentou. Rosnou no meu ouvido e me segurou firme pelos quadris, metendo pra cima com tudo.

-- Toma mais porra no cu, vadia... -- E gozou de novo. Jatos grossos, quentes, disparando bem fundo dentro do meu intestino, enchendo tudo mais uma vez. Eu sentia cada pulsada, cada jato enchendo meu cu até transbordar. Quando ele terminou, o sêmen escorria pelo pau dele e pingava na cama.

Ele me manteve sentada no pau por mais uns segundos, deixando o cu pulsar em volta dele, depois me tirou devagar. O cuzinho ficou bem aberto, vermelho, inchado, com porra grossa escorrendo sem parar.

Ele me deitou de lado, me abraçando por trás, o pau ainda semi-duro encostado na minha bunda melada.

-- Boa garota... -- ele sussurrou, mordendo minha orelha. -- Amanhã à noite eu quero você de quatro, sem fio dental, só esperando o tio chegar pra arrombar esse cu de novo. E talvez eu traga um amigo pra gente usar os dois buracos ao mesmo tempo... o que acha, princesinha?

Ele enfiou dois dedos no meu cuzinho cheio de porra, mexendo devagar, sentindo o estrago que fez.

-- Esse cu agora é meu. Toda noite. Sem desculpa.

Eu só consegui gemer baixinho, o corpo mole, o cu latejando de tanto uso.

-- Sim... tio...

Ele riu satisfeito no escuro.

-- Assim que eu gosto. Agora dorme... porque daqui a pouco o dia vai clarear e você vai ter que fingir que nada aconteceu. Mas nós dois sabemos que toda noite você vai deixar essa bundinha pronta pra mim.


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Putinha do titio. Pt. 01

Codigo do conto:
260586

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
27/04/2026

Quant.de Votos:
2

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