A porta de casa bateu com um clique suave, e Ana sorriu para o marido antes de sair. — Vou na academia, amor. Treino pesado hoje, volto em umas duas horas. Te amo. Ela vestia legging preta colada, top esportivo que mal continha os seios fartos e o cabelo preso num rabo de cavalo alto. O beijo que deu nele foi rápido, quase distraído. Ele ficou no sofá, assistindo ao jogo, mas algo no sorriso dela ficou ecoando na cabeça. Quarenta minutos depois, o celular dele vibrou. Era Ana ligando. Ele atendeu com um sorriso preguiçoso. — Oi, gata. Já chegou? Tá malhando? Do outro lado, a voz dela saiu um pouco rouca, ofegante. — Oi, amor… tô… tô aqui. Cheguei agora. Um suspiro mais longo escapou dela. Quase um gemido baixo, abafado. Ele franziu a testa, mas sorriu. — Tá tudo bem? Sua voz tá estranha. Ana soltou um riso nervoso, entrecortado. — Tudo ótimo… só… o treino tá… intenso pra caralho hoje. O personal… ele tá me fazendo suar bastante. Outro som. Um gemido mais grave, quase engolido. O barulho de pele contra pele, ritmado, sutil, mas inconfundível para quem prestava atenção. — Ana… você tá gemendo? — Hummm… tô… é o esforço, amor. Ele tá me pegando… bem fundo no exercício. Me fazendo trabalhar essa… parte que você gosta tanto. Ela respirou fundo, quase tremendo na voz. O ritmo do som ao fundo acelerou um pouco. — Tá doendo? — perguntou ele, a voz baixando, curiosa. — Não… tá gostoso. Tão gostoso que eu mal consigo falar direito. Ele tá me segurando firme pela cintura… me fazendo rebolar do jeito que eu faço pra você. Sabe quando eu fico molhada, toda quente? Ele sentiu o pau endurecer dentro da calça só de ouvir o tom dela. Aquela voz manhosa, safada, que ela só usava quando estava bem excitada. — Ana… você tá sozinha? Um gemido mais alto escapou dela, seguido de um risinho culpado. — Claro que tô, amor… só eu e o personal… ele tá me ajudando a alongar bem. Tô sentindo ele inteiro dentro do movimento. Bem fundo… bem grosso… me enchendo toda. Ela soltou um “ai, porra” abafado, como se tivesse mordido o lábio. — Ele tá me pedindo pra eu fazer força… pra apertar. E eu tô apertando, amor. Tô apertando tanto que tá saindo aquele barulhinho molhado que você adora ouvir quando me fode. O marido apertou o celular com mais força, o coração acelerado. — Você tá molhada pra ele, Ana? — Tô encharcada… escorrendo. Ele tá me olhando com aquela cara de quem quer me comer de verdade. E eu… eu tô deixando. Tô rebolando pra ele sentir tudo. Quer ouvir? Ela afastou o telefone um segundo. O som ficou mais claro: estocadas ritmadas, molhadas, o barulho obsceno de uma boceta sendo bem comida, acompanhado dos gemidos dela cada vez mais livres. — Tá ouvindo, amor? Ele tá me dando um treino tão bom… tão fundo… tô quase gozando aqui pra ele. A voz dela estava rouca de tesão. — Ele tá dizendo que minha buceta tá apertando demais… que eu sou uma safada. Quer que eu conte pra você depois como foi? Como ele me fez gozar gemendo o nome dele enquanto você tava em casa achando que eu tava só malhando? Ele engoliu seco, pau latejando. — Conta agora. Ana soltou um gemido longo, quase um grito abafado, o corpo claramente tremendo do outro lado. — Ele tá me batendo forte agora… bem no fundo… tô gozando, amor… tô gozando pra ele… porra, que delícia… O som ficou mais intenso por alguns segundos, depois ela voltou, voz manhosa e satisfeita: — Volto daqui a pouco… toda suada, toda marcada. Você vai me comer do mesmo jeito que ele comeu, tá? Ou quem sabe… você vai sentir o gosto dele ainda dentro de mim. Ela riu baixinho, safada. — Te amo. Beijo molhado. E desligou. Ele ficou olhando para o celular, coração disparado, pau duro latejando na mão. A academia nunca tinha sido tão interessante.
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.