O ventilador girava devagar, mas o calor vinha de dentro de mim.
Passos no corredor. Dois pares de passos.
A porta se abriu sem barulho. Meu tio entrou primeiro, seguido por um homem mais velho, uns quarenta e poucos anos, barba cerrada, corpo forte de quem trabalha pesado. Ele parou na porta, os olhos caindo direto na minha bunda exposta.
-- Porra, mano… você não tava mentindo — a voz do amigo saiu rouca, quase surpresa. -- Olha o estado dessa bundinha… já tá toda marcada, vermelhinha. Parece que levou rola pesada ontem.
Meu tio riu baixo, fechando a porta atrás deles.
-- Falei pra você. Minha sobrinha é uma putinha de cu nata. Dorme exibindo essa bundinha toda noite só pra eu arrombar. Hoje ela vai aprender a aguentar dois paus ao mesmo tempo. -- Ele se aproximou, deu um tapa forte na minha nádega direita, fazendo a carne tremer. -- Não é, princesinha? Fala pra ele o que você é.
Eu engoli em seco, a voz saindo baixa, envergonhada e excitada ao mesmo tempo:
-- Eu… sou a putinha de cu do tio.
O amigo soltou um assobio baixo e começou a tirar a camisa.
-- Caralho… que voz safada. Vamos ver se esse cu aguenta mesmo.
Eles não perderam tempo. Meu tio se deitou na cama, puxando-me por cima dele como na noite anterior, mas agora de frente. Ele segurou meu quadril e me fez sentar devagar no pau dele. O cuzinho, ainda mole e acostumado, abriu com mais facilidade. A grossura dele me invadiu de uma vez só até o fundo, fazendo eu soltar um gemido longo e rouco.
-- Aaaahh… tio… tá tão fundo…
-- Isso, senta tudo. Deixa o tio bem enterrado nesse cu guloso — ele grunhiu, segurando minhas coxas abertas.
O amigo se posicionou atrás de mim, de joelhos. Cuspiu na mão, passou no pau dele (um pouco mais fino que o do tio, mas longo pra caralho) e depois cuspiu direto no meu cuzinho já ocupado. Eu senti os dedos dele forçando ao lado da rola do tio, tentando abrir espaço.
-- Relaxa esse cu, vadia. Hoje ele vai levar dois — a voz dele era mais grossa, mais bruta. -- Olha como tá apertado… mas vai caber. Cu de puta sempre cabe.
Ele pressionou a cabeça do pau contra o anel já esticado. Meu tio parou de mexer, segurando-me firme pra eu não fugir. O amigo empurrou devagar. A pressão era insana. Meu cuzinho ardia, queimava, esticando além do limite enquanto a segunda rola forçava entrada ao lado da primeira.
-- Porra… tá entrando… olha isso, mano. O cu dela tá engolindo os dois paus juntos — o amigo gemeu, suado.
Eu gritei abafado no ombro do tio, lágrimas de dor e prazer escorrendo.
-- Dói… mas… não para… por favor…
-- Cala a boca e aguenta, princesinha — meu tio sussurrou no meu ouvido, mordendo o lóbulo. -- Você nasceu pra isso. Dois paus no cu ao mesmo tempo. Olha como sua bocetinha tá pingando no meu saco. Tá adorando ser arrombada assim, né?
Centímetro por centímetro, o segundo pau entrou. Quando os dois estavam bem fundo, meus dois buracos traseiros completamente preenchidos e esticados ao máximo, eu tremia inteira, respirando rápido, o corpo suado colado no do tio.
Eles começaram a se mexer.
No começo, alternado: um saía um pouco enquanto o outro entrava mais fundo. Depois, sincronizados. Estocadas brutas, os dois paus metendo no meu cu ao mesmo tempo, esticando as paredes internas até o limite. O barulho era obsceno — molhado, sujo, carne batendo contra carne, meus gemidos misturados com os grunhidos deles.
-- Caralho… que cu apertado da porra… tá mamando os dois paus — o amigo rosnava, dando tapas fortes na minha bunda.
-- Aperta mais, vadia. Ordenha a gente — meu tio ordenou, enfiando a mão entre nós pra esfregar meu clitóris inchado.
Eu gozei primeiro, forte pra caralho. O orgasmo me rasgou por dentro, o cuzinho apertando os dois paus em espasmos violentos, leite escorrendo pela boceta e molhando tudo. Eu gritava sem controle, o corpo convulsionando entre os dois homens.
-- Tá gozando com o cu cheio de rola, sua safada? — meu tio riu rouco. -- Então toma mais.
Eles aceleraram. Fodendo meu cu sem piedade, os dois paus entrando e saindo juntos, abrindo meu buraco até ele ficar completamente arrombado, vermelho, inchado. O amigo puxou meu cabelo pra trás, arqueando minhas costas.
-- Vou encher esse cu de porra, vadia. Junto com o seu tio.
Meu tio rosnou no meu ouvido:
-- Toma tudo, princesinha. Deixa os dois gozarem bem fundo no seu intestino.
Eles gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos, quentes, enchendo meu cu até transbordar. Eu sentia cada pulsada, cada jato disparando dentro de mim, misturando as porras deles bem no fundo. O excesso escorria pelos paus, pingando na cama em fios grossos e brancos.
Quando eles tiraram devagar, meu cuzinho ficou escancarado — um buraco vermelho, aberto, pulsando, com porra escorrendo sem parar pela boceta e coxas. Os dois olharam, satisfeitos.
-- Olha o estrago… — o amigo riu, enfiando dois dedos no cu destruído e mexendo, fazendo mais porra vazar. -- Tá todo arrombado. Amanhã eu trago mais um amigo. Vamos ver se esse cu aguenta três.
Meu tio me puxou pra perto, beijando minha boca com fome enquanto o amigo ainda mexia os dedos dentro de mim.
-- O que você acha, minha putinha? Quer que a gente use você toda noite até você não conseguir mais sentar direito?
Eu, voz fraca, corpo tremendo, apenas sussurrei contra a boca dele:
-- Quero… tio… usa meu cu… sempre…
Ele sorriu contra meus lábios.
-- Chega de só cu por hoje, princesinha — a voz dele saiu rouca, quase um rosnado. -- Agora vamos usar os dois buracos ao mesmo tempo. Quero sentir essa bocetinha apertada enquanto meu amigo destrói seu cuzinho de novo.
O amigo dele, ainda com o pau brilhando de porra e cuspe, deu um sorriso safado e se posicionou na frente de mim, de joelhos. Ele segurou meu queixo com uma mão calejada, obrigando-me a olhar pra ele.
-- Olha pra mim enquanto a gente te fode, vadia. Quero ver esses olhinhos bonitos enchendo de lágrima quando sentir dois paus te abrindo inteira.
Meu tio se deitou de costas na cama e me puxou por cima dele, posicionando-me em cowgirl. A cabeça grossa do pau dele roçou minha boceta encharcada, já latejando de tesão. Ele não esperou. Segurou meus quadris com força e me desceu de uma vez, enfiando tudo até o fundo. A rola dele abriu minha bucetinha com um barulho molhado e obsceno, esticando as paredes quentes e lisas.
-- Aaaahhh… tio… tá tão fundo… — eu gemi alto, a voz saindo quebrada.
-- Isso… engole o pau do tio na boceta — ele grunhiu, apertando minha bunda com as duas mãos e começando a meter pra cima devagar. -- Tá molhada pra caralho, princesinha. Toda encharcada só de levar rola no cu. Que putinha gulosa.
Enquanto eu quicava devagar no pau do tio, sentindo cada veia raspando dentro da minha boceta, o amigo se ajoelhou atrás de mim. Ele cuspiu grosso no meu cuzinho ainda aberto, misturando a saliva com a porra que já escorria de dentro. Dois dedos grossos entraram fácil, abrindo o buraco pra preparar.
-- Olha esse cu… ainda tá piscando, todo melado. Perfeito pra levar outra rola — ele disse, a voz carregada de tesão bruto. -- Vamos ver se ele aguenta junto com a boceta cheia.
Ele tirou os dedos e encostou a cabeça do pau no anel sensível. Meu tio parou de mexer por um segundo, segurando-me firme pelos quadris pra eu não me mexer. O amigo pressionou devagar, forçando a entrada. Meu cuzinho, ainda mole e arrombado da rodada anterior, resistiu só um pouco antes de ceder. A grossura dele deslizou pra dentro, centímetro por centímetro, ao lado do pau do tio que ainda estava enterrado na minha boceta.
A sensação era insana — os dois buracos completamente preenchidos, as paredes finas separando os dois paus se esticando ao máximo. Eu sentia cada veia, cada pulsada, o atrito deliciosamente sujo entre as duas rolas dentro de mim.
-- Porra… tá apertado demais… — o amigo gemeu alto, segurando minha cintura. -- Sinto o pau do seu tio batendo contra o meu através da parede. Que delícia, caralho.
-- Relaxa, vadia — meu tio sussurrou no meu ouvido, mordendo meu pescoço. -- Deixa os dois paus te encherem. Você nasceu pra ser usada assim… dois buracos pro tio e pro amigo dele.
Eles começaram a se mexer. No começo devagar, alternando as estocadas: quando um saía da boceta, o outro entrava mais fundo no cu. Depois foram acelerando, sincronizando. Os dois paus metendo em mim ao mesmo tempo — um na bucetinha quente e molhada, o outro no cuzinho arrombado e guloso. O barulho enchia o quarto: ploc-ploc-ploc molhado, carne batendo contra carne, meus gemidos misturados com os grunhidos roucos deles.
Eu estava perdida. O corpo suado, os peitos balançando forte enquanto eu era fodida pelos dois lados. Meu tio subia os quadris com força, batendo o pau bem no fundo da minha boceta, roçando o ponto G a cada estocada. O amigo metia no cu com brutalidade, as bolas dele estapeando minha bunda a cada vez que ele entrava até o talo.
-- Geme mais alto, sua putinha — o amigo ordenou, dando um tapa forte na minha nádega esquerda, deixando a marca vermelha. -- Deixa o tio ouvir como você gosta de levar rola nos dois buracos.
-- Aaaahh… tá bom demais… me fode… me arromba… — eu gemia sem controle, a voz rouca, lágrimas de prazer escorrendo pelo rosto.
Meu tio riu baixo, uma mão descendo pra esfregar meu clitóris inchado enquanto ele metia mais rápido.
-- Olha como ela tá apertando… a bocetinha tá mamando meu pau e o cu tá sugando o seu. Que vadia gulosa. Goza pros seus tios, princesinha. Goza com os dois buracos cheios de rola.
O orgasmo me atingiu como um soco. Forte, profundo, fazendo meu corpo inteiro convulsionar. A boceta apertou o pau do tio em espasmos ritmados, a bucetinha jorrando um pouco de squirt que molhou a barriga dele. Ao mesmo tempo, o cuzinho ordenhava o pau do amigo, apertando com força, como se não quisesse deixar sair.
-- Porra… ela tá gozando… aperta assim, vadia… — o amigo rosnou, acelerando as estocadas no cu.
Eles não pararam. Continuaram me fodendo durante o orgasmo, prolongando o prazer até eu estar babando, gemendo sem palavras, o corpo mole entre os dois homens fortes.
Meu tio foi o primeiro a gozar. Ele me segurou firme pelos quadris e meteu pra cima com tudo.
-- Toma na boceta, princesinha… toma toda a porra do tio! — Jatos grossos e quentes dispararam bem fundo dentro da minha bucetinha, enchendo meu útero até transbordar. Eu sentia cada pulsada, o calor se espalhando.
Quase ao mesmo tempo, o amigo rosnou alto e enterrou o pau até o fundo no meu cu.
-- E toma no cu também… caralho! — Ele gozou forte, enchendo meu intestino com mais porra grossa, misturando com a que já estava lá. Os dois buracos transbordando, porra escorrendo pelos paus e pingando na cama.
Eles ficaram dentro de mim por mais alguns segundos, pulsando, deixando os últimos fios de sêmen vazarem. Depois tiraram devagar. Primeiro o pau do amigo saiu do cu com um plop molhado, meu buraco traseiro ficando aberto, vermelho, inchado, com porra escorrendo em fios grossos pela boceta. Em seguida, o tio me levantou um pouco e o pau dele saiu da bucetinha, deixando um rastro branco escorrendo dos dois buracos.
Eu desabei na cama, de lado, o corpo mole, os dois buracos latejando e vazando porra sem parar. Meu tio se deitou atrás de mim, me abraçando, enquanto o amigo se ajoelhava na frente, limpando o pau sujo na minha coxa.
-- Boa garota… — meu tio sussurrou, beijando meu ombro e mordendo de leve. -- Aguentou os dois buracos sendo usados como uma boa putinha. Amanhã… talvez a gente traga mais um. Ou quem sabe eu te foda só eu, bem devagar, enquanto você conta quantas vezes gozou hoje.
O amigo riu baixo, passando a mão na minha bunda melada.
-- Ou eu volto sozinho e te arrombo esse cu até amanhecer. O que você prefere, vadia?
Eu só consegui gemer baixinho, a voz fraca:
-- Os dois… quero os dois… de novo…
Meu tio deu uma risada satisfeita no escuro.
-- Assim que eu gosto. Agora dorme um pouco, princesinha. Porque a noite ainda não acabou… e amanhã vai ser ainda pior.