Meu nome é Marcos. Tenho 33 anos, sou bonito, charmoso, atlético e dotado. Sou casado com Letícia há seis anos. Ela é uma loira de 32 anos, corpo escultural pela musculação, seios fartos e empinados, cintura marcada e uma bunda redonda, dura e perfeita que faz qualquer homem perder o juízo. Victor, meu patrão e dono da empresa, me convidou para um “churrasco” no sítio dele. Quando chegamos, não tinha mais ninguém. Letícia apareceu na piscina com um biquíni branco minúsculo. O top lutava para conter seus seios grandes, e o fio dental mal cobria sua boceta, desaparecendo completamente entre as nádegas empinadas. Ela deitou de bruços, exibindo o corpo brilhante ao sol. Victor e eu ficamos na varanda assistindo. — Porra, Marcos… sua mulher é um pecado — murmurou ele, quase sem fôlego. Eu sorri, orgulhoso: — Olha essa bunda… parece feita pra ser agarrada. Depois de um tempo, falei alto: — Amor, passa um bronzeador senão você vai queimar. Letícia respondeu: — Vem passar pra mim? Olhei para Victor e falei com um sorriso: — Victor, você não se importa de passar o bronzeador nela, né? Letícia virou a cabeça chocada: — Marcos… Victor hesitou, mas se levantou. Ajoelhou ao lado dela e começou a passar o óleo. Suas mãos grandes desceram pelas costas, cintura, e logo estavam massageando a bunda dela com vontade. Letícia soltou suspiros baixos e empinou o quadril. De repente, Victor parou e disse: — Vou pegar uma cerveja gelada lá dentro. Letícia se levantou rapidamente: — Eu vou com você. Os dois entraram na casa. Letícia na frente, rebolando aquela bundona no biquíni branco minúsculo. Victor logo atrás, com o pau já visivelmente duro, marcando a sunga de forma obscena. Fiquei sozinho na varanda. Os minutos se arrastaram. Dez… quinze… vinte e cinco minutos. Meu coração batia forte. Imaginava os dois lá dentro. Imaginava Victor encostando minha mulher na parede, abaixando aquele fio dental e metendo nela com força. Finalmente a porta de vidro se abriu. Letícia saiu primeiro. Estava destruída. O rosto vermelho, lábios inchados, cabelo bagunçado. Andava com as pernas bambas, quase trêmulas, como se tivesse dificuldade de manter o equilíbrio. O biquíni branco estava molhado e transparente na frente. A calcinha fio dental grudada na boceta inchada, com manchas brancas grossas. Um fio grosso e viscoso de porra escorria lentamente pela parte interna da coxa esquerda, descendo até o joelho. Victor veio logo atrás, com um sorriso malicioso e satisfeito no rosto. A sunga ainda marcava o volume do pau semi-duro. Ele olhou pra mim com uma expressão de quem acabou de comer algo que não era dele. Letícia sentou na espreguiçadeira ao meu lado, cruzando as pernas rapidamente, mas não antes de eu ver claramente a porra escorrendo. Fiquei em silêncio por alguns segundos, sentindo o estômago revirar de ciúme e excitação. — Demorou bastante… — falei, voz rouca. Letícia evitou meu olhar, ainda respirando acelerada, e respondeu com um sorriso forçado: — É… a geladeira é no fundo da casa. Pegamos umas coisas também. Victor sentou do outro lado, abriu uma cerveja e tomou um gole longo, relaxado. Olhou pra mim com malícia e completou: — Conversamos bastante sobre… negócios. Letícia mordeu o lábio inferior, claramente contendo um sorriso. Um novo fio de porra escorreu pela coxa dela, brilhando ao sol. Ela não fez nenhuma tentativa de limpar. Eu olhei para os dois. Victor com aquele ar de superioridade. Letícia vermelha, pernas tremendo, boceta claramente recém-fodida. Eles não tinham ido só pegar cerveja. E o pior… os dois pareciam ter adorado cada segundo.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.