Passos no corredor. Três pares dessa vez.
A porta se abriu e meu tio entrou primeiro, seguido pelo amigo barbudo da noite anterior e um terceiro homem — mais novo, uns trinta e poucos anos, corpo definido, pau já semi-duro balançando pesado entre as pernas enquanto ele tirava a roupa. Os três pararam na porta, olhando pra mim como lobos olhando pra carne fresca.
-- Olha só pra ela… — meu tio disse com orgulho na voz rouca. -- De quatro, bundinha empinada, bocetinha pingando, boca já entreaberta. Pronta pra ser usada como a cadelinha que é.
O terceiro homem soltou um assobio baixo.
-- Caralho, que puta linda. E você disse que o cu dela é guloso?
-- Guloso pra caralho — respondeu o amigo barbudo, já se aproximando e dando um tapa forte na minha bunda, fazendo a carne tremer. -- Ontem ele engoliu dois paus juntos. Hoje vai engolir três buracos cheios ao mesmo tempo.
Meu tio se deitou de costas no centro da cama e me puxou por cima dele sem esforço. Segurou meus quadris e me desceu direto na boceta. A rola grossa dele entrou de uma vez até o fundo, abrindo minhas paredes quentes e molhadas com um barulho obsceno.
-- Aaaahhh… tio… — eu gemi alto, os olhos revirando.
-- Isso, senta na rola do tio, princesinha. Deixa essa bocetinha mamando tudo — ele grunhiu, começando a meter pra cima devagar, as mãos apertando minha cintura.
Enquanto eu quicava devagar no pau do tio, o amigo barbudo se posicionou atrás de mim. Ele cuspiu grosso no meu cuzinho ainda sensível, espalhou com dois dedos e depois encostou a cabeça do pau no anel apertado. Empurrou devagar, mas firme. Meu cu, já acostumado a ser usado, abriu com mais facilidade dessa vez. Centímetro por centímetro ele foi entrando até o saco bater contra minha bunda.
-- Porra… ainda tá apertado pra caralho mesmo depois de ontem — ele rosnou, segurando minhas nádegas abertas. -- Dois paus dentro de você agora, vadia. Sente como a boceta e o cu tão cheios?
Eu só consegui gemer, o corpo tremendo entre os dois. Os dois paus se mexiam em ritmo alternado, um entrando enquanto o outro saía, o atrito fino entre eles fazendo eu me sentir completamente preenchida.
Então o terceiro homem se ajoelhou na frente da minha cabeça. Ele segurou meu cabelo com uma mão firme, puxando minha cabeça pra cima.
-- Abre essa boquinha de cadelinha, vai. Hoje você vai mamar enquanto leva nos dois buracos.
Eu abri a boca obediente, a língua pra fora. Ele não foi gentil. Enfiou o pau grosso direto até o fundo da minha garganta com uma estocada só. Eu engasguei, lágrimas escorrendo pelos cantos dos olhos, mas ele não parou. Segurou minha cabeça com as duas mãos e começou a foder minha boca com força, os ovos batendo contra meu queixo a cada vez que ele entrava até o talo.
-- Isso… engole tudo, sua putinha de boca. Mama o pau enquanto os outros arrombam sua boceta e seu cu — ele gemeu, a voz rouca de tesão.
Agora os três buracos estavam sendo usados ao mesmo tempo.
Meu tio metia pra cima na boceta com estocadas profundas e ritmadas, roçando meu ponto G a cada subida. O amigo barbudo fodia meu cu com brutalidade, as mãos dando tapas fortes nas minhas nádegas, deixando marcas vermelhas que ardiam deliciosamente. E o terceiro homem fodia minha boca sem piedade, o pau entrando e saindo da garganta, babando saliva que escorria pelo meu queixo e pingava nos peitos.
O quarto enchia-se de sons obscenos: o barulho molhado dos paus entrando e saindo dos buracos, o tapa da pele contra pele, meus gemidos abafados pela rola na boca, os grunhidos roucos dos três homens.
-- Olha como ela tá aguentando os três buracos cheios… que cadelinha perfeita — meu tio grunhiu, uma mão descendo pra esfregar meu clitóris inchado enquanto ele metia mais rápido.
-- A boca dela tá mamando tão gostoso… apertando a cabeça toda vez que eu entro na garganta — o terceiro gemeu, puxando meu cabelo mais forte.
-- E esse cu… tá piscando e sugando meu pau como se quisesse leite — o amigo riu, acelerando as estocadas, o saco dele estapeando minha bunda.
Eu estava perdida em prazer sujo. O corpo tremia, lágrimas e baba escorrendo, os três paus me invadindo sem parar. O orgasmo veio forte, sem aviso. A boceta apertou o pau do tio em espasmos violentos, o cuzinho ordenhou o pau do amigo, e a garganta se contraiu em volta da rola na boca. Eu gozei jorrando um pouco, o squirt molhando a barriga do tio, o corpo convulsionando entre os três homens.
-- Porra… ela tá gozando… aperta assim, vadia! — meu tio rosnou.
Eles aceleraram ainda mais. Os três paus metendo com tudo, sem dó.
Primeiro foi o homem na minha boca. Ele enterrou o pau até o fundo da garganta e gozou com um grunhido alto, jatos grossos de porra quente descendo direto pro meu estômago. Eu engoli tudo o que consegui, o resto escorrendo pelos cantos da boca.
Quase ao mesmo tempo, o amigo no cu rosnou e meteu fundo:
-- Toma no cu, sua cadela! — E gozou forte, enchendo meu intestino com porra quente, pulsando dentro de mim.
Meu tio foi o último. Segurou meus quadris com força e meteu pra cima com tudo:
-- Goza mais uma vez pra mim, princesinha… toma toda a porra do tio na boceta! — Ele explodiu dentro da minha bucetinha, jatos grossos enchendo meu útero até transbordar.
Os três paus pulsaram dentro de mim ao mesmo tempo, enchendo os três buracos de porra quente. Quando eles tiraram devagar, eu desabei na cama, o corpo mole, a boca aberta pingando porra, a boceta e o cu escancarados, vermelhos, inchados, com sêmen grosso escorrendo sem parar pelos dois buracos e molhando o lençol.
Os três homens ficaram olhando o estrago, satisfeitos.
-- Olha o estado dessa cadelinha… — meu tio disse, passando a mão na minha bunda melada e enfiando dois dedos no cu cheio de porra, mexendo devagar. -- Três buracos usados e cheios. Amanhã vamos ver se ela aguenta quatro.
O terceiro homem riu, limpando o pau sujo na minha bochecha.
-- Ou a gente filma da próxima vez. Quero ver essa boquinha engolindo enquanto a gente assiste depois.
Eu só consegui gemer baixinho, a voz rouca:
-- Sim… por favor… usem mais… eu sou a cadelinha de vocês…
Meu tio olhou pra mim com um sorriso escuro, passando a mão grande na minha bochecha.
-- Ainda não acabou, princesinha. Olha como você tá… toda meladinha, toda arrombada. Os tios vão te usar mais um pouquinho, tá bom?
Eu pisquei devagar, os olhinhos meio vidrados de tanto prazer. A voz saiu baixinha, manhosa, quase um choramingo doce de criança:
-- Tiooo… tá doendo um pouquinho… mas… eu quero mais… por favorzinho…
O amigo barbudo riu baixo, já duro de novo.
-- Escuta só essa vozinha… parece uma menininha pedindo doce. Que delícia, caralho.
O terceiro homem se deitou de costas e me puxou por cima dele, posicionando a cabeça grossa do pau dele bem na entrada da minha boceta. Eu desci devagar, sentindo ele me abrir de novo. Um gemidinho manhoso escapou da minha boca:
-- Hmmm… tá entrando… tiozinho… tá enchendo minha bucetinha toda…
Assim que ele estava bem fundo, meu tio se ajoelhou atrás de mim. Cuspiu no meu cuzinho já melado e empurrou a rola grossa devagar. O anel sensível cedeu fácil dessa vez. Quando ele entrou até o talo, eu soltei um gemidinho fino, voz tremida e infantil:
-- Ai, tio… os dois tão dentro… tá tão cheio… eu sou uma cadelinha burrinha, né? Hihihi…
O terceiro homem na minha frente segurou meu cabelo com carinho bruto e encostou o pau babado nos meus lábios.
-- Abre essa boquinha manhosa, vai. Mama pro tiozinho.
Eu abri a boca obediente, a língua pra fora como uma criancinha gulosa. Ele enfiou devagar no começo, depois foi mais fundo. Eu comecei a chupar com gemidinhos baixinhos, molhados, a voz saindo abafada e doce:
-- Mmm… nham… tá gostoso… o pau do tiozinho é tão grandinho na minha boquinha…
Agora os três buracos estavam preenchidos novamente. Meu tio metia no cu com estocadas lentas e profundas, o amigo na boceta subia os quadris devagar, e o terceiro fodia minha boca com movimentos controlados, sem ir até a garganta pra eu conseguir gemer.
Meus gemidos eram baixinhos, manhosos, quase choramingos:
-- Hmmm… ahn… tio… tá batendo bem fundo no meu cuzinho… eu tô toda molhadinha… hih… meu bumbum tá ardendo mas eu gosto…
-- Porra… escuta essa vozinha — o amigo grunhiu, acelerando um pouco na boceta. -- Parece uma menininha safada brincando de médico. Tá me deixando louco.
Meu tio deu um tapa leve na minha bunda, só pra ouvir o barulhinho.
-- Fala mais, princesinha. Fala o que você é.
Eu tirei o pau da boca por um segundinho, a voz fina e manhosa, olhos semicerrados de prazer:
-- Eu sou… a cadelinha burrinha do tio… hmmm… só uma putinha de buracos… ahn… que gosta de levar rolinha nos três lugarzinhos… por favor, não para…
Eles riram, excitados com aquele tom inocente misturado com a putaria crua.
O ritmo aumentou. Meu tio metia mais forte no cu, as bolas batendo contra minha bunda. O amigo na boceta segurava meus quadris e estocava pra cima com força. O terceiro voltava a foder minha boca, o pau entrando e saindo entre meus lábios inchados.
Meus gemidinhos ficavam cada vez mais manhinhos, quebrados, voz de criança no meio do prazer sujo:
-- Ai, ai, ai… tá tão bom… hihihi… meu cuzinho tá apertando a rolinha do tio… minha bucetinha tá toda melada… nham… mamando o pauzinho da boquinha… eu sou burrinha… burrinha de tesão… ahn… ahn…
O orgasmo veio devagar dessa vez, subindo como uma onda quente. Meu corpinho inteiro começou a tremer. A voz saiu ainda mais fina, choramingando:
-- Tiooo… eu vou fazer xixi… não… eu vou gozar… hmmm… tá vindo… tá vindo forte… ai, ai, ai… por favorzinho… me segura…
Eu gozei gemendo baixinho, manhosa, o corpo convulsionando entre os três paus. A boceta apertou forte em volta do pau do amigo, o cuzinho ordenhou o do tio em espasmos ritmados, e a boca chupava com mais vontade, babando saliva e lágrimas.
-- Caralho… ela tá gozando de novo com essa vozinha de criança… — o terceiro gemeu, segurando minha cabeça e gozando primeiro, enchendo minha boca de porra quente. -- Engole tudinho, cadelinha.
Eu engoli o que consegui, o resto escorrendo pelo queixo enquanto soltava gemidinhos molhados:
-- Mmm… tá salgadinho… hih… obrigada, tiozinho…
Meu tio veio logo depois, rosnando no meu ouvido enquanto metia fundo no cu:
-- Toma no bumbum, princesinha… toma toda a porra do tio… — Jatos grossos encheram meu intestino mais uma vez.
O amigo na boceta foi o último. Segurou meus quadris com força e explodiu dentro de mim:
-- Porra… toma na bucetinha também, sua menininha safada!
Quando os três tiraram os paus, eu desabei de lado na cama, o corpinho tremendo, a boceta e o cuzinho escancarados, pingando porra grossa sem parar. A voz saiu fraquinha, manhosa, quase um sussurro infantil:
-- Tio… eu tô toda meladinha… os buracinhos tão ardendo… mas… eu gostei tanto… posso dormir assim? Com o leitinho de vocês escorrendo?
Meu tio se deitou atrás de mim, me abraçando por trás, o pau semi-duro encostado na minha bunda melada. Beijou minha nuca e sussurrou:
-- Pode sim, minha cadelinha burrinha. Dorme assim, toda cheia de porra. Amanhã os tios vão te acordar cedo… e vão querer ouvir mais dessa vozinha manhosa enquanto te usam de novo.
O amigo riu baixo, passando a mão na minha coxa.
-- E talvez a gente grave esses gemidinhos de criança pra ouvir depois. O que acha, princesinha?
Eu só fechei os olhinhos, sorrindo bobinha, a voz saindo sonolenta e doce:
-- Hmmm… tá bom… eu sou a cadelinha de vocês… boa noite, tios…